Pesquisar
Close this search box.

POLÍTICA MT

Atendimentos do 1º semestre de 2019 do Espaço Cidadania supera o ano inteiro de 2018

Publicado

Foto: MAÍRA NIENOW

No primeiro semestre deste ano, o Espaço Cidadania da Assembleia Legislativa realizou, entre os órgãos que dispõem de serviços no setor, 21.376 atendimentos à população mato-grossense. No local, entre os serviços oferecidos estão a emissão da Registro Geral (Carteira de Identidade -1ª e 2ª vias), certidão de antecedentes criminais, assistência jurídica (via Defensoria Pública), registro de reclamações ao Procon, Sistema de Informação ao Cidadão (SIC) e Ouvidoria-Geral. Os números deste ano superam em até 30% os mesmos trabalhos referentes ao do ano inteiro de 2018.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), citou a importância do local junto à instituição pública e destacou que, além dos atendimentos em Cuiabá, desenvolve ações fundamentais pelo programa Assembleia Itinerante no interior de Mato Grosso.

“Trata-se de um setor que recebe, diretamente, a população, proporcionando rapidez no atendimento. No interior, esse trabalho sugere melhor qualidade de vida ao cidadão, esse é o intuito do Espaço Cidadania. Assim, as cidades mato-grossenses recebem a comitiva para oferecer serviços essenciais à população”, afirmou Botelho.

De acordo com os números divulgados pela gerente do Espaço Cidadania, Rosinéia Mônica Leite, em comparação aos trabalhos desempenhados ao mesmo período de 2018, para este ano houve um acréscimo de até 30% na computação geral.

“Isso se deve em razão do novo modelo do Registro Geral (RG), onde a procura foi maior do que em anos anteriores. Em janeiro foi o mês que tivermos mais atendimentos em todos os setores, perfazendo 2.249 serviços”, explicou a gerente do Espaço Cidadania, Rosinéia Mônica Leite, lembrando que junho foi o mês que registrou menos atendimentos, com 3.255.

Leia mais:  Deputado Thiago Silva defende a ampliação das escolas cívico-militares em Mato Grosso

O agricultor José Mendes Silveira aproveitou a última semana do mês de julho para fazer a segunda via do RG que havia perdido. Ele gostou do serviço prestado e salientou o rápido e eficiente atendimento.

“Em outros locais, a demora é grande, mas hoje não tive esse problema, além da educação das pessoas”, comentou Silveira.

Segundo a doméstica Cleuza Maria Santana Figueiredo, que procurou a assistência jurídica da Defensoria Pública para resolver questões pessoais, o local é de fácil acesso e o atendimento ágil por parte dos servidores.

“Esta é a primeira vez que procuro o Espaço Cidadania e gostei do atendimento, além da forma como foi encaminhado o meu processo”, revelou Cleuza.

Criado em 17 de março de 2009, o Espaço Cidadania tem como principal objetivo fortalecer a parceria entre a Assembleia Legislativa e o cidadão mato-grossense, oferecendo-lhe um conjunto de serviços públicos considerados essenciais para consolidar a cidadania.

No setor, a partir de convênios entre a Assembleia e órgãos como o Posto de Identificação da Polícia Técnica (Politec) e Defensoria Pública, outros benefícios puderam ser instituídos como a isenção da taxa de emissão de 2ª via de RG (benefício onde os requerentes têm que comprovar rendimentos familiares em até três salários mínimos).

Para a ouvidora da ALMT, Uecileny Fernandes Vieira, o setor recebe as reclamações e, após análise, responde aos cidadãos e às entidades quanto às providências tomadas pelo Parlamento sobre os procedimentos legislativos e administrativos  adotados

“Recebemos a demanda, examinamos e encaminhamos aos órgãos operacionais da Asssembleia Legislativa as reclamações ou representações de pessoas física ou jurídicas, como por exemplo, funcionamento ineficiente dos serviços legislativos ou administrativos da Casa”, comentou ela.

Veja como foram os serviços no primeiro semestre de 2019 do Espaço Cidadania:

Ouvidoria-Geral: 40 registros

Leia mais:  ALMT derruba veto que taxa APAEs, limpa pauta de vetos e recebe projeto para construção de 60 mil casas populares

Procon: 320 reclamações

Sistema de Informação ao Cidadão (SIC): 151 conhecimentos

Espaço Cidadania: 10.229 atendimentos.

Defensoria Pública: 10.633 asisstências jurídicas.

Comentários Facebook
publicidade

POLÍTICA MT

ALMT derruba veto que taxa APAEs, limpa pauta de vetos e recebe projeto para construção de 60 mil casas populares

Publicado

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou, nesta quarta-feira (24), uma sessão marcada pela derrubada do Veto 32/2026, aposto a Mensagem 65/2026, que concede isenção da Taxa de Segurança Contra Incêndio (Tacin) às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) de Mato Grosso, e pela limpeza da pauta de vetos do Poder Executivo. Ao todo, os deputados analisaram 36 vetos garantindo maior celeridade à tramitação das matérias.

Ao defender a derrubada do veto, o deputado Dr. João (MDB) destacou o relevante trabalho desenvolvido pelas Apaes no estado.

“As Apaes realizam um trabalho social, educacional e de reabilitação extraordinário. São 72 unidades espalhadas por Mato Grosso, acolhendo milhares de famílias e promovendo cidadania. É uma instituição que merece todo o nosso apoio”, afirmou.

Para o presidente da ALMT, deputado Max Russi, a sessão representa o compromisso do Parlamento em garantir celeridade à votação das matérias.

“Foi uma sessão extremamente produtiva. Conseguimos avançar na limpeza da pauta de vetos, o que dá mais agilidade aos trabalhos da Assembleia e permite que matérias importantes para Mato Grosso tenham a tramitação adequada. O Parlamento está cumprindo seu papel de debater, votar e deliberar temas essenciais para a população mato-grossense”, destacou Max Russi.

Ainda durante a sessão, os deputados receberam hoje das mãos do governador Otaviano Pivetta, o projeto de lei que autoriza o governo do Estado a contratar empréstimo de R$ 1,5 bilhão junto à Caixa Econômica Federal para viabilizar a construção de 60 mil moradias populares por meio do programa SER Família Habitação.

Outro veto amplamente debatido pelos parlamentares foi o Veto Parcial 20/2026, relacionado à Defensoria Pública. Apesar da mobilização de deputados favoráveis à derrubada, o veto acabou sendo mantido. Esse é o Veto parcial aposto ao Projeto de Lei 1576/2025, que estima a receita e fixa a despesa de Mato Grosso para o exercício financeiro de 2026.

Leia mais:  Assembleia Legislativa homenageia defensores da causa animal

O deputado Wilson Santos ressaltou a importância da instituição para a população mais vulnerável.

“A Defensoria Pública atende justamente aqueles que mais precisam que é o trabalhador humilde, a pessoa em situação de vulnerabilidade social. Não podemos permitir o enfraquecimento de uma instituição tão essencial”, argumentou Wilson Santos.

Dentre os vetos mantidos pelos deputados estão os de números 114/2025, 118/2025, 2/2026, 21/2026, 22/2026, 23/2026, 24/2026, 25/2026 e 26/2026.

Os parlamentares também aprovaram a dispensa de pauta e votaram, em primeira votação, o Projeto de Lei Complementar 45/2026, que altera as Leis Complementares nº 555/2014 e nº 720/2022 para dispor sobre a idade limite de permanência dos militares estaduais na reserva remunerada.

Fonte: ALMT – MT

Comentários Facebook
Continue lendo

POLÍTICA MT

Convocados faltam à CPI da Saúde após obterem salvo-conduto; comissão pedirá esclarecimentos ao TJMT

Publicado

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) decidiu recorrer ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) após três convocados deixarem de comparecer à reunião realizada na tarde desta quarta-feira (24), na Sala das Comissões Deputada Sarita Baracat. Os empresários e prestadores de serviços da área da saúde Luiz Gustavo Castilho Ivoglo, Osmar Gabriel Schemin e Priscila Parreira Duarte de Menezes apresentaram decisões judiciais de salvo-conduto que, segundo o entendimento de suas defesas, os desobrigariam de participar das oitivas.

A reunião foi conduzida pelo presidente da comissão, deputado estadual Wilson Santos (PSD), e contou com a participação dos deputados estaduais Chico Guarnieri (PSDB), Eduardo Botelho (União) e, de forma remota, do relator da CPI, deputado Beto Dois a Um (Podemos).

No início dos trabalhos, o deputado Chico Guarnieri fez a leitura de um dos salvo-condutos concedidos pelo desembargador Marcos Machado, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Conforme a decisão, caso o convocado figure na condição de investigado, fica dispensado do compromisso de dizer a verdade e assegurado o direito ao silêncio em respostas que possam resultar em autoincriminação. O documento também garante acesso aos autos da investigação e acompanhamento por advogado.

Após a leitura do salvo-conduto, o procurador da Assembleia Legislativa, Francisco de Brito, apresentou parecer jurídico sobre a decisão do desembargador Marcos Machado. Segundo ele, o entendimento está amparado por precedentes do Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo princípio constitucional de que ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo. No entanto, destacou que ainda existem dúvidas quanto à obrigatoriedade de comparecimento dos convocados à CPI, questão que deverá ser esclarecida pelo Tribunal de Justiça por meio dos embargos de declaração solicitados pela comissão.

Leia mais:  Comissão de Defesa do Consumidor aprova projeto contra telemarketing abusivo

Francisco de Brito explicou que a definição sobre a condição de testemunha ou investigado cabe à própria CPI e observou que, no âmbito judicial, investigados possuem o direito ao silêncio, mas normalmente são obrigados a comparecer aos atos processuais.

O procurador ressaltou ainda que a CPI dispõe de outros instrumentos legais para dar continuidade às investigações, como a requisição de documentos, o compartilhamento de informações com a Polícia Federal, a realização de auditorias e, quando devidamente fundamentado, pedidos de quebra de sigilos bancário e fiscal.

Durante o debate, o deputado Eduardo Botelho questionou se a decisão judicial desobrigava os convocados apenas de responder às perguntas ou também de comparecer à CPI. Após os esclarecimentos jurídicos, manifestou preocupação com os impactos que esse entendimento pode gerar para futuras comissões parlamentares de inquérito.

“Pelo que tenho visto em nível nacional, existe o direito de ficar calado e não responder algumas perguntas. Agora, não comparecer é uma novidade para nós. Caso esse entendimento prospere e se torne algo comum, praticamente tira todo o poder de investigação das CPIs”, afirmou Botelho.

Wilson Santos acompanhou o entendimento apresentado por Botelho e determinou que a Procuradoria da ALMT elabore embargos de declaração para solicitar esclarecimentos ao desembargador Marcos Machado sobre o alcance da decisão.

“Na minha concepção, não ficou clara a decisão do desembargador sobre a obrigatoriedade ou não do comparecimento dos convocados. O direito ao silêncio é constitucional, mas o comparecimento à CPI, no meu entendimento, continua sendo obrigatório”, declarou o parlamentar durante a reunião.

O presidente da CPI também lamentou a ausência dos convocados e afirmou que a comissão oferecia espaço para que os empresários apresentassem suas versões dos fatos, documentos e esclarecimentos sobre os contratos investigados.

“Nós dissemos desde o início que esta CPI seria eminentemente técnica. Lamentamos que os convocados tenham deixado de comparecer. Eles teriam a oportunidade de apresentar seu contraditório, seus documentos e sua versão dos fatos”, afirmou.

Leia mais:  ALMT derruba veto que taxa APAEs, limpa pauta de vetos e recebe projeto para construção de 60 mil casas populares

Wilson Santos destacou ainda que a comissão vem sendo cobrada pela sociedade por respostas sobre os pagamentos realizados pela Secretaria de Estado de Saúde durante o período investigado pela CPI.

“Estamos falando de aproximadamente R$ 1,1 bilhão pagos por meio de indenizações entre 2020 e 2025, sem licitação e sem contrato. A sociedade cobra resultados concretos e nós vamos continuar investigando”, disse.

Wilson Santos reforçou que discorda da interpretação de que os convocados possam deixar de comparecer às oitivas.

“Convocado é obrigado a comparecer. Ele não tem obrigação de produzir provas contra si, mas deve comparecer em respeito ao Parlamento Estadual, trazer seus documentos e apresentar sua defesa”, afirmou.

Segundo o deputado, a ausência dos convocados não interrompe os trabalhos da CPI, mas provoca atrasos na investigação.

“A investigação continua. Nós não vamos desistir de nenhum dos convocados e vamos buscar no próprio Poder Judiciário os meios legais para garantir os depoimentos”, declarou.

O presidente da CPI reforçou que a comissão continuará recorrendo às instâncias judiciais sempre que considerar necessário para assegurar o andamento das investigações e o cumprimento das convocações.

“Eles podem provocar o Judiciário, mas nós também recorreremos, seja na instância estadual ou nos tribunais superiores”, afirmou Wilson Santos.

Ao final da reunião, Wilson Santos convocou os membros da CPI para a próxima sessão, marcada para o dia 1º de julho, quando deverão ser ouvidos o diretor do Hospital Regional de Colíder, Elisandro de Souza Nascimento, e Gabriel Naves Torres Borges, representante da empresa Curat Medicina Especializada. Ambos foram convocados pela comissão para prestar esclarecimentos sobre os fatos investigados. Além deles, novos convocados poderão ser chamados a depor no decorrer dos trabalhos da CPI.

Leia mais:  Com apoio de Dr. João, Assembleia derruba veto e assegura isenção da Tacin às Apaes

Fonte: ALMT – MT

Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

DIAMANTINO

POLÍTICA MT

POLICIAL

MATO GROSSO

POLÍTICA NACIONAL

ESPORTES

Mais Lidas da Semana