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AGRONEGÓCIOS

Mapa entrega máquinas agrícolas a municípios baianos para fortalecer a produção rural

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realizou a entrega de 10 retroescavadeiras a municípios do estado da Bahia. A cerimônia ocorreu no Parque de Exposições de Salvador, na última terça-feira (10), e contou com a presença de autoridades federais, estaduais e municipais.

Conduzida pela Superintendência de Agricultura e Pecuária na Bahia (SFA-BA), a ação integra as iniciativas do Programa Nacional de Modernização e Apoio à Produção Agrícola (Promaq). Ao todo, o investimento soma mais de R$ 3,6 milhões, destinados à ampliação da infraestrutura rural e ao fortalecimento da produção agrícola nos municípios beneficiados.

Os equipamentos contribuirão para a manutenção e recuperação de estradas vicinais, facilitando o acesso às comunidades rurais e o deslocamento da população. A melhoria da infraestrutura viária também favorece o escoamento da produção agrícola, fortalecendo a atividade econômica local e ampliando a capacidade de atuação das prefeituras na abertura e conservação de acessos nas áreas rurais.

Segundo o superintendente, Fábio Rodrigues, o programa tem papel estratégico no apoio à produção agrícola municipal. “Quando o município recebe um equipamento como esse, amplia sua capacidade de atender às demandas do campo. Isso impacta diretamente o pequeno produtor e contribui para o fortalecimento da cadeia produtiva local”, destacou o superintendente.

Foram contemplados com a entrega de retroescavadeiras os municípios de Alagoinhas, Arataca, Cabaceiras do Paraguaçu, Itarantim, Lapão, Maiquinique, Salinas da Margarida, São Felipe e Serra Preta. No dia 9 de março, também foi realizada a entrega de uma retroescavadeira ao município de Antas.

Participaram da solenidade o governador do estado, Jerônimo Rodrigues, e o senador Otto Alencar. Também estiveram presentes o chefe substituto da Divisão de Desenvolvimento Rural da SFA-BA, Deilton Alencar Fernandes; a equipe responsável pela execução do Promaq no estado; e os prefeitos dos municípios contemplados.

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Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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AGRONEGÓCIOS

Abertura de mercado para o Brasil no Vietnã

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O governo brasileiro concluiu negociações com o Vietnã que permitirão a exportação de miúdos bovinos (coração, fígado e rins) para aquele mercado.

A abertura fortalece o comércio com o quarto principal destino das exportações do agronegócio brasileiro e amplia as oportunidades para a cadeia bovina nacional, ao favorecer o aproveitamento integral do animal.

O Vietnã importou mais de US$ 3,5 bilhões em produtos agropecuários brasileiros em 2025, com destaque para milho, complexo soja, fibras e produtos têxteis.

Com esse anúncio, o agronegócio brasileiro alcança 592 aberturas de mercado desde o início da atual gestão.

Esse resultado decorre da atuação coordenada do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Informação à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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AGRONEGÓCIOS

Atenção para a declaração de rebanho obrigatória

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A atualização cadastral dos rebanhos, obrigatória para produtores rurais em todo o país, ganha força neste ano com a abertura das primeiras janelas de declaração em diferentes estados. Embora o calendário varie conforme a unidade da Federação, a exigência já se consolidou como um dos principais instrumentos de controle sanitário da pecuária brasileira.

Em Goiás, a primeira etapa de 2026 ocorre entre 1º e 31 de maio, conforme cronograma da Agência Goiana de Defesa Agropecuária. O procedimento é obrigatório e exige que o produtor informe a situação atualizada dos animais na propriedade, incluindo nascimentos, mortes e movimentações.

A exigência, no entanto, não é isolada. Estados como Rio Grande do Sul já realizam a declaração entre abril e junho, enquanto Paraná segue calendário semelhante. No Centro-Oeste, modelos semestrais também são adotados, com etapas distribuídas ao longo do ano, como ocorre em Mato Grosso do Sul. Já em Mato Grosso e Rondônia, a atualização costuma ocorrer no fim do ano, concentrada entre novembro e dezembro.

Apesar das diferenças de prazo, a lógica é a mesma em todo o país: manter um banco de dados atualizado sobre o rebanho nacional, permitindo resposta rápida a eventuais surtos sanitários e maior controle da movimentação animal.

Na prática, o produtor deve declarar todas as espécies existentes na propriedade — de bovinos e suínos a aves, equinos, ovinos, caprinos, abelhas e animais aquáticos — garantindo que o cadastro reflita a realidade atual da produção.

A medida ganhou ainda mais importância com o avanço do Brasil no status sanitário internacional, especialmente após a retirada gradual da vacinação contra febre aftosa em diversas regiões. Com menor margem para erro, a rastreabilidade e o controle do rebanho passaram a ser considerados essenciais para a manutenção de mercados e abertura de novos destinos para a carne brasileira.

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Além da sanidade, os dados também são utilizados para orientar políticas públicas e planejamento do setor. Informações atualizadas permitem dimensionar com precisão o tamanho do rebanho, direcionar campanhas de controle de doenças e apoiar decisões comerciais.

O descumprimento da obrigação pode gerar penalidades, incluindo multas e restrições operacionais. Na prática, o produtor fica impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento indispensável para transporte e comercialização, o que pode travar a atividade dentro da porteira.

Com a digitalização dos sistemas, o processo tem migrado para plataformas online, o que amplia o acesso, mas também exige atenção redobrada do produtor quanto a prazos e regularidade cadastral.

Em um cenário de maior exigência sanitária e competitividade internacional, a declaração de rebanho deixou de ser apenas uma obrigação burocrática e passou a integrar a estratégia produtiva da pecuária brasileira — com impacto direto sobre a segurança do sistema e a capacidade de acesso a mercados.

Fonte: Pensar Agro

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