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MDIC lança iniciativa para acelerar tecnologias voltadas à resiliência climática

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) lançou, em Porto Alegre (RS), uma iniciativa para conectar empresas, instituições científicas e tecnológicas, universidades, startups e governos com o objetivo de acelerar o desenvolvimento e a adoção de soluções inovadoras voltadas ao enfrentamento dos impactos das mudanças climáticas.

O projeto foi apresentado na última terça-feira (18/06) e é financiado pelo programa Euroclima e implementado pelo MDIC, com apoio da Fundação para a Internacionalização das Administrações Públicas (FIAP). A iniciativa prevê a realização de rodadas de negócios, conexões entre ofertantes e demandantes de tecnologias e a articulação de parcerias entre atores nacionais e europeus, com foco em soluções aplicadas à infraestrutura resiliente rural e urbana.

Durante a abertura do evento, o secretário de Competitividade e Política Regulatória do MDIC, Pedro Ivo Sebba Ramalho, destacou a importância da inovação e da cooperação para ampliar a capacidade de resposta do país aos desafios climáticos.

“A resiliência climática é também uma agenda de competitividade. Precisamos fortalecer os mecanismos que conectam conhecimento, tecnologia e investimento para transformar desafios em oportunidades de desenvolvimento sustentável e inovação para o país”, explicou.

Embora tenha alcance nacional, a iniciativa foi concebida a partir das lições aprendidas com as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024, reforçando a necessidade de ampliar capacidades institucionais e tecnológicas voltadas à prevenção, mitigação e resposta a eventos climáticos extremos.

Na ocasião, também foi apresentado o edital “Conexões em Infraestrutura Rural e Urbana”, lançado pelo MDIC para identificar ofertantes e demandantes de soluções tecnológicas voltadas à resiliência climática. A chamada contempla áreas como monitoramento hidrometeorológico, sistemas de alerta precoce, drenagem urbana inteligente, soluções baseadas na natureza, energia resiliente, mobilidade para evacuação e gestão inteligente de resíduos. As inscrições estão abertas até 3 de julho.

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Cooperação para a inovação climática

O projeto reúne parceiros nacionais e internacionais, entre eles a Agência Brasileira de Cooperação (ABC), a Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), a Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (SICT) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A iniciativa faz parte do programa Euroclima, voltado ao fortalecimento da cooperação entre a União Europeia e países da América Latina e do Caribe na agenda climática.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Senad e Capes selecionam 24 projetos para ações de prevenção, cuidado e inclusão social

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Brasília, 18/6/2026 – A articulação entre ciência, extensão universitária e políticas públicas será ampliada com a implementação da Rede dos Centros de Acesso a Direitos e Inclusão Social na Política sobre Drogas (Rede Cais) Acadêmicos, linha específica do Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação. A iniciativa, conduzida pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad/MJSP) em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), reunirá 24 universidades e institutos federais para desenvolver ações de inclusão social, prevenção e promoção de direitos em comunidades em situação de vulnerabilidade.

Com investimento superior a R$ 25 milhões, o programa estrutura a Rede Cais Acadêmicos, com atuação em todo o País. As instituições contempladas estão distribuídas pelas cinco regiões brasileiras, consolidando uma rede nacional voltada ao desenvolvimento de tecnologias sociais e à produção de conhecimento aplicado às realidades locais.

A ação integra a estratégia da Senad de impulsionar atividades de prevenção e cuidado, promovendo a articulação entre universidades, comunidades e serviços públicos para enfrentar desafios relacionados ao uso de álcool e outras drogas, à vulnerabilidade social e à garantia de direitos.

Para a secretária nacional da Senad, Marta Machado, o programa representa mais um avanço na política sobre drogas no Brasil.

“Estamos falando de um investimento robusto de mais de R$ 25 milhões em ciência, pesquisa e extensão universitária. O objetivo é transformar conhecimento em novas tecnologias sociais e fortalecer a presença da política pública nos territórios mais vulnerabilizados”, ressalta.

Segundo a secretária, a rede selecionada terá alcance nacional inédito e contribuirá para ampliar o acesso a direitos fundamentais.

“Os centros vão atuar promovendo redução de riscos e danos, acolhimento, atenção psicossocial e, acima de tudo, o acesso aos direitos fundamentais. Essa é a materialização da nossa estratégia de prevenção ampliada”, afirma.

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Rede nacional

Além de fomentar pesquisas e ações extensionistas, o programa busca produzir evidências e metodologias que possam subsidiar políticas públicas voltadas à prevenção, ao cuidado e à garantia de direitos de populações em situação de vulnerabilidade.

A expectativa é que a Rede Cais Acadêmicos contribua para reforçar a presença territorial das ações da Senad e aprimorar a articulação entre Governo Federal, instituições de ensino e sociedade civil, promovendo respostas mais qualificadas e integradas aos desafios sociais relacionados à política sobre drogas.

Os projetos selecionados receberão bolsas e recursos de custeio para desenvolver as atividades previstas ao longo dos próximos anos. O resultado do edital foi divulgado em 11 de junho e está disponível aqui.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Estatuto da Cidade completa 25 anos e é tema de seminário do Ministério das Cidades

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Em celebração aos 25 anos do Estatuto da Cidade, um dos principais marcos da política urbana brasileira, o Ministério das Cidades, por meio da Secretaria Nacional de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (SNDUM), em parceria com o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), realiza nesta quinta-feira (18) o seminário 25 anos do Estatuto da Cidade.

O evento reúne especialistas, gestores públicos, profissionais da área e representantes da sociedade civil para refletir sobre os resultados alcançados desde a promulgação da legislação e discutir caminhos para a construção de cidades mais inclusivas, sustentáveis e democráticas.

Durante a abertura, a diretora do Departamento de Estruturação do Desenvolvimento Urbano e Metropolitano, Cristiana Scorza, destacou a importância de compreender as especificidades de cada território para o desenvolvimento de políticas urbanas mais eficientes.

“Temos que conversar com os moradores daquele espaço e entender sua dinâmica. Um bairro não tem o mesmo funcionamento que outro, assim como uma casa tem necessidades diferentes da outra. Cada lugar tem sua história e os arquitetos vivenciam isso diariamente. Este é um momento para avaliarmos os avanços proporcionados pelo Estatuto da Cidade, compartilhar experiências bem-sucedidas e discutir os desafios que ainda precisam ser superados para aprimorar cada vez mais essa legislação e promover cidades resilientes e sustentáveis para a população”, afirmou.

A vice-presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), Leila Marques da Silva, destacou a importância do seminário como espaço de diálogo e fortalecimento da participação social na construção das cidades.

“Este evento é um momento de troca e compartilhamento de experiências. Que possamos seguir fortalecendo a construção de cidades mais democráticas, justas e sustentáveis”, afirmou.

A secretária-executiva do Ministério das Cidades, Mirna Chaves, ressaltou a importância da avaliação contínua das políticas públicas para garantir sua efetividade.

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“Eu acredito muito no ciclo de avaliação e aperfeiçoamento. Estamos sempre trabalhando para melhorar as políticas públicas que oferecemos à sociedade. Precisamos avaliar, corrigir rumos e avançar constantemente. Espero que este seminário gere reflexões importantes para o nosso aperfeiçoamento e contribua para transformar nossas cidades em espaços mais justos, resilientes e com mais qualidade de vida para todos os brasileiros”, destacou.

Ao longo dos dois dias de programação, serão debatidos temas relacionados à política urbana, gestão democrática das cidades, direito à cidade e os desafios contemporâneos da implementação do Estatuto da Cidade.

Estatuto da Cidade

Sancionado em 2001, o Estatuto da Cidade estabelece diretrizes para a política urbana brasileira e regulamenta os artigos da Constituição Federal que tratam da função social da propriedade e do planejamento urbano. A legislação oferece instrumentos para que os municípios promovam o desenvolvimento urbano de forma mais justo, sustentável e participativo.

O seminário acontece no Auditório do Edifício Celso Furtado, do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), localizado na Quadra 906 Norte, em Brasília (DF). Nesta quinta-feira (18), a programação segue até as 18h. Na sexta-feira (19), as atividades serão realizadas das 9h às 12h e das 14h às 18h.

Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
Atendimento à Imprensa
Telefone: (61) 2034-4282
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério das Cidades

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