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VÁRZEA GRANDE

Hospital e Pronto Socorro institui a campanha ‘Adorno Zero’ para combater infecções

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O Hospital Municipal e Pronto Socorro de Várzea Grande está tomando importante medida no combate às infecções hospitalares. Foi publicada Norma Administrativa que reforça a proibição do uso de adornos no Hospital para todos os profissionais, independente da função. A medida tem como base a Norma Regulamentadora número 32, de 2005, do Ministério do Trabalho e Emprego, que tem por finalidade estabelecer as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde.

A proibição deve ser observada para todo trabalhador do serviço de saúde, bem como daquele que exerce atividades de promoção e assistência à saúde exposto ao agente biológico, independente da sua função. São exemplos de adornos alianças e anéis, pulseiras, relógios, colares, brincos, broches e piercings expostos. Também estão proibidos gravatas e crachás pendurados com cordão.

O  Hospital e Pronto Socorro lançou a campanha “Adorno Zero”, e está capacitando os profissionais, e explicando sobre a nova normativa na unidade. Para o diretor geral da unidade, Ney Provenzano, a medida foi uma necessidade detectada pelo Núcleo de Gestão e tem como uma de suas metas a padronização de condutas dos empregados e servidores do hospital, incluindo os ambulatórios.

 “Já diagnosticamos diversos pontos que precisam ser trabalhados em campanhas como esta e o 'Adorno Zero' foi um dos mais importantes que identificamos. A intenção e proteger e assegurar a segurança dos profissionais e pacientes, do Hospital e Pronto Socorro Municipal de Várzea Grande (HPSM-VG). A medida está valendo a partir desta quinta -feira, 25, a 'Política de Adorno Zero'. Explicou o diretor salientando ainda que,“ A norma tornou se necessária por que o Pronto Socorro passa por fiscalizações periódicas da Vigilância Sanitária (ANVISA) e é sistematicamente cobrado pelo órgão fiscalizador referente as ações relacionadas ao uso de adornos. E ainda pensado na segurança do paciente e dos próprios funcionários, estabelecemos  a proibição do uso de adornos, pelos profissionais e da área assistencial (assistenciais, administrativos e terceirizados), independente do regime jurídico de seu vínculo, em todas as áreas físicas da instituição”, explica o diretor.

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De acordo com a proposta da nova norma, se tratando de infecção hospitalar, diz o Diretor, Ney Provenzano, que existem estudos realizados demonstrando que existem medidas que podem ser utilizadas na prática diária, e que apresentam uma efetividade importante na diminuição de riscos e índices dessas infecções. “Dentre essas medidas, observa-se que uso de equipamentos de proteção individual e coletivos é importante na prevenção de acidentes ocupacionais, diminuindo o risco de exposição e acidentes relacionados à assistência, além de medidas como campanhas educativas e políticas de controle, redução e prevenção, sendo esta política de extrema importância para mudança de hábitos e rotina na instituição”, explicou. 

Segundo Géssica Colnago, que faz parte da equipe de execução da medida, disse que 'Política do Adorno Zero' é uma regulamentação que visa a proteção e segurança do paciente e do servidor através da proibição do uso de adornos no Hospital e Pronto Socorro Municipal de Várzea Grande (HPSM-VG), englobando todos os colaboradores da instituição sejam eles da área administrativa ou assistencial.

“A política se baseia na proibição do uso de adornos e deve ser adaptada por todo trabalhador do serviço de saúde, até mesmo por aqueles que exercem atividades de promoção e assistência à saúde exposto ao agente biológico, independente da função, vendo que estudos apontam o uso de adornos na área assistencial como um abrigo de agentes patogênicos, aumentando o risco de infecção, comprometendo a segurança do paciente e do trabalhador”, alerta a enfermeira que atual na unidade desenvolvendo atividades da Educação Continuada.

A campanha será desenvolvida durante dois dias, para que todos os servidores possam estar cientes da nova norma, que caso não seja respeitada poderá imputar consequências administrativas ao servidor que utilizar adornos dentro do local de trabalho.

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De acordo com a Norma (NR) n° 32, são considerados adornos: alianças, anéis, pulseiras, relógios de uso pessoal, colares, brincos, broches e piercings expostos. Esta proibição estende-se a crachás.

Por: Letícia Kathucia – Secom/VG

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VÁRZEA GRANDE

Saúde de Várzea Grande reforça medidas para identificação de casos da doença

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Várzea Grande segue sem registros de casos de meningite em 2026. Mesmo assim, a Secretaria Municipal de Saúde tem reforçado aos profissionais, especialmente das unidades de pronto atendimento, a importância de fazer o chamado ‘manuseio da meningite’, com identificação de sintomas – mesmo que em caráter de suspeita – para atendimento e notificação imediatos, e da notificação compulsória, ou seja, obrigatória.

“O atendimento pontual e ágil vai fazer toda a diferença em casos de confirmação da doença, independentemente de ser meningite viral ou bacteriana. Essa celeridade vai impedir a transmissão para outras pessoas e até mesmo, ofertar um tratamento em tempo, que pode ser crucial para a plena recuperação do paciente”, frisa a secretária municipal de Saúde, Valéria Nogueira.

Conforme dados atualizados pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) da Secretaria de Estado de Saúde (SES MT), foram confirmados 29 casos de meningite e 8 óbitos pela doença em Mato Grosso.

No final do ano passado, técnicos da Pasta passaram por uma capacitação em meningite ofertada pelo governo do Estado. “A doença tem um sintoma bastante característico que liga o alerta para urgência de atendimento, e até mesmo de isolamento, que é o chamado diagnóstico diferenciado, a rigidez da nuca”, explica a Maria José Neves, enfermeira da Vigilância Epidemiológica do município.

Em casos de rigidez na nuca, o paciente sob suspeita deve adotar o uso de máscaras, assim como parentes próximos, e buscar imediatamente unidades de pronto atendimento, que em Várzea Grande são as UPAs do Cristo Rei e do Ipase e o Hospital e Pronto-Socorro Municipal. Nos locais, a equipe médica vai avaliar o paciente e avaliar se cabe um tratamento medicamentoso em casa, ou, se é o caso de isolamento imediato. A meningite pode ser causada por diferentes agentes, como vírus, bactérias, fungos e outros microrganismos. Por isso, nem todo caso de meningite é meningocócico e nem toda situação exige as mesmas medidas de controle.

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A doença tem como principais sintomas: febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, vômitos, sonolência, confusão mental, convulsões, manchas vermelhas ou arroxeadas na pele ou piora rápida do estado geral. Em lactentes e crianças pequenas, também devem ser observados irritabilidade intensa, choro persistente, recusa alimentar, vômitos, sonolência ou letargia e abaulamento da fontanela [quando a moleira da cabeça do bebê fica estufada].

INICIATIVAS – Como forma de evitar a confirmação de casos, além de ofertar vacinas, as equipes de saúde estão desde o início do ano letivo realizando busca ativa nas escolas públicas para atualização da caderneta de vacinação. Crianças e jovens com dose em atraso, ou sem o registro dela, são imunizados na escola mesmo, após prévia autorização dos pais.

“Muitas vezes, ficamos sem poder atualizar as cadernetas porque os pais e ou responsáveis não autorizam a vacinação. É preciso ter ciência que a vacina salva vidas e previne contra várias doenças. Precisamos ampliar os índices de cobertura da população, mas para isso, temos de contar com a conscientização. Estamos em plena busca ativa de pessoas dos grupos prioritários para receber as doses específicas, estamos indo até as pessoas, tudo para facilitar e abreviar o acesso aos imunizantes. Precisamos da colaboração”, reforça a secretária.

No último sábado, dia 25, quando Várzea Grande realizou o ‘Dia D’ de vacinação contra influenza, por exemplo, todas os grupos elegíveis às doses tiveram as cadernetas e carteirinhas de vacinação atualizadas.

Quem estava com doses em atraso, pôde receber vacina contra sarampo, covid-19 e em caso de vacinas com dias específicos de aplicação, as pessoas foram orientadas a retornar à unidade de saúde na data correta.

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PROTEÇÃO – O Sistema Único de Saúde (SUS) oferta gratuitamente a vacina contra a meningite C, aplicada em bebês entre 3 e 5 meses de vida, e a vacina contra as meningites A, C, W, Y, aplicada como reforço preferencialmente aos 12 meses, podendo ser administrada até os 4 anos, 11 meses e 29 dias. A ACWY também pode ser aplicada como dose única ou complementar em adolescentes entre 11 e 14 anos.

Os imunizantes previstos pelo Programa Nacional de Imunizações estão disponíveis nas 25 Unidades Básicas de Saúde de Várzea Grande, conforme os públicos e faixas etárias definidos pelo Ministério da Saúde e atendendo à rotina da Sala de Vacinação das unidades para evitar desperdício de doses, com o descarte de imunizantes sem a total utilização.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Estudantes de Engenharia de Transportes da UFMT realizam visita técnica à Mobilidade Urbana de Várzea Grande

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Os estudantes do curso de Engenharia de Transportes da Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Mato Grosso realizaram, nesta terça-feira (28), uma visita técnica à Coordenadoria de Mobilidade Urbana da Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana de Várzea Grande.

A atividade integrou a disciplina Introdução à Engenharia de Transportes, ministrada pela professora Fabiani Dalla Rosa Barbosa, e teve como objetivo apresentar aos acadêmicos a estrutura administrativa e operacional do setor responsável pelo trânsito e pela mobilidade urbana no Município.

Durante a programação, os estudantes conheceram a central de monitoramento da secretaria, a infraestrutura utilizada no planejamento viário, os sistemas empregados no acompanhamento do trânsito e as principais ações executadas pela equipe técnica para melhorar a circulação de veículos e pedestres na cidade.

O coordenador de Mobilidade Urbana, Cidomar Arruda, destacou a importância da aproximação entre a gestão pública e o meio acadêmico.

“Receber os estudantes é uma oportunidade de apresentar como funciona o trabalho técnico desenvolvido pela secretaria e, ao mesmo tempo, abrir espaço para novas ideias e propostas que possam contribuir com a melhoria da mobilidade urbana de Várzea Grande”, afirmou.

O secretário municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton, ressaltou que iniciativas como essa fortalecem o planejamento da cidade.

“A universidade tem papel fundamental na formação de profissionais e na produção de conhecimento. Essa parceria permite que os alunos conheçam os desafios reais da gestão pública e também contribuam com soluções inovadoras para o trânsito e a mobilidade urbana”, disse.

Representando os acadêmicos, os estudantes avaliaram a visita como uma experiência enriquecedora, por permitir contato direto com a realidade do setor público e ampliar a compreensão sobre a aplicação prática dos conteúdos estudados em sala de aula, especialmente nas áreas de planejamento viário, engenharia de tráfego e gestão da mobilidade.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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