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EDUCAÇÃO

Formações orientam a integração da IA na educação

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A incorporação da inteligência artificial (IA) no ambiente escolar deve ocorrer de forma criteriosa, com intencionalidade pedagógica e alinhada às diretrizes curriculares nacionais e à proteção das crianças e dos adolescentes no ambiente digital, preservando a centralidade do trabalho docente. Essa é a diretriz que orienta as ações do Ministério da Educação (MEC) para a promoção da educação digital e midiática na educação básica e na educação superior no país. 

Educadores e gestores podem acessar os nove cursos gratuitos de formação em IA no Ambiente Virtual de Aprendizagem do MEC (Avamec). As formações já somam 126.883 participações de professores, gestores e profissionais da educação, com mais de 59 mil certificados emitidos. O catálogo abrange temas como IA generativa na educação, IA na prática docente, uso criativo para transformar a aprendizagem, metodologias digitais e fundamentos de IA, além de incluir dois cursos de referência em IA para docentes do ensino fundamental e do ensino médio, desenvolvidos em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). 

Ensino IA – A abordagem para a IA na educação básica alinha-se às diretrizes da Estratégia Nacional Escolas Conectadas, dividindo-se em duas dimensões complementares: o ensino sobre IA, focado no desenvolvimento de conhecimentos e competências para compreender criticamente como a IA funciona, seus usos, limites, riscos e implicações éticas e sociais; e o ensino com IA, que trata do uso de ferramentas tecnológicas como recurso pedagógico para apoiar o ensino e a aprendizagem e a gestão escolar. 

Para fundamentar as redes de ensino, está disponível o documento orientador sobre IA na educação básica: caminhos curriculares e práticas éticas de uso de IA nas escolas. O documento estabelece princípios e orientações para que a incorporação da IA pelas redes e escolas ocorra de forma ética, segura, crítica e alinhada aos objetivos educacionais de cada etapa de ensino. Isso inclui critérios para avaliar e adotar soluções de IA; orientações sobre proteção de dados, segurança e bem-estar dos estudantes; transparência e centralidade humana, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) Digital; além de recomendações para a formação de professores e para a construção de políticas institucionais. 

Leia mais:  Como uma instituição de educação superior se torna universidade

As ações de capacitação estendem-se também aos sistemas de ensino. Por meio da Especialização em Educação Digital e Inovação Pedagógica na Educação Básica, mais de 3.450 gestores de secretarias municipais de educação receberam formação específica sobre o tema, apoiando a atualização curricular de estados e municípios para a incorporação da educação digital e midiática. O MEC também oferece o Referencial de Saberes Digitais Docentes, que organiza e orienta os saberes digitais necessários à prática docente na educação básica, junto com a ferramenta de autoavaliação de competências digitais, utilizada por mais de 230 mil professores da rede pública, que permite aos docentes identificar seu nível de apropriação dos saberes digitais e orientar seu desenvolvimento profissional.  

Educação superior e plataformas – Na educação superior, o incentivo à inovação e à pesquisa se dá por meio do Programa Universidades Transformadoras, que viabilizou a criação de 82 cursos de graduação focados em IA, resultando na oferta de 4.584 novas vagas anuais nas universidades federais. 

No cotidiano dos estudantes, ferramentas digitais que incorporam soluções de IA podem servir de apoio aos estudantes. O aplicativo MEC Enem utiliza IA para correção de redações, simulados e orientação de estudos. O ecossistema digital da pasta conta ainda com o MEC Idiomas, que dispõe de agente virtual para auxílio na aprendizagem de línguas, e com o MEC Livros, biblioteca digital com recomendações personalizadas de leitura e recursos de acessibilidade. 

 
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

Termina hoje (28) o prazo para inscrições nos Cadernos Equidade

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O Ministério da Educação (MEC) recebe até esta sexta-feira, 28 de agosto, as propostas de conteúdos para integrar os Cadernos Equidade em sua chamada sobre educação especial inclusiva. Desenvolvido em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o material busca difundir conhecimentos e boas práticas sobre iniciativas de diversidade, promoção da equidade e inclusão na educação brasileira. Para compor os cadernos, serão coletados artigos originais e inéditos sobre as áreas de educação bilíngue de educação especial inclusiva, dentro dos eixos e dos critérios estabelecidos nos editais das chamadas públicas. O prazo da chamada referente à educação bilíngue de surdos vai até o dia 11 de setembro.

O chamamento público é destinado a acadêmicos, pesquisadores, especialistas, docentes, gestores, profissionais da educação e demais pessoas interessadas. A comissão editorial responsável pela avaliação dos textos será constituída pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC.

Educação bilíngue de surdos – A chamada para a educação bilíngue de surdos está relacionada à Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (PNEBS) e contempla artigos sobre essa modalidade educacional, que prevê a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como primeira língua e a língua portuguesa escrita como segunda língua.

Os acadêmicos devem propor artigos seguindo eixos como: currículo, projeto político-pedagógico e práticas pedagógicas; estudos sobre produção, avaliação, circulação e uso de materiais didáticos; e estudos sobre formação inicial e continuada de professores, gestores e demais profissionais da educação que atuam na educação bilíngue de surdos.

  • Processo de submissão: os trabalhos voltados para a PNEBS devem ser enviados para o endereço eletrônico .

Educação especial inclusiva – Para os artigos relacionados à Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (PNEEI), os trabalhos deverão seguir eixos como: federalismo e gestão de sistemas educacionais inclusivos; educação especial como modalidade transversal a todos os níveis, etapas e modalidades; financiamento da educação especial.

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Os interessados devem consultar os respectivos editais para verificar os critérios de participação, os eixos temáticos e as orientações para submissão dos trabalhos. 

Processo de submissão: os acadêmicos e especialistas que desejam abordar a PNEEI devem enviar os textos para o endereço eletrônico .

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

Pé-de-Meia: saiba o que fazer se parcela não for depositada

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O estudante que participa do programa Pé-de-Meia pode verificar a situação do pagamento das parcelas e checar se há pendências ativas em seu cadastro, por meio de canais oficiais e gratuitos de consulta, como o portal Consulta Pé-de-Meia e o aplicativo Caixa Tem. Se o valor não aparecer na conta na data prevista, a orientação é consultar a situação do benefício, verificar os registros de frequência escolar e os dados cadastrais para identificar eventual pendência. 

  1. Portal de Consulta Pé-de-Meia – Ao acessar a página oficial do Pé-de-Meia e selecionar a opção Consulta Pé-de-Meia, o aluno faz o login com a conta Gov.br para conferir o status de elegibilidade, o histórico de parcelas e os motivos de eventual retenção. 
  1. Aplicativo Caixa Tem – Exibe o extrato financeiro da conta poupança digital, indicando se o valor já foi creditado, agendado ou se há necessidade de atualização cadastral ou autorização do responsável legal. 

Cadastro – A ausência do depósito pode ocorrer por fatores cadastrais ou de acompanhamento pedagógico. Entre as causas mais frequentes identificadas pelo Ministério da Educação (MEC) estão: 

  • Frequência escolar abaixo do mínimo exigido – Para ter direito à parcela mensal de frequência, o aluno deve registrar presença mínima de 80% nas aulas do período apurado. Caso a média fique abaixo desse percentual, o valor daquele mês fica retido até a regularização nos períodos subsequentes. 
  • Atraso na transmissão de dados pela escola – As redes de ensino são responsáveis por enviar as informações escolares dos estudantes ao MEC. Eventuais inconsistências de informações no sistema ou atrasos no repasse do histórico de presença podem adiar o crédito da parcela. 
  • Pendências no CPF ou CadÚnico – O programa exige que o estudante possua Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) em situação regular e seja membro de família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Para o Ciclo de 2026, são considerados os estudantes inscritos no CadÚnico até o dia 7 de agosto. Inconsistências de dados cadastrais impedem a liberação do pagamento. 
  • Abertura ou movimentação de conta no Caixa Tem – Estudantes menores de 18 anos precisam que o responsável legal autorize a movimentação da conta poupança social digital no aplicativo Caixa Tem para viabilizar o acesso aos valores depositados. 
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Como verificar a frequência escolar – O acompanhamento do percentual de presença pode ser feito diretamente no Consulta Pé-de-Meia, que espelha as informações enviadas pela secretaria da escola. 

Ao identificar inconsistência no pagamento ou na frequência, o estudante deve adotar as seguintes providências: 

  • Inconsistência na frequência ou falta de dados da escola – O aluno ou responsável deve procurar a secretaria da unidade escolar onde está matriculado para solicitar a conferência e o envio corrigido do relatório de frequência ao sistema do MEC. Após a atualização dos dados pela rede de ensino, os valores retidos podem ser liberados nos meses seguintes. 
  • Pendência no CadÚnico ou CPF – Em caso de dados desatualizados, é necessário procurar o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município para atualizar o CadÚnico, ou regularizar a situação do documento junto à Receita Federal. 
  • Problemas no aplicativo Caixa Tem – Deve-se verificar se a conta poupança digital foi devidamente aberta e, no caso de estudantes menores de idade, se o responsável realizou o aceite de autorização no próprio aplicativo. 

Parcelas – Na próxima segunda-feira, 31 de agosto, termina o período de pagamento das parcelas do Pé-de-Meia referentes à frequência escolar dos meses de maio e junho, assim como à conclusão dos estudantes aprovados no primeiro semestre da educação de jovens e adultos (EJA). O crédito é realizado de forma escalonada, conforme o mês de nascimento do estudante. O repasse dessa janela de pagamentos começou no dia 24 deste mês. 

O pagamento da parcela de frequência está condicionado ao cumprimento contínuo dos requisitos estabelecidos pelo programa e ao envio periódico das informações atualizadas pelas redes de ensino estaduais e municipais ao governo federal. 

Informações adicionais e suporte sobre o funcionamento do programa podem ser consultados por meio do telefone de atendimento do MEC, no número 0800 616161, opção 7 (Secretaria de Educação Básica). 

Leia mais:  Escolha de livros didáticos do PNLD começa nesta segunda (24)

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)

Fonte: Ministério da Educação

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