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POLÍTICA NACIONAL

Rio de Janeiro elege Carlos Portinho e Carlos Jordy

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selo_eleicoes_claro.jpgO estado do Rio de Janeiro reelegeu Carlos Portinho e elegeu Carlos Jordy para o Senado. Ambos são do PL. Com 99,56% dos votos apurados, Portinho tinha 4.245.932 votos (26,8%) e Jordy contabilizava 3.895.327 votos (24,6%).

Os mandatos de ambos — com duração de oito anos — começam em 1º de fevereiro de 2027 e terminam em 31 de janeiro de 2035.

Carlos Portinho

O advogado Carlos Francisco Portinho, de 53 anos, é natural da cidade do Rio de Janeiro. Antes de chegar ao Senado, foi secretário municipal de Habitação da capital do estado e secretário estadual do Ambiente. Assumiu uma cadeira no Senado em 2020, como primeiro suplente de Arolde de Oliveira, que faleceu naquele ano.

No Senado, Portinho apresentou propostas em diferentes áreas, entre elas o projeto que trata da atuação de advogados em processos perante tribunais de contas. Também participou de comissões permanentes e mistas e exerceu a liderança do PL na Casa. 

Carlos Jordy

Com 44 anos, é natural de Niterói (RJ) e já trabalhou como garçom e servidor público. Iniciou a carreira política como vereador de Niterói, em 2017, e foi eleito deputado federal em 2018, sendo reeleito em 2022. Na Câmara, exerceu funções de liderança e integrou comissões como a de Constituição e Justiça e a de Fiscalização Financeira e Controle. Seus suplentes são Lucimar Ferreira e Zé Augusto Nalin (ambos do PL).

Entre as propostas que Jordy apresentou está a que proíbe a tarifa mínima de água e esgoto, a que estabelece medidas para prevenir fraudes na identificação de chamadas e ativação de chips de telefonia e a que impede a remoção de veículos para depósito nos fins de semana e feriados.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Davi prega ‘serenidade’ no debate político

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Ao elogiar o pronunciamento do senador Renan Filho (MDB-AL) no Plenário nesta terça-feira (6), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pregou “serenidade” no debate político. Ele criticou os ataques pessoais, que, em seu entender, comprometem a qualidade da discussão de propostas.

Davi comentou que o Brasil e o mundo vivem um “drama civilizatório”. Ele lamentou que agentes políticos muitas vezes prefiram “agredir colegas em vez de apresentar uma alternativa para o Brasil”, e cobrou uma postura de serenidade dos senadores, mesmo diante de agressões infundadas.

— Que a gente possa ter a consciência, a tranquilidade, a serenidade de não cair, porque, a partir do momento em que a gente passar a ofender os outros que a gente critica, a gente vai passar a ser um deles — ponderou.

O presidente do Senado classificou Renan Filho — que, em seu pronunciamento, tratou do fim da escala 6×1 (PEC 221/2019) — como um dos melhores representantes da nova geração de políticos, e destacou a importância de sua atuação à frente do Ministério dos Transportes para o desenvolvimento da infraestrutura rodoviária do país.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Toma posse a senadora Leany Lemos

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Tomou posse nesta terça-feira (6) a senadora Leany Lemos (PSB-DF). Ela, que é servidora de carreira do Senado, ocupa a vaga da senadora Leila Barros (PDT-DF), da qual é primeira-suplente. Leila pediu licença de 120 dias para tratar de interesse particular. O afastamento termina em fevereiro de 2027.

Durante seu pronunciamento, Leany afirmou que, durante os 120 dias como senadora, seu compromisso será com a democracia e a qualidade das instituições, com o fortalecimento do federalismo, com uma gestão pública eficiente capaz de reduzir desigualdades e ampliar oportunidades para a população e com políticas públicas transparentes e eficientes.

A nova senadora se emocionou ao lembrar a sua história como servidora do Senado, iniciada em 1993, e a história de seu pai, paraibano, que chegou a Brasília em 1958 para trabalhar na construção do prédio do Congresso Nacional.

— Hoje os netos do meu pai estão aqui na tribuna de honra (…). Mas muitos outros netos de candangos continuam a lutar por um emprego, um salário, uma jornada digna, uma jornada que não seja 6×1 e uma vida de alegria com suas famílias. É tudo o que essas pessoas pedem, e é pouco! Viver com dignidade deveria ser uma garantia do Estado — disse.

Leany também exaltou a agora licenciada senadora Leila Barros e seu mandato, iniciado em 2019, com destaque para as áreas de meio ambiente, defesa das mulheres, causas sociais e esporte.

Currículo

Leany Lemos nasceu em Brasília, em 1970. Consultora legislativa do Senado, ela é formada em letras, possui mestrado em ciência política, doutorado em estudos comparativos das Américas e pós-doutorado em ciência política.

Ocupou cargos em diversas instituições públicas e privadas. Foi pesquisadora do Instituto de Política da Universidade de Brasília, chefe de gabinete do então senador Rodrigo Rollemberg e secretária de Planejamento do Distrito Federal. Em 2018, foi eleita primeira suplente na chapa da senadora Leila Barros (PDT-DF).

Leia mais:  Paulo Paim defende que fim da escala 6x1 avance esta semana no Senado

A partir de 2019, foi secretária do Planejamento do Rio Grande do Sul, coordenadora do Comitê de Dados da Pandemia de Covid-19 e presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (tendo sido a primeira mulher nessa função).

Entre 2023 e 2024, foi secretária nacional de Planejamento do Ministério de Planejamento e Orçamento. Atualmente é CEO do Instituto Trajetórias, organização sem fins lucrativos que apoia alunos em mestrados em universidades internacionais de excelência.

Em fevereiro deste ano, Leany Lemos foi uma das homenageadas pelo Senado na primeira edição da Comenda Ceci Cunha, destinada a mulheres que se destacaram no exercício da atividade legislativa ou executiva nos âmbitos federal, estadual, distrital ou municipal.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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