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Justiça garante auxílio-acidente mesmo em caso de limitação leve

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A imagem apresenta uma balança dourada, símbolo da justiça, centralizada em um fundo branco. À direita da base da balança, as letras "TJMT" em dourado. No lado direito, a frase "2ª INSTÂNCIA" em azul e "DECISÃO DO DIA" em azul escuro e negrito. No lado esquerdo, três linhas horizontais azul-marinho.Resumo:

  • Tribunal reconhece direito ao auxílio-acidente mesmo com redução mínima da capacidade de trabalho.

  • Benefício deverá ser pago com base em regra específica e data definida.

Uma sequela considerada leve não impede o direito à indenização. Esse foi o entendimento da Terceira Câmara de Direito Público e Coletivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso ao determinar que o INSS conceda auxílio-acidente a um trabalhador que sofreu lesão permanente após acidente de trabalho.

O caso teve origem na comarca de Marcelândia, onde o pedido havia sido negado em primeira instância sob o argumento de ausência de incapacidade. Ao analisar o recurso, a relatora, desembargadora Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo destacou que a perícia confirmou a existência de limitação funcional, ainda que em grau leve.

Redução mínima gera direito

Segundo a decisão, o ponto central não é a gravidade da lesão, mas a existência de qualquer redução na capacidade para o trabalho habitual. O entendimento segue orientação consolidada do Superior Tribunal de Justiça, que reconhece o direito ao auxílio-acidente mesmo quando a sequela é mínima.

No processo, ficou comprovado que o trabalhador sofreu amputação parcial do polegar, o que resultou em limitação permanente. Para o colegiado, esse tipo de sequela já é suficiente para caracterizar o direito ao benefício indenizatório.

Quando começa o pagamento

Com a reforma da sentença, o INSS deverá implantar o auxílio-acidente a partir do dia seguinte ao encerramento do auxílio-doença anteriormente recebido pelo trabalhador, respeitando o prazo legal para cobrança de valores retroativos.

A decisão foi unânime e reforça a aplicação de critérios já consolidados nos tribunais superiores, garantindo maior segurança jurídica em casos semelhantes.

Processo nº 1000702-41.2022.8.11.0109

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MATO GROSSO

MPMT e Judiciário preparam encontro sobre direitos infantojuvenis

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Integrantes do Ministério Público de Mato Grosso e do Poder Judiciário estiveram reunidos na tarde desta terça-feira (5), no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça, para alinhar os preparativos do 1º Encontro dos Direitos e Garantias Fundamentais de Crianças e Adolescentes na Perspectiva Nacional e Internacional e do 5º Encontro Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Mato Grosso. O evento será realizado nos dias 18 e 19 de maio, no Auditório da Sede das Promotorias de Justiça da Capital, em Cuiabá.O encontro tem como objetivo fomentar o debate qualificado sobre a garantia dos direitos fundamentais de crianças e adolescentes, à luz do ordenamento jurídico brasileiro. Voltado a membros do Ministério Público, magistrados, servidores públicos, agentes da infância e juventude, conselheiros tutelares, profissionais da rede de proteção e demais interessados na temática, o evento integra as ações institucionais destinadas à consolidação do princípio da proteção integral e ao aprimoramento das práticas de defesa dos direitos de crianças e adolescentes em Mato Grosso. Para participar, é necessária inscrição prévia.Entre os temas que serão debatidos estão a teoria do cuidado e sua interface com o Direito; o papel do Ministério Público e do Poder Judiciário na implementação do Serviço de Família Acolhedora; o enfrentamento à violência sexual infantojuvenil por meio do trabalho em rede; a execução de medidas socioeducativas em meio aberto; a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital; e os desafios relacionados ao recrutamento de adolescentes por organizações criminosas, incluindo experiências e perspectivas internacionais sobre essas questões.“Há cinco anos, o Ministério Público de Mato Grosso e o Poder Judiciário vêm priorizando a capacitação na área da infância e juventude. Nesta edição, o evento terá caráter internacional, com palestrantes de renome da Espanha, que dialogarão sobre como tornar mais efetiva a defesa dos direitos fundamentais de crianças e adolescentes, reforçando a necessidade de preparo institucional para o enfrentamento à violência, especialmente no contexto do 18 de maio.”, destacou o procurador de Justiça Paulo Roberto Jorge do Prado, titular da Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Criança e do Adolescente.O encontro é uma iniciativa conjunta do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Criança e do Adolescente e do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – escola institucional; do Poder Judiciário, por meio da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis), da Escola dos Servidores, da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja) e da Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ); e da Faculdade Autônoma de Direito (Fadisp), com apoio da Fundação Escola de Ensino Superior do Ministério Público (FESMP-MT).

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MATO GROSSO

CNJ amplia diagnóstico sobre uso de Inteligência Artificial no Judiciário

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) está promovendo a segunda edição da Pesquisa Sobre o Uso de Inteligência Artificial Generativa no Poder Judiciário. A iniciativa convida magistrados(as) e servidores(as) de todo o país a contribuírem com informações que vão orientar o futuro das políticas públicas relacionadas à tecnologia no sistema de Justiça.

A nova etapa dá continuidade ao diagnóstico iniciado em 2024 e busca compreender de forma mais aprofundada como a Inteligência Artificial Generativa tem sido utilizada no cotidiano das atividades judiciais. O objetivo é aprimorar as diretrizes estabelecidas pela Resolução CNJ n. 615/2024, alinhando a regulamentação à realidade vivenciada pelas unidades judiciárias.

A participação é simples, anônima e leva de 5 a 10 minutos para ser concluída. O CNJ destaca que as respostas serão tratadas com rigor ético e respeito à privacidade dos participantes.

A coleta de dados segue aberta até o dia 8 de maio de 2026, e pode ser realizada por meio de formulário eletrônico disponibilizado no link: https://formularios.cnj.jus.br/inteligencia-artificial-generativa-2026

Autor: Ana Assumpção

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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