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VÁRZEA GRANDE

Saúde de Várzea Grande amplia monitoramento com ovitrampas e reforça bloqueio químico contra o Aedes aegypti

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A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande está se antecipando ao período de maior incidência do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Como parte das ações preventivas para reduzir o risco de surtos durante o verão, agentes de Combate às Endemias iniciaram, na última sexta-feira (24), a instalação de armadilhas conhecidas como ovitrampas, utilizadas para monitorar a presença do vetor no município.

Ao todo, serão implantadas 211 ovitrampas em todas as regiões de Várzea Grande. As primeiras unidades foram instaladas no bairro Jardim Maringá, na região do Grande Parque do Lago, onde recentemente foi confirmado um caso de dengue em uma criança de seis anos.

As armadilhas captam os ovos do mosquito, que posteriormente são encaminhados para análise em laboratório. A contagem permite identificar a densidade da população do vetor em cada região, fornecendo informações estratégicas para o planejamento das ações de combate e conscientização.

Segundo a supervisora-geral do Setor 1 (Grande Cristo Rei), Rosiane Figueiredo Félix, os locais escolhidos para a instalação das armadilhas seguem critérios técnicos baseados no histórico epidemiológico.

“Os agentes conhecem muito bem as regiões onde atuam e sabem quais merecem atenção especial. Por isso, os bairros escolhidos são justamente aqueles com maior histórico de incidência do mosquito.”

Rosiane explica que as ovitrampas são instaladas em residências cujos moradores autorizam o acesso dos agentes e ficam posicionadas em locais seguros, fora do alcance de crianças e animais domésticos. Após cinco dias, as palhetas onde os ovos são depositados são recolhidas para análise.

“Com os resultados das armadilhas conseguimos traçar um planejamento mais preciso para o combate ao Aedes aegypti.”

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A secretária municipal de Saúde, Valéria Nogueira, destaca que o monitoramento permite uma atuação integrada de toda a rede de saúde.

“Todo o município será coberto pelas ovitrampas. Essa é uma medida preventiva e eficaz porque conseguimos nos antecipar às infestações e definir estratégias mais assertivas. Com esse cenário mapeado, toda a rede de saúde se organiza, envolvendo a Atenção Primária, Secundária e Terciária. As doenças transmitidas pelo Aedes aegypti costumam sobrecarregar as unidades de saúde, por isso precisamos atuar de forma preventiva.”

Participação da população

No bairro Princesa do Sol, também na região do Grande Parque do Lago, a moradora Clarice Francisca de Assis autorizou a instalação da armadilha em sua residência e elogiou a iniciativa.

“Essa ação da Prefeitura, indo de casa em casa, nos traz mais segurança e ajuda a prevenir a proliferação do mosquito. Eu faço a minha parte, mas nem sempre sabemos se todos os vizinhos também estão cuidando.”

Ela conta que, apesar de manter o quintal limpo e eliminar possíveis criadouros, tanto ela quanto o marido apresentaram sintomas compatíveis com dengue ou chikungunya recentemente.

“Meu marido ficou com dores e formigamento na mão direita até hoje. Eu também adoeci, mas graças a Deus sem gravidade. A gente cuida, troca a água dos animais diariamente, mas o mosquito continua circulando.”

O que são as ovitrampas?

As ovitrampas são armadilhas simples utilizadas para monitorar a presença do Aedes aegypti. Elas consistem em um recipiente escuro contendo água e uma palheta de madeira ou eucatex, onde a fêmea deposita seus ovos.

Após a coleta, os ovos são analisados em laboratório. Os resultados permitem identificar quais bairros apresentam maior infestação, orientando as equipes de saúde na adoção de medidas preventivas antes que ocorram epidemias.

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Bloqueio químico

Também na sexta-feira (24), equipes da Secretaria Municipal de Saúde realizaram um bloqueio químico no bairro Jardim Maringá I, após a confirmação de um caso de dengue em uma criança de seis anos.

De acordo com a supervisora de campo da região do Grande Cristo Rei, Cristiana Carvalho da Cruz, a ação é realizada de forma pontual sempre que há confirmação da doença.

“Delimitamos os quarteirões onde o bloqueio deve ser realizado. Essa medida é fundamental para reduzir a circulação do mosquito e evitar novos casos.”

O supervisor da equipe de Bloqueio Químico, Sérgio Jesus Lima, explica que o trabalho é executado com base nas notificações confirmadas pela Vigilância em Saúde.

“Somos acionados sempre que há confirmação de casos positivos. Nosso objetivo é interromper rapidamente a cadeia de transmissão do mosquito na região afetada.”

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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EMEB Júlio Corrêa realiza Festival de Pipas reúne mais de cem famílias

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O céu ficou mais colorido neste sábado (15) com a realização do Festival de Pipas da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Júlio Correia, que envolveu pais, responsáveis e toda a comunidade escolar em um dia repleto de integração, criatividade e lazer ao ar livre. Com modelos de todos os tamanhos e cores, as pipas coloriram o horizonte e resgataram uma brincadeira tradicional que une gerações.

A diretora da unidade escolar, Rosilene Barros da Silva, disse que ficou surpresa com a quantidade de pais reunidas em torno de um projeto “Juntos no céu e unidos na escola”. “Mais de 100 famílias atenderam o nosso convite e vieram participar desse momento especial que une toda a comunidade escolar. Essa atividade estimulou não apenas a imaginação das crianças na confecção e escolha dos modelos, mas também o trabalho em equipe e a convivência sadia fora da sala de aula. A participação da família contribui para o desenvolvimento dos nossos estudantes”.

A diretora disse que mais importante que o Festival de Pipas é o momento especial que pais e filhos estão tendo juntos. “O que mais nos deixa felizes é a vontade dos pais montarem as pipas juntos com os filhos e muitos deles nunca tiveram uma oportunidade de realizar essa atividade juntos. Queremos que os alunos se sintam profundamente acolhidos e que as famílias percebam a escola como um espaço para todos”.

Para a secretária de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, esse Festival de Pipas consolida o compromisso da Escola Júlio Correia em oferecer uma educação que vai além dos livros, valorizando o bem-estar emocional, a cultura e a participação ativa da comunidade no cotidiano escolar.

“Trazer a família para dentro do colégio é fundamental para o desenvolvimento dos alunos. O evento cumpriu esse papel ao transformar o sábado letivo em um espaço de convivência harmônica numa parceria entre pais e educadores”.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agricultores familiares aprendem técnicas de produção de silagem para garantir alimentação do rebanho durante a seca

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Pequenos produtores da agricultura familiar da comunidade Sadia III, em Várzea Grande, aprenderam técnicas para a produção de silagem como alternativa de alimentação para o gado durante o período de estiagem. A capacitação foi realizada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEMMADRS), em parceria com a Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer).

Na propriedade do produtor Francisco Villas Boas, os técnicos demonstraram o processo de produção utilizando Capim-Açu e cana-de-açúcar. O material é compactado em um molde, recebe plástico liner e inoculante, que auxilia no processo de fermentação. Após cerca de 20 dias, a silagem estará pronta para o consumo dos animais.

Durante a atividade, foram produzidos 500 quilos de silagem.

Segundo o secretário Ricardo Amorim, a orientação busca fortalecer a produção e oferecer mais alternativas aos pequenos produtores durante o período de seca.

“Nosso objetivo é levar conhecimento e soluções que possam ser aplicadas diretamente na propriedade. A silagem é uma alternativa importante para garantir alimento ao rebanho quando a pastagem diminui”, afirmou.

O coordenador de Desenvolvimento Rural Sustentável, Leandro Silva, destacou a importância da assistência técnica para os produtores.

“Estamos ensinando o produtor a aproveitar o que já tem na propriedade para produzir alimento e enfrentar o período de estiagem com mais segurança”, explicou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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