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MATO GROSSO

Hospital Metropolitano promove mutirão de cirurgias neste sábado (25)

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O Hospital Metropolitano, unidade da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), promove neste sábado (25) um mutirão de cirurgias. Os procedimentos serão destinados a pacientes já avaliados em consultas e exames pré-operatórios e ocorrerão por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

Serão realizadas 22 cirurgias de diversas especialidades, como colecistectomia (retirada de vesícula) e colecistectomia videolaparoscópica (retirada de vesícula por pequenas incisões e com auxílio de uma câmera), hernioplastia (cirurgia de hérnia) e exérese de cisto (remoção de cisto).

Além disso, serão realizadas cirurgias de hernioplastia incisional (correção de hérnia), epigástrica (abdominal), inguinal (na virilha) e umbilical (no umbigo).

Neste mutirão serão atendimentos pacientes dos municípios de Arenápolis, Barra do Garças, Barra do Bugres, Campo Verde, Chapa dos Guimarães, Cuiabá, Juara, Nova Maringá, Planalto da Serra, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste, Santo Antônio do Leverger, São José dos Quatro Marcos, Torixoréu, Várzea Grande e Vila Rica.

“Para a gestão da Saúde Pública, esses mutirões promovidos pelo Governo do Estado são estratégicos para otimizar o atendimento ao cidadão que aguarda pela cirurgia e, mais do que isso, para dar mais celeridade aos atendimentos futuros”, explicou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

A diretora da unidade, Cristiane Oliveira, ressalta que os mutirões do Hospital Metropolitano envolvem ferramentas e tecnologia de ponta, para melhor atender aos pacientes.

“Os mutirões são realizados uma vez ao mês para dar mais celeridade na realização de procedimentos de baixa, média e alta complexidade. Dessa forma, podemos proporcionar mais qualidade de vida para os pacientes do Estado com procedimentos modernos e menos invasivos, garantindo menos desconforto e uma rápida recuperação”, afirmou.

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A diretora destaca que os pacientes que aguardam por procedimentos devem manter o cadastro atualizado no SUS.

“É importante que os pacientes de Mato Grosso mantenham seus dados e contatos atualizados no cadastro do SUS para que, quando comtemplados, possam ser contatados”, destacou.

O mutirão terá uma equipe composta por cinco médicos cirurgiões e cinco médicos residentes, quatro anestesistas, dez técnicos de enfermagem e dois enfermeiros.

Os usuários do interior têm o apoio logístico das prefeituras para o transporte até o hospital e, em caso de necessidade, para hospedagem em casa de apoio.

Saiba mais sobre o hospital

O Hospital Metropolitano possui 239 leitos operacionais, sendo 178 leitos de enfermaria, 50 leitos de UTI, cinco leitos de Recuperação Pós-Anestésica (RPA) e seis leitos de estabilização, além de cinco salas cirúrgicas e 14 consultórios.

A unidade tem perfil cirúrgico e é referência em ortopedia, traumatologia, cirurgia bariátrica, neurocirurgia, urologia, vascular e cirurgia-geral.

*Sob a supervisão de Ana Lazarini

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Bebê de 4 meses com síndrome rara tem internação garantida e plano é mantido sob multa

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A imagem apresenta uma balança dourada, símbolo da justiça, centralizada em um fundo branco. À direita da base da balança, as letras "TJMT" em dourado. No lado direito, a frase "2ª INSTÂNCIA" em azul e "DECISÃO DO DIA" em azul escuro e negrito. No lado esquerdo, três linhas horizontais azul-marinho.Resumo:

  • A operadora pediu para suspender a internação alegando carência contratual.

  • O TJMT negou o recurso e manteve a obrigação de custeio integral, com multa diária em caso de descumprimento.

Uma bebê de apenas quatro meses, diagnosticada com Síndrome de Dandy Walker e sem conseguir se alimentar ou ingerir líquidos, teve a internação hospitalar assegurada pela Justiça de Mato Grosso. A decisão foi mantida pela Segunda Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça, que negou, por unanimidade, o recurso da operadora de plano de saúde.

O caso teve início após a negativa do plano de saúde em autorizar a internação, sob a justificativa de que o contrato ainda estava em período de carência. A criança deu entrada em unidade hospitalar com quadro de debilidade acentuada, e a internação foi indicada em caráter de urgência por médico assistente.

Na primeira instância, a 3ª Vara Cível de Várzea Grande concedeu tutela de urgência determinando a imediata autorização e cobertura integral da internação, incluindo procedimentos, exames, medicamentos e materiais necessários ao tratamento.

Inconformada, a operadora recorreu ao Tribunal alegando validade da cláusula de carência e sustentando que, nesses casos, o atendimento deveria se limitar as primeiras 12 horas em regime ambulatorial. Também argumentou que não haveria comprovação de risco imediato de vida.

Ao analisar o recurso, o relator destacou que a legislação que rege os planos de saúde prevê obrigatoriedade de cobertura em situações de urgência e emergência, afastando a aplicação da carência após 24 horas da contratação. No entendimento do colegiado, o quadro clínico da bebê, incapaz de se alimentar e hidratar, configura risco concreto à vida, justificando a internação imediata.

Os desembargadores também consideraram abusiva a limitação do atendimento a 12 horas, por contrariar a finalidade do contrato e a jurisprudência consolidada sobre o tema.

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Com isso, o recurso foi desprovido e a decisão de primeira instância mantida integralmente.

Em caso de descumprimento, foi fixada multa de R$ 1.000,00 por dia, limitada ao total de R$ 30.000,00.

Número do processo: 1039183-07.2025.8.11.0000

Autor: Patrícia Neves

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MATO GROSSO

Prescrição indevida de óculos garante indenização a consumidora

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A imagem apresenta uma balança dourada, símbolo da justiça, centralizada em um fundo branco. À direita da base da balança, as letras "TJMT" em dourado. No lado direito, a frase "2ª INSTÂNCIA" em azul e "DECISÃO DO DIA" em azul escuro e negrito. No lado esquerdo, três linhas horizontais azul-marinho.Resumo:

  • Paciente que recebeu diagnóstico incorreto de problema de visão será ressarcida pelos gastos com óculos e consultas.

  • Indenização por dano moral foi afastada por ausência de prejuízo à saúde.

Uma paciente que recebeu diagnóstico equivocado de problema de visão e acabou adquirindo óculos desnecessários será indenizada em R$ 708 por danos materiais após falha no atendimento oftalmológico realizado em clínica de Cuiabá. A decisão também afastou a indenização por danos morais, por entender que não houve prejuízo à saúde ou abalo significativo à esfera pessoal.

De acordo com o processo, a paciente procurou atendimento médico e recebeu prescrição de óculos após diagnóstico de astigmatismo. No entanto, menos de um mês depois, outro exame apontou que ela não possuía qualquer alteração visual. A perícia judicial confirmou que a visão da paciente é normal, sem necessidade de correção.

A análise do caso concluiu que houve erro no diagnóstico inicial, o que levou à prescrição indevida de lentes. Como consequência, a consumidora teve gastos com consulta, aquisição dos óculos e novo atendimento médico para corrigir a situação, valores que deverão ser ressarcidos.

A clínica tentou afastar a responsabilidade alegando que apenas alugava salas para profissionais autônomos, sem vínculo direto com os médicos. Esse argumento foi rejeitado. O entendimento adotado foi de que o estabelecimento integra a cadeia de fornecimento do serviço, já que oferece estrutura e apresenta os profissionais como parte de seu corpo clínico, criando no consumidor a expectativa de atendimento completo.

Com isso, ficou reconhecida a responsabilidade solidária da clínica pelos danos causados, ainda que o erro tenha sido cometido por profissional liberal.

Apesar da falha no serviço, a indenização por dano moral foi excluída. O fundamento foi de que não houve agravamento da saúde, lesão ocular ou impacto relevante na vida da paciente. A situação foi considerada um transtorno pontual, insuficiente para justificar reparação extrapatrimonial.

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Processo n° 1010320-25.2019.8.11.0041

Autor: Flávia Borges

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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