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BRASIL

Ministro Luiz Marinho divulga dados do Novo Caged de março nesta quarta-feira (29)

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, divulga, nesta quarta-feira (29), às 14h30, os resultados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) referentes ao mês de março.

A coletiva será realizada no MTE, em Brasília (DF), com possibilidade de acompanhamento presencial ou por transmissão ao vivo no canal oficial do MTE no YouTube.

Durante a apresentação, serão detalhados os principais indicadores do emprego formal no país, como saldo de vagas, admissões, desligamentos, além do desempenho por setores econômicos e unidades da Federação.

Após a divulgação, os dados completos serão disponibilizados no Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET), no site do MTE.

Serviço:

Divulgação dos dados do Novo Caged de março
Data: 29 de abril (quarta-feira)
Hora: 14h30
Local: Sala de reuniões do 4º andar do edifício-sede do MTE

Endereço: Esplanada dos Ministérios, bloco F – Brasília/DF

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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BRASIL

Acidentes de trabalho crescem no Brasil e atingem recorde em 2025, aponta estudo do MTE

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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) apresenta, neste Dia Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho (28 de abril), um estudo técnico que consolida o panorama dos acidentes de trabalho no Brasil entre 2016 e 2025, com base em registros oficiais do INSS e do eSocial. O levantamento reúne 6,4 milhões de acidentes e 27.486 óbitos no período, além de mais de 106 milhões de dias de trabalho perdidos e cerca de 249 milhões de dias debitados (indicador que expressa o impacto permanente das ocorrências na vida dos trabalhadores).

Os dados mais recentes mostram que, em 2025, foram registrados 806.011 acidentes e 3.644 mortes — recorde da série histórica. O crescimento ocorre após a retração observada em 2020, em razão da pandemia, e acompanha a retomada da atividade econômica e a ampliação do emprego formal no país. Entre 2020 e 2025, os acidentes aumentaram 65,8%, enquanto os óbitos cresceram 60,8%.

Apesar do aumento em números absolutos, o estudo aponta uma redução da taxa de incidência ao longo da década — de 29,39 para 17,94 acidentes por 100 mil trabalhadores —, indicando que o crescimento do emprego formal contribuiu para diluir o risco médio. Ainda assim, o volume total de ocorrências evidencia a necessidade de fortalecer as políticas de prevenção e melhorar as condições de trabalho.

A análise setorial revela diferentes perfis de risco. O setor de saúde, especialmente atividades hospitalares e de pronto atendimento, concentra o maior número de acidentes, somando quase 633 mil registros no período. Já o transporte rodoviário de carga lidera em número de mortes, com 2.601 óbitos, destacando-se como atividade de maior gravidade. Também chamam atenção segmentos com alta exposição relativa, como obras de montagem industrial, que apresentam uma das maiores taxas de incidência do país.

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Entre as ocupações, os técnicos de enfermagem registram o maior número de acidentes, enquanto os motoristas de caminhão concentram o maior número de mortes — foram 4.249 óbitos em dez anos, média superior a uma por dia. O estudo também evidencia a diversidade de riscos no mercado de trabalho, incluindo fatores como acidentes de trajeto e violência em determinadas atividades, como vigilância.

Regionalmente, os dados refletem o peso econômico dos estados. São Paulo (SP) concentra o maior volume absoluto de acidentes e mortes, respondendo por mais de um terço dos registros. Por outro lado, estados como Mato Grosso (MT), Tocantins (TO) e Maranhão (MA) apresentam taxas mais elevadas de letalidade, indicando maior gravidade dos acidentes. O Mato Grosso se destaca por combinar alta incidência e elevada letalidade, cenário associado a atividades como agronegócio, transporte e construção.

O levantamento também aponta mudanças no perfil dos acidentes. Os casos típicos seguem predominantes (64,6%), mas os acidentes de trajeto ganham relevância. As doenças ocupacionais tiveram aumento expressivo em 2020, influenciadas pela pandemia. Outro destaque é o crescimento da participação feminina, que passou a representar 34,2% dos registros, com aumento de 48% ao longo da série, especialmente em setores como saúde e serviços.

Produzido por auditores-fiscais do Trabalho, o estudo reforça a importância da informação qualificada na formulação de políticas públicas e no direcionamento das ações de inspeção. Para o diretor de Segurança e Saúde no Trabalho do MTE, Alexandre Scarpelli, os dados evidenciam a necessidade de avançar na cultura de prevenção. “Os números mostram que o país tem ampliado a capacidade de registrar e compreender os acidentes, o que é fundamental para orientar políticas mais eficazes. Ao mesmo tempo, reforçam a necessidade de aprimorar continuamente as condições de trabalho e fortalecer a prevenção para reduzir riscos e preservar vidas”, afirmou.

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Principais observações da série histórica

Crescimento pós-pandemia: os acidentes aumentaram 65,8% entre 2020 (mínimo histórico) e 2025 (486.303 → 806.011). Os óbitos aumentaram 60,8% no mesmo período.

Recorde em 2025: o ano registrou o maior número de acidentes (806.011) e de óbitos (3.644) da série.

Redução da taxa CAT versus aumento absoluto: a taxa CAT caiu de 29,39 (2016) para 17,94 (2025), reflexo do crescimento do emprego formal com carteira assinada. Contudo, o número absoluto de acidentes aumentou expressivamente, indicando que a formalização do mercado de trabalho não foi acompanhada por melhora proporcional nas condições de segurança.

Impacto sobre dias de trabalho: em dez anos, os trabalhadores brasileiros perderam mais de 106 milhões de dias de trabalho por acidentes. Os dias debitados totalizam 248,8 milhões, cada um representando o impacto permanente de lesões graves e mortes.

Aumento de dias perdidos em 2022–2024: houve salto de 7,5 milhões de dias perdidos (2021) para 16,5 milhões (2022), mantendo-se acima de 17–18 milhões em 2023 e 2024. Esse fenômeno pode estar associado ao aumento de acidentes com maior gravidade e ao crescimento dos acidentes de trajeto.

Mudança no perfil dos acidentes: os acidentes típicos representam 64,6% do total acumulado, seguidos pelos acidentes de trajeto (19,3%) e pelas doenças ocupacionais (2,8%). Em 2020, as doenças saltaram para 35.290 — mais que o dobro do habitual —, reflexo das doenças relacionadas à COVID-19 notificadas como ocupacionais.

Participação feminina crescente: as mulheres representaram 34,2% do total acumulado de acidentes. A participação feminina cresceu consistentemente: em 2016, eram 198.144 acidentes, chegando a 293.204 em 2025 — crescimento de 48%. Setores com forte presença feminina, como saúde e serviços, explicam parte desse avanço.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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BRASIL

Ministério das Mulheres e Mulheres Inspiradoras lançam mobilização nacional “Brasil sem misoginia”

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O Ministério das Mulheres e a Plataforma Mulheres Inspiradoras lançaram, no dia 26 de abril, a mobilização nacional Brasil Sem Misoginia. A iniciativa busca ampliar o debate público sobre a misoginia no Brasil e fortalecer o apoio ao Projeto de Lei 896/2023, conhecido como PL da Misoginia, atualmente em tramitação na Câmara dos Deputados.

O lançamento aconteceu durante o encontro Mulheres Inspiradoras no Arnold South America, realizado em São Paulo e dedicado à agenda contemporânea da saúde da mulher. O evento reuniu executivas, especialistas, empresárias e lideranças multissetoriais.

A mobilização contou com a presença da Secretária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, Estela Bezerra, representando o Ministério das Mulheres e reforçando a importância da articulação entre poder público e sociedade civil no enfrentamento à violência de gênero.

A campanha Brasil Sem Misoginia surge em um contexto de crescente preocupação com a violência contra as mulheres no país e com o aumento de ataques misóginos, especialmente no ambiente digital. O Projeto de Lei 896/2023 propõe equiparar a misoginia ao crime de preconceito, com penas semelhantes às previstas para crimes de racismo.

O texto já foi aprovado por unanimidade no Senado Federal e aguarda análise da Câmara dos Deputados.

Segundo dados recentes, o Brasil registrou 1.568 feminicídios em 2025. Especialistas apontam que a misoginia muitas vezes funciona como um primeiro passo na escalada da violência contra mulheres, criando um ambiente de hostilidade, desqualificação e silenciamento feminino.

Para a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, enfrentar a misoginia é fundamental para transformar a cultura que sustenta diferentes formas de violência contra mulheres.

“A misoginia não é apenas uma ofensa ou uma agressão verbal. Ela faz parte de uma cultura que desvaloriza mulheres e naturaliza a violência. Enfrentar esse problema é uma responsabilidade coletiva e exige mobilização da sociedade, das instituições e do poder público”, afirma a Ministra.

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A mobilização também conta com o engajamento da sociedade civil e de lideranças femininas em diferentes setores.

Para Geovana Quadros, fundadora da Plataforma Mulheres Inspiradoras, ampliar a discussão sobre misoginia é um passo necessário para transformar o ambiente social e institucional em que mulheres vivem e trabalham.

“Muitas vezes a misoginia aparece no cotidiano como ataques, desqualificações ou tentativas de silenciar mulheres. E isso acaba sendo normalizado. Mas misoginia não é opinião. É violência. Ao trazer essa mobilização para um espaço de liderança feminina, queremos ampliar a consciência sobre o tema e mobilizar mais pessoas para enfrentar essa realidade”, afirma.

A Secretária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, Estela Bezerra, destacou a importância de ampliar o debate público e fortalecer políticas de proteção às mulheres.

“Combater a misoginia é enfrentar uma das bases estruturais da violência contra mulheres. Quando naturalizamos ataques, desqualificações e discursos de ódio, criamos um ambiente que legitima outras formas de violência. Mobilizações como esta são fundamentais para ampliar a consciência social sobre esse problema”, afirmou.

A campanha Brasil Sem Misoginia prevê uma mobilização nacional nas redes sociais, convidando lideranças, influenciadores e cidadãos a gravarem vídeos e manifestações públicas em apoio à campanha e à aprovação do PL 896/2023.

A iniciativa também busca ampliar o debate público sobre a misoginia, especialmente no ambiente digital, onde ataques organizados contra mulheres têm se tornado cada vez mais frequentes.

Sobre o Ministério das Mulheres

O Ministério das Mulheres é responsável pela formulação e articulação de políticas públicas voltadas à promoção dos direitos das mulheres no Brasil. A pasta atua na prevenção e no enfrentamento à violência de gênero, na promoção da autonomia econômica das mulheres e na ampliação da participação feminina em diferentes espaços da sociedade.

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Sobre Mulheres Inspiradoras

A Plataforma Mulheres Inspiradoras é um movimento pioneiro e uma das maiores comunidades de networking de alta liderança feminina da América Latina, parceira da ONU Mulheres e BRICS CCI. Fundada por Geovana Quadros, a iniciativa reúne executivas, empresárias e líderes de diversos setores e promove encontros, programas de formação e projetos voltados ao fortalecimento da liderança feminina e à ampliação da presença de mulheres em posições de decisão.

Fonte: Ministério das Mulheres

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