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AGRONEGÓCIOS

Porto do Itaqui movimenta 7,2 milhões de toneladas no 1º trimestre

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O Porto do Itaqui, em São Luís (MA), movimentou cerca de 7,2 milhões de toneladas no primeiro trimestre de 2026 e manteve ritmo de expansão após encerrar 2025 com 36,8 milhões de toneladas, seu maior volume histórico, segundo dados do setor portuário. O desempenho reforça o avanço do terminal maranhense no escoamento da produção agrícola e na importação de insumos, em meio à reconfiguração logística do agronegócio brasileiro.

O resultado mais recente coloca o Itaqui entre os portos de maior crescimento do País no início de 2026 e consolida a posição do complexo como principal hub do Arco Norte. A região já responde por parcela crescente das exportações de grãos, especialmente soja e milho, com origem no Centro-Oeste e na fronteira agrícola do Matopiba.

O avanço do terminal maranhense está ligado à mudança estrutural no fluxo logístico nacional, que vem reduzindo a dependência de portos do Sul e Sudeste e ampliando a participação de rotas mais curtas até o mercado externo. No caso do Itaqui, a localização estratégica reduz distâncias para embarques destinados à Europa, América do Norte e Ásia.

Além das exportações, o porto também desempenha papel central na importação de fertilizantes, insumo essencial para a expansão da produção agrícola em regiões como o Cerrado e o Matopiba. Esse fluxo bidirecional tem sustentado a relevância do terminal dentro da cadeia do agronegócio.

A operação é integrada a corredores ferroviários como a Estrada de Ferro Carajás e a Ferrovia Norte-Sul, o que permite conexão direta entre áreas produtoras e o litoral maranhense. A estrutura multimodal é apontada como um dos fatores que explicam o ganho de eficiência logística na região.

Em 2025, o Porto do Itaqui registrou o maior volume de sua história, com 36,8 milhões de toneladas movimentadas, impulsionado principalmente pelas exportações de soja e pelo aumento das importações de fertilizantes, segundo dados do setor. O desempenho consolidou o terminal como um dos principais pontos de saída da produção agrícola brasileira.

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O crescimento recente ocorre em um contexto de expansão da fronteira agrícola no Matopiba e de aumento da competitividade dos portos do Norte e Nordeste, que vêm ampliando sua participação no comércio exterior do País.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIOS

4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca chega a Maceió (AL)

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O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, estará em Maceió (AL) neste sábado (20/06). Ele participa da etapa estadual da 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca, que discute as políticas públicas para os setores pesqueiro e aquícola. 

A conferência chega a Maceió depois de passar por diversos estados brasileiros. O evento principal será realizado entre os dias 11 a 13 de novembro, em Brasília. A iniciativa é um importante espaço de diálogo e participação social, que está sendo retomado pelo Governo do Brasil após 16 anos. 

SERVIÇO 

20/06 (sábado)  

08h – 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca – Etapa Estadual Alagoas. 

Local: Auditório do Sebrae Alagoas. R. Dr. Marinho de Gusmão, 46 – Centro, Maceió – AL. 

CONTATO 

[email protected]         

(61) 3276-5193 / (61) 8141-7229         

(061) 99317-9160    

www.gov.br/mpa         

@minpescaeaquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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AGRONEGÓCIOS

Governo do Brasil amplia a participação social pai d’égua da pesca e aquicultura no Amapá

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A abertura da etapa amapaense da 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca (CNAP) foi realizada nesta quarta-feira (17). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) e o Governo do Amapá realizam o evento, que visa debater as propostas para subsidiar as políticas públicas do setor no estado.  

“Depois de 16 anos estamos realizando a 4º Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca aqui no nosso estado. Isso é muito importante porque aqui estão todos os piscicultores e os pescadores artesanais de todos os municípios do Amapá. São discussões importantes que estão acontecendo aqui para ajudar no desenvolvimento de políticas públicas para o setor”, destacou o secretário de Pesca e Aquicultura do estado do Amapá. 

As conferências estão sendo realizadas em todos os estados. É um reforço do Governo Federal na retomada histórica da participação social do setor aquícola e pesqueiro, visto que a última edição do evento foi realizada em 2009. 

De acordo com o parágrafo único do artigo 193 da Constituição Federal: “O Estado exercerá a função de planejamento das políticas sociais, assegurada, na forma da lei, a participação da sociedade nos processos de formulação, de monitoramento, de controle e de avaliação dessas políticas”.

A etapa nacional da Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca será realizada de 11 a 13 de novembro de 2026, em Brasília (DF). Tema: “De política de governo a política de Estado: sustentabilidade, participação social e continuidade institucional”.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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