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Centro de inovação mira avanço da produção brasileira de azeite de oliva

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O Rio Grande do Sul, responsável por mais de 80% da produção brasileira de azeite de oliva, começou a estruturar um novo movimento para fortalecer tecnicamente a olivicultura nacional. A criação de um Centro de Referência em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Olivicultura pretende ampliar estudos sobre adaptação climática, produtividade e qualidade dos azeites produzidos no estado, em uma tentativa de reduzir a instabilidade causada pelas variações do clima e consolidar a cadeia produtiva no país.

A iniciativa reúne universidades, governo estadual e produtores rurais em uma parceria articulada pelo Instituto Brasileiro de Olivicultura. O protocolo foi assinado durante a Abertura Oficial da Colheita da Oliva, realizada em Triunfo, e envolve a participação da Universidade Federal de Santa Maria, Universidade Federal de Pelotas, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, além de secretarias estaduais ligadas à inovação e agricultura.

O projeto surge em um momento de expansão da olivicultura brasileira, mas também de crescente preocupação com os efeitos climáticos sobre a produção. O Rio Grande do Sul concentra praticamente toda a produção comercial de azeite extravirgem do país, porém enfrenta oscilações frequentes de safra provocadas por estiagens, excesso de chuva, geadas e variações térmicas durante períodos críticos do desenvolvimento das oliveiras.

Nos últimos anos, o estado ganhou reconhecimento internacional pela qualidade dos azeites produzidos localmente. Marcas gaúchas acumulam premiações em concursos internacionais, especialmente pela qualidade sensorial dos azeites extravirgens produzidos em regiões da Campanha, Serra do Sudeste e fronteira oeste gaúcha. Apesar disso, o setor ainda busca estabilidade produtiva para consolidar escala comercial.

A proposta do novo centro é justamente aproximar ciência e produção rural. A estrutura deverá atuar em pesquisas voltadas à adaptação de cultivares ao clima gaúcho, manejo de olivais, controle fitossanitário, qualidade industrial, certificação de origem e desenvolvimento de tecnologias capazes de aumentar produtividade e reduzir perdas.

Leia mais:  MPA acompanha projeto de estatística pesqueira na Lagoa dos Patos (RS)

Segundo lideranças do setor, um dos principais gargalos da olivicultura brasileira ainda está dentro da porteira. A produção nacional de azeite continua pequena frente ao consumo interno, que depende majoritariamente de importações vindas de países como Portugal, Espanha e Argentina. O Brasil consome mais de 100 milhões de litros de azeite por ano, enquanto a produção nacional representa apenas uma fração desse volume.

Fonte: Pensar Agro

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Manaus recebe aula presencial do curso Multiplicadores Aquícolas

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Nesta sexta-feira (22/5), equipe técnica do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) realizou, em Manaus (AM), a 15ª aula presencial do curso Multiplicadores Aquícolas. A secretária nacional de aquicultura do MPA, Fernanda de Paula participou como palestrante e apresentou aos alunos, servidores públicos e representantes locais temas relacionados ao fortalecimento da aquicultura brasileira, no auditório do Instituto Federal do Amazonas (IFAM). 

 O curso tem como objetivo capacitar profissionais para atuarem como agentes de desenvolvimento da aquicultura, por meio de uma formação que contempla diferentes áreas do setor, como piscicultura, carcinicultura, malacocultura, algicultura, ranicultura e aquicultura ornamental. 

 Para Fernanda, a iniciativa foi pensada para alcançar todo o país e ampliar o acesso ao conhecimento técnico no setor. “É um curso totalmente on-line, gratuito e com conteúdo que pode ser acessado de qualquer lugar do Brasil”, destacou. A secretária ressaltou ainda que a formação foi desenvolvida especialmente para capacitar agentes públicos, permitindo maior compreensão da cadeia produtiva e dos requisitos necessários para futuros incentivos e políticas públicas voltadas ao setor. 

 Desenvolvimento sustentável e economia azul 

 Durante a apresentação, Fernanda de Paula também abordou o Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura, previsto para ser lançado em junho. A iniciativa vai orientar o planejamento do setor para os próximos dez anos, com foco em inovação, competitividade e transição para a economia azul. 

 A representante da Superintendência Federal da Pesca e Aquicultura no Amazonas, Juliete Rocha, também participou da programação e destacou a importância da realização do curso em Manaus. 

“Ter este curso acontecendo na nossa cidade é fundamental para o fortalecimento das políticas públicas e para ampliar o acesso às técnicas corretas de cultivo de organismos aquáticos. Ao longo dos módulos, os participantes recebem uma capacitação importante, especialmente para a realidade da piscicultura aqui na região”, afirmou. 

Leia mais:  Ministro da Pesca e Aquicultura participa da capacitação do PROPESC em Pernambuco

 Durante a agenda, também foram entregues certificados aos participantes que concluíram a formação. O curso é uma iniciativa do MPA, em parceria com instituições acadêmicas. 

 Como acessar o curso Multiplicadores Aquícolas – O curso Multiplicadores Aquícolas é gratuito e oferecido na modalidade on-line, com aulas e conteúdos disponíveis para acesso em todo o território nacional. A formação é voltada para agentes públicos, estudantes, técnicos, produtores e profissionais interessados no desenvolvimento sustentável da aquicultura brasileira. As inscrições e o acesso ao conteúdo são disponibilizados por meio da plataforma Multiplicadores Aquícolas.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Em Pernambuco, ministro da Pesca e Aquicultura reforça a importância do PROPESC

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O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, participou da capacitação gratuita do Programa Nacional de Regularização de Embarcação de Pesca (PROPESC), realizada em Recife (PE), nesta sexta-feira (22/05). O curso foi ministrado por técnicos do MPA, na sede da Superintendência Federal de Pesca e Aquicultura do estado.   

 O PROPESC foi criado pelo Governo Federal para a regularização das embarcações de pesca e atualização das informações do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP). O objetivo é desenvolver a cadeia produtiva do pescado de forma sustentável, com uma gestão responsável dos recursos pesqueiros.  

 O ministro afirmou que o Programa é uma oportunidade para que os pescadores e as pescadoras possam adquirir conhecimentos relacionados à pesca, às normas e aos requisitos higiênico-sanitários. “Vocês vão debater o Mapa de Bordo, entender quais são as obrigatoriedades, os prazos, qual é o papel do Estado e, em seguida, acompanhar a vistoria da embarcação. É a segurança jurídica necessária para que vocês continuem exercendo a atividade que já realizam com maestria”, declarou.  

 Aos pescadores, Edipo garantiu que o Programa não tem um caráter punitivo ou restritivo. “O PROPESC não foi criado para punir. Ele veio para fazer o censo dos usuários, por meio das vistorias, e para capacitar quem vive da pesca, de modo que as normas e políticas saiam do papel e cheguem até vocês pescadores”, explicou.  

 O superintende Federal de Pesca e Aquicultura de Pernambuco, Hugo Leonardo Alves Ferreira da Silva, exaltou a grande adesão ao evento, principalmente das pescadoras. “Eu cumprimento especialmente as mulheres aqui presentes, pois vocês são uma força na categoria. Fico feliz em ver o crescimento da atuação de vocês na pesca”.  

Leia mais:  Em Pernambuco, ministro da Pesca e Aquicultura reforça a importância do PROPESC

 Agenda em Itapissuma  

 Ontem (21/05), o ministro aproveitou a viagem para visitar a cidade de Itapissuma (PE) para conhecer iniciativas de desenvolvimento da pesca e aquicultura na região. A primeira parada foi na escola Erem Eurídice Cadaval, para conhecer o trabalho dos alunos no projeto “Cineclube Pedra Negra”, que retrata a vida da comunidade pesqueira local.  

 Em seguida, Edipo e a equipe do MPA visitaram a Colônia Z10, em que puderam estar com Dona Joana Mousinho, a primeira mulher a presidir uma colônia de pescadores no Brasil. Na ocasião, também foi possível dialogar com a equipe do Sistema Único de Saúde (SUS), que atende aos pescadores e pescadoras artesanais por meio do Programa Mais Saúde para os Povos das Águas, em parceria com o Ministério da Saúde.   

 Na sequência, foi o momento de fazer uma visita técnica à produção de ostras no Canal de Santa Cruz. A atividade se destaca na economia do município. Edipo ouviu as demandas dos produtores locais. “Quando vamos a campo, não vamos apenas ouvir coisas boas. Estamos preparados para conversas difíceis, conflitos, e é por isso que o Ministério da Pesca e Aquicultura existe. A ostra é um produto importante, um produto de qualidade e queremos ouvir os produtores para podermos reforçar essa produção”, declarou o ministro.  

 Por fim, o ministro visitou a indústria de pescados Carapitanga, em Jaboatão dos Guararapes (PE). O time do MPA acompanhou os processos aquícolas que fazem da região se destacar no cenário nacional. 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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