Pesquisar
Close this search box.

POLÍTICA MT

Aprovação do PLC 53 pode garantir maior lucratividade à produção leiteira em MT

Publicado

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Considerada uma das sessões mais longas da história da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, a produção dos deputados desde a noite de sexta-feira (26) até a manhã de sábado (28), passando de 12 horas de trabalhos, gerou a aprovação da PLC-53/19, que debateu a mini-reforma fiscal do estado.

Tratados por alguns como a PL dos incentivos fiscais, o deputado Valmir Moretto (PRB) destacou o avanço na aprovação do projeto, que durou mais de 30 dias para ser votado na Casa de Leis. Para Moretto, todos os parlamentares tiveram o direito de se manifestar e colocar suas emendas em votação.

Com mudanças na política de incentivos fiscais e no método de cobrança do ICMS em Mato Grosso, a medida foi aprovada com seis emendas parlamentares e segue agora para sanção do governador Mauro Mendes (DEM). Antes disso, o texto será analisado pela equipe técnica das Secretarias de Fazenda (Sefaz), Desenvolvimento Econômico (Sedec) e da Casa Civil.

Moretto defendeu a isenção da taxação dos laticínios. O leite ficou com 85% de isenção. Os laticínios que estiverem localizados em municípios com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), a isenção poderá chegar a 90% ou 95%.

“A atividade leiteira é uma atividade que rende muito pouco, trabalhosa, complicada e por isso mereceu por parte dos deputados essa atenção diferenciada. Aplaudimos a sensatez dos deputados em aprovar esses números e agora é trabalhar para continuar a desenvolver no estado. Com a regulamentação da produção leiteira, a categoria terá maior lucratividade. Isso gerará renda e crescimento no IDH dos municípios produtores”, comentou o parlamentar.

Outras alterações – Dentre as mudanças, considerando as emendas aprovadas, está a isenção na cobrança do ICMS da energia solar pelo período de oito anos e a isenção do imposto para os produtores de algodão, podendo chegar a 75%.

Leia mais:  Com pauta extensa, CCJR analisa 93 itens da pauta e mantém foco no rigor jurídico

Tem ainda alterações na concessão do crédito outorgado, como no caso de estabelecimentos comerciais varejistas em que será entre 12% a 15%, do saldo devedor do ICMS.

Já para o comércio atacadista o crédito outorgado será de 22%, aplicado sobre o débito do ICMS.

Comentários Facebook
publicidade

POLÍTICA MT

Eliane Xunakalo defende redirecionar emendas para apoio a mulheres vítimas de violência

Publicado

(Matéria de Jairo Pitolé)

A deputada em exercício, Eliane Xunakalo (PT), apresentou na manhã desta quarta-feira (29), um substitutivo integral ao Projeto de Lei 1.470/2024, em tramitação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. A nova redação prevê a destinação de emendas parlamentares para criação de casas de acolhimento e de um programa de capacitação profissionais para as mulheres vítimas de violência. Ao contrário da redação anterior, que previa destino de emendas a clubes de tiros, localizados em Mato Grosso, para aquisição de munições e alvos e alvos destinados a mulheres detentoras de porte ou posse de arma de fogo.

Segundo a deputada, Mato Grosso tem registrado a maior taxa proporcional de feminicídios no país. Ou seja, Mato Grosso é líder nesta modalidade. “Arma de fogo em casa é um perigo. Por isso, o seu uso jamais pode ser visto como opção para reverter essa situação. Ao contrário, o que precisamos é de políticas públicas, que previnam, acolham e mantenham vivas as mulheres. Mulheres vivas significam famílias vivas”, justificou.

Em 2024, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública registrou 42 casos de feminicídios em Mato Grosso, o que representa uma taxa de 2,5 casos a cada 100 mil habitantes – a maior do Brasil. Já no ano passado (2025), de acordo com os dados do Observatório Caliandra, divulgado pelo MPMT (Ministério Público de Mato Grosso), foram 52 casos. Entre as vítimas, sete possuíam medidas protetivas de urgência, ao contrário das outras 45, que, quando foram assassinadas, não possuíam nenhum tipo de proteção judicial.

Neste ano, com base nos dados registrados até 12 de abril, Mato Grosso registrou 13 casos. As principais causas destes crimes são término de relacionamento, ciúmes associados ao sentimento de posse e a total falta de respeito à condição feminina.

Leia mais:  Dr. Eugênio destaca a pavimentação da MT-431 e avanço histórico no Norte-Araguaia

Fonte: ALMT – MT

Comentários Facebook
Continue lendo

POLÍTICA MT

Diego Guimarães recebe apoio de entidades contra uso de animais em circos em Mato Grosso

Publicado

O deputado licenciado Diego Guimarães (Republicanos) recebeu apoio formal de entidades e representantes da causa animal em Mato Grosso à sua proposta original que visa proibir a utilização de animais em espetáculos circenses no estado. Um documento protocolado via Ouvidoria-Geral da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), recebido nesta quarta-feira (29), reuniu assinaturas de 11 entidades e movimentos que manifestaram oposição ao atual texto do Projeto de Lei 1529/2024.

A mobilização popular é uma reação ao substitutivo integral, de autoria do deputado Gilberto Cattani (PL), que desfigurou o projeto original durante a tramitação, passando a permitir o uso de animais em espetáculos no estado. O movimento das entidades classifica a tentativa de autorizar a exploração como um “grave retrocesso” diante dos direitos conquistados.

No manifesto encaminhado pela Ouvidoria-Geral aos parlamentares, destaca-se que animais são seres sencientes, capazes de experimentar sentimentos como felicidade, ansiedade, dor e medo. O documento reforça que o ambiente do espetáculo, com iluminação intensa e barulho de plateia, submete o animal a apresentações não naturais e estresse crônico.

Novo Substitutivo e Rigor nas Sanções – Em resposta ao clamor das entidades e visando restabelecer a proteção prevista no texto original, Diego Guimarães anunciou que protocolará um novo substitutivo integral. A proposta busca garantir que Mato Grosso não se torne um “depósito de práticas já rejeitadas pelo Brasil por crueldade”.

O novo texto prevê sanções financeiras severas para inviabilizar a exploração econômica:

• Multas Elevadas: As punições podem chegar a 1.000 UPFs/MT (aproximadamente R$ 257.830,00) por animal identificado.

• Barreiras Éticas: Proibição do ingresso no estado de companhias que mantenham animais em suas apresentações.

• Medidas Administrativas: Apreensão imediata dos espécimes e cassação de alvarás de funcionamento para circos irregulares.

Leia mais:  Articulação de Moretto viabiliza seis PSFs e 375 km de pavimentação em Cáceres

Alinhamento e Segurança Jurídica – A proposta também conta com o respaldo de outros parlamentares, como a deputada Janaina Riva (MDB), que criticou a desfiguração do projeto original. Para garantir a segurança jurídica, o novo texto separa de forma clara a proibição em circos itinerantes das manifestações culturais como rodeios e vaquejadas, que já possuem regulamentação própria de bem-estar animal.

O documento foi articulado pelo ativista Breno da Silva Nogueira e reúne as seguintes entidades e representantes: Santuário de Elefantes do Brasil; É o Bicho – MT; LUNAAR (Luta e União de Amigos para Animais em Risco); APAM (Associação Mato-grossense Protetora dos Animais); Aliança Com 4 Patas; Voz Animal; AVA; Tampatinhas; Projeto Pet VG; OPA – MT; Liga dos Protetores do Estado de Mato Grosso; Protetora Maria Aparecida (Chapada dos Guimarães). No ofício, os signatários afirmam que a prática circense com animais envolve condições incompatíveis com o bem-estar animal e já foi proibida em 19 das 27 unidades federativas do país, incluindo todos os vizinhos de Mato Grosso no Centro-Oeste.

Fonte: ALMT – MT

Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

DIAMANTINO

POLÍTICA MT

POLICIAL

MATO GROSSO

POLÍTICA NACIONAL

ESPORTES

Mais Lidas da Semana