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BRASIL

MME apresenta na Câmara estudos que apontam redução do risco ao suprimento de energia com o LRCAP

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O Ministério de Minas e Energia (MME) apresentou, nesta terça-feira (2/6), na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, estudos que indicam redução dos riscos ao suprimento de energia elétrica com a realização do Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP). A audiência foi conduzida pelo ministro de Minas e Energia em exercício, Gustavo Ataide, e contou com apresentações do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Representando o ministro Alexandre Silveira, Ataide destacou que o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) define critérios de confiabilidade para o setor elétrico, incluindo o limite de até 5% para o risco de suprimento, usado no planejamento e na operação do Sistema Interligado Nacional (SIN).

Segundo os estudos apresentados, sem a contratação de potência por meio do LRCAP, o risco de déficit de potência aumentaria nos próximos anos, podendo chegar a cerca de 40% em 2027, 70% em 2028, 80% em 2029 e 100% em 2030.

Com o leilão, os riscos diminuem de forma significativa. As projeções apontam índices de aproximadamente 20% em 2027, 30% em 2028 e 2029, e 40% em 2030, reforçando a confiabilidade do sistema elétrico. Ou seja, mesmo com o LRCAP 2026, os estudos indicam que ainda há necessidade de contratação de potência. Por isso, o ministro ressaltou, por exemplo, a realização do leilão de baterias ainda este ano.

“Assim como o Banco Central persegue uma meta de inflação, o setor elétrico possui critérios de risco definidos pelo CNPE que precisam ser observados pelo planejamento e pela operação do sistema. Cabe ao poder público perseguir esses parâmetros para evitar expor o consumidor ao risco de apagões”, afirmou Gustavo Ataíde.

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O ministro em exercício explicou que os números mostram os desafios trazidos pela expansão das fontes renováveis. Embora a geração solar e eólica seja essencial para a transição energética, ela exige recursos complementares capazes de fornecer potência nos momentos de maior demanda ou menor geração dessas fontes.

Para ilustrar a importância da contratação, Ataide comparou o mecanismo a um seguro.

“É como um seguro de carro. Ninguém faz um seguro esperando usá-lo, mas para ter a tranquilidade de que estará protegido quando precisar. O LRCAP segue a mesma lógica: garantir que o sistema tenha recursos disponíveis para responder aos momentos mais críticos”, explicou.

As apresentações de ONS, EPE e CCEE reforçaram que o LRCAP não tem como objetivo contratar energia, mas garantir potência disponível para atender o sistema em momentos de maior necessidade. Os estudos também destacaram que o mecanismo é importante para manter a confiabilidade do SIN, aumentar a flexibilidade operacional e apoiar a expansão das fontes renováveis.

Ataide ressaltou ainda que o LRCAP foi construído ao longo dos últimos anos com participação da sociedade e dos agentes do setor, por meio de consultas públicas e análises técnicas. Segundo ele, o objetivo é ampliar a oferta de energia limpa sem comprometer a segurança do abastecimento.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Brasil e Colômbia debatem ampliação do comércio e novas parcerias bilaterais

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Brasil e Colômbia, em encontro bilateral realizado nesta terça-feira (16/06), em Bogotá, entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, e a ministra de Comércio, Indústria e Turismo da Colômbia, Diana Morales Rojas, reafirmaram o compromisso de intensificar o diálogo e a cooperação em matéria de comércio, investimentos e integração produtiva no setor automotivo, celebrando a continuidade da vigência do Acordo Automotivo no âmbito do ACE 72, destacando seu papel na previsibilidade dos fluxos comerciais entre os dois países.

Com o objetivo de fortalecer os vínculos econômico-comerciais e avançar em iniciativas de ampliação e cooperação industrial entre os dois países, as autoridades reafirmaram a disposição de preservar e aprofundar os instrumentos bilaterais existentes, além de promover novas oportunidades comerciais.

Segundo o ministro Márcio Elias Rosa, “a visita do presidente Lula a Bogotá, em abril de 2024, marcou um novo patamar na relação bilateral, elevando-a ao nível de prioridade estratégica. Temos hoje a oportunidade de traduzir essa orientação em resultados concretos e benéficos para nossas economias e sociedades”.

O ministro do MDIC também ressaltou a convergência entre a Nova Indústria Brasil (NIB) e a política de reindustrialização colombiana como oportunidade para ampliar a cooperação bilateral e impulsionar o desenvolvimento conjunto em áreas estratégicas, como mobilidade sustentável, insumos farmacêuticos, construção naval, defesa, hidrogênio verde, biocombustíveis e bioinsumos.

Em 2025, a corrente de comércio entre Brasil e Colômbia alcançou US$ 5,4 bilhões, com exportações brasileiras de US$ 3,4 bilhões. A pauta exportadora é diversificada e inclui veículos e autopeças, café, papel e cartão, produtos de perfumaria, pneus, medicamentos, produtos químicos, calçados, máquinas e equipamentos.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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BRASIL

Ministro da Justiça e Segurança Pública recebe presidente eleito do STJ em agenda institucional

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Brasília, 16/6/2026 – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, recebeu, na segunda-feira (15), o ministro Luis Felipe Salomão, eleito para presidir o Superior Tribunal de Justiça (STJ) no biênio 2026-2028. Durante o encontro, foram discutidos temas de interesse comum relacionados ao fortalecimento do sistema de Justiça e à cooperação institucional.

Eleito por unanimidade pelo Pleno do STJ, o ministro Luis Felipe Salomão tomará posse na presidência da Corte em agosto, sucedendo o ministro Herman Benjamin. Atual vice-presidente do tribunal, Salomão também assumirá a presidência do Conselho da Justiça Federal (CJF).

O encontro reforçou o compromisso com o diálogo permanente e a atuação coordenada em iniciativas voltadas ao aprimoramento das políticas públicas e ao fortalecimento das instituições brasileiras.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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