Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

Cidades marca presença na 1ª Conferência Nacional dos ODS

Publicado

O Ministério das Cidades marcou presença na 1ª Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), realizada entre terça (30/6) e quinta-feira (2/7), no Centro Internacional de Convenções do Brasil, em Brasília. Além de contar com um estande do Conselho das Cidades durante os dias de evento, a pasta promoveu uma palestra para apresentar a atuação alinhada à Agenda 2030 e reforçar o compromisso com a construção de cidades mais inclusivas, resilientes e sustentáveis.

Realizada pela Secretaria-Geral da Presidência da República, a conferência tem como tema “A Agenda 2030 no Brasil: Fortalecer a Democracia e Defender os Direitos Humanos para a construção coletiva de um novo modelo de desenvolvimento sustentável”. O encontro reúne representantes de diferentes segmentos da sociedade para discutir diretrizes e propostas relacionadas à implementação da Agenda 2030 e dos ODS no Brasil.

A Agenda é um plano de ação global que reúne 17 objetivos para erradicar a pobreza e promover vida digna de maneira sustentável até 2030. A iniciativa é relacionada com a atuação do Ministério das Cidades, como no ODS 11, que mira “tornar as cidades e assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis”.

“A participação do Ministério das Cidades é fundamental nessa discussão, porque atuamos onde os ODS se concretizam, ou seja, nos territórios, onde as pessoas vivem e enfrentam os problemas diários. O Ministério, com essa integração das políticas, ajuda a integrar e concretizar os ODS, tanto os que nos relacionamos diretamente, como o 11, ou nos que se envolvem dentro das políticas de habitação, saneamento, mobilidade, periferias e desenvolvimento urbano”, disse o coordenador-geral do Conselho Nacional das Cidades, Carlos Eduardo Gomes Souza, que palestrou sobre a pasta na conferência.

Leia mais:  Ministério dos Transportes entrega viaduto em Barra Mansa (RJ) que amplia a integração entre rodovia e ferrovia

A programação do evento contou com plenárias, grupos de trabalho, atividades autogestionadas e espaços de diálogo destinados ao fortalecimento da cooperação entre instituições públicas, sociedade civil, comunidade científica, setor privado e organismos internacionais na promoção do desenvolvimento sustentável.

“O Ministério e o Conselho das Cidades, dentro da Conferência Nacional dos ODS, quer mostrar à sociedade aquilo que temos para entregar em relação a cada um desses objetivos. Queremos ajudar com cidades mais resilientes, justas, inclusivas e democráticas para todo cidadão e cidadã brasileiros”, acrescentou o coordenador-geral.

A 1ª Conferência Nacional dos ODS reuniu mais de 3 mil participantes de todas as regiões do país.

Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
Atendimento à Imprensa
Telefone: (61) 2034-4282
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério das Cidades

Comentários Facebook
publicidade

BRASIL

Ministro Luiz Marinho visita Museu Hip-Hop e destaca qualificação profissional no setor cultural em Porto Alegre (RS)

Publicado

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, visitou, neste sábado (27), o Museu da Cultura Hip-Hop do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre (RS), onde conheceu o trabalho desenvolvido pela instituição, que oferece cursos de formação em gestão cultural com ênfase no movimento hip hop. As capacitações qualificam jovens trabalhadores gaúchos em áreas como captação de recursos, prestação de contas, elaboração e apresentação de projetos, além de estratégias de comunicação e marketing.

O ministro foi recebido pelo rapper e fundador do Museu da Cultura Hip-Hop do Rio Grande do Sul, Rafa Rafuagi, que, juntamente com os instrutores da escola, apresentou as ações desenvolvidas pelo espaço, que já formou duas turmas desde o ano passado.

“Começamos aqui em um terreno baldio e, a partir desse espaço, construímos nossa estrutura. Por meio do programa de qualificação profissional, estamos repassando nosso conhecimento aos jovens que se interessam pelo movimento hip hop”, afirmou Rafael, que atua na disseminação da cultura por meio da iniciativa.

Os cursos foram iniciados em 2024, por meio de um Acordo de Cooperação Técnica entre o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e o Senac Nacional, com apoio da Associação da Cultura Hip-Hop (ACHE) e do Museu da Cultura Hip-Hop do Rio Grande do Sul.

As formações são gratuitas e contam com o apoio da Gerência de Cultura do Sesc gaúcho e do Museu da Cultura Hip-Hop do Rio Grande do Sul. A primeira turma, direcionada aos integrantes do movimento hip-hop, teve como objetivo formar multiplicadores para disseminar o conhecimento em suas comunidades.

“A iniciativa fortalece não apenas o movimento hip hop, mas também diversos setores culturais, oferecendo oportunidades de empreendedorismo por meio das políticas de qualificação e das iniciativas solidárias”, destacou o ministro, que percorreu a história do movimento ao conhecer os diferentes espaços do museu.

Leia mais:  Programa Brasil Contra o Crime Organizado ultrapassa R$ 3 bi de prejuízo às facções e registra queda nos crimes contra a vida e o patrimônio

Inclusão produtiva

O Acordo de Cooperação Técnica promove a inclusão produtiva e o empreendedorismo, aliados aos princípios da economia popular e solidária, como autogestão, cooperação, solidariedade, igualdade, sustentabilidade e valorização do trabalho humano.

Durante a visita, o ministro esteve acompanhado do superintendente Regional do Trabalho e Emprego do Rio Grande do Sul, Claudir Nespolo, que ressaltou a importância de investir no segmento.

“São cursos gratuitos voltados à atuação em eventos e produção cultural, ampliando as oportunidades de geração de renda e inserção produtiva”, explicou o superintendente.

A iniciativa prevê a oferta de até 3.800 vagas para o curso de Produção Cultural, por meio do Programa Manuel Querino de Qualificação Profissional do MTE.

Luiz Marinho destacou a importância da iniciativa para o setor cultural. “A oferta dos cursos amplia as oportunidades de inclusão produtiva na área cultural”, ressaltou o Luiz Marinho ao conversar com instrutores e jovens participantes da formação.

Para o fundador do Museu da Cultura Hip-Hop do Rio Grande do Sul, Rafa Rafuagi, “a falta de conhecimento técnico, muitas vezes, limita o acesso do setor a benefícios e parcerias oferecidas à área cultural”.

Confira os cursos gratuitos da Trilha Formativa em Gestão Cultural e inscreva-se: https://trilha.sc.senac.br/mte

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

Comentários Facebook
Continue lendo

BRASIL

Entenda cada item cobrado na conta de luz e como acompanhar o consumo

Publicado

A conta de energia elétrica reúne diferentes informações sobre o consumo, medido em quilowatt-hora (kWh), e os custos necessários para que a energia chegue ao consumidor. A cobrança contempla, por exemplo, valores relacionados à geração, transmissão e distribuição.

Na prática, a tarifa é composta por duas parcelas principais. A Parcela A reúne custos que não são gerenciados pela distribuidora (compra de energia, transmissão e encargos setoriais). Já a Parcela B corresponde aos custos relacionados à prestação do serviço de distribuição (operação, manutenção e expansão da rede elétrica).

Além desses valores, também são incluídos encargos setoriais, tributos e contribuições definidos pela legislação federal, estadual e municipal. Um exemplo é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual cuja alíquota varia de acordo com a legislação de cada estado. Também incidem as contribuições federais para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), destinados ao financiamento de políticas públicas da União.

Iluminação Pública e Bandeiras Tarifárias

Outro item que pode aparecer na fatura é a Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (CIP ou COSIP), instituída pelos municípios e pelo Distrito Federal.

Também podem ser aplicadas as bandeiras tarifárias, identificadas pelas cores verde, amarela e vermelha. Elas indicam as condições de geração de energia no período e, conforme a bandeira vigente, podem resultar em cobrança adicional na tarifa.

Conhecer esses itens ajuda a entender a composição da conta de energia elétrica e as cobranças que fazem parte da fatura.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone:
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

Comentários Facebook
Leia mais:  Medidas adotadas pela UE para o setor siderúrgico
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

DIAMANTINO

POLÍTICA MT

POLICIAL

MATO GROSSO

POLÍTICA NACIONAL

ESPORTES

Mais Lidas da Semana