BRASIL
Senad acompanha caso isolado de fentanil encontrado em cocaína apreendida no ES
Publicado
12 de junho de 2026
Segundo a Senad, as análises realizadas no âmbito das ações de monitoramento e vigilância do sistema confirmaram a presença da substância. Até o momento, as informações disponíveis indicam que se trata de um caso isolado, sem evidências de circulação ampla dessa mistura no país.
“Nosso compromisso é fornecer informações qualificadas e baseadas em evidências para apoiar a atuação dos órgãos públicos e proteger a população. Este alerta tem caráter preventivo e reforça a importância da vigilância, da cooperação entre instituições e da identificação precoce de possíveis mudanças no perfil das substâncias circulantes no Brasil”, afirma a secretária nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos, Marta Machado.
Conforme o comunicado, o caso está relacionado a apreensões realizadas em 2024, que incluíram ampolas de fentanil, pinos e um pacote com quase 2kg de substância em pó. Análises laboratoriais confirmaram a presença de fentanil misturado à cocaína.
O fentanil é um opioide sintético de alta potência utilizado na medicina para tratamento da dor, mas que também está associado a casos graves de intoxicação e mortes por overdose em diversos países. Devido à sua elevada potência farmacológica, pequenas quantidades podem causar depressão respiratória grave e potencialmente fatal. Quando presente em amostras de cocaína, a substância aumenta o risco de intoxicação inesperada, especialmente entre pessoas que não possuem tolerância a opioides e desconhecem a presença do composto na droga consumida.
Levantamento realizado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp/MJSP), em articulação com áreas de inteligência das unidades federativas, identificou registros compatíveis apenas nos estados do Espírito Santo e de São Paulo.
O SAR segue monitorando novas notificações relacionadas ao fentanil e a outras substâncias correlatas, reforçando a importância da cooperação entre os órgãos de saúde, segurança pública, perícia criminal e inteligência para subsidiar respostas rápidas e coordenadas diante de eventuais mudanças no cenário nacional.
Riscos associados
A presença de fentanil em substâncias comercializadas como cocaína pode dificultar o reconhecimento dos sinais de intoxicação, uma vez que usuários podem não esperar efeitos típicos de opioides. O risco de overdose pode ser ampliado em situações como uso de grandes quantidades, repetição de doses em curto intervalo de tempo, combinação com álcool, benzodiazepínicos ou outros depressores do sistema nervoso central, além do desconhecimento da composição da substância consumida.
Entre os principais sinais de intoxicação por opioides estão dificuldade para respirar, respiração lenta ou ausente, sonolência intensa, redução do nível de consciência, pupilas contraídas, pele fria e coloração arroxeada ou acinzentada nos lábios e extremidades. A intoxicação pode evoluir rapidamente para parada respiratória e morte, exigindo atendimento imediato.
Orientações em caso de suspeita de intoxicação
• Acionar imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), pelo telefone 192;
• Buscar orientação junto ao Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox) da região;
• Encaminhar a pessoa rapidamente a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou hospital;
• Informar aos profissionais de saúde a possibilidade de exposição a opioides.
O alerta destaca ainda que a naloxona, principal medicamento utilizado para reversão da intoxicação por opioides, está disponível em unidades hospitalares. Também ressalta que testes rápidos disponíveis no mercado apresentam limitações para detecção de fentanil e outros opioides sintéticos, de modo que resultados negativos não eliminam o risco de exposição.
BRASIL
Integração entre União e forças de segurança amplia execução do Brasil Contra o Crime Organizado
Publicado
14 de junho de 2026
Brasília, 14/6/2026 – O avanço do Programa Brasil Contra o Crime Organizado, lançado em 12 de maio, tem sido marcado pela atuação conjunta entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), forças federais e instituições estaduais de segurança pública. Desde o lançamento da iniciativa, o Governo Federal tem ampliado o diálogo com os órgãos responsáveis pela execução das políticas de segurança nos estados, buscando alinhar estratégias, compartilhar informações e fortalecer a capacidade operacional das equipes que atuam no enfrentamento ao crime organizado.
A integração entre União e estados é um dos pilares do programa, que reúne ações voltadas à descapitalização das facções criminosas, ao combate ao tráfico de drogas e armas, ao fortalecimento do sistema prisional, ao aprimoramento da investigação criminal e à ampliação da inteligência policial.
Nos primeiros 30 dias de execução, o Programa Brasil Contra o Crime Organizado mobilizou 9.964 profissionais de segurança pública em 11 operações integradas realizadas em todo o País. As ações resultaram em 7.961 prisões, na apreensão de 82,5 toneladas de drogas, 312 armas de fogo, 44 armas artesanais, 20.686 munições e 2,5 kg de explosivos, além de prejuízo estimado de R$ 1,6 bilhão às organizações criminosas.
Segundo o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, a participação das forças estaduais e federais é essencial para que as ações tenham continuidade e alcance nacional. “A integração federativa não é apenas desejável — ela é condição para resultados duradouros. O enfrentamento ao crime organizado exige união entre instituições, compartilhamento de informações e valorização dos profissionais que estão diariamente nas ruas”, afirmou.
Aproximação com polícias estaduais
Como parte desse esforço de integração, o MJSP tem ampliado a interlocução com os colegiados que representam as forças estaduais de segurança pública.
O Conselho Nacional de Comandantes-Gerais das Polícias Militares (CNCG) passou a integrar uma agenda permanente de diálogo com o MJSP, com o objetivo de discutir estratégias operacionais, demandas institucionais e ações de fortalecimento das polícias militares em todo o País.
A aproximação também ocorre com as polícias civis. Recentemente, foi criado o Conselho Nacional da Polícia Civil, iniciativa voltada à ampliação da articulação entre as instituições e ao fortalecimento da cooperação nacional em temas como investigação criminal, inteligência e combate às organizações criminosas.
A construção conjunta de políticas públicas busca aproximar o planejamento nacional da realidade enfrentada diariamente pelos estados, permitindo que as ações do programa sejam executadas de forma coordenada.
Fortalecimento das forças federais
No âmbito das forças vinculadas ao MJSP, a integração também avançou com a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Penal Federal.
Na última sexta-feira (12), o ministro Wellington Lima reuniu os dirigentes das três forças federais vinculadas ao Ministério da Justiça e Segurança Pública para reforçar a atuação integrada no âmbito do Programa Brasil Contra o Crime Organizado. O encontro deu continuidade a uma agenda permanente de coordenação institucional, que prevê reuniões periódicas para o alinhamento de estratégias e o aperfeiçoamento das ações conjuntas.
A Polícia Federal mantém operações contínuas contra grupos criminosos em diferentes regiões do País, enquanto a Polícia Rodoviária Federal atua no combate ao transporte de drogas, armas e outros ilícitos. A Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) desenvolve ações para ampliar o controle das unidades prisionais e impedir a atuação de lideranças criminosas a partir dos presídios.
Apoio e valorização dos profissionais
Além das ações operacionais, o Programa Brasil Contra o Crime Organizado também prevê investimentos na estrutura e na capacitação dos profissionais que atuam na segurança pública.
Nos últimos 30 dias, a Diretoria do Sistema Único de Segurança Pública (DSusp) promoveu cursos nas áreas de comparação balística, papiloscopia e cadeia de custódia, capacitando 131 profissionais de diferentes unidades da Federação. As iniciativas receberam investimento de R$ 244,3 mil.
O programa também destinou R$ 116,9 mil para a aquisição de sete freezers científicos voltados ao fortalecimento da estrutura pericial em unidades de Minas Gerais e do Espírito Santo.
Outro avanço institucional foi o reconhecimento do MJSP como Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT). A medida permite ampliar parcerias, desenvolver pesquisas e transformar dados e conhecimento técnico em soluções aplicadas à segurança pública.
O reconhecimento também recebeu avaliação positiva de entidades ligadas à perícia oficial, que destacaram a importância da aproximação entre ciência, tecnologia e segurança pública para aprimorar a produção de provas e a investigação criminal.
Investimentos para ampliar capacidade operacional
O Programa Brasil Contra o Crime Organizado possui previsão de R$ 11,1 bilhões em investimentos e reúne iniciativas voltadas à estruturação das forças de segurança, à modernização tecnológica, à inteligência, ao sistema prisional e à cooperação entre os entes federativos.
Entre as ações já executadas estão investimentos em capacitação, equipamentos periciais, operações integradas e apoio ao emprego da Força Nacional de Segurança Pública.
A valorização dos profissionais e o fortalecimento da cooperação institucional fazem parte da estratégia do programa para ampliar a capacidade do Estado brasileiro no enfrentamento às organizações criminosas.
BRASIL
Programa Brasil Contra o Crime Organizado apreende 82,5 toneladas de drogas e mais de 20 mil munições nos primeiros 30 dias
Publicado
14 de junho de 2026
Brasília, 14/6/2026 – Em seus primeiros 30 dias de execução, o Programa Brasil Contra o Crime Organizado apreendeu 82,5 toneladas de drogas, 356 armas e 20.686 munições, além de resultar na prisão de 7.961 pessoas e gerar prejuízo estimado de R$ 1,6 bilhão às facções criminosas em todo o País.
Lançado pelo Governo Federal em 12 de maio, o programa é coordenado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) com o objetivo de promover a asfixia financeira do crime organizado, o enfrentamento ao tráfico de armas, a qualificação da investigação de homicídios e o fortalecimento da segurança no sistema prisional. A iniciativa mobilizou 9.964 profissionais de segurança pública em 11 operações realizadas em todas as unidades da Federação.
As ações foram coordenadas pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e executadas por forças de segurança federais, estaduais e municipais, incluindo polícias civis, militares, penais e científicas, além da Força Nacional de Segurança Pública e outros órgãos parceiros. Outros órgãos do Ministério também atuaram para a consecução dos objetivos: a Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), a Secretaria Nacional de Política sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad) e a Secretaria Nacional de Justiça (Senajus), entre outros.
Ao longo do período, foram executados R$ 31,4 milhões em operações conjuntas, consolidando uma estratégia nacional permanente de enfrentamento ao crime organizado.
Segundo o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, os resultados demonstram a capacidade do Estado de atuar simultaneamente em diferentes frentes do crime organizado. “Os números deste primeiro mês mostram uma atuação integrada e consistente das forças de segurança em todo o País. Estamos retirando drogas, armas e recursos financeiros das organizações criminosas, enfraquecendo sua capacidade operacional e ampliando a presença do Estado onde a população mais precisa. O enfrentamento ao crime organizado exige persistência, coordenação e inteligência, e é isso que estamos fortalecendo em todo o território nacional”, afirma.
Combate ao tráfico de drogas e armas
As operações coordenadas pela Senasp em conjunto com as forças de segurança federais e estaduais resultaram na apreensão de drogas, armas, munições e explosivos.
Nos primeiros 30 dias do programa, foram apreendidas 82,5 toneladas de drogas e mais de 19 mil unidades de drogas sintéticas, além de erradicados 93,2 mil pés de maconha.
As ações também resultaram na apreensão de 312 armas de fogo, 44 armas artesanais, 20.686 munições e 2,5 kg de explosivos. As apreensões atingem diretamente a capacidade logística e operacional das organizações criminosas e reduzem seu potencial de atuação em diferentes regiões do País.
Asfixia financeira das organizações criminosas
As forças de segurança avançaram também no enfraquecimento financeiro das organizações criminosas por meio da identificação, do bloqueio e da apreensão de patrimônios vinculados às atividades ilícitas.
Nos primeiros 30 dias, foram apreendidos R$ 523,3 milhões em bens, bloqueados R$ 22,2 milhões em ativos financeiros e aplicados R$ 10,4 milhões em multas. As ações também permitiram recuperar ou impedir perdas de R$ 6,5 milhões em impostos.
O conjunto das operações gerou prejuízo estimado de R$ 1,6 bilhão às organizações criminosas.
Entre os maiores impactos financeiros estão as operações Renoe, com R$ 528,2 milhões em prejuízo estimado; Fronteiras, com R$ 485 milhões; Divisas, com R$ 368,7 milhões; Renarc, com R$ 130,7 milhões; e Biomas, com R$ 88,5 milhões. Os valores resultam das ações realizadas pelas operações que integram o programa em diferentes estados.
Para o secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, os resultados evidenciam a efetividade da integração entre União, estados e municípios. “O crime organizado atua de forma articulada e exige uma resposta igualmente coordenada. Os resultados alcançados mostram que estamos interrompendo rotas criminosas, retirando armamentos e drogas de circulação, atingindo o patrimônio das facções e fortalecendo a capacidade de investigação das forças de segurança. É uma estratégia que produz impactos concretos e duradouros para a segurança da população”, ressalta.
Recuperação de territórios e fortalecimento da presença do Estado
O programa contou com ações da Força Nacional de Segurança Pública em 81 frentes operacionais distribuídas por 13 estados e pelo Distrito Federal.
As equipes atuaram em regiões de fronteira, terras indígenas e áreas de incidência de crimes ambientais, além de prestar apoio a investigações conduzidas pelas polícias estaduais.
Entre 12 de maio e 7 de junho, foram realizadas 34.656 abordagens a pessoas e 20.365 abordagens a veículos. As ações resultaram na apreensão de 1.684,74 kg de drogas, 14 armas, 27 veículos e 31.393 litros de combustível, além de 41 prisões.
No período, também foram entregues equipamentos destinados às operações na Amazônia Legal e estruturada a Companhia de Operações Ambientais da Força Nacional no Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia (CCPI-Amazônia), em Manaus.
Inteligência, perícia e capacitação
O fortalecimento das capacidades investigativas e periciais também integra a estratégia do programa. Nos últimos 30 dias, a Diretoria do Sistema Único de Segurança Pública (DSusp) realizou cursos de comparação balística, papiloscopia e cadeia de custódia, que capacitaram 131 profissionais de segurança pública.
Também foram entregues equipamentos periciais para institutos médico-legais estaduais, ampliando a capacidade de produção de provas e de investigação criminal.
Somadas às ações promovidas pela Força Nacional, as iniciativas de capacitação qualificaram 474 profissionais de segurança pública no período.
Silenciando os presídios
Cortar a comunicação das lideranças que se encontram nos presídios com os demais membros das facções é também prioridade do Programa Brasil Contra o Crime Organizado, e a Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) é o principal pilar para a execução dessa tarefa.
Por meio do Projeto Padrão Segurança Máxima (PSM), a secretaria coordena a modernização de 138 unidades prisionais — aquelas que concentram aproximadamente 80% das organizações criminosas catalogadas no Mapa das Organizações Criminosas —, com doação de equipamentos aos estados: bloqueadores de sinal, scanners corporais, câmeras com reconhecimento facial, drones e viaturas blindadas, entre outros.
O trabalho conjunto já aparece nos números. A 11ª fase da Operação Mute apreendeu 680 celulares em 124 presídios, com 3.728 celas vistoriadas.
Até o fim de 2026, a SENAPPEN realizará uma operação nacional e duas regionais por mês em unidades prisionais de todo o País.
“Quando reduzimos a capacidade de comunicação e articulação de organizações criminosas dentro dos presídios, ampliamos a proteção da população e contribuímos diretamente para uma sociedade mais segura”, afirmou o secretário André Garcia.
Ações na retaguarda
Antes de cada operação policial que ganha visibilidade, há também a atuação indispensável de órgãos do Ministério da Justiça e Segurança Pública que não aparecem na linha de frente, e cujas atividades muitas vezes se intensificam no tratamento das descobertas e das apreensões das ações policiais.
A Secretaria Nacional de Política sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad), por exemplo, gerencia um sistema de alerta rápido sobre drogas que identifica o surgimento de novas substâncias em todo o País. O sistema já emitiu 14 alertas, posteriormente transformados em ações de inteligência e em operações policiais.
Na gestão de ativos apreendidos do crime, só em 2025 a Secretaria retirou R$ 500 milhões de circulação — recursos que foram reinvestidos em políticas públicas. O mesmo ocorrerá com os ativos apreendidos nesses últimos 30 dias.
“O combate ao crime organizado só funciona com ações integradas de inteligência, repressão qualificada e prevenção, com presença permanente do Estado nos territórios”, sintetiza a secretária da Senad, Marta Rodriguez de Assis Machado.
A Senad também atua na Amazônia Legal e em regiões de fronteira e lançou, em maio, o programa Território Seguro, Amazônia Soberana, que prevê R$ 209 milhões para enfrentar as organizações criminosas por meio da desarticulação do crime, da melhoria da inteligência, da prevenção e do acesso a direitos, além de fortalecer os territórios por meio do fomento a oportunidades lícitas de vida para as populações locais. Com fontes de renda própria, a população fica menos vulnerável ao assédio dos criminosos.
Outro órgão-chave para o Programa Brasil Contra o Crime Organizado é a Secretaria Nacional de Justiça (Senajus), mais conhecida por cuidar de processos de extradição de criminosos e de recuperação de ativos no exterior, mas que, entre outras atividades, gerencia a Rede de Laboratórios Estratégicos contra o Crime (Rede-Lab Crim), criada em março de 2026.
A rede conta com 65 laboratórios em todo o País, auxiliando os órgãos de investigação a identificar recursos ilícitos e a promover a asfixia financeira das organizações criminosas. A rede já gerou pelo menos 15 ações estratégicas voltadas ao combate ao crime organizado e às fraudes.
O aprofundamento desse trabalho será facilitado pela capacitação que a Senajus vem promovendo desde 2023, que já beneficiou mais de 10 mil agentes públicos por meio do Programa Nacional de Combate à Lavagem de Dinheiro (PNLD).
“No âmbito do Programa Brasil Contra o Crime Organizado, a Senajus tem fortalecido a cooperação internacional, a recuperação de ativos e os instrumentos jurídicos que permitem atingir as estruturas financeiras do crime organizado no exterior”, afirma a secretária Maria Rosa Guimarães Loula.
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