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EDUCAÇÃO

2 mil estudantes participam de aulão preparatório para o Enem no Ceará

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Estudantes da Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Professor Paulo Ayrton de Araújo, em Fortaleza (CE), participaram, nesta terça-feira, 29 de setembro, de um aulão preparatório promovido pelo Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Secretaria da Educação do Estado do Ceará, para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026. A atividade reuniu 2 mil estudantes da região e contou com a participação da secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt. 

Durante o encontro, a secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt, destacou o valor transformador do acesso ao ensino superior, ressaltando que cada estudante que ingressa na universidade pública carrega consigo o esforço de suas famílias e comunidade na construção de um país mais justo. A secretária lembrou a importância de realizar as provas nos dois dias de aplicação, em 8 e 15 de novembro, alertando que a confirmação da inscrição segue até 18 de outubro para os mais de 100 mil alunos da rede pública cearense. Schweickardt enfatizou ainda o apoio oferecido pelo Ministério por meio da plataforma MEC Enem, que disponibiliza aos participantes correção de redação por inteligência artificial, simulados e materiais para estudos individuais ou em grupo, reforçando o incentivo para que os jovens confiem em sua trajetória nesta reta final. 

Realizado na unidade de ensino localizada no bairro Cajazeiras (CE), o aulão integrou a preparação dos estudantes para as provas do Enem. A programação incluiu aulas e orientações voltadas aos participantes que se preparam para o exame. 

A preparação para o Enem envolve organização da rotina de estudos, revisão dos conteúdos e resolução de questões. Durante o encontro, os estudantes foram orientados a manter uma rotina de estudos até os dias de aplicação das provas. Para os estudantes que participarão do Enem, a reta final é também um momento de revisar conteúdos, acompanhar as orientações oficiais sobre a prova e organizar a rotina para os dois dias de exame. 

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No evento, os estudantes também receberam informações sobre a edição deste ano e orientações para a reta final de preparação. O Enem 2026 tem mais de 5 milhões de inscritos, o maior número de candidatos desde 2022. Para os estudantes que concluíram o ensino médio na rede pública e que ainda não confirmaram a participação, o prazo segue aberto até 18 de outubro. 

Enem — O Exame Nacional do Ensino Médio é o principal mecanismo de acesso à educação superior no Brasil. Suas notas são utilizadas para seleção de estudantes por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e do Programa Universidade para Todos (Prouni), além de servirem de requisito para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e convênios com instituições de ensino superior de Portugal.   

Além das revisões presenciais, um ecossistema gratuito de soluções digitais de apoio diário aos estudos é disponibilizado. Por meio do aplicativo MEC Enem, os estudantes têm acesso a simulados interativos, banco de exercícios, videoaulas e orientações exclusivas para a prova de redação. A preparação pode ser reforçada também pela plataforma MEC Idiomas, que oferece cursos gratuitos de inglês e espanhol em diferentes níveis de proficiência, e pelo MEC Livros, biblioteca digital com obras pedagógicas de referência. Na página Guia do Enem, os estudantes encontram dicas, vídeos e respostas às dúvidas frequentes.   

Outra novidade desta edição é a ampliação dos locais de aplicação. Foram disponibilizados 10 mil novos locais de prova, com o objetivo de reduzir a necessidade de deslocamento dos participantes para outros municípios. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

Cadernos de Gestão reúnem orientações para as redes de ensino

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G estores das redes estaduais, distrital e municipais de educação podem consultar seis Cadernos de Gestão com informações sobre políticas educacionais voltadas a diferentes modalidades da Educação Básica. As publicações reúnem marcos normativos, conteúdos e orientações relacionadas à gestão educacional e ao direito de acesso, permanência e aprendizagem dos estudantes. O material foi produzido pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi).

A iniciativa tem como objetivo contribuir para o debate público e oferecer apoio às redes de ensino na formulação, implementação e monitoramento de políticas, programas, processos e práticas de gestão voltados à promoção da equidade educacional. 

Para isso, estão disponíveis seis cadernos, com foco na educação básica, correspondentes às seguintes modalidades: 

Os cadernos foram estruturados de forma a conectar saberes teóricos e marcos normativos, considerando os desafios e as especificidades presentes no cotidiano da gestão educacional. Os conteúdos e recomendações apresentados nas publicações buscam contemplar a diversidade de contextos dos diferentes entes federativos, enquanto as edições estão organizadas em capítulos que oferecem subsídios sobre sete dimensões, sendo elas: 

  • Relações federativas; 
  • Planejamento; 
  • Financiamento; 
  • Matrícula e composição de turmas; 
  • Alocação de profissionais; 
  • Formação de profissionais; 
  • Avaliação e monitoramento da educação. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

Rede acolhe educadores vítimas de censura e perseguição

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Profissionais de educação que sofreram violência relacionada ao exercício da profissão podem contar com o serviço de acolhimento, orientação e informação oferecido pelo Observatório Nacional da Violência contra Estudantes (ONVE), em parceria com o Ministério da Educação (MEC). A iniciativa é realizada por meio de um projeto de extensão universitária coordenado por uma ação interinstitucional sediada na Universidade Federal Fluminense (UFF). 

O acesso ao serviço é feito por meio de formulário disponível na página oficial do Observatório. Após o envio, as solicitações são organizadas em uma fila de atendimento e encaminhadas às equipes responsáveis, de acordo com a disponibilidade dos estudantes envolvidos nas atividades de extensão das universidades. Por esse motivo, o atendimento não ocorre de forma imediata. 

A iniciativa integra o Eixo Proteção e Defesa dos Profissionais da Educação da Política Nacional de Educação em Direitos Humanos nas Instituições de Ensino (EducaDH) e reúne universidades públicas federais para oferecer suporte multidimensional a educadores em situações de violência profissional, articulando conhecimentos das áreas pedagógica, jurídica e de saúde mental. 

Rede de acolhimento – A rede é formada por Observatórios Regionais da Violência contra Educadores (ORVEs) sediados em universidades federais das cinco regiões do país: 

Região 

Universidade 

Norte 

Universidade Federal de Rondônia (UNIR) 

Nordeste 

Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) 

Centro-Oeste 

Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) 

Sudeste 

Universidade Federal Fluminense (UFF) 

Sul 

Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) 

Cada observatório conta com três núcleos interdisciplinares: 

Núcleo Político-Pedagógico: realiza a primeira conversa com a pessoa que busca acolhimento e faz a análise inicial do caso. 

Núcleo de Saúde Mental: atua na dimensão psicológica do sofrimento decorrente da situação de violência. 

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Núcleo Jurídico: oferece orientação e informações sobre os aspectos legais relacionados ao caso. 

Situações atendidas – O serviço é destinado a situações de violência relacionadas ao exercício profissional, como: 

  • desrespeito à autonomia docente no exercício do trabalho; 
  • exposição indevida de voz ou imagem acompanhada de acusações contra educadoras e educadores; 
  • disputas em torno de conteúdos escolares que tenham como objetivo censurar conhecimentos; 
  • censura a aulas ou trabalhos que abordem questões de gênero, raça, desigualdades sociais, combate a negacionismos científicos e outros temas socialmente vivos; 
  • ataques a educadoras e educadores em razão da participação em pesquisas ou debates públicos; 
  • situações de perseguição e censura por diferentes métodos. 

O serviço não contempla questões salariais, aposentadoria, concursos públicos, violência física sem relação com o exercício profissional ou outras situações que não tenham como elemento central a violência contra o educador em razão de sua profissão. Nesses casos, a orientação é procurar o sindicato da categoria ou os órgãos competentes para registro e encaminhamento da ocorrência.  

Para mais informações, basta enviar e-mail para os canais oficiais:  

ONVE: [email protected] 
UFF: [email protected] 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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