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Renovação automática da CNH: mais de 685 mil motoristas já foram beneficiados

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Sem filas e de graça. Em pouco menos de dois meses de vigência, a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), prevista na Medida Provisória do Bom Condutor, já beneficiou 685.325 motoristas em todo o país.

Ao permitir a renovação do documento de forma totalmente gratuita e sem etapas presenciais para os motoristas com bom comportamento no trânsito, a iniciativa gerou uma economia de R$499,2 milhões para os cidadãos.

O Sudeste, com São Paulo à frente, lidera o ranking, com o maior número de renovações, desde que a MP n.º 1.327, foi publicada, em dezembro de 2025. Em seguida vêm as regiões Sul, com destaque para o Paraná, e Nordeste, com a Bahia liderando.

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Quem tem direito?

A MP do Bom Condutor estabelece vantagens para quem não cometeu infração sujeita a pontuação nos últimos 12 meses. O benefício não se aplica a todos. Motoristas com 70 anos ou mais não têm direito à renovação automática. Já quem tem a partir de 50 anos pode utilizar o benefício uma única vez, no vencimento da CNH. A renovação é pessoal e intransferível.

Também ficam fora da medida os condutores que possuem prazo de validade da carteira de motorista reduzido por recomendação médica, em casos de doenças progressivas ou condições que exigem acompanhamento de saúde, além de motoristas com a habilitação vencida há mais de 30 dias, conforme prevê a legislação de trânsito.

CNH física ou digital?

Além da renovação automática, a medida também modernizou a forma de emissão da carteira de motorista. A impressão do documento passou a ser opcional, permitindo que o condutor escolha pelo modelo digital, solicite somente a versão impressa ou mantenha as duas modalidades. A mudança elimina o custo da impressão, que pode chegar a R$ 100, a depender do estado.

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A iniciativa também fixou, em todo o país, o valor máximo de R$ 180 para a realização dos exames médico e psicológico, necessários para a obtenção da habilitação.

Modernização em várias frentes

A valorização do bom condutor ocorre em paralelo a outras ações estruturantes na área de trânsito. No último domingo (1º), a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) publicou o Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular, documento que atualiza os critérios de avaliação prática e adequa os exames à realidade do trânsito brasileiro.

O manual terá aplicação uniforme em todos os Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) e estabelece novos procedimentos para garantir maior segurança, transparência e padronização na aplicação dos exames práticos.

Trânsito mais acessível e seguro

As mudanças integram o programa CNH do Brasil, iniciativa liderada pelo Ministério dos Transportes, voltada à modernização dos serviços de trânsito e à ampliação do acesso à habilitação. Desde o lançamento do programa, em dezembro de 2025, o sistema registrou mais de 3 milhões de requerimentos para emissão da primeira CNH pelo aplicativo.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Primeiras casas rurais de Santo Antônio do Tauá (PA) são entregues em tempo recorde pelo Ministério das Cidades

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Santo Antônio do Tauá (PA) – Famílias do município de Santo Antônio do Tauá, no nordeste do Pará, vão passar o feriadão de carnaval em uma casa nova. Nesta sexta-feira (13), o Ministério das Cidades realizou a entrega de 17 moradias do Minha Casa, Minha Vida Rural na comunidade de São Raimundo de Borralhos. As chaves foram entregues pelo ministro das Cidades, Jader Filho.

O ministro esteve em Santo Antônio do Tauá, em agosto de 2025, para assinar os contratos com 44 famílias de São Raimundo de Borralhos. Agora, apenas seis meses depois, as primeiras 17 casas deste total são entregues, em tempo recorde.

“Essa é a quarta vez em que estou visitando o município de Santo Antônio do Tauá e sempre que estivemos aqui, trouxemos novidades. Agora, estamos entregando o resultado do compromisso que fizemos com as famílias da zona rural de Tauá, que sonharam com a casa própria e, agora, estão com suas casas novas”, disse o ministro Jader Filho.

O investimento federal para construção das 17 moradias foi de R$ 1,2 milhão. Em Santo Antônio do Tauá, o Minha Casa, Minha Vida Rural contratou 141 habitações que vão beneficiar famílias nas comunidades rurais de São Raimundo de Borralhos, Santo Amaro, Santa Maria do Ubintuba, Campo Cerrado e Vila Espírito Santo.

Ministro Jader ao lado de beneficiária do programa Minha Casa, Minha Vida Rural
Ministro Jader Filho e a beneficiária Samara Carvalho. Ela recebeu as chaves de sua nova casa em São Raimundo de Borralhos, zona rural de Santo Antônio do Tauá. Foto: Lucas Lima

A manicure Samara Borges, de 27 anos, foi uma das beneficiadas com uma moradia em Borralhos. Ela, que vivia com a mãe em uma casa conquistada há anos também por meio da modalidade Rural do Minha Casa, Minha Vida, ganhou sua primeira casa própria. “Só tenho gratidão, porque eu vou poder melhorar a minha vida, a do meu marido e dos meus dois filhos. Agradeço a todo mundo que ajudou a gente a tornar esse sonho realidade”, declarou a beneficiária.

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TIRE SUAS DÚVIDAS!

Para informações sobre como aderir ao programa Minha Casa, Minha Vida, entre em contato pelo telefone: (61) 3314-6624.

Acesse a Central de Conteúdos do Ministério das Cidades

Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
Atendimento à Imprensa
Telefone: (61) 2034-4282
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério das Cidades

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Consulta pública para elaboração do I PlaNaMigra começa em 19 de fevereiro

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Brasília, 13/02/2026 – Em 19 de fevereiro, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Justiça (Senajus), abre consulta pública para elaborar o I Plano Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia (I PlaNaMigra).

As contribuições podem ser feitas até 15 de março, por meio da Plataforma Brasil Participativo, e fazem parte de etapa estruturante do processo de construção do Plano, assegurando participação social, transparência e fortalecimento da governança democrática da Política Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia (PNMRA).

A proposta é permitir que pessoas migrantes, refugiadas e apátridas, organizações da sociedade civil, gestoras(es) públicos, pesquisadoras(es), organismos internacionais e demais interessados analisem o conteúdo preliminar do Plano Nacional e apresentem contribuições, comentários e sugestões de aprimoramento.

O texto submetido à consulta pública resulta de amplo processo participativo conduzido pelo MJSP, que incluiu os debates realizados na 2ª Conferência Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia (2ª Comigrar) e discussões com ministérios e órgãos públicos parceiros na implementação do Plano Nacional.

Agora, é a vez da população migrante, refugiada e apátrida dar mais um passo fundamental: contribuir diretamente com o texto proposto, aprofundando e enriquecendo o que foi construído coletivamente até aqui.

Mais do que coletar sugestões, a consulta busca promover o engajamento social e institucional em torno da implementação do I PlaNaMigra, fortalecendo a corresponsabilidade entre União, estados, municípios e sociedade civil. Nesse contexto, serão especialmente incentivadas contribuições que dialoguem com as realidades territoriais e considerem as especificidades de gênero, raça, etnia, geração e deficiência, bem como os desafios enfrentados por grupos em situação de maior vulnerabilidade nos contextos migratórios, de refúgio e de apatridia no Brasil.

As manifestações recebidas por meio da Plataforma Brasil Participativo serão sistematizadas pela Coordenação-Geral de Política Migratória (CGPMIG), vinculada ao Departamento de Migrações (DEMIG) da Senajus. As colaborações serão analisadas quanto à pertinência, à viabilidade institucional e ao alinhamento com os objetivos e as diretrizes do I PlaNaMigra e da PNMRA. O processo resultará no aperfeiçoamento do texto-base e subsidiará a elaboração de nova versão do Plano, que seguirá para pactuação ministerial.

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Ao promover a consulta pública, o MJSP reafirma o compromisso com a construção de políticas públicas elaboradas com e para a população migrante, refugiada e apátrida, assegurando que suas experiências, demandas e prioridades orientem as ações do Estado brasileiro.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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