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Várzea Grande inicia elaboração do novo Plano Municipal de Educação para os próximos 10 anos

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A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), deu início, na tarde desta quarta-feira (05), no Centro Cultural da Orla Alameda, ao processo de construção do novo Plano Municipal de Educação (PME). O encontro reuniu integrantes do Fórum Municipal de Educação, da Comissão Gestora do Plano e da Equipe Técnica de Monitoramento, marcando o início da primeira etapa de elaboração do documento que orientará as políticas públicas educacionais do município pelos próximos 10 anos.

A abertura dos trabalhos representa o início da fase de diagnóstico da rede municipal de ensino, considerada uma das etapas mais importantes da elaboração do plano. Durante os próximos quatro meses, a equipe realizará um amplo levantamento sobre a realidade da educação em Várzea Grande, identificando avanços, desafios e prioridades que servirão de base para a definição das metas e estratégias do novo PME.

De acordo com a coordenadora do Fórum Municipal de Educação, Marli de Jesus Arruda, este é o momento de construir um retrato fiel da educação municipal, permitindo que o planejamento para a próxima década seja fundamentado em dados e nas reais necessidades da rede.

“Hoje estamos socializando com a Comissão Gestora do Plano Municipal de Educação, com a equipe do Fórum Municipal de Educação e também com a Equipe Técnica de Monitoramento o início dos trabalhos para a construção do nosso Plano Municipal de Educação. Começamos pela etapa do diagnóstico, que será desenvolvida ao longo de quatro meses e permitirá conhecer a realidade da educação do município, destacando nossas potencialidades, os desafios que precisam ser enfrentados e as ações do plano anterior que devem ter continuidade”, explicou.

Segundo a coordenadora, além de apresentar um panorama detalhado da educação municipal, o diagnóstico permitirá uma análise criteriosa dos indicadores da rede, contribuindo para que as futuras metas sejam construídas de forma técnica, participativa e alinhada às necessidades da comunidade escolar.

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Após a conclusão dessa primeira etapa, será elaborado o texto-base do novo Plano Municipal de Educação. O documento será encaminhado às unidades escolares e às demais instituições ligadas à educação para receber sugestões, contribuições e propostas de aperfeiçoamento. Em seguida, todo o material será sistematizado pela equipe técnica e apresentado durante a Conferência Municipal de Educação, espaço democrático de debate e validação do texto.

“A construção do plano é coletiva. Depois do diagnóstico, elaboraremos o texto-base, que será encaminhado às escolas e instituições para que possam contribuir com sugestões. Após a sistematização dessas propostas, realizaremos a Conferência Municipal de Educação, na qual o documento será debatido e aprovado antes de seguir para apreciação da Câmara Municipal e, posteriormente, para sanção da prefeita”, destacou Marli.

A expectativa é de que todo o processo seja concluído em aproximadamente um ano. A elaboração do novo PME ocorre após a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE), que estabelece as diretrizes para que estados e municípios construam seus respectivos planos decenais.

Marli reforçou ainda que o Plano Municipal de Educação possui caráter permanente e ultrapassa os mandatos administrativos.

“O Plano Municipal de Educação é um plano de Estado, e não de governo. Isso significa que ele orientará as políticas educacionais independentemente das mudanças de gestão ao longo dos próximos dez anos, garantindo continuidade às ações e aos compromissos assumidos com a educação de Várzea Grande”, finalizou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Centro Infantil promove dinâmica lúdica sobre o folclore brasileiro

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Com o objetivo de valorizar a cultura brasileira, o Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Professora Jayr Luiza de Campos Untar, conhecida como Dona Pequenina, promoveu uma dinâmica pedagógica com personagens do folclore brasileiro. A atividade envolveu alunos de 2 e 3 anos, dos períodos matutino e vespertino, em uma imersão cultural repleta de lendas e manifestações artísticas que representam diferentes regiões do país.

A diretora da unidade escolar, Lidiane Fernanda da Costa Oliveira, informou que, nesta semana, os educadores utilizaram recursos lúdicos para apresentar figuras clássicas do imaginário popular, como o Saci-Pererê, a Iara, o Curupira, a Cuca, o Boitatá e o Boi-Bumbá. A proposta despertou a curiosidade e a imaginação das crianças por meio de histórias, músicas, imagens, fantoches e brincadeiras.

“A iniciativa buscou não apenas entreter, mas também trabalhar valores importantes, como o respeito à diversidade, a preservação da natureza e a oralidade, de forma leve e acessível para a faixa etária atendida. O tema foi trabalhado de maneira lúdica, afetiva e significativa, proporcionando experiências de brincar, imaginar, cantar, dançar, ouvir histórias e explorar diferentes elementos da cultura brasileira”, comentou.

Segundo a diretora, a metodologia reforça o compromisso da escola com o desenvolvimento integral das crianças. “Ao vivenciar o folclore na prática, os estudantes expandem o repertório cultural e fortalecem o vínculo com as tradições locais desde os primeiros anos de vida escolar. A participação ativa e o entusiasmo dos alunos demonstraram o sucesso da ação, que aliou aprendizado pedagógico e diversão”, afirmou.

A secretária de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, destacou que a utilização de dinâmicas lúdicas no ambiente escolar atua como uma ponte fundamental para aproximar os estudantes de uma realidade prática, social e significativa.

“As atividades lúdicas transformam conceitos complexos em experiências concretas e palpáveis, o que facilita a compreensão e a retenção do conhecimento”, destacou a secretária, lembrando que brincar e jogar não são apenas distrações no ambiente escolar, mas pontes pedagógicas essenciais para o desenvolvimento das crianças.

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Interação

Por meio de contação de histórias, dramatizações, músicas, gestos, pinturas, colagens, desenhos e brincadeiras simbólicas, as crianças puderam expressar sentimentos, desenvolver a criatividade, ampliar a linguagem, movimentar o corpo e interagir com os colegas.

As atividades foram planejadas respeitando a faixa etária, valorizando o brincar como forma essencial de aprendizagem e proporcionando momentos de encantamento, descoberta e participação.

A diretora Lidiane Oliveira ressaltou que cada proposta possibilitou às crianças conhecer um pouco mais sobre as tradições e manifestações culturais brasileiras de maneira prazerosa e adequada à infância.

“Assim, o trabalho com o folclore contribuiu para valorizar a cultura brasileira, reconhecer a diversidade de suas manifestações e compreender que muitas histórias, brincadeiras, músicas e costumes continuam vivos porque são compartilhados entre diferentes gerações”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

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Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

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“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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