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MDIC fortalece o Selo Verde Brasil com nova norma para chapas laminadas de alumínio

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Mais uma norma técnica foi publicada no âmbito do Programa Selo Verde Brasil, coordenado pela Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (SEV/MDIC). A ABNT NBR 17298:2026 estabelece requisitos e critérios ambientais, sociais, econômicos e de governança aplicáveis às chapas laminadas de alumínio e suas ligas que busquem classificação, certificação ou reconhecimento como produtos sustentáveis.

A nova norma setorial foi publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) em 3 de junho. Ela foi elaborada pela Comissão de Estudo de Produtos Laminados (CE-035:000.004), vinculada ao Comitê Brasileiro do Alumínio (ABNT/CB-035). O grupo de trabalho foi composto por representantes do setor produtivo, da Associação Brasileira do Alumínio (Abal), da ABNT e do MDIC.

Os requisitos gerais previstos na ABNT NBR 17298:2026 destinam-se à classificação e à certificação voluntária da sustentabilidade de chapas laminadas de alumínio e suas ligas. Esses requisitos deverão ser observados pelas organizações que pretendem obter o Selo Verde Brasil.

Para isso, as organizações deverão incorporar os requisitos da norma aos seus processos produtivos, sistemas de gestão e práticas operacionais, assegurando a integração das dimensões ambiental, social, econômica e de governança ao longo de todo o ciclo de vida do produto.

A ABNT NBR 17298:2026 é a quarta norma publicada neste ano e passa a integrar o conjunto de normas desenvolvidas no âmbito do Programa Selo Verde Brasil. Desde janeiro, já foram publicadas a norma geral e outras duas normas setoriais que servirão de referência para a certificação da sustentabilidade de produtos e serviços.

Em breve, o Programa iniciará uma fase de capacitação voltada às empresas interessadas em atender aos requisitos de sustentabilidade, rastreabilidade e conformidade técnica. A consultoria, viabilizada em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e estruturada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), prevê uma jornada de 208 horas baseada na metodologia Hands-On, que prioriza o aprendizado prático e o desenvolvimento de capacidades permanentes nas empresas participantes.

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Selo Verde 

O Programa Selo Verde Brasil tem como objetivo desenvolver uma estratégia nacional de certificação voluntária de produtos e serviços com base em critérios ambientais, sociais, econômicos e de governança (ESG), promovendo o desenvolvimento sustentável.

A iniciativa está alinhada à Infraestrutura da Qualidade e busca contribuir para a redução dos impactos negativos e a ampliação dos impactos positivos da atividade produtiva sobre a sustentabilidade da indústria nacional.

O Selo Verde Brasil pretende conferir diferencial competitivo aos produtos e serviços brasileiros, facilitar o acesso a mercados nacionais e internacionais estratégicos, agregar valor à produção nacional e potencializar políticas públicas federais, estaduais e municipais voltadas ao desenvolvimento sustentável.

Confira, na íntegra, a norma. 

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Ministério investe em cidades do futuro

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As ações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano do Ministério das Cidades foram destaque na 2ª edição do Congresso Paulista de Iluminação e Cidades do Futuro (CPIIC 2026).

“Nosso objetivo é ampliar o debate sobre políticas públicas, infraestrutura urbana, parcerias estratégicas e os caminhos para acelerar projetos de cidades inteligentes nos municípios brasileiros”, disse o secretário Carlos Tomé Junior, para uma plateia formada por gestores públicos e privados.

Realizado em Santo André (SP), entre 9 e 10 de junho, o CPIIC 2026 é o principal evento do Brasil sobre iluminação pública inteligente, transição energética, políticas públicas e tecnologias para cidades sustentáveis e resilientes.

Carlos Tomé Jr. enumerou ações do ministério de apoio aos municípios. É o caso do Projeto Cidades + Inteligentes, que vai apoiar 22 municípios na construção de estratégias locais de transformação digital urbana (ver mais informações); e a portaria de transformação digital, que estabelece as diretrizes para a elaboração de estratégias municipais (veja portaria na íntegra).

Santo André é um exemplo desse apoio: o Centro de Inovação de Santo André recebeu R$ 27 milhões de investimento por meio do Programa Pró-Cidades.

O secretário ressaltou ainda parcerias que visam o desenvolvimento destes municípios, como o acordo de cooperação técnica com o Instituto de Planejamento e Gestão de Cidades (IPGC). O objetivo é promover o desenvolvimento social e econômico sustentável e inovador dos municípios brasileiros por meio da atração de investimentos públicos e privados.

Mais apoio para as cidades

A apresentação enfatizou as linhas de crédito disponibilizadas dentro da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Metropolitana, como as debêntures incentivadas e de infraestrutura, com que podem ser usadas para ampliar e modernizar a iluminação pública.

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Destaque, também, para o Pró-Cidades que tem R$ 1,6 bilhão para financiamento de políticas de desenvolvimento urbano local, com recursos do FGTS; e para a Ação Orçamentária 00SY, que conta com recurso do Orçamento Geral da União.

“Precisamos ampliar cada vez mais as alternativas de financiamento para que as cidades tenham condições de tirar seus projetos do papel e acelerar as transformações que precisam”, enfatizou Carlos Tomé Junior.

“Nosso compromisso é trabalhar para ampliar as oportunidades para os municípios, porque acreditamos que cidades mais fortes significam mais qualidade de vida para as pessoas. É nas cidades que a vida acontece e é para melhorar a vida de quem mora nelas que direcionamos nossos esforços e investimentos”, acrescentou.

Acesse a Central de Conteúdos e as Redes Sociais do Ministério das Cidades

Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
Atendimento à Imprensa
Telefone: (61) 2034-4282
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério das Cidades

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Dia Internacional de Combate à Pirataria alerta para relação entre mercados ilícitos e crime organizado

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Brasília, 10/6/2026 – O Dia Internacional de Combate à Pirataria, celebrado em 10 de junho, chama atenção para os impactos da comercialização de produtos falsificados, do contrabando e de outras práticas ilegais que violam a propriedade intelectual.

A pirataria movimenta recursos que podem financiar organizações criminosas envolvidas em atividades como contrabando, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e outros delitos. Por isso, a compra de produtos falsificados não é uma prática sem consequências e pode contribuir para a manutenção de redes ilícitas que atuam fora dos mecanismos de controle do Estado.

Além dos impactos econômicos, produtos falsificados podem representar riscos à saúde e à segurança dos consumidores. Como não passam por processos regulares de fiscalização e controle de qualidade, esses itens podem apresentar falhas de fabricação, composição inadequada e descumprimento de requisitos técnicos exigidos pela legislação. Medicamentos, cosméticos, bebidas, eletrônicos, peças automotivas, roupas e acessórios estão entre os produtos frequentemente alvo de falsificação.

No Brasil, as ações de enfrentamento à pirataria são coordenadas pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria e aos Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), vinculado à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O Conselho atua na articulação entre órgãos públicos e entidades da sociedade civil para fortalecer ações de fiscalização, prevenção, capacitação e conscientização.

As iniciativas integram a Política Nacional de Combate à Pirataria (PNCP), que reúne ações voltadas à proteção da propriedade intelectual, ao enfrentamento dos mercados ilícitos e ao fortalecimento da cooperação entre os setores público e privado.

A orientação aos consumidores é comprar produtos em estabelecimentos regulares, verificar a procedência das mercadorias, exigir nota fiscal e desconfiar de preços incompatíveis com os praticados no mercado. Denúncias sobre a comercialização de produtos falsificados também auxiliam o trabalho dos órgãos responsáveis pela fiscalização e repressão dessas práticas.

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O combate à pirataria depende da atuação coordenada do poder público, do setor produtivo e da sociedade. A conscientização dos consumidores contribui para reduzir a circulação de produtos ilegais, fortalecer a economia formal e dificultar o financiamento de atividades criminosas.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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