SAÚDE
Ministério da Saúde expande apoio a estados e municípios para qualificar atendimento especializado no SUS
Publicado
17 de abril de 2026
Com o objetivo de reduzir o tempo de espera por atendimento especializado no Sistema Único de Saúde (SUS), o Ministério da Saúde tem intensificado a implementação de ações estratégicas em todo o país.
As iniciativas já apresentam resultados concretos, como o recorde histórico de cirurgias eletivas realizadas em 2025, que alcançou a marca de 14,7 milhões de procedimentos, e a atuação das unidades móveis de saúde, as chamadas carretas da saúde, que têm levado atendimento especializado a regiões com maior dificuldade de acesso.
Este avanço é atribuído diretamente à criação do Programa Agora Tem Especialistas, que vem ampliando a oferta de serviços e fortalecendo a capacidade de resposta da rede pública de saúde.
E para fortalecer e qualificar as ações do programa, o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES), realizou, nesta terça-feira (14) e quarta-feira (15), o Seminário Nacional do Programa Agora Tem Especialistas: Encontro da Rede de Apoiadores Institucionais do Programa. O encontro marcou uma nova etapa de expansão e qualificação da política nos territórios.
Mais de 70 apoiadores estaduais e locorregionais participam da agenda, além da equipe central responsável pela coordenação das ações no Ministério da Saúde. O objetivo é alinhar diretrizes, fortalecer a atuação integrada e apoiar a implementação do programa nos estados e municípios, com foco em resultados concretos.
“Estamos estruturando um conjunto de ações para reduzir o tempo de espera no SUS, e isso exige gente qualificada, capaz de compreender o território e transformar essa estratégia em resultado concreto para a população”, afirma o secretário de Atenção Especializada à Saúde, Mozart Sales.
A programação reuniu áreas estratégicas do Ministério da Saúde, como Atenção Primária, Saúde Indígena, Saúde Digital e Gestão do Trabalho, além de parceiros como o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). A articulação reforça o caráter federativo da iniciativa e amplia a capacidade de resposta do SUS nos territórios.
“Os apoiadores têm um papel central: destravar processos, qualificar a leitura local e garantir que estados, municípios e prestadores atuem de forma integrada, com protagonismo e autonomia”, destaca o secretário.
A coordenadora-geral de Apoio à Expansão e Qualificação da Atenção Especializada, Amana Santana, destaca que o encontro representa um avanço na estruturação da política. “O evento é um marco para o próprio departamento. Em dez meses de coordenação, estruturamos uma nova etapa de ampliação da rede de apoiadores institucionais do programa. A partir deste encontro, fortalecemos a presença nos territórios e ampliamos a capacidade de apoiar estados e municípios na implementação das ações”, afirma.
Segundo ela, o seminário também cumpre um papel estratégico de integração e preparação da atuação local. “Este é um momento de alinhamento temático e de definição de diretrizes para a atuação nos territórios. A proposta é fortalecer a articulação interfederativa e ampliar a capilaridade do programa em todo o país”, completa.
A ampliação da rede fortalece a construção coletiva nos territórios e apoia mudanças na organização da atenção especializada. A rede atua na articulação técnica e política da implementação, com suporte metodológico para qualificar processos e resultados.
O diretor do Departamento de Estratégias para a Expansão e Qualificação da Atenção Especializada, Rodrigo Oliveira ressalta o impacto direto da atuação dos apoiadores na organização do cuidado. “A atuação conjunta no território permite fortalecer processos de formação e, principalmente, ampliar a capacidade de resposta do SUS. Esse trabalho, realizado com estados e municípios, contribui para produzir uma nova realidade na atenção especializada no Brasil”, afirma.
Para ele, os resultados já começam a aparecer na ponta. “Essa organização, construída com apoio dos apoiadores, garante mais acesso, mais qualidade no atendimento e menos tempo de espera para a população”, completa.
A experiência de quem atua nos territórios também reforça a importância do encontro. Para a apoiadora do programa em Rondônia, Marcela Castro, o seminário amplia a troca de experiências e fortalece a atuação local.
“O encontro é uma oportunidade importante para interagir, compartilhar experiências e dialogar sobre as realidades dos territórios. A troca permite construir estratégias, compreender desafios comuns e específicos e fortalecer a atuação nos estados”, afirma. É destacado o valor do contato presencial na construção coletiva. “Sair do ambiente virtual e estar presencialmente, dialogando e construindo juntos, fortalece o entendimento do programa e qualifica o retorno que levamos para os territórios”, completa.
Com essa agenda, o Ministério da Saúde reafirma o Programa Agora Tem Especialistas como estratégia para reduzir o tempo de espera por atendimentos especializados no SUS, com mais organização do acesso, redução do tempo de espera e cuidado para a população.
Kathlen Amado
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
SAÚDE
Da ciência ao cuidado: Ministério da Saúde debate estratégias para acelerar o acesso à inovação nos serviços do SUS
Publicado
17 de abril de 2026
Inovação em saúde, pesquisas clínicas, inteligência artificial, terapias avançadas e tecnologias de ponta ocuparam o centro do debate público durante a realização da Feira SUS Inova Brasil. O evento foi promovido pelo Ministério da Saúde, em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, na capital carioca nesta sexta-feira (17/04). A programação contou com espaços de conexões e painéis temáticos que reuniu representantes da sociedade civil e especialistas do setor público e privado.
A secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação do Ministério da Saúde, Fernanda De Negri, ressaltou que o evento soma-se aos esforços do Governo do Brasil para acelerar o caminho entre o que é produzido no país e a disponibilização no sistema público. O debate, destacou a secretária, precisa ser feito com a participação direta de gestores municipais e estaduais para construir estratégias cada vez mais integradas e colaborativas.
Entre as medidas já adotadas, está o apoio às pesquisas clínicas. “É a partir delas que a gente vai conseguir testar essas novas tecnologias que estão sendo feitas. E, quanto mais a gente for eficiente nesse processo, mais a gente consegue aproximar e trazer essas tecnologias para o uso efetivo no sistema de saúde lá na ponta”, enfatizou.
Outra ação destacada por Fernanda De Negri foi a implementação do Programa Nacional de Inovação Radical. Realizado em conjunto com o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), a inciativa tem o objetivo de impulsionar o conhecimento científico em soluções concretas, por meio de medicamentos, tratamentos e dispositivos que atendam às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS). “As ações são justamente para acelerar e reduzir esse gap entre a pesquisa e a inovação, e o uso dessa inovação no sistema público de saúde”, concluiu.
Caminhos da inovação aplicada
Quatro outros painéis também integraram o evento. O primeiro foi dedicado à saúde digital. Nele, especialistas discutiram como o uso eficiente de dados, da inteligência artificial e da medicina de precisão podem apoiar a modernização do SUS e, consequentemente, contribuir para a diminuição de custos. O debate mostrou que a análise qualificada dessas informações já orienta a criação de políticas públicas e apoia gestores locais a tomar decisões mais rápidas, seguras e eficientes, impulsionando novas formas de inovar na saúde pública.
O segundo painel destacou a importância de transformar resultados de pesquisas em soluções reais para o SUS, por meio da pesquisa clínica, da avaliação de novas tecnologias e da inovação em saúde. Os debatedores apontaram oportunidade para avançar em questões regulatórias, de organização dos serviços e de parcerias estratégicas para que essas inovações sejam adotadas em larga escala.
Tecnologia que transforma
A discussão sobre inovação em saúde avançou com o debate sobre o Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS) e seu papel na redução das desigualdades regionais no país. Especialistas destacaram que políticas públicas orientadas às características de cada território podem impulsionar o desenvolvimento produtivo local, fortalecer cadeias estratégicas do SUS e gerar impacto social direto nas comunidades. A aposta em soluções que dialogam com as realidades das regiões brasileiras foi apontada como caminho para ampliar a equidade, promover autonomia tecnológica e consolidar um modelo de inovação capaz de responder às necessidades concretas da população.
O último painel foi em torno de como o cuidado com pacientes com câncer está mudando com a novas tecnologias, que vão desde exames mais precisos, como os que usam biomarcadores e biossensores, até tratamentos avançados, como a terapia CAR-T, que usa as próprias células de defesa do paciente para atacar o tumor. O diálogo reforçou que unir diagnósticos mais confiáveis a terapias inovadoras é fundamental para que o SUS consiga adotar essas novidades de forma sustentável e para um número cada vez maior de pessoas.
Conexões
A programação contou ainda com espaços de conexão. Foi nesse ambiente que a mestranda em Gestão de Competitividade e Saúde, Ariane Volin, de 44 anos, natural do Pará e atualmente morando em São Paulo, encontrou oportunidade de compreender melhor os estágios da inovação no Brasil, especialmente no que diz respeito à pesquisa e à aplicação de práticas de governança.
Para ela, a feira é uma vitrine e um momento oportuno para aprofundar seu olhar sobre gestão. “O conteúdo apresentado contribui diretamente para minha pesquisa sobre governança pública em projetos. Estou acompanhando temas como privacidade, segurança da informação e a aplicação prática do conhecimento”, ressaltou Ariane.
Assista aos debates da Feira SUS Inova Brasil
Janine Russczyk
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
SAÚDE
SUS amplia acesso ao tratamento da hemofilia e garante mais qualidade de vida aos pacientes
Publicado
17 de abril de 2026
Conviver com a hemofilia é aprender, desde cedo, que o cuidado faz parte da rotina. Pequenos sinais exigem atenção, e cada conquista, como viver com mais liberdade, estudar, trabalhar ou simplesmente se movimentar com segurança, tem um valor ainda maior.
No Brasil, esse caminho não precisa ser percorrido sozinho. O Sistema Único de Saúde (SUS) garante acompanhamento integral, desde o diagnóstico até o seguimento nos serviços especializados. E, nos últimos anos, esse cuidado tem avançado de forma consistente, com a ampliação do acesso ao tratamento, a incorporação de novas tecnologias e o fortalecimento da rede assistencial.
Na prática, isso se traduz em algo simples, mas poderoso: mais autonomia, menos complicações e uma rotina cada vez menos limitada pela doença.
Diagnóstico precoce e cuidado contínuo
A hemofilia é uma condição genética caracterizada pela deficiência de fatores de coagulação do sangue — do tipo A, quando há ausência do fator VIII, ou do tipo B, relacionada a ausência do fator IX. Em 2025, o Brasil registrou 14.576 pessoas com doenças, sendo 12.151 com hemofilia A e 2.425 com hemofilia B. Entre os principais desafios estão os episódios de sangramento, que podem surgir de forma espontânea ou após pequenos traumas, trazendo dor e impactando o cotidiano.
Por isso, identificar a doença precocemente faz toda a diferença. O diagnóstico oportuno permite iniciar o tratamento antes do surgimento de complicações mais graves, como lesões articulares e dor crônica. O país também tem avançado no reconhecimento da hemofilia em mulheres e meninas, historicamente subdiagnosticadas, ampliando o acesso ao cuidado e promovendo mais equidade na assistência.
Esse conjunto de avanços já aparece no dia a dia dos pacientes. Com acompanhamento contínuo e uma rede estruturada, diminuem as internações, reduzem-se os episódios de sangramento e cresce a possibilidade de viver com mais liberdade. Nos Centros de Tratamento de Hemofilia da hemorrede pública, equipes multiprofissionais acompanham de perto cada paciente, oferecendo orientação, acolhimento e suporte em todas as fases da vida.
Além disso, o SUS disponibiliza estratégias de profilaxia, abordagem considerada a mais eficaz para prevenir sangramentos e evitar danos articulares, contribuindo diretamente para melhores desfechos clínicos e qualidade de vida.
Inovação e qualidade de vida
Ao mesmo tempo, as inovações terapêuticas vêm transformando a forma de viver com a doença. Disponibilizado no SUS em 2021, o emicizumabe representa um importante avanço no tratamento da hemofilia A, especialmente para pacientes com formas mais graves e com inibidores, ao permitir aplicações menos frequentes, por via subcutânea e com possibilidade de administração domiciliar. Recentemente, seu uso foi ampliado para crianças de 0 a 6 anos com hemofilia A grave, mesmo na ausência de inibidores, ampliando o acesso a essa tecnologia e seus benefícios.
O impacto vai além do aspecto clínico. A rotina deixa de ser marcada por procedimentos frequentes e passa a abrir espaço para uma vida com mais autonomia e previsibilidade. Com a ampliação do uso do medicamento para diferentes públicos, incluindo crianças, o SUS avança na oferta de terapias mais eficazes e alinhadas às necessidades individuais.
Paralelamente, seguem em avaliação novas tecnologias para o tratamento da hemofilia B, com o objetivo de ampliar as opções terapêuticas disponíveis, incorporando avanços que tragam maior eficácia, comodidade posológica e melhoria na qualidade de vida dos pacientes.
Mais do que garantir acesso ao tratamento, o enfrentamento da hemofilia passa também pela informação. Ampliar o conhecimento sobre a doença e fortalecer o engajamento de profissionais de saúde, pacientes e familiares são estratégias fundamentais para promover o diagnóstico oportuno e assegurar a assistência adequada em todo o país.
“O SUS tem avançado de forma consistente na organização do cuidado às pessoas com hemofilia, com ampliação do acesso ao diagnóstico, incorporação de novas tecnologias e fortalecimento da rede de atenção especializada. Esses esforços refletem diretamente na qualidade de vida dos pacientes e no cuidado integral ofertado em todo o país”, afirma o diretor do Departamento de Atenção Especializada e Temática (DAET), Arthur Mello.
Celebrado em 17 de abril, o Dia Mundial da Hemofilia reforça a importância de dar visibilidade à condição e de ampliar o acesso ao cuidado. Mais do que uma data, é um convite para reconhecer avanços, fortalecer políticas públicas e seguir ampliando oportunidades para que cada pessoa com hemofilia possa viver com mais saúde, autonomia e qualidade de vida.
Saiba mais sobre a Hemofilia em sete passos
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
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