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Programa Energias da Amazônia amplia acesso à energia limpa para mais 60 mil paraenses

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O Programa Energias da Amazônia, política pública do Ministério de Minas e Energia (MME), alcançou mais um importante avanço na promoção da transição energética e do desenvolvimento sustentável na região Norte do país. No último mês, duas novas interligações foram concluídas no estado do Pará, ampliando o acesso à energia elétrica limpa, segura e de qualidade para mais de 60 mil habitantes.

A iniciativa integra a estratégia de modernização do atendimento energético das comunidades localizadas em Sistemas Isolados, municípios e localidades que historicamente dependem da geração local, predominantemente a óleo diesel, e que não possuem conexão com o Sistema Interligado Nacional (SIN).

Em Aveiro (PA), foram investidos R$ 56,1 milhões na implantação de 129 quilômetros de linhas de transmissão, beneficiando diretamente cerca de 19.000 moradores. Já em Porto de Moz (PA), o investimento alcançou R$ 267,2 milhões, com a construção de 189 quilômetros de linhas de transmissão em padrão 138 kV, levando mais segurança energética para uma população de 44.121 habitantes.

As novas interligações são soluções mais eficazes e representam um passo importante na substituição da geração baseada em combustíveis fósseis, resultado pelo atendimento do SIN que conta com mais de 90% da geração renovável . Além de garantir maior confiabilidade no fornecimento de energia, a conclusão das interligações contribuem para a redução das emissões de gases de efeito estufa, fortalecendo o compromisso do Brasil com a transição energética.

O Programa Energias da Amazônia reafirma o papel da infraestrutura energética como vetor de inclusão social, desenvolvimento econômico e melhoria da qualidade de vida das populações amazônicas, conectando comunidades, promovendo oportunidades e impulsionando um futuro mais sustentável para a região.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Operação Mulher Segura registra 630 prisões nos primeiros 15 dias da segunda edição

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Brasília, 16/6/2026 – Os primeiros 15 dias da segunda edição da Operação Mulher Segura apresentam resultados expressivos no enfrentamento à violência contra a mulher em todo o País. Coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), a iniciativa contabilizou, até o momento, 630 prisões relacionadas à violência contra a mulher, além da promoção de atividades preventivas, educativas e ostensivas em todas as unidades da Federação.

Desde o início da mobilização, em 1º de junho, foram realizadas 218 atividades educativas presenciais e 95 iniciativas em mídias sociais, alcançando diretamente 12.452 pessoas em ações de conscientização e prevenção. Além disso, mais de 2 mil mulheres vítimas de violência receberam atendimento e acolhimento durante o período.

A Operação Mulher Segura reúne esforços da Senasp, do Ministério das Mulheres, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), das Secretarias de Segurança Pública dos estados e do Distrito Federal, das polícias civis, militares e penais, dos corpos de bombeiros militares, das guardas municipais e das demais instituições que integram a rede de proteção às mulheres.

A gestora do Centro Integrado Mulher Segura (Cims), Fernanda Antonucci, destaca que a operação tem como objetivo fortalecer a prevenção e ampliar a capacidade de resposta do Estado diante das diferentes formas de violência de gênero.

“A Operação Mulher Segura é uma mobilização nacional voltada à proteção das mulheres e à prevenção do feminicídio. Mais do que números, esses resultados representam vidas protegidas, agressores responsabilizados e uma rede de apoio atuando de maneira integrada em todo o País. A atuação conjunta das forças de segurança e dos órgãos parceiros permite ampliar o atendimento às vítimas, fortalecer as medidas preventivas e levar informação para que cada vez mais mulheres conheçam seus direitos e os mecanismos de proteção disponíveis.”

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Atuação permanente

A segunda edição da Operação Mulher Segura foi lançada em razão dos avanços obtidos na primeira fase da operação, realizada entre fevereiro e março deste ano.

Diante dos resultados alcançados, a Senasp propôs a ampliação da estratégia, transformando a ação em um esforço permanente e mais abrangente. A nova edição teve início em 1º de junho e seguirá até 31 de dezembro de 2026, com atividades contínuas voltadas à prevenção da violência contra a mulher, ao enfrentamento do feminicídio e ao fortalecimento da rede de proteção.

As atividades incluem o cumprimento de mandados de prisão, o acompanhamento de medidas protetivas, o atendimento às vítimas, a realização de campanhas educativas e iniciativas de conscientização junto à população.

Prioridade nacional

A Operação Mulher Segura integra uma das prioridades do Governo Federal e do Ministério da Justiça e Segurança Pública para a redução dos índices de violência de gênero e a prevenção do feminicídio.

Ao promover a integração entre instituições de segurança pública e órgãos da rede de proteção, a operação busca ampliar a presença do Estado nos territórios, garantir maior segurança às mulheres em situação de vulnerabilidade e fortalecer a resposta institucional aos casos de violência doméstica e familiar.

Os dados da Operação Mulher Segura serão atualizados periodicamente ao longo da execução.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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BRASIL

Em reunião com secretários de Trabalho ministro defende melhoria nos sistemas públicos de emprego no país

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, durante reunião em Brasília nesta terça-feira (16), com secretários de Trabalho de vários estados e o presidente do Fórum Nacional de Secretários do Trabalho, Vladyson Viana, intensificou a necessidade de priorizar o fortalecimento das políticas públicas do MTE nos territórios. “Os municípios são os maiores realizadores de políticas do governo federal sendo urgente o aperfeiçoamento dos sistemas públicos de emprego nos estados”, afirmou.

A troca de experiências entre secretarias de Trabalho e o MTE é uma das prioridades, afirmou o ministro. Luiz Marinho ressaltou que a sua gestão vem priorizando essa aproximação, com lançamento de ações conjuntas, como os Pactos pelo trabalho decente nas safras do café e do vinho, do carnaval em Salvador e a inauguração da “Casa do Trabalhador” nos estados.

“Precisamos de efetividade em políticas de geração de emprego e renda, da economia solidária, intermediação de mão de obra e, principalmente, na qualificação profissional de trabalhadores nos territórios”, alertou o ministro, que tem participado pessoalmente da inauguração das “Casa do Trabalhador” nos estados.

A “Casa do Trabalhador” busca melhorar a qualidade de atendimento ao trabalhador na ponta, oferecendo uma carta de serviços que abrange um novo padrão na prestação de serviços do Ministério, assegurando ao trabalhador um atendimento ágil e eficaz, reunindo num mesmo ambiente a intermediação de mão de obra, qualificação profissional, fomento ao empreendedorismo, orientação sobre rescisão trabalhista e acesso a benefícios como Abono Salarial e Seguro Desemprego, integrando o MTE com serviços dos entes estaduais.

Ela também citou iniciativas como a adesão a Escola do Trabalhador 4.0, que vem acontecendo em vários municípios pelo país. “Já são várias prefeituras de todo país que vem aderindo a escola “on-line”, ressaltou.

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A Escola do Trabalhador 4.0 oferece cursos on-line e gratuitos voltados ao desenvolvimento de competências digitais e à inserção profissional na chamada Economia 4.0. A plataforma, uma parceria com a Microsoft, disponibiliza 200 cursos, distribuídos em nove categorias e 40 trilhas educacionais, totalizando 778 horas de capacitação.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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