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EDUCAÇÃO

MEC inaugura restaurante estudantil do Campus Foz do Iguaçu do IFPR

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O Ministério da Educação (MEC) inaugurou, nesta terça-feira, 30 de junho, o restaurante estudantil do Campus Foz do Iguaçu do Instituto Federal do Paraná (IFPR). A nova estrutura recebeu investimento de R$ 1,3 milhão, por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), e fortalecerá as políticas de permanência estudantil da instituição. Ao todo, o MEC disponibiliza R$ 157,6 milhões ao IFPR para a expansão dos novos campi, a realização de obras de melhoria e a ampliação na infraestrutura das unidades existentes. 

O restaurante estudantil tem capacidade para atender 200 estudantes simultaneamente e conta com cozinha industrial, banheiros, depósito de material de limpeza (DML) e central de gás (GLP). O MEC está destinando outros R$ 550 mil para a aquisição de equipamentos e mobiliário, que garantirão a estrutura necessária para o funcionamento do espaço. 

Na inauguração, o secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marcelo Bregagnoli, afirmou que os gestores educacionais devem tomar decisões levando em conta as necessidades dos estudantes. “Quando o gestor tem por base o bem-estar, a permanência, a questão do acesso, do sucesso estudantil, tenha a certeza de que essa instituição, por natural, será referenciada pela história”, destacou. 

O reitor do IFPR, Adriano Willian da Silva Viana Pereira, destacou a importância do novo espaço e agradeceu ao governo federal pelo apoio à iniciativa. “É uma conquista muito importante para o Campus Foz do Iguaçu, não apenas pelo volume do investimento, mas também por atender a uma demanda antiga. As falas de hoje mostraram o quanto fazia falta um espaço voltado exclusivamente para a alimentação escolar”, afirmou. 

A entrega faz parte dos investimentos do governo federal voltados à expansão e à consolidação da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, da qual os institutos federais fazem parte, e fortalece o acesso, a permanência e o êxito dos estudantes.  

Novo PAC – A inauguração do restaurante estudantil do Campus Foz do Iguaçu faz parte de um conjunto de investimentos realizados pelo MEC no IFPR. Somente por meio do Novo PAC, o IFPR recebe R$ 157,6 milhões destinados à construção de novos campi, restaurantes estudantis, blocos didáticos, laboratórios, aquisição de equipamentos e modernização da infraestrutura em diversas regiões do estado. 

Leia mais:  MEC apoia construção de planos decenais de educação no RN

Entre os empreendimentos em andamento no estado estão os restaurantes estudantis dos campi Assis Chateaubriand, Campo Largo, Cascavel, Colombo, Jacarezinho, Pitanga, União da Vitória, Capanema e Coronel Vivida. O programa também contempla a implantação de novos campi nos municípios de Maringá, Araucária, Cianorte, Cambé, Toledo e Ponta Grossa, ampliando a oferta de educação profissional e tecnológica no Paraná. 

O plano de investimentos inclui ainda obras já concluídas, como o bloco didático do Campus Colombo, o bloco de laboratórios de agronomia do Campus Palmas, as passarelas cobertas do Campus Pinhais, a etapa final do bloco administrativo do Campus Avançado Arapongas, além da aquisição de equipamentos e usinas fotovoltaicas para diferentes unidades da instituição. 

Outros investimentos – Além das ações vinculadas ao Novo PAC, o MEC já descentralizou R$ 3,3 milhões para ações e projetos estratégicos no IFPR, incluindo reformas, apoio à Semana Nacional da Educação Profissional e Tecnológica, recuperação de unidades afetadas por eventos climáticos, apoio à rádio educativa e à participação de estudantes no Parlamento Juvenil do Mercosul. Outros R$ 1,2 milhão foram destinados à execução de obras que não integram o Novo PAC, como laboratórios e melhorias de infraestrutura em diferentes campi. 

O IFPR também oferta cursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). O MEC destinou R$ 300 mil à instituição para apoiar a oferta de qualificação profissional no novo Campus Araucária. A iniciativa integra um investimento nacional de R$ 16,5 milhões, destinado a 55 novas unidades que fazem parte do plano de expansão dos institutos federais.  

A instituição também participa de outros programas estruturantes do MEC. Entre eles está o Programa Mulheres Mil, que recebeu investimento de R$ 3,5 milhões para a oferta de 2.132 vagas entre 2023 e 2025. O IFPR também foi contemplado pela educação de jovens e adultos integrada à educação profissional (EJA-EPT), com R$ 3,2 milhões destinados à oferta de 400 vagas, e por ações de qualificação em aquicultura, que receberam R$ 384 mil para a oferta de 240 vagas em 2024. Mais recentemente, o IFPR passou a executar o Profuncionário, com investimento de R$ 495 mil para a oferta de 100 vagas em 2026. 

Leia mais:  Prouni: inscrições para o 2º semestre começam em 7 de julho

IFPR – Atualmente, o Instituto Federal do Paraná registra 37.828 matrículas, incluindo qualificação profissional, cursos técnicos, graduação e pós-graduação.   

Na área de inovação, o instituto faz parte da Rede Integra, plataforma nacional que reúne competências da Rede Federal. O IFPR conta atualmente com 26 laboratórios e uma vitrine tecnológica composta por 31 patentes de invenção, 21 patentes de modelo de utilidade, 31 programas de computador, seis marcas e um desenho industrial. A instituição também participa das ações do Assistec Inova, iniciativa da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) voltada ao fortalecimento dos ecossistemas de inovação, empreendedorismo e sustentabilidade nas instituições federais. 

Resumo | Mais educação para o Paraná 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Setec

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

MEC Idiomas tem mais de 560 mil matrículas ativas

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Criado para democratizar e ampliar o acesso ao ensino de línguas estrangeiras no Brasil, o MEC Idiomas atingiu a marca de 564 mil matrículas ativas. Totalmente gratuitos, o portal e o aplicativo oferecem aprendizagem bilíngue autoinstrucional do nível básico ao avançado e têm como objetivo ser o primeiro ponto de contato digital entre o estudante de línguas iniciante e o idioma de sua escolha, acompanhando seu aprendizado até níveis mais avançados. Do total de matriculados, 426,3 mil (75,6%) fazem aulas de inglês, enquanto os demais 137,7 mil (24,4%) participam de cursos de espanhol. 

O portal e o aplicativo serão integrados ao ecossistema do Idiomas sem Fronteiras (IsF), compondo uma política de ensino multilíngue já consolidada. As aulas do MEC Idiomas estão organizadas em seis níveis (A1 a C2); e quatro a seis módulos por nível, cada um deles com dez a 15 aulas. Desde o lançamento, estão disponíveis cerca de 800 aulas. Diversas ferramentas podem ser acessadas pelos estudantes: teste de proficiência; trilha de aprendizagem (aula e reforço); teste ao fim dos módulos; fale e pratique; agente de inteligência artificial para dar apoio, tirar dúvidas e praticar conversação; e comunidades de aprendizado. 

Entre as matrículas com idade informada, a maior concentração de estudantes está na faixa de 25 a 34 anos (198,3 mil matrículas), seguida por estudantes de 18 a 24 anos (145,3 mil) e de 35 a 44 anos (106,8 mil). Juntas, as faixas entre 18 e 34 anos concentram 61% das matrículas. Já em relação à distribuição por região, nas três primeiras posições, estão Sudeste, com 228,9 mil matrículas; Nordeste, com 126,2 mil matrículas; e Sul, com 55,8 mil matrículas. Quanto às unidades federativas, São Paulo lidera em número de matrículas, seguido por Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Pernambuco. 

Passo a passo para usar a plataforma:   

  • Acessar o MEC Idiomas via portal ou via aplicativo e fazer login com o Gov.br;    
  • Escolher o idioma que deseja aprender — inglês ou espanhol;    
  • Fazer o teste de proficiência, disponível na plataforma, que avalia o grau de conhecimento do estudante;  
  • Fazer os exercícios de fixação e de “gamificação”, ao final de cada aula, que incentivam o estudante a concluir aulas e módulos e passar de nível.    
Leia mais:  MEC disponibiliza publicações sobre inovação e incubadoras

Rede IsF – O MEC Idiomas se integrará ao ecossistema da Rede Andifes – Idiomas sem Fronteiras (Rede IsF), uma política de ensino multilíngue já consolidada. A parceria permite à Rede IsF fortalecer a divulgação do ensino de línguas de forma gratuita e em rede nacional, envolvendo desde o acesso ao portal para a população brasileira, cursos específicos para a comunidade acadêmica e a oferta de cursos de especialização para a rede pública de ensino. A oferta dos cursos do IsF, que duram de um a três meses, acontece duas vezes ao ano. O objetivo da parceria é fortalecer o acesso a línguas estrangeiras, melhorar os índices de proficiência e estimular as produções científicas. Será disponibilizado R$ 1,68 milhão por ano para a iniciativa, que impactará 16 mil alunos por semestre.  

As ações da Rede IsF têm como objetivo central desenvolver uma política linguística nacional para o ensino superior, fortalecendo a formação de professores de línguas estrangeiras e promovendo a capacitação linguística de estudantes, docentes e técnicos administrativos das instituições de ensino superior. Também contemplam a formação de estrangeiros em língua portuguesa e o apoio à capacitação de professores da educação básica.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

MEC apoia construção de planos decenais de educação no RN

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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Articulação e com os Sistemas de Ensino (Sase), participou, na segunda-feira, 30 de junho, em Natal (RN), do Seminário Estadual dos Planos Decenais de Educação. O evento reuniu gestores públicos, prefeitos e dirigentes municipais para discutir a elaboração do novo Plano Estadual de Educação e dos Planos Municipais para o período de 2026 a 2036. 

Promovido em parceria com o Governo do Rio Grande do Norte, a União dos Dirigentes Municipais de Educação do Rio Grande do Norte (Undime/RN), o Fórum Estadual de Educação (FEERN) e a União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação do Rio Grande do Norte (Uncme/RN), contou com a participação da governadora do estado, Fátima Bezerra, e de Heleno Manoel G. de Araújo Filho, representante do Conselho Nacional de Educação (CNE). 

Representando o MEC, a coordenadora-geral de Articulação com os Sistemas de Educação da Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase), Ana Luiza Taufick, participou dos debates sobre a cooperação entre União, estados e municípios para a construção dos planos decenais. 

“Os planos decenais são fundamentais para orientar as políticas educacionais da próxima década e precisam ser construídos de forma colaborativa, considerando as realidades dos estados e municípios. O MEC atua como parceiro nesse processo, oferecendo apoio técnico para fortalecer o regime de colaboração e alinhar os planos às diretrizes do Plano Nacional de Educação”, destacou Ana Luiza Taufick. 

Ao longo da programação, os participantes discutiram estratégias para subsidiar a elaboração dos novos planos de educação, em consonância com as diretrizes do Plano Nacional de Educação (PNE) e do Sistema Nacional de Educação (SNE). O objetivo foi fortalecer o planejamento das políticas públicas educacionais, o acompanhamento das metas e a atuação articulada entre os entes federativos. 

Leia mais:  MEC apoia construção de planos decenais de educação no RN

Foi também instalada a Comissão Intergestores Bipartite da Educação do Rio Grande do Norte (Cibe/RN), instância criada para ampliar o diálogo entre o estado e os municípios e fortalecer o regime de colaboração na implementação das políticas educacionais.  

A participação da Sase no encontro integra a agenda de mobilização conduzida pelo MEC em todo o país para apoiar estados e municípios na construção dos novos planos decenais de educação, fortalecendo o alinhamento entre o PNE 2026-2036 e as políticas educacionais locais, em consonância com os princípios do SNE e do regime de colaboração.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sase 

Fonte: Ministério da Educação

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