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Sindenergia-MT e ABSOLAR aplaudem apoio da ALMT e lançam campanha #aprovasolar

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Da Assessoria

O Sindenergia-MT e a ABSOLAR parabenizam os 24 deputados estaduais pelo brilhante trabalho desenvolvido na Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), que resultou na aprovação da emenda aditiva no PLC 53/2019 garantindo o incentivo existente para a energia solar fotovoltaica, e demais fontes renováveis, por um prazo de oito anos, a partir de janeiro de 2020.

A ampla mobilização dos parlamentares em favor das energias renováveis demonstra que os deputados estaduais estão em sintonia com os anseios da sociedade mato-grossense, em favor de um Mato Grosso mais sustentável, com menores custos de energia elétrica e com mais empregos e renda para a população.

“Em nome da ABSOLAR e do setor solar fotovoltaico brasileiro, agradecemos o empenho dos parlamentares da ALMT, que não mediram esforços para que se chegasse a um consenso positivo para a sociedade. A aprovação da emenda que mantém os incentivos para as fontes renováveis comprova a relevância estratégica das energias limpas para Mato Grosso e sua população. O maior beneficiado será o consumidor, que poderá continuar investindo e confiando nas fontes renováveis para ter mais economia na conta de luz”, destacou o presidente executivo da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia.

Com a aprovação da emenda na ALMT, agora é necessária a sanção da iniciativa pelo governador Mauro Mendes, para que ela entre em vigor.

O Sindenergia-MT frisa que a eletricidade é insumo transversal a todos segmentos econômicos, indústria, agronegócio, comércio, de modo que qualquer redução de custo na conta de energia significa maior competitividade nos negócios.

“Em cada edição dos nossos Seminários trazemos palestrantes especialistas em assuntos relevantes do setor energético: como se tornar um consumidor livre, abertura de mercado, tarifa horária, portabilidade da conta de energia entre outros assuntos tratados, o que representa oportunidades para os consumidores obterem economia e planejarem melhor seus consumos. Na discussão deste Projeto de Lei estamos defendendo o direito de cada consumidor ser auto-produtor e optar pela geração através de uma fonte limpa e abundante. A votação traduz a importância da geração distribuída e a sensibilidade da Assembléia e do Governo, portanto, irá consolidar esse prazo de oito anos para que todos ganhem um pouco com esse acordo”, afirmou o presidente do Sindenergia-MT, Eduardo Oliveira.

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O Sindenergia-MT e a ABSOLAR manterão diálogo com o Poder Executivo, com o apoio dos deputados estaduais e da ALMT, em prol da aprovação dessa importante emenda.

Para isso, o segmento lançou uma nova campanha, #aprovasolar, com o envolvimento dos profissionais, empresários e consumidores de energias renováveis do estado.

“A aprovação da emenda traz uma segurança jurídica necessária ao consumidor no sentido que ele tenha informações por qual período terá a isenção do ICMS sobre a energia injetada. Para a empresa e os investidores, cria-se uma ambiente favorável as energias renováveis para Mato Grosso. O estado hoje passa por uma dificuldade econômica com alto índice de desemprego e o setor de energias renováveis contribui com a economia gerando mais de 2.700 empregos, segmento este que está em crescimento, trazendo grandes investimentos para o estado. A energia solar faz parte da solução da economia mato-grossense”, afirmou o diretor de GD e energias renováveis do Sindenergia-MT, Carlos Rocha.

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Como usar a carta celeste? A ciência explica

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Observar as estrelas é uma prática milenar, usada para agricultura, navegação marítima e para medir a passagem do tempo. A carta celeste é uma representação gráfica do céu noturno, um mapa das estrelas, mostrando a localização de astros, constelações e galáxias, sendo usada a partir de uma data, hora e localização.

A carta celeste pode ajudar a entender o que se observa no céu como um guia no universo. Podendo ser utilizada por qualquer pessoa que queira aprender mais sobre estrelas e constelações, sem equipamento especial para usar.

Por onde começar?
É necessário usar a carta própria para a sua localização e no horário especificado por aplicativos ou websites, pois as estrelas mudam de posições conforme o tempo passa. Com o mapa em mãos:

  • Fique de frente para a direção sul;
  • Coloque sua carta voltada para o céu, alinhando a indicação “Sul” do papel com o sul real;
  • Oriente-se por constelações de fácil reconhecimento, como a do Cruzeiro do Sul, o cinturão de Órion ou algum planeta que esteja brilhando intensamente no momento.

A partir daí, ficará mais fácil para se guiar e encontrar as demais constelações. O astrônomo do Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), Eugênio Reis, explica as melhores condições para observar as estrelas com a carta celeste “Procure um local com pouca ou nenhuma poluição luminosa, com o céu limpo sem nuvens e horizonte desimpedido, de preferência, para ajudar na visualização.”

Todos os meses, o Mast, unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com sede no Rio de Janeiro (RJ), publica sua carta celeste para esta cidade. Também é possível baixar ou visualizar uma carta celeste de acordo com sua localidade e horário desejado por aplicativos ou websites.

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Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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MCTI anuncia chamada de R$ 300 milhões para ampliar a popularização da ciência em todo o Brasil

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Levar a ciência para mais perto da população é o objetivo da nova Chamada Pública de R$ 300 milhões anunciada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), nesta segunda-feira (22). O investimento apoiará iniciativas de popularização da ciência em todos os estados e no Distrito Federal, ampliando o acesso ao conhecimento científico e fortalecendo a educação científica no país.

O anúncio foi realizado durante a cerimônia de premiação da 20ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), no Rio de Janeiro, que reuniu estudantes medalhistas de todo o País, além do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos.

A chamada integra o Programa Nacional de Popularização da Ciência (Pop Ciência) e prevê a estruturação das Redes Pop Ciência nos estados e no Distrito Federal. A proposta estimula a articulação entre governos estaduais, instituições de pesquisa, escolas, museus e centros de ciência para ampliar o alcance das ações de divulgação científica.

Entre as iniciativas que poderão receber apoio estão olimpíadas científicas, feiras de ciência, clubes de ciências, projetos de ciência itinerante, programas de formação de jovens cientistas e ações de comunicação pública da ciência. O programa também contempla investimentos em museus, centros de ciência, planetários e outras estruturas dedicadas à difusão do conhecimento científico.

A iniciativa faz parte da estratégia do MCTI de fortalecer a cultura científica e aproximar a produção de conhecimento do cotidiano da população, ampliando oportunidades de aprendizagem e contribuindo para o enfrentamento à desinformação.

Obmep 2026

A cerimônia também marcou a entrega das medalhas de ouro da 20ª edição da Obmep. Ao todo, 684 estudantes de todas as regiões do Brasil foram premiados.

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Realizada pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) com recursos do MCTI e do Ministério da Educação (MEC), a olimpíada reúne estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio e alcança 99,9% dos municípios brasileiros.

A Obmep é considerada uma das principais iniciativas de incentivo à educação científica do país. Entre seus objetivos estão estimular o estudo da matemática, identificar talentos e incentivar o ingresso de jovens em carreiras científicas e tecnológicas.

Em discurso aos estudantes, o presidente Lula destacou a importância da educação para a redução das desigualdades e para o desenvolvimento nacional. “O Estado precisa garantir que todos, independentemente do berço em que nasceram, tenham direito à mesma qualidade de educação, porque somente assim a gente vai fazer justiça nesse país. Não existe nenhum país que se desenvolveu sem investir em educação”, afirmou.

A ministra Luciana Santos ressaltou o papel da olimpíada na formação de novos talentos para a ciência brasileira. “Quando olhamos para esta plateia, não vemos apenas estudantes premiados. Vemos talentos que começam a desenhar o futuro da ciência brasileira. Ao longo de mais de duas décadas, a Obmep se consolidou como uma das mais importantes políticas públicas de educação científica do Brasil”, disse.

Diretor-geral do Impa, Marcelo Viana destacou o alcance da iniciativa. “São mais de 23 milhões de jovens que todo ano participam da olimpíada de matemática do país. É mais de 10% da população brasileira, no mesmo dia, fazendo prova de matemática”, afirmou.

Durante a cerimônia, o Impa também anunciou que a unidade do Impa Tech no Nordeste deverá iniciar suas atividades em março do próximo ano, em Teresina (PI), com apoio do governo estadual, do MCTI e do MEC. Outra novidade é o intercâmbio de estudos para a China destinado a 26 medalhistas de ouro da Obmep, com todas as despesas custeadas pela instituição.

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Mais do que um reconhecimento pelo desempenho nas provas, as medalhas também podem abrir caminho para novas oportunidades acadêmicas. Muitos dos premiados passam a integrar o Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC), que oferece aulas avançadas de matemática e bolsa mensal de R$ 300 concedida pelo CNPq a estudantes de escolas públicas.

Para Lilithy Torenzani, de 16 anos, estudante de São Roque do Canaã (ES), a olimpíada ampliou horizontes e despertou o interesse pela matemática. “A olimpíada me fez acreditar que meus sonhos podem se tornar realidade. Foi por meio dela que conheci novas oportunidades e descobri que a matemática vai muito além de contas e fórmulas. Ela envolve criatividade, raciocínio e a possibilidade de enxergar o mundo de outra forma”, afirmou.

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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