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BRASIL

Sudeste recebe R$ 2,56 bilhões para renovação da frota do transporte público

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A região Sudeste concentra o maior volume de investimentos do Programa de Renovação da Frota do Transporte Público Coletivo Urbano (Refrota). O Ministério das Cidades contratou R$ 2,56 bilhões para a aquisição de 2.523 novos ônibus destinados a 90 municípios de Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

As contratações incluem 2.163 ônibus Euro VI, modelo mais avançado no controle de emissão de poluentes, e 360 ônibus elétricos, ampliando o uso de tecnologias mais sustentáveis e menos poluentes nos sistemas de transporte coletivo urbano.

Entre os municípios contemplados estão as capitais Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Vitória, além de dezenas de cidades de médio porte e regiões metropolitanas, fortalecendo a mobilidade urbana em uma das áreas mais populosas do país.

Liderada pela Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana, a iniciativa busca oferecer mais conforto, segurança e qualidade nos deslocamentos da população, além de reduzir as emissões poluentes e renovar uma frota que, em muitos municípios, apresenta elevado tempo de uso.

As contratações fazem parte da atuação nacional do Refrota, que já soma R$ 5,21 bilhões em investimentos para renovar 4.557 veículos do transporte público coletivo em 155 municípios brasileiros. A iniciativa busca qualificar os deslocamentos urbanos, aumentar o conforto e a segurança dos passageiros e reduzir as emissões de poluentes.

Balanço completo de beneficiados da região:

Espírito Santo: Cariacica, Fundão, Guarapari, Serra, Viana, Vila Velha e Vitória

Minas Gerais: Belo Horizonte, Betim, Capim Branco, Contagem, Esmeraldas, Florestal, Ibirité, Ipatinga, Itaúna, João Monlevade, Juatuba, Juiz de Fora, Mateus Leme, Matozinhos, Nova Lima, Pará de Minas, Pedro Leopoldo, Pouso Alegre, Ribeirão das Neves, Santa Luzia, São José da Lapa, Tocantins, Ubá, Uberlândia e Visconde do Rio Branco

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Rio de Janeiro: Angra dos Reis, Armação dos Búzios, Belford Roxo, Cabo Frio, Cachoeiras de Macacu, Duque de Caxias, Itaboraí, Itaguaí, Maricá, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Paracambi, Petrópolis, Piraí, Rio Bonito, Rio de Janeiro, Saquarema, São Gonçalo, São João de Meriti, Seropédica, Silva Jardim e Tanguá

São Paulo: Araraquara, Arujá, Barueri, Bragança Paulista, Caçapava, Caieiras, Carapicuíba, Diadema, Embu das Artes, Francisco Morato, Franco da Rocha, Guararema, Guarulhos, Hortolândia, Igaratá, Itapecerica da Serra, Itapevi, Itaquaquecetuba, Jaboticabal, Jacareí, Jandira, Mairiporã, Mauá, Mogi das Cruzes, Osasco, Pindamonhangaba, Pirapora do Bom Jesus, Santa Isabel, Santana de Parnaíba, Santo André, São Bernardo do Campo, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo e Taboão da Serra.

Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
Atendimento à Imprensa
Telefone: (61) 2034-4282
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério das Cidades

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BRASIL

Luz do Povo amplia inclusão energética e beneficia mais de 78 milhões de brasileiros

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Criado com intuito de fortalecer o combate à pobreza energética e reduzir o peso da conta de energia no orçamento das famílias de baixa renda, o programa Luz do Povo consolidou uma nova etapa da política de inclusão energética no Brasil. A iniciativa já beneficia cerca de 78,3 milhões de consumidores, alcançando aproximadamente 20,6 milhões de famílias em todo o país.

“O Luz do Povo é uma política pública que leva dignidade, justiça social e segurança para milhões de famílias brasileiras. Ao reduzir o peso da conta de luz no orçamento doméstico, garantimos que os recursos das famílias de menor renda possam ser destinados a outras necessidades, como alimentação, saúde e educação. O Governo do Brasil segue fortalecendo o combate à pobreza energética e assegurando que a energia elétrica cumpra seu papel de promover desenvolvimento, inclusão e qualidade de vida em todo o país”, afirma o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

Lançado em julho de 2025, o programa garante gratuidade no consumo de até 80 kWh/mês às famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) e que atendem aos critérios estabelecidos. A partir de 2026, a iniciativa foi ampliada com a criação do Desconto Social, que isenta a cobrança da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para famílias com renda per capita entre meio e um salário-mínimo e consumo de até 120 kWh/mês.

Estima-se que aproximadamente 4,2 milhões de unidades consumidoras passaram a ser beneficiadas pelo Desconto Social, somadas às cerca de 16,4 milhões de unidades já contempladas pela Tarifa Social.

O fortalecimento do programa também se reflete nos recursos destinados à política. Financiada pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), a Tarifa Social de Energia Elétrica conta com orçamento de R$ 10,4 bilhões em 2026. No segundo semestre de 2025, primeiro período de vigência do Luz do Povo, os desembolsos destinados ao benefício chegaram a aproximadamente R$ 5 bilhões, crescimento superior a 52% em relação aos seis meses anteriores.

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Energia elétrica leva mais desenvolvimento à população

Além da ampliação dos benefícios, o Luz do Povo avançou na identificação e inclusão de famílias elegíveis. Para isso, foram realizadas ações de comunicação digital por meio de mensagens enviadas pelo WhatsApp e pela caixa postal do Gov.br. A iniciativa alcançou beneficiários já contemplados, famílias que atendem aos critérios para receber a Tarifa Social e cidadãos aptos ao novo Desconto Social, reforçando a importância da atualização cadastral no CadÚnico para garantir o acesso automático aos benefícios.

Com a modernização dos mecanismos de atendimento e a ampliação do público contemplado, o programa Luz do Povo consolidou uma nova etapa das políticas voltadas à inclusão energética, ampliando o acesso aos descontos na conta de energia elétrica e fortalecendo a proteção às famílias de menor renda em todo o país.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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BRASIL

Alexandre Silveira assina acordo com a Polícia Federal para viabilizar investimentos de R$ 20,3 milhões no combate à mineração ilegal

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, assinou nesta sexta-feira (3/7), na sede da Polícia Federal, em Belo Horizonte, o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) que viabiliza a execução de R$ 20,3 milhões do Novo Acordo do Rio Doce destinados ao fortalecimento da atuação da Polícia Federal no combate à mineração ilegal na Bacia do Rio Doce. Os recursos, provenientes da repactuação firmada para a reparação integral dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, serão aplicados em ações de prevenção, fiscalização e repressão aos ilícitos minerários.

O acordo formaliza a cooperação entre o Ministério de Minas e Energia (MME) e a Polícia Federal, transformando a parceria entre as instituições em ações concretas para fortalecer a proteção do patrimônio mineral brasileiro, ampliar o uso de inteligência e tecnologia e reforçar a atuação integrada no enfrentamento à mineração ilegal.

Para o ministro Alexandre Silveira, a iniciativa representa um passo importante para transformar os recursos da reparação em ações permanentes de prevenção e fortalecimento das instituições públicas.

“Minas Gerais conhece como ninguém as consequências de uma mineração sem controle. O Novo Acordo do Rio Doce não serve apenas para reparar o passado, mas para construir um futuro mais seguro. Ao fortalecer a atuação da Polícia Federal, estamos transformando a reparação em prevenção, combatendo a mineração ilegal, protegendo nossas riquezas minerais e garantindo mais segurança para as comunidades que vivem na Bacia do Rio Doce. Esse é um compromisso que tenho com Minas Gerais e com todos os brasileiros. Sob a liderança do presidente Lula, estamos fortalecendo as instituições, protegendo o patrimônio mineral brasileiro e construindo uma mineração cada vez mais responsável e segura”, disse Silveira.

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Por meio do acordo, os recursos serão utilizados na aquisição de 37 viaturas, nove drones, sistemas de comunicação criptografada, equipamentos periciais e tecnologias de inteligência. Os investimentos ampliarão a capacidade operacional da Polícia Federal para atuar em áreas de difícil acesso, fortalecer o monitoramento geoespacial e aprimorar as investigações relacionadas à mineração ilegal, à usurpação de bens minerais da União, às fraudes em títulos minerários e à lavagem de dinheiro ligada à atividade mineral.

Com a implementação do projeto, a expectativa é ampliar em 30% a capacidade operacional da Polícia Federal no enfrentamento aos ilícitos minerários na Bacia do Rio Doce, refletindo no aumento das operações, fiscalizações e inquéritos policiais concluídos. Também está prevista a ampliação em 30% da cobertura geoespacial de áreas de risco minerário, por meio do uso de drones e imagens de satélite, além de um incremento de 25% nas operações preventivas e repressivas relacionadas à atividade minerária na região.

O investimento destinado à Polícia Federal integra um pacote de aproximadamente R$ 45 milhões previsto no Novo Acordo do Rio Doce para fortalecer a fiscalização minerária. Desse total, cerca de R$ 25 milhões serão destinados à Agência Nacional de Mineração (ANM) para modernizar as ações de regulação, fiscalização e monitoramento da atividade mineral, enquanto R$ 20,3 milhões serão aplicados no fortalecimento da atuação da Polícia Federal ao longo da Bacia do Rio Doce.

Assinatura do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre MME e Polícia Federal (03/07/2026)

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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