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Polícia Militar e PRF apreendem R$ 300 mil em frascos de Monjauro e prendem casal por contrabando

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Uma ação conjunta do 10º Batalhão da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal apreendeu 488 frascos de medicamento tirzepatida, popularmente conhecido como Mounjaro, na manhã desta segunda-feira (4.5), em Várzea Grande. A ação causou prejuízo de R$ 300 mil ao crime e resultou na prisão de duas pessoas pelo crime de contrabando.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do 10º Batalhão realizava patrulhamento na avenida Miguel Sutil e recebeu informações do setor de inteligência e da Polícia Rodoviária Federal sobre um veículo HB20 cinza que supostamente estava transportando produtos ilícitos, na avenida 31 de Março, em Várzea Grande.

Os militares seguiram até a região e encontraram o veículo, com as mesmas características informadas, ocupado por um homem e uma mulher. Na abordagem pessoal e verificação inicial no carro, nada de ilícito foi encontrado.

Já no porta-malas, os policiais identificaram que estepe não seria do mesmo modelo do veículo. Questionado pela PM sobre a procedência do material, o homem revelou a existência de produto ilícito no interior do pneu, onde foram encontrados 488 frascos de tirzepatida, substância conhecida como Mounjaro, utilizada para o emagrecimento.

Ao serem perguntados pelos policiais, os suspeitos relataram que haviam adquirido os produtos na cidade de Coxim, em Mato Grosso do Sul, e que seriam vendidos em Cuiabá.

Diante do flagrante, os dois suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos, juntamente com todo o produto apreendido, para a sede da Polícia Federal, na Capital, para as demais providências que o caso requer.

Fonte: Governo MT – MT

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Comentários de cunho sexual no trabalho são forma de assédio

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O assédio sexual pode se manifestar de diversas formas, como comentários maliciosos sobre aparência física, perguntas indiscretas sobre a vida privada e convites impertinentes e insistentes, sempre com conotação sexual. Além disso, o assédio sexual também está presente em forma de ameaças quando há recusa às investidas, de exibição ou envio de material pornográfico, de exigência em saber tudo o que a vítima faz na sua vida privada e profissional e de promessa de tratamento diferenciado em troca de favores sexuais.
Assim como o assédio moral, o assédio sexual também pode ser qualificado com apenas uma única ocorrência. Outro ponto de atenção é que não é necessário contato físico para caracterizar assédio sexual, uma vez que essa forma de violência também se apresenta por meio de comentários, piadas, olhares, gestos, mensagens escritas ou faladas, vídeos ou presentes com conotação sexual explícita ou velada.
O que não é assédio sexual
Quando há interesse de ambas as partes em uma aproximação ou relacionamento, ocasionando paquera ou até mesmo proposta sexual, desde que sem insistência, ameaças ou privilégios, entre pessoas acima de 18 anos, não se configura assédio sexual. Enquanto este é unilateral, invasivo, constrangedor e insistente, a paquera é recíproca, consensual, respeitosa e eventual.
Por isso, vale a pena colocar em prática a “etiqueta sexual”, seguindo essas dicas:
– Se surgir algum interesse romântico ou sexual, verifique antes se é recíproco.
– Evite fazer indiretas ou insinuações de cunho sexual no trabalho.
– Não trate mal ou puna a pessoa que não lhe corresponder. Ninguém é obrigado a se sentir atraído por ninguém.
– Lembre-se sempre que as pessoas têm sentimentos e fragilidades e não nasceram para servirem de objeto.
Praticar assédio sexual pode configurar o crime previsto no artigo 216-A do Código Penal e a pena prevista é de detenção de um a dois anos, podendo ser aumentada em até um terço se a vítima for menor de 18 anos de idade.
As consequências para a vítima são graves, como ansiedade, medo, culpa, doenças psicossomáticas, palpitações, insônia, dores, estresse, diminuição da interação social, queda no desempenho profissional, aversão ao ambiente de trabalho, perda de oportunidades, entre outras.
A instituição onde esse fato ocorre também é afetada pela redução da produtividade, aumento de erros e acidentes, absenteísmo, indenizações trabalhistas e criminais, processos disciplinares e custos com tratamentos médicos e benefícios sociais.
Todas essas informações estão no Guia de Combate ao Assédio disponibilizado pela Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação do Poder Judiciário de Mato Grosso em sua página no Portal do TJMT.
Apoio institucional – A Comissão também dispõe de um canal de manifestação, aberto a magistrados (as), servidores (as), estagiários (as), colaboradores (as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido. Para acessar o formulário para registro da notícia do fato, basta clicar no banner da Comissão, localizado na página inicial do Portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.
Seguindo a Resolução n. 351, de 28 de outubro de 2019, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), é garantido o sigilo e o compromisso de confidencialidade no encaminhamento da notícia de assédio ou discriminação, sendo vedado o anonimato, visando proteger o direito à intimidade e à integridade psíquica da pessoa noticiante, sendo exigido o seu consentimento expresso para qualquer registro ou encaminhamento formal do relato.
Além disso, a mesma resolução proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.
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Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Polícia Civil localiza com vida jovem que estava desaparecido em Pedra Preta

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A Polícia Civil localizou, na manhã desta terça-feira (5.5), um jovem, de 19 anos, que estava desaparecido desde o dia 02 de maio, quando saiu para comprar pão e não foi mais visto.

O caso passou a ser investigado após a mãe da vítima procurar a Delegacia de Pedra Preta, no domingo (3.5), relatando que o filho havia ido até o município de Pedra Preta na sexta-feira (1º.5), onde permaneceu em atividades festivas.

Por volta das 5 horas da manhã do sábado (2.5), o jovem saiu utilizando um veículo emprestado, uma Fiat Strada branca, com a finalidade de comprar pão, ocasião em que deu carona a outro indivíduo. Após deixar o passageiro, não foi mais visto.

Diante da comunicação do desaparecimento, a Polícia Civil iniciou imediatamente uma força-tarefa, empregando técnicas investigativas, oitivas e levantamentos de campo para reconstruir os últimos passos da vítima e identificar possíveis rotas percorridas.

Como resultado do trabalho investigativo, na manhã desta terça-feira (05.05), equipes policiais receberam a informação sobre a possível presença de um veículo em área de mata nas proximidades de uma rodovia da região, que liga Pedra Preta a Galiléia, distrito de Rondonópolis, conhecida como estrada do leite, próximo a curva do S.

Durante as diligências no local indicado, foi constatado que se tratava do automóvel utilizado pela vítima, que havia saído da pista, capotado e permanecido oculto em meio à vegetação. No interior do veículo, os policiais localizaram o jovem, que, desde o dia do desaparecimento, encontrava-se preso às ferragens, ainda com vida, mas com um ferimento grave na perna, que o impossibilitou de sair para pedir por socorro.

Diante da situação, foram acionadas imediatamente equipes de resgate, com a atuação integrada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros, que realizaram o desencarceramento da vítima e prestaram os primeiros socorros.

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O jovem foi encaminhado a uma unidade hospitalar, onde permanece sob cuidados médicos.

“A rápida resposta investigativa e o trabalho contínuo das equipes foram determinantes para a localização da vítima com vida, reforçando o compromisso institucional com a preservação da vida e a elucidação de ocorrências de desaparecimento”, afirmou o delegado de Pedra Preta, Fabrício Garcia.

Fonte: Governo MT – MT

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