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POLÍTICA NACIONAL

Davi cancela sessão do Congresso por falta de acordo sobre vetos

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O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, cancelou a sessão deliberativa do Congresso prevista para esta quinta-feira (9). Segundo ele, não houve acordo entre as lideranças partidárias sobre a votação de vetos presidenciais que estavam na pauta.

Ao anunciar a decisão em Plenário nesta quarta-feira (8), Alcolumbre informou que a sessão apreciaria, em princípio, seis projetos de lei do Congresso Nacional (PLNs), aprovados pela Comissão Mista de Orçamento (CMO), além de vetos presidenciais cuja votação havia sido adiada desde 18 de junho.

O presidente afirmou que, apesar das negociações conduzidas nos últimos dias entre o governo e as lideranças partidárias, não foi possível construir consenso, principalmente na Câmara dos Deputados. Segundo ele, houve divergências até mesmo entre líderes de um mesmo partido nas duas Casas sobre quais vetos deveriam ser analisados.

— Não dá para ir para uma sessão do Congresso em que as lideranças da Câmara e do Senado não conseguem ter um mínimo de convergência em relação ao que vai ser deliberado — explicou.

Alcolumbre disse que continuará buscando um entendimento para definir uma pauta consensual antes de convocar uma nova sessão do Congresso. Segundo ele, realizar a sessão sem acordo poderia impedir até mesmo a obtenção do quórum necessário para a abertura dos trabalhos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Sessão especial do Senado vai comemorar o Dia do Médico

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O Plenário aprovou nesta quarta-feira (8) a realização de sessão especial para celebrar o Dia do Médico, comemorado anualmente em 18 de outubro. A data da sessão será agendada pela Secretaria-Geral da Mesa.

O requerimento (RQS 897/2025) para realização da sessão foi apresentado pelo senador Dr. Hiran (PP-RR).

“Os médicos enfrentam diversos desafios em sua profissão e merecem que essa data seja comemorada como reconhecimento de sua importância para a sociedade”, destaca o senador no requerimento.

O requerimento da sessão também foi assinado pela senadora Tereza Cristina (PP-MS) e pelos senadores Eduardo Girão (Novo-CE), Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Esperidião Amin (PP-SC), Luis Carlos Heinze (PP-RS), Sergio Moro (PL-PR), Marcelo Castro (MDB-PI) e Plínio Valério (PSDB-AM).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Senado aprova criação da Universidade Federal da Fronteira Norte; projeto vai à sanção

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A Universidade Federal da Fronteira Norte (Unifron) está a um passo de se tornar realidade. O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (8) o substitutivo da Câmara dos Deputados ao Projeto de Lei 3.455/2023, que transforma o campus binacional da Universidade Federal do Amapá (Unifap), em Oiapoque, em uma nova instituição federal de ensino superior.

Como a matéria já foi aprovada pelas duas Casas (Câmara e Senado), o texto segue para a sanção da Presidência da República.

O autor da proposta é o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP).

Quando a lei for sancionada, os cerca de 1.200 estudantes atualmente matriculados nos cursos do campus de Oiapoque serão automaticamente integrados à nova universidade, sem necessidade de adaptação ou mudanças burocráticas.

A Unifron oferecerá cursos de graduação e pós-graduação, além de desenvolver projetos de pesquisa, extensão, cultura, inovação e desenvolvimento regional. Atualmente, o campus oferece os cursos de Ciências Biológicas, Direito, Enfermagem, Licenciatura Intercultural Indígena, Letras (Francês-Português), História, Geografia e Pedagogia, que passarão a integrar a estrutura da nova universidade.

A iniciativa também está alinhada às metas de ampliação do acesso ao ensino superior previstas no Plano Nacional de Educação (PNE).

Para viabilizar o funcionamento da nova instituição, o projeto autoriza o Poder Executivo a criar os cargos de reitor e vice-reitor, além de 80 cargos de professor da carreira do magistério superior, 40 cargos técnico-administrativos de nível superior e outros 60 de nível intermediário.

Relator da matéria, o senador Paulo Paim (PT-RS) afirmou que a criação da Unifron acontecerá em um momento estratégico para o Amapá, diante das perspectivas de desenvolvimento econômico associadas à exploração de petróleo na Margem Equatorial. Segundo ele, a nova universidade contribuirá para formar profissionais qualificados para atender à demanda gerada por esse novo ciclo de crescimento.

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— A instituição contribuirá para a formação de mão de obra local, permitindo que esse desenvolvimento regional seja acompanhado pelo fortalecimento da educação superior — ressaltou Paim.

Autor da proposta, Randolfe Rodrigues ressaltou a importância estratégica da localização de Oiapoque, na fronteira com a Guiana Francesa. Para o senador, a universidade ampliará o acesso ao ensino superior em uma região historicamente carente desse serviço e fortalecerá a cooperação acadêmica e científica entre Brasil e França.

— A universidade será voltada para o que está acontecendo na fronteira. Com a ampliação da integração entre Brasil e Guiana Francesa, haverá necessidade de cursos voltados para a cooperação internacional e para esse novo mercado que se abre entre o Mercosul e a União Europeia. Ao mesmo tempo, a pesquisa de petróleo na costa do Amapá exigirá tecnologias e profissionais especializados, e isso precisa ser desenvolvido naquela região — disse ele.

Randolfe acrescentou que a instituição também terá papel importante na valorização dos povos originários.

— Será a universidade do petróleo, da relação do Brasil com a França e também a universidade dos povos indígenas. O campus de Oiapoque já possui um curso específico para os povos originários, e essa vocação será fortalecida com a autonomia da nova instituição.

O presidente do Senado e também representante do Amapá, Davi Alcolumbre, declarou que a criação dessa universidade representa um passo decisivo para o desenvolvimento do estado.

— É uma agenda fundamental para o desenvolvimento do Amapá, na relação entre a academia, a pesquisa sobre essa nova riqueza que é o petróleo e os benefícios que ela vai trazer para o estado, sempre em diálogo com os povos originários.

Para a senadora Teresa Leitão (PT-PE), a criação da Unifron reforça a política de expansão das universidades federais.

— Essa iniciativa se insere no contexto da expansão das universidades. Somente neste semestre aprovamos a Universidade Indígena e a Universidade do Esporte. Agora damos mais um passo para ampliar o acesso ao ensino superior público.

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A senadora Zenaide Maia (PSD-RN) enfatizou que a proposta fortalece a democratização da educação superior no país.

— Essa é uma pauta que me deixa feliz. Precisamos levar educação pública de qualidade para todos. As pessoas estão no Oiapoque e é lá que o Estado precisa garantir oportunidades por meio do ensino superior.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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