SAÚDE
Ministério nomeia membros do Comitê Técnico Interministerial de Saúde da População Negra
Publicado
25 de agosto de 2026
O Ministério da Saúde designou os membros do Comitê Técnico Interministerial de Saúde da População Negra (CTSPN), de caráter permanente. A instância tem como finalidade monitorar e avaliar a implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) no SUS, contribuindo para a equidade racial.
“A atuação conjunta entre governo, gestores, conselhos, movimentos sociais e sociedade civil é fundamental para enfrentar as desigualdades raciais, combater o racismo institucional e propor ações estruturantes que atendam às necessidades das pessoas negras”, destacou a coordenadora-geral de Atenção à Saúde da População Negra, Rosimery Santos, que também assume a coordenação do Comitê.
O CTSPN reúne representantes dos ministérios da Saúde, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos e da Cidadania, dos conselhos nacionais de Saúde (CNS), de Secretários de Saúde (Conass), de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e de Promoção da Igualdade Racial (CNPIR), além de representantes de organizações da sociedade civil e de movimentos sociais de abrangência nacional.
A articulação intersetorial entre diferentes órgãos, conselhos, organizações da sociedade civil e movimentos sociais fomenta a construção participativa de estratégias voltadas à equidade racial e à garantia do direito à saúde.
A Portaria estabeleceu, ainda, a instituição do Comitê Técnico de Saúde da População Negra em caráter permanente, também sob a condução da Coordenação-Geral de Atenção à Saúde da População Negra, voltado ao acompanhamento das ações da pasta.
Enquanto o Comitê Técnico Interministerial (CTSPN) tem um escopo amplo e articulação intersetorial para monitorar e avaliar a implementação nacional da PNSIPN de forma transversal entre diferentes ministérios, o Comitê Técnico de Saúde da População Negra atua no âmbito interno, dedicando-se especificamente ao acompanhamento, qualificação e fortalecimento das ações setoriais desenvolvidas pelo Ministério da Saúde.
Camila Rocha
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
SAÚDE
SUS oferece 100 mil teleatendimentos mensais de saúde mental para mulheres em situação de violência e mães atípicas
Publicado
24 de agosto de 2026
O Ministério da Saúde disponibiliza, a partir desta segunda-feira (24), 100 mil teleatendimentos mensais em saúde mental para mulheres em situação de violência e mães atípicas de todo o Brasil. A iniciativa também contempla outros familiares que cuidam de pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou doenças raras. Durante agenda na Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS), a senhora Janja Lula da Silva e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, apresentaram e demonstraram como funciona o serviço, disponível no Meu SUS Digital. A medida amplia o acesso à proteção e ao cuidado, para que nenhuma mulher precise enfrentar situações de vulnerabilidade sozinha.
Também estiveram presentes a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, a ministra das Mulheres substituta, Eutália Barbosa, a diretora de Atenção Integral da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS – AgSUS, Luciana Maciel, e a representante da Central de Movimentos Populares, Thelma Mello.
Durante o lançamento da iniciativa, a senhora Janja Lula da Silva ressaltou a importância de ampliar o acesso ao cuidado em saúde mental para mulheres em situação de violência e para aquelas que exercem atividades de cuidado de familiares. “A gente poderia ter salvado mais vidas se a gente tivesse entendido, há muitas décadas, o que significava saúde mental. E a gente está fazendo isso hoje aqui. Nós, mulheres, precisamos seguir vivas e saudáveis. Nós precisamos e queremos ter uma vida tranquila, confortável, criar nossos filhos sem ter o medo batendo na nossa porta ou entrando pela porta”, afirmou.
Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a iniciativa amplia o acesso ao cuidado de forma segura e adaptada à realidade das mulheres em situação de vulnerabilidade. “A proposta é oferecer o teleatendimento diretamente à população como uma primeira forma de acolhimento e de início do plano terapêutico. Depois, esse cuidado será articulado com a rede local, nos estados e municípios. Onde essa rede ainda não estiver disponível, o Ministério da Saúde continuará oferecendo o atendimento remoto. A saúde da mulher é prioridade absoluta para nós”, afirmou Padilha.
A iniciativa para mulheres em situação de violência começou em março deste ano, como projeto-piloto nas cidades de Recife (PE) e Rio de Janeiro (RJ). Agora, as consultas remotas contemplam todos os estados brasileiros, além da inclusão de outro público: mães, tias, avós, irmãs e outras familiares que cuidam de pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou doenças raras, podem acessar o serviço.
A empresária, atriz, modelo, palestrante e ativista pelos direitos das mulheres, Luiza Brunet, também participou da ocasião e reforçou a importância de ferramentas voltadas às mulheres no enfrentamento do ciclo de violência. Para ela, a oferta de acompanhamento psicológico pode representar uma mudança significativa na vida de vítimas de violência. “A parte emocional e psicológica foi uma das mais difíceis da minha vida, quando precisei denunciar a violência e enfrentar um processo. Por isso, a oportunidade que as mulheres terão, a partir de hoje, de receber um atendimento humanizado, de forma mais moderna, é algo maravilhoso”, afirmou.
As notificações de violência física, psicológica, sexual ou financeira contra mulheres, registradas por serviços de saúde públicos e privados, passaram de 167,4 mil, em 2015, para 348,5 mil, em 2025 — um aumento de mais de 100% em dez anos. Os números reforçam a urgência de ampliar o acolhimento e garantir escuta e assistência humanizada.
Quem tem o aplicativo Meu SUS Digital instalado no celular já recebeu uma notificação sobre a nova oferta do teleatendimento, com a mensagem: “Mulheres em situação de violência ou que cuidam de familiares com deficiência ou doenças raras podem agendar teleconsulta com especialista. Toque aqui e conheça o Acolhe Mais”. O recado é importante para que as mulheres conheçam o serviço e busquem apoio.
Passo a passo para acessar o serviço
Para acessar o atendimento, é preciso entrar no aplicativo Meu SUS Digital, com a conta gov.br. Na plataforma, a usuária deve clicar em “Miniapps” e selecionar Acolhe Mais + – Agora Tem Especialistas em Saúde Mental para Mulheres. Em seguida, será direcionada para a plataforma da AgSUS, onde fará o cadastro e será direcionada de acordo com o seu caso: está vivendo ou viveu algum tipo de violência ou é cuidadora de alguém. Em até 24 horas, a equipe entrará em contato para que a usuária escolha o dia e o horário da consulta. Até a data agendada, ela receberá lembretes e, no dia, o link para acessar o teleatendimento.
No caso de violência, no primeiro contato, serão avaliados possíveis riscos, a rede de apoio e as principais demandas da mulher. Cada usuária poderá realizar até 10 sessões, com possibilidade de iniciar um novo ciclo quando necessário. Ao final das sessões, a pessoa poderá ser encaminhada para a continuidade do cuidado em um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) ou em outro serviço da rede. O CAPS também pode ser procurado diretamente.
O teleatendimento está disponível de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, e aos sábados, das 8h às 14h. A rede de profissionais é composta por psicólogas mulheres, para que as pacientes se sintam mais seguras e confortáveis. As especialistas em saúde mental foram capacitadas pelo Ministério da Saúde para realizar escuta sensível em ambiente virtual, com identificação de situações de risco.
Em situações de risco imediato, a usuária será orientada a buscar atendimento de emergência pelos canais adequados, como o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ou a Polícia Militar, pelo 190. Já para os casos graves que não exijam intervenção emergencial naquele momento, profissionais responsáveis pela articulação do cuidado com os serviços de saúde do território poderão realizar os encaminhamentos necessários, de acordo com as necessidades identificadas.
Quem cuida também precisa de cuidado
No cenário global, 75% do trabalho de cuidado não remunerado é realizado por mulheres, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT). É nesse contexto que o serviço de teleatendimento amplia as possibilidades de acesso à assistência, especialmente para mulheres que cuidam, sem remuneração, de pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou doenças raras.
A iniciativa considera desafios como a distância, a dificuldade de deslocamento e a falta de tempo, tão presentes na rotina de quem dedica grande parte do dia ao cuidado de outras pessoas. Assim, essas mulheres passam a contar com um espaço de escuta e atenção à própria saúde, sem precisar deixar de lado as responsabilidades que fazem parte do seu dia a dia.
Durante o lançamento do aplicativo, a representante da Central de Movimentos Populares Thelma Mello, ressaltou que a iniciativa poderá salvar vidas. “Essa iniciativa vai dar esperança a muitas mulheres, especialmente às mães atípicas, que muitas vezes enfrentam a sobrecarga do cuidado sem apoio psicológico ou uma rede com a qual possam contar. Ter um profissional de psicologia a um toque de distância, com privacidade, pode salvar a vida dessas mulheres e de seus filhos”, completou.
Em 2023, o Ministério da Saúde atualizou a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Pessoa com Deficiência (PNAISPD), prevendo ações e serviços também para familiares. O Agora Tem Especialistas em Saúde Mental para Mulheres dá continuidade a esse cuidado e reforça o compromisso do SUS com a saúde de quem cuida.
Julianna Valença
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
SAÚDE
Vacinas, consultas e brincadeiras: veja como o SUS cuida dos primeiros anos de vida
Publicado
24 de agosto de 2026
Uma criança saudável tem mais oportunidades de aprender, brincar e desenvolver seu potencial. No dia Nacional da Infância, celebrado nesta segunda-feira (24/08), o Ministério da Saúde reforça que cuidar dos primeiros anos de vida é uma das estratégias mais importantes para promover saúde e reduzir desigualdades. No Sistema Único de Saúde (SUS), o acompanhamento começa antes mesmo de a criança nascer.
Os exames de pré-natal preparam o caminho. Depois vêm a atenção ao parto e ao recém-nascido, a vacinação, o aleitamento materno, as consultas, o acompanhamento do peso e da altura, a vigilância do desenvolvimento, as visitas domiciliares e a orientação para as famílias.
A base para um futuro saudável
A mortalidade neonatal teve uma redução de cerca de 23% em dez anos, passando de aproximadamente 9,9 óbitos por mil nascidos vivos em 2014 para 7,62 em 2024. A amamentação contribui para a redução da morbimortalidade infantil e atingiu o maior patamar da série histórica nos anos de 2024 e 2025, com 57% dos bebês de até seis meses acompanhados na Atenção Primária estavam em aleitamento materno exclusivo, conforme os dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan).
Dados apontam, também, aumento da cobertura vacinal infantil. O número de crianças que não receberam nenhuma dose das vacinas básicas caiu de 360 mil, em 2023, para cerca de 50 mil, em 2025, uma redução significativa de aproximadamente 86% em dois anos, de acordo com estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS).
O Brasil deixou de integrar a lista dos 20 países com maior número de crianças dose zero e apresentou aumento de 19 pontos percentuais na cobertura da primeira dose da vacina tríplice bacteriana entre 2019 e 2025, o segundo maior crescimento entre os países avaliados.
Esses indicadores refletem os efeitos de ações como pré-natal, atenção ao parto e ao recém-nascido, vacinação, aleitamento materno, nutrição e fortalecimento da Atenção Primária.
O “check-up” começa cedo
Para o Ministério da Saúde, não basta a criança sobreviver. É preciso garantir condições para que ela cresça, aprenda, brinque, crie vínculos e desenvolva suas habilidades. A primeira infância é uma fase de intensa transformação. É quando se estruturam bases importantes para a linguagem, as funções cognitivas, o desenvolvimento emocional e social e a saúde ao longo da vida. Por isso, quanto mais cedo os cuidados chegam, maiores são as oportunidades de prevenir problemas e favorecer o desenvolvimento.
Na Atenção Primária, uma das metas é garantir a primeira consulta até o 30º dia de vida, pelo menos nove consultas e nove registros de peso e altura até os dois anos, duas visitas domiciliares por agentes comunitários de saúde nos primeiros seis meses e o esquema vacinal recomendado. O objetivo é acompanhar de perto para perceber cedo quando alguma coisa não vai bem e, principalmente, ajudar a criança a se desenvolver da melhor maneira possível.
Caderneta da Criança – Passaporte da Cidadania
Entregue ainda na maternidade, ela acompanha a criança até os nove anos e reúne informações importantes sobre vacinação, crescimento, desenvolvimento, alimentação, saúde bucal e prevenção de acidentes e violências.
A versão digital, integrada ao Meu SUS Digital, já ultrapassou 3,5 milhões de acessos. Em 2024, foram distribuídas mais de 6,5 milhões de cadernetas impressas; em 2025, foram quase 4,9 milhões.
SUS e as desigualdades no Brasil
De acordo com o “Perfil Síntese da Primeira Infância e Famílias no Cadastro Único”, o Brasil possui mais de 18 milhões de crianças de 0 a 6 anos e, em outubro de 2023, mais de 10 milhões delas estavam inscritas no Cadastro Único, o equivalente a 55,4% da população dessa faixa etária registrada no Censo de 2022.
Demandam atenção especial as crianças em situação de pobreza e insegurança alimentar, negras, indígenas, quilombolas, ribeirinhas e de outros povos e comunidades tradicionais. Para enfrentar essas desigualdades, o SUS vem fortalecendo a territorialização e a busca ativa, as visitas domiciliares, a vigilância do crescimento e desenvolvimento e a articulação intersetorial.
O novo cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) incorpora um componente de equidade que considera o Índice de Vulnerabilidade Social, o porte populacional e critérios demográficos e de vulnerabilidade, incluindo crianças menores de cinco anos e pessoas beneficiárias de programas de proteção social. Somam-se a essas ações a Primeira Infância Antirracista, a Unidade Amiga da Primeira Infância (UAPI), estratégia do UNICEF Brasil voltada a crianças de 0 a 6 anos, a Triagem para Risco de Insegurança Alimentar (TRIA) e a integração entre SUS e Sistema Único de Assistência Social (SUAS). O objetivo é não só melhorar as médias nacionais, mas identificar quais crianças estão ficando para trás e organizar respostas proporcionais às barreiras que enfrentam.
Guilherme Gomes
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
Envie sua denúncia
Senado Verifica reforça atuação contra desinformação nas eleições deste ano
Duda Freire, melhor amiga de Virginia faz harmonização do bumbum e exibe resultado
ALMT recebe capacitação sobre atendimento a mulheres em situação de violência
Comissão analisa 24 propostas e retira cinco de pauta para aprimoramento
Alunos da rede municipal aprendem sobre preservação ambiental em palestras e exposição de animais silvestres
DIAMANTINO
Prefeitura de Diamantino convida as mulheres para evento com orientações e defesa pessoal em alusão ao Agosto Lilás
A Prefeitura de Diamantino, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Trabalho e Cidadania, realizará neste sábado, (29.08), a...
“Dia D” da Multivacinação realiza mais de 900 aplicações de vacinas em Diamantino
A Prefeitura de Diamantino, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou no sábado (22.08) o “Dia D” da Campanha...
Prefeitura convida empresários para o lançamento oficial do Programa “Prospera + Diamantino”
A Prefeitura de Diamantino, por meio da Secretaria Municipal de Administração, realizará, na próxima quinta-feira (27.08), às 19h, o lançamento...
POLÍTICA MT
ALMT recebe capacitação sobre atendimento a mulheres em situação de violência
A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) recebe, nesta quarta-feira (26), o evento “Enxergar para Proteger – Qualificação...
Comissão analisa 24 propostas e retira cinco de pauta para aprimoramento
A Comissão de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Recursos Minerais e Direitos dos Animais Domésticos de Companhia da Assembleia Legislativa de...
Lei estadual reforça responsabilidade de mães e pais na criação dos filhos
Uma nova legislação aprovada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e sancionada em junho deste ano reforça um tema...
POLICIAL
Governo de MT suspende notícias institucionais do Portal em cumprimento às normas eleitorais
Em cumprimento à legislação eleitoral, o Governo de Mato Grosso suspende, a partir deste sábado (4.7), a exibição das notícias...
Polícia Civil prende foragido por roubo em Poconé
A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, nesta segunda-feira (20.7), um homem de 36 anos, em cumprimento a mandado de...
Polícia Civil prende cinco suspeitos de envolvimento em crimes de tortura, sequestro, cárcere privado e organização criminosa em Pedra Preta
A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu cinco pessoas, na noite de sábado (18.7), em Pedra Preta, suspeitas de tortura,...
MATO GROSSO
Projeto Âmbar avança com oficina sobre gestão e saúde mental
Com foco na prevenção do adoecimento mental e no fortalecimento de uma cultura organizacional mais saudável, o Ministério Público de...
Simpósio debate integração na busca por pessoas desaparecidas
Com uma média de 232 desaparecimentos registrados por dia no Brasil, a busca por respostas para famílias que convivem com...
Promotora do MPMT debate feminicídio em audiência no STM
A promotora de Justiça Lindinalva Correia Rodrigues, do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), participa nesta quarta-feira (26) da 4ª...
POLÍTICA NACIONAL
Senado Verifica reforça atuação contra desinformação nas eleições deste ano
A circulação de vídeos manipulados, áudios clonados, conteúdos fora de contexto e falsas denúncias torna o enfrentamento à desinformação um...
Debatedores na CDH pedem articulação para auxiliar pessoas em situação de rua
A Comissão de Direitos Humanos (CDH) debateu nesta terça-feira (25) as condições da população em situação de rua no Brasil...
MP destina R$ 7 bilhões aos exportadores enquadrados no Plano Brasil Soberano
O Congresso Nacional vai analisar uma medida provisória que abriu crédito extraordinário de R$ 7 bilhões para financiar exportadores e...
ESPORTES
Athletico-PR vence o Botafogo por 3 a 2 e se aproxima do Flamengo no Brasileirão
O Athletico-PR venceu o Botafogo por 3 a 2 na noite desta segunda-feira (24), no Estádio Nilton Santos, no Rio...
Coritiba vence o Corinthians por 2 a 1 e impõe segunda derrota seguida ao Timão
O Corinthians perdeu por 2 a 1 para o Coritiba na noite deste domingo (23), no Estádio Couto Pereira, em...
Santos, com um jogador a mais, empata com o Mirassol e segue ameaçado pelo Z4
O Santos ficou no empate por 1 a 1 com o Mirassol na noite deste domingo (23), na Vila Belmiro,...
Mais Lidas da Semana
-
ESPORTES20 de agosto de 2026Santos segura empate no Equador e avança às quartas da Copa Sul-Americana
-
ESPORTES19 de agosto de 2026São Paulo vence Bolívar no MorumBIS e avança às quartas de final da Sul-Americana
-
ESPORTES18 de agosto de 2026Fluminense supera Independiente Rivadavia nos pênaltis e avança às quartas da Libertadores
-
POLÍTICA MT19 de agosto de 2026CPI da Saúde faz 261 perguntas, mas empresários optam pelo silêncio
-
POLÍTICA MT19 de agosto de 2026Assembleia Legislativa aprova 11 projetos com medidas nas áreas de saúde, educação e cidadania
-
EDUCAÇÃO19 de agosto de 2026Chamadas abertas para 2ª edição dos Cadernos Brasileiros de Educação Popular
-
ESPORTES19 de agosto de 2026Atlético-MG empata com Bragantino e avança às quartas da Sul-Americana
-
AGRONEGÓCIOS18 de agosto de 2026Operação Safra Paralela apreende 217 toneladas de fertilizantes adulterados em Mato Grosso

