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Polícia Civil cumpre mandados contra suspeitos de exaltar facção criminosa nas redes sociais

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (12.5), a Operação “Locus Defecit”, para cumprir quatro ordens judiciais contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos em diversas ações criminosas na região de Cáceres e de exaltar grupo criminoso nas redes sociais.

Na operação, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cáceres, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado do município (Draco/Cáceres).

As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá, incluindo a Penitenciária Central do Estado (PCE), já que um dos investigados se encontrava preso por tráfico de drogas.

O cumprimento dos mandados contou com o apoio da Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) e da Equipe Alfa da Penitenciária Central do Estado.

As investigações apontaram que os faccionados estão envolvidos com o tráfico de drogas em Cáceres e também atuavam como “missionários”, ostentando armas de fogo, drogas e valores em espécie por meio de redes sociais, com mensagens de exaltação ao grupo criminoso, inseridas em um contexto de confronto com uma facção criminosa rival.

Um dos alvos foi localizado e preso em um bar onde residia, na cidade de Cuiabá, enquanto o outro teve o mandado cumprido na PCE, onde já se encontrava recolhido.

Conforme o delegado Fabrício Alencar, responsável pela operação, o trabalho operacional teve como objetivo apreender materiais que possam reunir provas e evidências que contribuam para o avanço da investigação.

Nome da operação

O nome da operação, que significa “localização falhou”, faz referência a algumas publicações que os investigados faziam para demonstrar que não seriam localizados em investigações.

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Operação Pharus

A Operação “Locus Defecit” integra a Operação Pharus. Em 2026, a Polícia Civil iniciou ações do planejamento estratégico no âmbito da Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso.

O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para “farol”, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil de MT participa de encontro nacional de combate ao crime organizado e recuperação de ativos em Salvador

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A Polícia Civil de Mato Grosso participa, entre os dias 12 e 15 de maio, do Encontro Técnico Presencial Renorcrim e Recupera, sediado em salvador (BA). A iniciativa é promovida pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), em parceria com a Polícia Civil, o Tribunal de Justiça e o Ministério Público do Estado da Bahia.

O Encontro Técnico Presencial Renorcrim e Recupera reúne especialistas do Ministério da Justiça e Segurança Pública, das Polícias Civis, da Polícia Federal, dos Ministérios Públicos e do Poder Judiciário, com o objetivo de aprimorar estratégias de enfrentamento ao crime organizado no país.

O coordenador de Enfrentamento ao Crime Organizado da Polícia Civil de Mato Grosso, Rafael Scatolon, e o delegado titular da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), Gustavo Belão, participam do evento, que marca a integração entre duas importantes iniciativas nacionais: a Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim) e a Rede Nacional de Recuperação de Ativos (Recupera).

A proposta é fortalecer ações conjuntas com foco na descapitalização de organizações criminosas, por meio da asfixia financeira e do aperfeiçoamento das investigações.

O Secretário Nacional de Segurança Pública, Francisco Lucas, ressalta a importância da atuação integrada: “A integração institucional é a ferramenta mais poderosa que temos para desarticular o crime organizado e garantir que os ativos ilícitos retornem ao Estado”, destacou.

Durante o encontro, serão debatidos temas estratégicos como: Técnicas avançadas de investigação criminal; Inteligência financeira aplicada ao combate à criminalidade econômica; Aperfeiçoamento dos instrumentos jurídicos na persecução penal; Fortalecimento da cooperação entre instituições de diferentes esferas.

Integração e fortalecimento institucional

A Renorcrim, coordenada pela Senasp por meio da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), atua na promoção da cooperação entre unidades especializadas das polícias judiciárias em todo o país, incentivando o compartilhamento de informações, a capacitação contínua e a realização de operações integradas.

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Já a Rede Recupera consolida a articulação institucional para identificação, apreensão, administração e destinação de ativos relacionados a práticas criminosas. A recuperação de ativos é considerada uma das estratégias mais eficazes no combate ao crime organizado, ao enfraquecer financeiramente essas estruturas e permitir a reversão de recursos ilícitos em benefício da sociedade.

O encontro reforça o compromisso das instituições brasileiras com a integração, a inovação e a eficiência no enfrentamento ao crime organizado, consolidando uma atuação cada vez mais coordenada em nível nacional.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil de MT bloqueia R$ 29,4 milhões em ofensiva nacional contra facções criminosas

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As investigações da Polícia Civil de Mato Grosso levaram, entre abril e maio, ao bloqueio de R$ 29,4 milhões em bens e ativos de grupos e facções criminosas no Estado. Os dados são da Operação Renorcrim Recupera, coordenada nacionalmente pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Os bloqueios foram realizados em operações deflagradas pela Polícia Civil de Mato Grosso, mas também inseridas na Renorcrim Recupera, que busca o enfrentamento de grupos e facções criminosas, principalmente por meio de sua descapitalização. A ação foi realizada ao longo de 26 dias, entre 13 de abril e 8 de maio, em todo o país.

Foram bloqueados valores em contas bancárias, veículos, dinheiro em espécie e outros patrimônios ligados a esses grupos criminosos.

Segundo dados da Senasp, as ações desenvolvidas pelas unidades especializadas e delegacias da Polícia Civil de Mato Grosso também resultaram em 186 prisões, além do cumprimento de 184 mandados de busca e apreensão.

As ações integradas também resultaram na apreensão de 177 quilos de drogas, entre maconha, cocaína, skunk e pasta base, além de 565 unidades de drogas sintéticas. Também foram apreendidas 20 armas de fogo e 238 munições.

Durante a Renorcrim Recupera, a Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou diversas operações em diferentes regiões do Estado, como, por exemplo, Coroa Quebrada, Pentágono, Catalunha, Passagem Oculta, Supremo Engano, Safe House, Gerente Fantasma, Magazine, Aposta Perdida, Fracta, Red Line, Continuum e Baca. Todas foram voltadas ao combate ao tráfico de drogas, homicídios, lavagem de dinheiro, extorsão, fraudes eletrônicas, jogos de azar e atuação de facções criminosas.

As operações atingiram diretamente os núcleos financeiros dos grupos e facções criminosas, com bloqueios milionários de contas bancárias, apreensão de veículos de luxo, sequestro de bens e desarticulação de esquemas de lavagem de dinheiro utilizados para sustentar atividades ilícitas.

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Dados nacionais

A Operação Renorcrim Recupera mobilizou forças de segurança de todo o país em ações integradas, resultando, nacionalmente, em um prejuízo estimado de R$ 483 milhões aos grupos e facções criminosas, após o cumprimento de mandados judiciais, prisão de lideranças, apreensão de drogas e descapitalização financeira.

Além do impacto financeiro, a operação resultou na prisão de 909 pessoas, na apreensão de 110 armas de fogo e de 723 kg de drogas. A atuação integrada também priorizou investigações patrimoniais e financeiras, além do bloqueio e da indisponibilidade judicial de bens e ativos vinculados aos suspeitos.

Instituições envolvidas

A Renorcrim Recupera reúne esforços das Unidades Especializadas das Polícias Civis de Enfrentamento às Organizações Criminosas (Dracos ou similares), no âmbito da Rede Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas (Renorcrim), e das Unidades de Recuperação de Ativos, integrantes da Rede Nacional de Recuperação de Ativos (Recupera). A integração entre essas estruturas fortalece o uso da inteligência financeira como ferramenta essencial para enfraquecer a base econômica das facções.

A ação segue as diretrizes da Doutrina Nacional de Atuação Integrada de Segurança Pública (Dnaisp), que orienta o trabalho coordenado entre os órgãos de segurança pública, promovendo maior eficiência, padronização e interoperabilidade nas ações.

Com planejamento estratégico baseado em evidências e alinhado às diretrizes nacionais de segurança pública, a iniciativa reforça o compromisso das instituições brasileiras em enfraquecer, de forma duradoura, as estruturas financeiras e operacionais de grupos e facções criminosas em todo o país.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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