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BRASIL

CEP para TODOS inaugura primeira agência em território periférico do país

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A comunidade Jardim do Colégio, em Embu das Artes (SP), recebeu a primeira agência dos Correios do país instalada em um território periférico. A inauguração marca o início da fase 3 do programa CEP para TODOS, da Secretaria Nacional de Periferias do Ministérios das Cidades, realizado em parceria com o Ministério das Comunicações e Correios.

“É um marco, estamos garantindo cidadania, incluindo pessoas que nunca tiveram o direito de receber algo em seu endereço, de ter um endereço para dar. O CEP para TODOS é realmente para todos e vamos seguir levando dignidade às favelas e comunidades brasileiras”, afirmou o coordenador nacional do programa, Aramis Hovarth Gomes.

Viabilizada com apoio da prefeitura de Embu das Artes, o Correios Essencial vai beneficiar as 1.792 famílias da comunidade. A população passa a contar com amplo portfólio de soluções, com custos competitivos, cobertura nacional e rastreamento ponta a ponta. A unidade oferecerá serviços como postagem e recebimento de encomendas e correspondências, logística reversa, entre outros, contribuindo para o fortalecimento dos negócios locais.

Ao mesmo tempo que se inaugura a agência do Correio Essencial, inicia-se também a segunda etapa do programa na comunidade, com o mapeamento interno e levantamento de ruas para a geração dos CEPs por logradouro.

O programa CEP para TODOS

FASE 1: garantiu CEP geral para todas as favelas e comunidades urbanas do país, implementando 12.348 CEPs em 656 cidades, onde vivem 16,3 milhões de pessoas. Este CEP atende a toda a comunidade e garante acesso aos direitos básicos com a possibilidade de comprovação de endereço, como atendimento em unidades de saúde, inscrição em vagas de emprego, buscar vagas escolas e creches da sua região etc.

FASE 2: já se encontra em andamento, com o mapeamento interno de cada comunidade para identificação de ruas, vielas e becos, ou seja, para geração de CEP por logradouros. Nessa etapa, até agora, já foram gerados 1.064 CEPs, em comunidades de 12 cidades, em 11 estados do país.

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Mais ações em Embu das Artes

As ações integradas do Periferia Viva avançam na cidade de Embu das Artes, com a inauguração, também, do Posto Territorial Periferia Viva no Jardim Colégio, marcando o início da intervenção. O território, selecionado pelo Novo PAC receberá R$ 86 milhões do Periferia Viva Urbanização de Favelas, com obras de infraestrutura que incluem saneamento, canalização, pavimentação, melhoria habitacional em 350 residências e regularização fundiária.

Serão investidos ainda R$ 14,5 milhões em contenção de encostas. As obras vão beneficiar quem mora entre as ruas Pegaso e Argentina, no Jardim do Colégio, na rua José Mendes Ferreira, no Campo do Marreta (Jardim Santa Tereza).

Ainda para a prevenção de riscos, está em desenvolvimentos o novo Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR) de Embu das Artes. Com investimento de R$ 400 mil, está sendo executado em parceria com o UNOPS (ONU).

O plano representa um avanço importante na prevenção de desastres e na adaptação da cidade às mudanças climáticas, permitindo a atualização do mapeamento de áreas de risco com metodologias modernas e focadas na segurança territorial urbana.

Acesse a Central de Conteúdos e as Redes Sociais do Ministério das Cidades

Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
Atendimento à Imprensa
Telefone: (61) 2034-4282
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério das Cidades

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MJSP cria grupo de trabalho para regulamentar banco nacional de dados sobre facções criminosas, milícias e grupos paramilitares

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Brasília, 5/6/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) iniciou a construção da regulamentação do Banco Nacional de Dados de Organizações Criminosas Ultraviolentas, Grupos Paramilitares ou Milícias Privadas. Para isso, foi instituído um Grupo de Trabalho Técnico (GTT), responsável por elaborar a proposta normativa que definirá as regras de funcionamento, governança, compartilhamento de informações, interoperabilidade e segurança do sistema.

Previsto no artigo 29 da Lei nº 15.358, de 24 de março de 2026, o Banco Nacional será uma ferramenta estratégica de integração de dados e produção de inteligência no âmbito do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), destinada ao fortalecimento das ações de prevenção, monitoramento, investigação e repressão qualificada ao crime organizado.

A proposta em elaboração prevê a criação de uma base nacional unificada com informações sobre integrantes, colaboradores, financiadores e pessoas vinculadas a organizações criminosas ultraviolentas, milícias privadas e grupos paramilitares, além de registros sobre estruturas organizacionais, vínculos operacionais, financeiros e territoriais, dados de inteligência, investigações criminais e articulações interestaduais e transnacionais dessas organizações.

O sistema será coordenado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), por meio da Diretoria de Gestão e Integração de Informações (DGI), e deverá funcionar de forma integrada aos bancos estaduais que serão implementados pelas unidades da Federação. A proposta também prevê mecanismos de interoperabilidade, auditoria permanente, rastreabilidade dos acessos e elevados padrões de segurança da informação e proteção de dados.

Segundo o secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, a iniciativa representa um avanço estrutural na capacidade do Estado brasileiro de enfrentar organizações criminosas que atuam de forma articulada em diferentes regiões do país. “O crime organizado não respeita divisas estaduais. Por isso, precisamos de ferramentas capazes de integrar informações, identificar conexões e permitir uma atuação coordenada entre as forças de segurança. O Banco Nacional nasce com esse propósito: transformar dados em inteligência, fortalecer as investigações e ampliar a capacidade do Estado de enfrentar facções criminosas, milícias e grupos armados que ameaçam a população brasileira”, afirmou.

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O grupo de trabalho reunirá representantes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp), Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (Concpc) e Conselho Nacional dos Comandantes-Gerais das Polícias Militares (CNCG).

Também deverão ser convidados representantes do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais (CNPG), Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Banco Central, Receita Federal, Ministério Público Federal, além de pesquisadores e instituições de referência na área da segurança pública, como o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Núcleo de Estudos da Violência da USP (NEV-USP), o Instituto Sou da Paz e o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC).

Além de apoiar investigações e ações de inteligência, o banco permitirá identificar vínculos operacionais, financeiros e associativos entre indivíduos e organizações criminosas, fortalecer a cooperação entre os entes federativos, subsidiar a formulação de políticas públicas baseadas em evidências e ampliar a integração entre os sistemas de segurança pública de todo o país.

A regulamentação também deverá estabelecer critérios objetivos para inclusão, atualização e exclusão de registros, protocolos de compartilhamento nacional e internacional de informações, mecanismos de auditoria e responsabilização, além da utilização de tecnologias avançadas para correlação de dados, análise de vínculos e apoio à atividade de inteligência.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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BRASIL

Brasil apresenta política migratória em fórum ibero-americano

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Huelva (Espanha), 5/6/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) participou do V Fórum Ibero-Americano de Migração e Desenvolvimento, realizado nos dias 4 e 5 de junho, em Huelva, na Espanha. A coordenadora-geral de Política Migratória do Departamento de Migrações (Demig), da Secretaria Nacional de Justiça (Senajus), Sarah Fernanda Lemos Silva, representou o Brasil no evento.

O Demig é o órgão responsável pela formulação e implementação da Política Migratória Nacional, em consonância com a Lei de Migração (Lei nº 13.445/2017) e com os compromissos assumidos pelo Brasil no âmbito do Pacto Global para uma Migração Segura, Ordenada e Regular.

A representante brasileira participou da quarta sessão do fórum, intitulada Narrativas, Percepção Pública e Coesão Social, que reuniu representantes da República Dominicana, do México e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

“A participação do MJSP no Fórum reforça o compromisso do Governo do Brasil com uma política migratória pautada pelos direitos humanos, pela cooperação internacional e pela promoção de informações qualificadas sobre a migração”, destacou Sarah.

Durante o painel, foram debatidas estratégias de comunicação voltadas à disseminação de informações baseadas em evidências e ao fortalecimento da percepção pública sobre a migração, com destaque para suas contribuições ao desenvolvimento regional e sustentável.

Realizado no contexto da Cúpula Ibero-Americana de 2026, o encontro reuniu delegações de mais de 20 países e organizações internacionais para debater os desafios e as oportunidades relacionados à governança da mobilidade humana.

Entre os principais resultados esperados do V Fórum estão o reconhecimento da migração regular como vetor de desenvolvimento sustentável, o compartilhamento de boas práticas em mobilidade laboral e migração circular, a valorização das diásporas ibero-americanas e o fortalecimento das respostas à desinformação e aos discursos de ódio no contexto migratório.

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Eixos Temáticos

O evento abordou outros três eixos temáticos: a proteção dos direitos humanos das pessoas em mobilidade; a inclusão socioeconômica e integração nas sociedades de acolhimento; e as vias seguras, ordenadas e regulares de migração.

Os trabalhos contaram com a participação de representantes da Espanha, Colômbia, Uruguai, Honduras, Andorra e México, entre outros países, além de organismos multilaterais como Organização Internacional para as Migrações (OIM), Organização dos Estados Americanos (OEA), Banco Mundial (BIRD) e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Os participantes também discutiram a criação de um mecanismo permanente de diálogo e cooperação técnica sobre mobilidade humana.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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