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MME e Países Baixos assinam plano de trabalho para ampliar cooperação em transição energética e bioeconomia

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O Ministério de Minas e Energia (MME) e o Ministério de Assuntos Econômicos e Política Climática dos Países Baixos assinaram, na segunda-feira (15/6) o Plano de Trabalho Brasil-Países Baixos 2026-2028, que estabelece as ações prioritárias para o aprofundamento da cooperação bilateral voltadas à transição energética.

Representando o MME, o secretário Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Renato Dutra, participou da reunião que marcou a primeira agenda realizada no âmbito do Memorando de Entendimento firmado entre os dois países durante a COP30, em 2025. O encontro resultou na definição das iniciativas conjuntas para os próximos três anos, reforçando o compromisso bilateral com o desenvolvimento de soluções sustentáveis e de baixo carbono.

A agenda de cooperação prevê a realização de encontros técnicos e o intercâmbio de conhecimentos entre governo, academia e setor produtivo em temas estratégicos, como o combustível sustentável de aviação (SAF, na sigla em inglês), hidrogênio, bioenergia, biorrefinarias, captura e armazenamento de carbono (CCS), biocombustíveis e bio recursos sustentáveis. O MME participará das iniciativas em conjunto com instituições brasileiras e holandesas, fortalecendo a parceria em áreas relacionadas à descarbonização e à economia circular.

“Estamos avançando em uma parceria estratégica que aproxima conhecimento, inovação e oportunidades de investimento para ambos os países. O Brasil reúne condições únicas para liderar a transição energética global, e a cooperação com os Países Baixos contribui para transformar esse potencial em desenvolvimento e geração de riqueza para os brasileiros”, destacou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

Entre as ações previstas para o período de 2026 a 2028 estão a participação conjunta em missões internacionais voltadas ao desenvolvimento de biorrefinarias integradas, a promoção de mesas-redondas anuais entre especialistas dos setores público e privado e o estímulo a projetos de pesquisa e inovação em parceria com instituições dos dois países.

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A assinatura do plano de trabalho reforça a convergência entre Brasil e Países Baixos na construção de uma agenda de transição energética baseada na inovação, na bioeconomia e no aproveitamento sustentável dos recursos naturais. A iniciativa também amplia as oportunidades de intercâmbio tecnológico e de atração de investimentos para o desenvolvimento de cadeias produtivas associadas aos combustíveis renováveis e à economia de baixo carbono.

A cooperação entre Brasil e Países Baixos em ciência, tecnologia e inovação é desenvolvida há mais de duas décadas e tem sido fortalecida por meio de acordos, missões técnicas e projetos conjuntos.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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BRASIL

Lula e Silveira recebem setor de biocombustíveis e reforçam compromisso com a transição energética

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, receberam nesta terça-feira (9/6), no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), representantes das principais entidades e empresas do setor sucroenergético brasileiro, que reconheceram os avanços alcançados pelo país com a política de biocombustíveis conduzida pelo Governo do Brasil. Durante o encontro, as lideranças também manifestaram apoio à proposta de ampliação da mistura de etanol anidro na gasolina para 32% (E32), que deverá ser submetida ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) nos próximos dias.

Segundo Silveira, a ampliação da mistura permitirá ampliar o consumo de combustível renovável produzido no país, fortalecer a segurança energética nacional e reduzir a necessidade de importação de gasolina em aproximadamente 454 milhões de litros. A proposta atende a uma demanda do setor e está respaldada por estudos técnicos realizados após a aprovação da Lei do Combustível do Futuro.

“São políticas públicas focadas no desenvolvimento do país. É segurança energética, é modicidade no preço do combustível, é descarbonização, é mais emprego, mais renda e mais desenvolvimento nacional”, afirmou o ministro Alexandre Silveira.

A ampliação para o E32 também contribuirá para evitar a emissão de cerca de 552 mil toneladas de CO₂ equivalente, reforçando o compromisso do Brasil com a descarbonização da matriz energética. A expectativa é que a proposta seja apreciada pelo CNPE nos próximos dias, dando continuidade à estratégia do governo federal de fortalecer a participação dos combustíveis renováveis na matriz energética brasileira.

Durante a reunião, os representantes do setor destacaram os resultados alcançados pela política do Combustível do Futuro, considerada um marco para a expansão dos combustíveis renováveis no Brasil. As lideranças também reconheceram o histórico de incentivo aos biocombustíveis construído ao longo dos governos do presidente Lula, apontando a agenda como fundamental para consolidar a liderança brasileira na transição energética global.

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Participaram da agenda o vice-presidente Geraldo Alckmin, ministros do Governo do Brasil e representantes da União Nacional do Etanol de Milho (UNEM), do SINDAÇÚCAR Nordeste, da Siamig e da Única.

O encontro também serviu para reforçar o reconhecimento do setor às políticas públicas implementadas pelo governo federal para impulsionar os biocombustíveis, incluindo o Combustível do Futuro, o desenvolvimento do mercado de combustíveis sustentáveis de aviação (SAF), o avanço da captura e armazenamento de carbono e outras iniciativas voltadas à descarbonização da economia brasileira. As lideranças também destacaram o momento positivo vivido pela bioenergia nacional, impulsionado pela expectativa de uma safra recorde de etanol em 2026/2027.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MME promove nova rodada de debate sobre a Estratégia Nacional de Dados Energéticos

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O Ministério de Minas e Energia (MME), em parceria com a Agência Internacional de Energia (IEA), realizou, nesta terça-feira (4/6), uma nova reunião sobre o aprimoramento da Estratégia Nacional de Dados Energéticos. O encontro ocorreu em formato híbrido e reuniu representantes de instituições públicas, agentes do setor energético e especialistas que vêm contribuindo para a construção colaborativa do documento estratégico.

A iniciativa dá continuidade às atividades iniciadas durante o workshop realizado em março deste ano, considerado um marco importante para o desenvolvimento da estratégia. Nesta nova etapa, os participantes foram convidados a analisar os avanços alcançados, discutir propostas e apresentar contribuições adicionais para fortalecer a robustez, a coerência e a aplicabilidade do documento que será submetido à consulta pública.

Durante a abertura, a secretária substituta de Transição Energética e Planejamento do MME, Lorena Perim, destacou que o trabalho desenvolvido em parceria entre o MME, a IEA e as instituições do setor tem como base o diagnóstico realizado ao longo das etapas anteriores e busca construir uma visão nacional compartilhada sobre o futuro da gestão de dados energéticos no país.

“O workshop realizado em março foi essencial para chegarmos a este momento. Este é um trabalho construído de forma conjunta, que não existiria sem a participação ativa das instituições do setor. A partir do diagnóstico realizado, estamos construindo uma visão nacional e institucional sobre o que queremos para a política e a governança de dados energéticos”, afirmou.

A Estratégia Nacional de Dados Energéticos busca fortalecer as instituições e aprimorar a tomada de decisão por meio de uma estrutura de dados integrada, transparente e confiável. A iniciativa tem como pilares a integração de bases de dados, a padronização, a governança e a transparência das informações. Seu objetivo é ampliar a cooperação entre instituições, fortalecer o uso estratégico de dados e apoiar a transição energética, o planejamento do setor e a formulação de políticas públicas no Brasil.

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Participaram da reunião representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), da Petrobras e da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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