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Ministério dos Transportes publica portarias para fortalecer integridade, ética e governança

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O ministro dos Transportes, George Santoro, assinou três portarias que reforçam o compromisso da pasta com a transparência, a ética e a prevenção à corrupção. Os documentos foram publicados no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (17) e abrangem a administração direta do Ministério e as entidades vinculadas.
As medidas integram um conjunto de instrumentos que estruturam a identificação e o tratamento de riscos, orientam a conduta dos servidores e fortalecem o monitoramento da integridade pública no dia a dia do órgão.

“Essas portarias consolidam um ciclo importante iniciado na gestão do ex-ministro Renan Filho, transformando diretrizes em instrumentos concretos de integridade para toda a pasta. Estamos institucionalizando avanços que começaram lá atrás, garantindo que a agenda de integridade seja permanente, estruturada e cada vez mais efetiva”, ressalta Santoro.

As três portarias dialogam com o Modelo de Maturidade em Integridade Pública (MMIP), referencial da Controladoria-Geral da União (CGU), que orienta a evolução dos órgãos públicos em cinco níveis progressivos e em três dimensões: governança e estrutura organizacional para a integridade; capacidade organizacional para a integridade; e gestão e desempenho da integridade.

Na prática, cada medida atua em um eixo específico da governança. Entenda:

Política de Gestão de Riscos

A Portaria nº 244 institui a Política de Gestão de Riscos do Ministério dos Transportes. O instrumento estabelece princípios, objetivos, diretrizes, competências e responsabilidades para que a pasta identifique, avalie, trate, monitore e comunique riscos que possam afetar o alcance de seus objetivos institucionais, inclusive aqueles ligados à integridade, como desvios de conduta ou irregularidades em contratos.

A política está integrada ao planejamento estratégico e ao Plano de Integridade do Ministério para garantir que a gestão de riscos seja incorporada às rotinas de trabalho dos servidores.

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Código de Conduta Ética

A Portaria nº 245 aprova o Código de Conduta Ética do Ministério dos Transportes. O documento reúne princípios e regras de conduta ética que orientam o comportamento de todos os agentes públicos que atuam na pasta.

O código define diretrizes sobre temas como o uso adequado da autoridade, o uso de redes sociais, o recebimento de presentes e hospitalidades, a proteção de informações sigilosas e os canais oficiais de denúncia.

O texto também estabelece regras para a prevenção do assédio moral e sexual, da discriminação e do nepotismo, práticas incompatíveis com o interesse público e com os princípios da administração pública.

Sistema de Integridade

E a Portaria nº 247 institui o Sistema de Integridade do Ministério dos Transportes. A medida organiza, de forma integrada e sistêmica, toda a atuação institucional na promoção da integridade pública, tanto na administração direta quanto nas entidades vinculadas.

O sistema tem três eixos estruturantes: integridade; transparência e acesso à informação; e ética, com atenção especial à governança das contratações públicas e à gestão contratual.

A portaria também prevê a elaboração anual de um Relatório do Sistema de Integridade, instrumento que consolida os resultados alcançados e dá transparência à sociedade sobre as ações da pasta.

Reconhecimento nacional

O Ministério dos Transportes está entre as três instituições do Executivo federal que alcançaram o Nível 3 no ranking de integridade da CGU. O resultado reflete o amadurecimento das práticas de governança, transparência, prevenção à corrupção e ética pública adotadas pela pasta.

Em outubro de 2025, o Fórum de Integridade da Infraestrutura reconheceu o protagonismo do Ministério na consolidação de práticas éticas e de governança no setor. O então ministro Renan Filho e o atual ministro George Santoro receberam homenagem pelo avanço da pasta ao Nível 3.

Com as novas medidas publicadas no DOU, o Ministério dos Transportes reforça a agenda de integridade como eixo estruturante da atuação da pasta.
“Mais do que cumprir critérios, atingimos um padrão elevado de governança que fortalece a confiança na atuação do Ministério. Esse avanço é resultado do engajamento das equipes e de um compromisso permanente com uma gestão pública mais íntegra e eficiente”, afirma o ministro George Santoro.

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Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Curso da Senasp no Acre fortalece combate à lavagem de dinheiro com uso de tecnologia

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Rio Branco, 17/4/2026 – A Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), promoveu capacitação integrada voltada às forças de segurança do Acre (AC). A iniciativa ocorreu entre 6 e 17 de abril, em Rio Branco.

O curso é focado na identificação e no combate a crimes de lavagem de dinheiro com uso de tecnologia e análise de dados. Com carga de 80 horas-aula, a ementa incluiu disciplinas como rastreamento de ativos e análise financeira, entre outras.

A capacitação reuniu 40 profissionais da Polícia Federal (PF), da Polícia Civil do Acre (PCAC) e da Polícia Militar do Acre (PMAC). Os alunos também realizaram atividades práticas para simular situações de enfrentamento ao crime organizado.

O delegado adjunto da Polícia Civil do Acre, Martin Hessel, destacou a importância desse tipo de ação para a integração nas operações. “Nós agradecemos e avaliamos que essa iniciativa vai contribuir para o combate ao crime organizado no estado, pois traz atualizações e novidades aos profissionais”, disse.

Qualificação profissional

A ação reforça o compromisso da Senasp com a qualificação continuada dos profissionais de segurança pública e com o fortalecimento da atuação integrada entre União, estados e instituições federais, ampliando a capacidade de resposta do Estado em cenários críticos.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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MJSP coordena delegação brasileira para terceira Cúpula de Aferição de Idade

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Manchester, 17/4/2026 – O ECA Digital foi tema de debate durante a terceira Cúpula Global de Aferição de Idade, realizada entre 14 e 16 de abril, em Manchester, no Reino Unido. A Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), coordenou a delegação brasileira.

O diretor de Segurança e Prevenção de Riscos no Ambiente Digital, Ricardo Lins Horta, apresentou a linha do tempo de aprovação da Lei 15.211/2025, detalhou o escopo de aplicação das ferramentas de verificação de idade e apresentou o cronograma de implementação dessas soluções no País.

O evento reuniu representantes de governos, empresas, órgãos reguladores, especialistas e membros de organizações da sociedade civil interessados em ferramentas de verificação de idade para proteção de crianças e adolescentes na internet.

Este é o segundo ano em que a iniciativa conta com a participação de delegação brasileira. A aprovação do ECA Digital foi objeto de grande interesse, por se tratar de uma lei de proteção infantil muito abrangente, com dispositivos que vão da exigência de aferição de idade às exigências para ferramentas de controle parental, passando pela obrigatoriedade de comunicação de crimes, medidas de transparência e de segurança por design.

Várias companhias que oferecem soluções técnicas para aferição de idade apresentaram seus produtos. Governos e sociedade civil defenderam suas visões sobre a implementação, tema principal desta edição da cúpula. As soluções menos invasivas para verificação de idade, que minimizam a coleta e a transmissão de dados, de modo a preservar a privacidade dos usuários da internet, foram destaque, sobretudo, pela rapidez com que têm ganhado espaço.

Ricardo Lins Horta apresentou o ECA Digital e falou sobre a implementação das soluções de verificação de idade. Foto: Divulgação/MJSP.
Ricardo Lins Horta apresentou o ECA Digital e falou sobre a implementação das soluções de verificação de idade. Foto: Divulgação/MJSP.
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Durante o evento, foram mostrados detalhes técnicos do aplicativo de carteira digital anunciado pela União Europeia. A solução integrada e interoperável permite operacionalizar soluções de “prova de conhecimento zero” de verificação de idade. Essas soluções são consideradas as que mais preservam a privacidade dos usuários, pois permitem atestar a idade do usuário da internet sem coletar dados sobre seus padrões de uso e sem a necessidade de fornecimento de todos os seus dados de identificação.

O coordenador-geral de Fiscalização da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), Jorge Fontelles de Lima, participou de mesa com reguladores de proteção infantil de vários países, ao lado de representantes do Office of Communications (Ofcom) britânico e de reguladores da Nigéria e das Ilhas Fiji.

O Ofcom é a autoridade reguladora independente para as indústrias de comunicações no Reino Unido, que supervisiona TV, rádio, serviços postais, redes fixas e móveis e, sob a Online Safety Act, regula a segurança on-line. O objetivo é proteger consumidores, garantir concorrência justa e gerenciar o espectro de radiofrequência.

A delegação brasileira se apresentou em mesa redonda de discussão sobre os desdobramentos do ECA Digital no Brasil.

A diretora-executiva do Instituto Alana, Isabella Henriques, fez apresentação sobre os impactos da lei.

Integraram ainda a delegação brasileira o CEO da SaferNet, Thiago Tavares; o diretor de Infraestrutura Nacional de Dados no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Marcos Moreira; a coordenadora-geral de Estudos e Pesquisas da Superintendência de Inovação Tecnológica da ANPD, Angela Halen Claro Franco; além da advogada da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e Tecnologias Digitais (Brasscom), Ana Paula Bialer.
A empresa Unico, uma das principais idtechs brasileiras, especialista em soluções de identidade digital e biometria facial, também enviou representantes ao evento.

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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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