MATO GROSSO
Webinar do MPMT reúne lideranças indígenas e debate saúde pública
Publicado
9 de junho de 2026
Com a participação de cerca de 150 indígenas diretamente da aldeia Wamariwê, no município de Canarana (a 823 km de Cuiabá), o webinar “SUS Negado, Povo Apagado: A Biopolítica da Morte de Indígenas” abriu, nesta terça-feira (9), um espaço de escuta, denúncia e reflexão sobre os desafios enfrentados por esses povos no acesso à saúde pública. O evento virtual reuniu aproximadamente 300 participantes de diferentes regiões do país, entre integrantes do Ministério Público, especialistas, lideranças e representantes indígenas e representantes da sociedade civil, em um debate interdisciplinar sobre dignidade humana, justiça social e a defesa dos direitos indígenas. Na abertura do evento, o procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira, titular da Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, explicou que a iniciativa surgiu após sua participação no 12º Encontro Indígena Intercultural, realizado em Cuiabá, no mês de abril. Ele relatou ter sido impactado pelos cantares fúnebres apresentados durante o encontro e reforçou o compromisso institucional do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) com os povos originários. O procurador de Justiça destacou que o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) está presente em 74 comarcas e nos 142 municípios do estado, e reforçou que o Sistema Único de Saúde (SUS) deve garantir atendimento universal a todos. Segundo ele, nas questões relacionadas aos povos indígenas, a atuação ocorre de forma articulada entre o Ministério Público estadual e o Ministério Público Federal (MPF). “Temos um enunciado, uma ordem superior do nosso Conselho, que diz ser atribuição do Ministério Público estadual atuar nas demandas individuais e coletivas que envolvam a saúde de pessoas indígenas, quando não estiverem relacionadas à disputa sobre direitos essencialmente indígenas previstos no artigo 231 da Constituição Federal, quais sejam: a organização social, os costumes, as línguas, as crenças, as tradições e as terras que tradicionalmente ocupam”, explicou. A iniciativa do MPMT foi enaltecida pela palestrante do dia, a advogada e subprocuradora-geral da República aposentada Deborah Duprat, que falou sobre “A saúde dos povos indígenas: especificidades e desafios”. “Quero saudar como muito entusiasmo essa iniciativa do Ministério Público de Mato Grosso. Apesar de a Constituição Federal ter atribuído um papel importantíssimo ao Ministério Público Federal isso não exclui, de modo algum, as iniciativas de Ministério Público estaduais e de Defensorias Públicas na defesa e promoção dos direitos indígenas. Aliás, em matéria de Direitos Humanos, devemos sempre nos somar e nunca buscar espaços de exclusividade”, iniciou. Deborah Duprat iniciou abordando os pressupostos do processo de colonização, que são da inferioridade dos povos indígenas, do ideal de assimilação cultural, da negação do pluralismo étnico e cultural, e da invisibilização e do apagamento indígena. Na sequência, afirmou que a Constituição Federal de 1988 representa uma ruptura com essa lógica colonial ao reconhecer o Brasil como um Estado pluriétnico e ao garantir os direitos originários dos povos indígenas sobre seus territórios. Segundo a palestrante a Carta Magna reconheceu que a principal questão relacionada aos povos indígenas era territorial e também assegurou o direito ao uso das línguas nativas.. No entanto, nada foi dito com relação à saúde desses povos. Ela observou que embora a normativa previsse um sistema de saúde único e universal, isso não seria o bastante para atendimento aos indígenas. “Os povos indígenas começaram a desconfiar de um sistema de saúde universal. Já tinham consciência de que universal significava, em certa medida, assimilação e integração. Universal não dava conta das particularidades dos seus modos de vida, saberes ancestrais e modos específicos de cuidar da saúde”, disse. A situação começou a mudar com a Lei Arouca (Lei nº 9.836/1999), que instituiu o Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). A legislação passou a garantir atendimento universal e diferenciado aos povos indígenas, respeitando as especificidades culturais e a organização territorial das comunidades. Segundo a palestrante, a norma possibilitou a criação de 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dseis), estruturados em polos-base, além dos Conselhos Distritais de Saúde Indígena (Condisi), responsáveis pelo controle social da política pública. Apesar dos avanços, o obstáculo passou a ser a dificuldade de fixar médicos nas aldeias, sobretudo nas regiões de difícil acesso. Esse cenário mudou com a criação do Programa Mais Médicos. Para Deborah Duprat, a situação se agravou após a aprovação da Emenda Constitucional nº 95 de 2016, que instituiu o teto de gastos públicos e foi classificada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma das políticas de austeridade mais severas do mundo. Segundo ela, a medida afetou diretamente o Programa de Promoção, Proteção e Recuperação da Saúde Indígena. “As quedas no financiamento foram terríveis e a chegada do governo Bolsonaro foi ainda pior”, apontou. De acordo com a subprocuradora-geral da República aposentada, o desfinanciamento das políticas públicas, aliado à pandemia da Covid-19, contribuiu significativamente para o aumento das taxas de mortalidade entre os povos indígenas. Ela citou estudos que registraram crescimento nas internações de indígenas por síndrome respiratória aguda grave durante o período pandêmico, além de apontarem que os indígenas tinham 4,5 vezes mais chances de contágio pela doença e taxa de mortalidade 150% superior à da população em geral. Deborah Duprat também abordou os impactos da mineração ilegal (garimpo) e do desmatamento em terras indígenas. “Temos problemas severos de escolhas políticas que causaram impactos significativos no desenho da saúde indígena. Um desenho muito bonito, resultado da luta indígena, mas que teve um impacto absolutamente desproporcional em razão da emenda do teto de gastos, do desfinanciamento da política e da falta de medidas severas para garantir a integridade territorial. Nós não temos um sistema que sobreviva a terras invadidas”, finalizou. O líder indígena, professor e ativista ambiental Dário Kopenawa Yanomami, vice-presidente da Hutukara Associação Yanomami, agradeceu ao MPMT pela iniciativa do evento. Como debatedor, argumentou que a política de saúde do país não atende, na prática, os indígenas. Disse que é um sonho receber atendimento adequado e de qualidade, mas que a realidade é outra, de esquecimento. “Temos que falar a verdade do que está acontecendo. Os dados são antigos e estão desatualizados. Quem conhece muito bem a saúde e sofre somos nós, povos indígenas, que vivemos nas aldeias, longe, onde não tem acesso e onde os médicos não chegam”, afirmou. Ele classificou como irresponsável a postura do Governo Federal diante da crise enfrentada pelos povos indígenas. “Nós estamos sofrendo com a falta de assistência e de compromisso, especialmente nas terras yanomamis, que embora estejam demarcadas e homologadas, estão desprotegidas e sendo invadidas por garimpeiros ilegais. É uma situação vulnerável, a nossa saúde não está sendo cuidada”, alertou. De acordo com Dário Kopenawa, a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro representou um período trágico para o povo yanomami. “Morreram pelo menos 570 crianças yanomamis por irresponsabilidade do governo Bolsonaro. Fico muito triste porque nossas crianças querem viver, conhecer a floresta. Por isso é importante que o Ministério Público investigue essa irresponsabilidade, má organização da saúde pública”. Outro ponto destacado pelo debatedor foi o avanço do garimpo ilegal em terras indígenas, apontado por ele como o principal vetor de mortes entre a população indígena, devido à disseminação de doenças e à contaminação dos rios. “Cadê os nossos governantes para proteger as nossas terras demarcadas?”, questionou. O líder indígena também chamou atenção para a presença crescente do crime organizado e de facções criminosas nas aldeias, cenário que classificou como preocupante. “Nossa saúde não está melhorando, mas, como lutadores, como povos da floresta, vamos continuar cobrando do governo federal os nossos direitos”, asseverou. Segundo ele, apesar de o discurso predominante apontar a fome como principal causa das mortes entre os yanomamis, a origem da crise está diretamente relacionada aos impactos do garimpo ilegal e às consequências provocadas pela atividade nos territórios indígenas. Atuando como mediador do debate, o promotor de Justiça Fabrício Miranda Mereb, titular da 1ª Promotoria de Justiça de Campinápolis, manifestou solidariedade à causa indígena e afirmou compartilhar da mesma realidade enfrentada na região onde atua, marcada por elevados índices de mortalidade infantil entre os povos. “Quando uma criança morre, nós morremos juntos, internamente, e isso é muito dolorido. Saiba que estamos juntos nessa luta para construir uma rede de saúde e sanitária abrangente, que tenha uma escuta qualificada do povo indígena”, considerou. O promotor de Justiça acrescentou que a questão sanitária não pode ser compreendida apenas sob a perspectiva do acesso a medicamentos e atendimento médico, mas também envolve saneamento básico, qualidade dos rios e segurança alimentar. “É necessário que tenhamos um olhar holístico para toda a situação e, junto com o povo indígena, construamos um futuro melhor para essa população”, defendeu. Participaram do debate indígenas das etnias Xingu, Xavante, Karajá, Nawá, Yanomami, Paresi, Nambiquara, Juruna, Arara, Waurá, Apyãwa e Wamariwê, além de quilombolas e representantes do Ministério dos Povos Indígenas, dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dseis), da Polícia Judiciária Civil, da Secretaria de Cultura de Diamantino e alunos da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) de Diamantino. Programação – O webinar “SUS Negado, Povo Apagado: A Biopolítica da Morte de Indígenas” é promovido pela Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), Escola Institucional do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT). A programação segue até o dia 11 de junho. Na quarta-feira (10), a socióloga Haya Del Bel ministrará a palestra “Saúde Indígena e Território: o corpo-terra sob ataque”. Doutora em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com estágio doutoral na Universidad Complutense de Madrid, a pesquisadora participará de debate ao lado da liderança indígena e professora Lucila da Costa Moreira Nawa e do missionário do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Roberto Antônio Liebgott. A mediação será conduzida pelo promotor de Justiça Carlos Rubens de Freitas Oliveira Filho. Encerrando a programação, no dia 11 de junho será realizada a Escuta Pública dos Usuários, mediada pela promotora de Justiça Maria Coeli Pessoa de Lima.
Fonte: Ministério Público MT – MT
MATO GROSSO
Cidadania e acolhimento marcam passagem da Justiça Sem Fronteiras por Santa Clara de Monte Cristo
Publicado
16 de junho de 2026
A passagem da segunda edição da Expedição Justiça Sem Fronteiras por Santa Clara de Monte Cristo, distrito de Vila Bela da Santíssima Trindade, foi marcada por histórias de acolhimento, cidadania e acesso a direitos.
Moradora da comunidade Santa Mônica, Gizelia Hurtado buscou orientação junto à Caixa Econômica Federal para garantir o benefício Pé-de-Meia para a filha de 17 anos, que está concluindo o Ensino Médio. “Graças a Deus deu tudo certo. Fui muito bem atendida. Se tivesse que ir para a cidade seria muito difícil, porque tem o custo do transporte e muitas vezes a gente vai e não consegue resolver. Aqui consegui resolver tudo perto de casa. Isso ajuda muito”, relatou.
“Eu acredito que essa expedição é uma bênção para a nossa região. Muitas pessoas nasceram e cresceram aqui e nunca tiveram acesso a tantos serviços reunidos em um só lugar. Ficamos felizes em ver nossos familiares, amigos e moradores sendo beneficiados. Muitas dessas pessoas dificilmente conseguiriam buscar esses atendimentos em outras cidades. A expedição traz oportunidades que fazem diferença na vida de quem mora aqui”, destacou.Autor: Emily Magalhães
Fotografo: Josi Dias
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
A 8ª Promotoria de Justiça Cível de Defesa da Educação de Cuiabá instaurou três inquéritos civis para apurar as condições de contratação de profissionais da educação nas redes estadual de Mato Grosso e municipais de Cuiabá e Acorizal. O objetivo é verificar a realização de concursos públicos ou processos seletivos, bem como a adesão à Prova Nacional Docente (PND), política criada pelo Ministério da Educação (MEC) em 2026 para aprimorar a seleção de professores da educação básica no país.Conforme o promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior, a iniciativa busca levantar informações para avaliar a possível dependência de contratações temporárias, a eventual ausência de concursos públicos regulares, a adesão à política nacional de seleção de docentes (PND) e a existência de planejamento estruturado para a valorização da carreira.O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) determinou o envio de ofícios à Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), e às secretarias municipais de Educação de Cuiabá e de Acorizal, requisitando informações como a adesão à Prova Nacional Docente (PND), ou, em caso negativo, as justificativas e a previsão de adesão; a data de realização do último concurso público ou processo seletivo; e a existência de previsão para novas seleções, com a apresentação de cronograma.As instituições também deverão encaminhar relação atualizada dos profissionais da educação, com detalhamento por função, local de lotação e tipo de vínculo (efetivo ou temporário). O MPMT requisitou ainda informações sobre o planejamento de políticas de valorização da categoria, incluindo estruturação de carreiras, recomposição do quadro efetivo e adoção de processos seletivos mais técnicos, transparentes e impessoais.O promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior considerou que que dados do Censo Escolar indicam que, nos últimos anos, tem havido aumento no número de professores temporários no país, em desacordo com a previsão constitucional e legal. Em algumas redes estaduais, mais de 70% do corpo docente possui vínculo precário.Considerou também levantamento baseado em painel de Business Intelligence (BI) do MEC aponta que Cuiabá está classificada como Prioridade 3, com 5,5% de inadequação docente, 83% de profissionais concursados e último concurso realizado entre seis e oito anos. Já o município de Acorizal também figura na Prioridade 3, com 53,5% de inadequação docente, 64% de profissionais concursados e ausência de informações sobre o último concurso público na área da educação, bem como sobre a existência de Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) para a categoria.
Fonte: Ministério Público MT – MT
Envie sua denúncia
Lionel Messi brilha com hat-trick e Argentina vence a Argélia por 3 a 0
Comissão de Fiscalização aprova projeto de apoio às APAEs e mantém parte de veto à LOA
Câmara aprova projeto que garante atestado para funcionário que acompanhar criança doente
Deputados analisam projeto que garante atestado para funcionário que acompanhar criança doente; acompanhe
Câmara aprova regime de urgência para 12 projetos
DIAMANTINO
Prefeitura de Diamantino abre nova etapa de credenciamento do programa Prospera + Diamantino
A Prefeitura de Diamantino, por meio da Secretaria Municipal de Administração, realizará no dia 18 de junho de 2026 uma...
Mães atípicas participam de oficina de brigadeiro em Diamantino
A Prefeitura de Diamantino, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Trabalho e Cidadania, realizou, na segunda-feira (02.06), uma...
Diamantino realiza a 12ª Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente
A Prefeitura de Diamantino, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Trabalho e Cidadania e do Conselho Municipal dos...
POLÍTICA MT
Comissão de Fiscalização aprova projeto de apoio às APAEs e mantém parte de veto à LOA
A Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou reunião ordinária...
Comissão aprova emissão online de GTA para eventos agropecuários em Mato Grosso
A Comissão de Agropecuária, Desenvolvimento Florestal e Agrário e de Regularização Fundiária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou,...
Com apoio de Botelho, Quatro Marcos recebe motocicletas, trator e veículo para fortalecer saúde e agricultura familiar
O município de São José dos Quatro Marcos recebeu importantes investimentos para fortalecer os serviços públicos e impulsionar a agricultura...
POLICIAL
Polícia Civil cumpre mandado de busca e apreensão em Comodoro e apreende armas de fogo e munições
A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta terça-feira (16.6), um mandado de busca e apreensão domiciliar em uma propriedade localizada...
Polícia Civil prende condenado por tráfico de drogas procurado pela Justiça de São Paulo
A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta terça-feira (16.6), um mandado de prisão expedido pela Justiça do Estado de São...
Polícia Civil prende casal que aplicou golpe de R$ 38 mil em empresa de produtos de harmonização orofacial
A Polícia Civil de Mato Grosso, em apoio à Polícia Civil do Paraná, prendeu em flagrante, nesta terça-feira (16.6), em...
MATO GROSSO
Cidadania e acolhimento marcam passagem da Justiça Sem Fronteiras por Santa Clara de Monte Cristo
A passagem da segunda edição da Expedição Justiça Sem Fronteiras por Santa Clara de Monte Cristo, distrito de Vila Bela...
MPMT investiga contratações temporárias na Educação
A 8ª Promotoria de Justiça Cível de Defesa da Educação de Cuiabá instaurou três inquéritos civis para apurar as condições...
Justiça e Corpo de Bombeiros se unem pela pacificação social em Rondonópolis
O Corpo de Bombeiros é reconhecido por salvar vidas e apagar incêndios que destroem o patrimônio físico, mas, nesta terça-feira...
POLÍTICA NACIONAL
Câmara aprova projeto que garante atestado para funcionário que acompanhar criança doente
A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga a emissão de atestado para amparar ausência no trabalho de...
Deputados analisam projeto que garante atestado para funcionário que acompanhar criança doente; acompanhe
A Câmara dos Deputados analisa agora projeto de lei que obriga a emissão de atestado para amparar ausência no trabalho...
Câmara aprova regime de urgência para 12 projetos
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (16) o regime de urgência para 12 propostas. Os projetos com urgência podem...
ESPORTES
Lionel Messi brilha com hat-trick e Argentina vence a Argélia por 3 a 0
A Argentina começou com autoridade e derrotou a Argélia por 3 a 0, nesta terça-feira (16.06), a partida foi marcada...
Haaland brilha em estreia e Noruega goleia Iraque na Copa do Mundo
A seleção da Noruega iniciou sua trajetória na Copa do Mundo de 2026 com uma atuação convincente. Em partida válida...
Neymar volta ao gramado e alimenta esperança para sequência do Brasil na Copa
A Seleção Brasileira teve um reforço importante e aguardado durante o treinamento desta terça-feira, realizado com portões fechados no CT...
Mais Lidas da Semana
-
POLÍTICA NACIONAL10 de junho de 2026Instalada Frente Parlamentar Mista das Startups e do Empreendedorismo Inovador
-
POLÍTICA MT10 de junho de 2026Deputados participam de audiência no STF sobre disputa territorial com o Pará
-
Lucas do Rio Verde10 de junho de 20261º Arraiá da Cultura reunirá tradição e integração no bairro Jardim Amazônia
-
POLÍTICA NACIONAL10 de junho de 2026Município de SC pode receber título de Capital Nacional da Maior Onda
-
MATO GROSSO10 de junho de 2026Operação integrada apreende 83 quilos de droga e causa prejuízo superior a R$ 1,2 milhão às facções criminosas
-
DIAMANTINO10 de junho de 2026Alunos da rede estadual de Diamantino participam de palestra com o tema “Gravidez na Adolescência”
-
DIAMANTINO10 de junho de 2026Estão abertas as inscrições para a Copa Sest Senat de Futebol Society Infantil em Diamantino
-
POLICIAL10 de junho de 2026Polícia Civil prende investigado por lavagem de dinheiro e obstrução de investigação de homicídio em Rondonópolis

