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Casa é mais que moradia: é ponto de chegada e de partida para um futuro melhor

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Desde 2023, com a retomada do Minha Casa, Minha Vida, 2,3 milhões de moradias foram contratadas em todo o país. O programa, recriado, reformulado e consolidado como âncora da política habitacional do Governo do Brasil, trouxe também uma nova compreensão sobre o significado da casa própria.  

“Casa é mais do que moradia”, destacou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a abertura do Encontro Internacional da Indústria da Construção (ENIC), em São Paulo. A frase resume uma visão que vai além da entrega das chaves: casa também é segurança, estabilidade, acesso à cidade e oportunidade de construir um futuro melhor. 

O Ministério das Cidades, responsável pelo Minha Casa, Minha Vida, mergulhou nesse conceito para mostrar, no dia a dia das famílias brasileiras, o que significa transformar moradia em qualidade de vida. 

Para Cristiane Pereira, de Camaçari (BA), a casa adquirida pelo Minha Casa, Minha Vida representa economia e melhor aproveitamento da renda. Mãe solo de dois meninos, ela conta que antes comprometia boa parte do que ganhava com aluguel. Agora, com a prestação do imóvel próprio, menor do que o valor pago anteriormente, a nova casa abre espaço para reorganizar o orçamento e cuidar melhor da família. 

“Agora eu vou poder cuidar melhor dos meus filhos, porque não vou mais pagar aluguel. Vou passar a viver melhor e poder comprar para eles coisas que sempre sonharam”, contou Cristiane. 

Para Maria Yolanda Rodrigues, de Rio Grande (RS), a casa própria é liberdade e conforto que chegaram aos 75 anos de idade. Antes, ela vivia em uma casa emprestada. Agora, comemora a oportunidade de ter um espaço seu, com mais privacidade, autonomia e tranquilidade. 

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“O próximo sonho agora é curtir bem minha casa e pedir para Deus me dar bastante saúde para aproveitar. Meu conselho é que os outros também não desistam dos seus sonhos”, afirmou Maria Yolanda. 

E tem mais. Ao longo das próximas semanas, as reportagens produzidas pelo Ministério das Cidades vão mostrar que casa também é endereço oficial, com o programa CEP Para Todos, que busca garantir endereçamento a favelas e comunidades urbanas. A série também vai mostrar que casa é recomeço, por meio da modalidade Compra Assistida, criada para apoiar famílias que perderam suas moradias em decorrência de desastres, como as enchentes no Rio Grande do Sul e em Minas Gerais. 

Na imagem área de lazer de prédio habitacional
Residencial Guarujá, entregue em maio de 2026,  em Porto Alegre (RS. Crédito: Zack Stencil/MCID.

Esse novo conceito de casa implementado pelo Governo do Brasil inclui ainda o direito de ir e vir, com empreendimentos mais próximos dos centros urbanos, do transporte e de serviços públicos essenciais. Inclui também acesso à infraestrutura básica, como água tratada, rede de esgoto, iluminação, áreas de lazer e espaços de convivência. 

A política habitacional conduzida pelo Ministério das Cidades busca fortalecer um modelo de cidade mais resiliente, inclusiva e sustentável. A casa própria, nesse contexto, deixa de ser apenas uma unidade habitacional e passa a ser parte de uma rede de oportunidades. 

O pontapé inicial dessa nova fase são as regras válidas desde 2023 para os empreendimentos do Minha Casa, Minha Vida. A Portaria MCID nº 725/2023 estabelece especificações urbanísticas, de projeto e de obra para unidades habitacionais urbanas produzidas com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS). 

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A norma reforça que os empreendimentos devem estar integrados à malha urbana e próximos a serviços, equipamentos públicos, transporte, comércio e infraestrutura. Também valoriza itens que contribuem para uma rotina com mais conforto e convivência, como áreas de lazer, espaços comunitários, arborização, iluminação e soluções de qualificação dos empreendimentos. 

“Nós repaginamos e colocamos o programa em novos patamares, justamente para que a casa seja mais do que moradia. Não é só ter o teto, você precisa ter acesso a infraestrutura urbana para ter qualidade de vida.  Porque a família que tem o direito à cidade, ela consegue exercer o direito aos serviços e à sociedade, então essa família vai ter um futuro melhor”, explicou o Secretário Nacional de Habitação, Augusto Rabelo. 

No empreendimento Residencial Verdes Horizontes I e II, onde Cristiane vai morar com a família, o que chama atenção é a possibilidade de viver em um local mais seguro, planejado e conectado aos serviços que fazem diferença no cotidiano. Para ela, a conquista da casa própria significa, sobretudo, a chance de trocar a insegurança do aluguel por uma etapa de mais estabilidade. 

A saúde de um dos filhos exige atenção constante e dificulta uma rotina profissional com horários fixos. Cristiane vive de trabalhos informais e sabe o peso que o aluguel tinha no orçamento familiar. Com a nova moradia, ela comemora a economia e a possibilidade de usar melhor a renda para atender às necessidades dos filhos. 

Já para Maria Yolanda, em Rio Grande, a conquista tem outro significado: a possibilidade de viver com mais privacidade depois de uma vida inteira de espera. Aos 75 anos, ela vê na casa própria não apenas um endereço, mas a chance de aproveitar uma nova fase com dignidade, conforto e esperança. 

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As histórias de Cristiane e Maria Yolanda mostram que a casa própria pode ser, ao mesmo tempo, ponto de chegada e ponto de partida. É chegada porque representa a realização de um sonho. E é partida porque abre caminho para novas conquistas: mais tranquilidade financeira, mais segurança, mais acesso à cidade e mais oportunidades para as famílias brasileiras. 
 
Acompanhe as próximas histórias! 

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Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
Atendimento à Imprensa
Telefone: (61) 2034-4282
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério das Cidades

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Brasil e Colômbia debatem ampliação do comércio e novas parcerias bilaterais

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Brasil e Colômbia, em encontro bilateral realizado nesta terça-feira (16/06), em Bogotá, entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, e a ministra de Comércio, Indústria e Turismo da Colômbia, Diana Morales Rojas, reafirmaram o compromisso de intensificar o diálogo e a cooperação em matéria de comércio, investimentos e integração produtiva no setor automotivo, celebrando a continuidade da vigência do Acordo Automotivo no âmbito do ACE 72, destacando seu papel na previsibilidade dos fluxos comerciais entre os dois países.

Com o objetivo de fortalecer os vínculos econômico-comerciais e avançar em iniciativas de ampliação e cooperação industrial entre os dois países, as autoridades reafirmaram a disposição de preservar e aprofundar os instrumentos bilaterais existentes, além de promover novas oportunidades comerciais.

Segundo o ministro Márcio Elias Rosa, “a visita do presidente Lula a Bogotá, em abril de 2024, marcou um novo patamar na relação bilateral, elevando-a ao nível de prioridade estratégica. Temos hoje a oportunidade de traduzir essa orientação em resultados concretos e benéficos para nossas economias e sociedades”.

O ministro do MDIC também ressaltou a convergência entre a Nova Indústria Brasil (NIB) e a política de reindustrialização colombiana como oportunidade para ampliar a cooperação bilateral e impulsionar o desenvolvimento conjunto em áreas estratégicas, como mobilidade sustentável, insumos farmacêuticos, construção naval, defesa, hidrogênio verde, biocombustíveis e bioinsumos.

Em 2025, a corrente de comércio entre Brasil e Colômbia alcançou US$ 5,4 bilhões, com exportações brasileiras de US$ 3,4 bilhões. A pauta exportadora é diversificada e inclui veículos e autopeças, café, papel e cartão, produtos de perfumaria, pneus, medicamentos, produtos químicos, calçados, máquinas e equipamentos.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Ministro da Justiça e Segurança Pública recebe presidente eleito do STJ em agenda institucional

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Brasília, 16/6/2026 – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, recebeu, na segunda-feira (15), o ministro Luis Felipe Salomão, eleito para presidir o Superior Tribunal de Justiça (STJ) no biênio 2026-2028. Durante o encontro, foram discutidos temas de interesse comum relacionados ao fortalecimento do sistema de Justiça e à cooperação institucional.

Eleito por unanimidade pelo Pleno do STJ, o ministro Luis Felipe Salomão tomará posse na presidência da Corte em agosto, sucedendo o ministro Herman Benjamin. Atual vice-presidente do tribunal, Salomão também assumirá a presidência do Conselho da Justiça Federal (CJF).

O encontro reforçou o compromisso com o diálogo permanente e a atuação coordenada em iniciativas voltadas ao aprimoramento das políticas públicas e ao fortalecimento das instituições brasileiras.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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