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MATO GROSSO

Polícia Civil deflagra segunda fase da Operação Cortina de Ferro e prende mais três pessoas

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A Polícia Civil deflagrou nesta segunda-feira (2.2), em Cáceres, a segunda fase da Operação Cortina de Ferro, para cumprir sete ordens judiciais, sendo três mandados de prisão preventiva, três de busca e um sequestro de bens de um imóvel, um veículo, duas motocicletas e um barco.

A investigação, conduzida pela Delegacia de Cáceres, permitiu identificar novos envolvidos com participação direta na movimentação de entorpecentes e na circulação do dinheiro ilícito proveniente do tráfico de drogas, evidenciando indícios de lavagem de capitais e ampliando o alcance da persecução penal.

As apurações apontaram, ainda, que ao menos três pessoas atuavam diretamente na comercialização dos entorpecentes, de forma estável e permanente, com remessa sistemática do lucro ilícito a um dos investigados, responsável por concentrar e redistribuir os valores.

Em razão dos novos elementos probatórios colhidos na primeira fase da operação, houve o deferimento de novas ordens judiciais, reforçando o avanço do combate à estrutura organizacional e financeira do grupo criminoso.

As investigações seguem em andamento, com o objetivo de mapear toda a cadeia criminosa, identificar outros integrantes e aprofundar a responsabilização penal dos envolvidos.

Cortina de Ferro

A ação dessa segunda-feira (2) é desdobramento da Operação Cortina de Ferro, deflagrada em 10 de outubro de 2025, que resultou na prisão em flagrante de dois homens, de 20 e 43 anos, pelo crime de tráfico de drogas, além da apreensão de entorpecentes prontos para a comercialização.

Naquela ocasião, um ferro-velho, localizado em Cáceres, origem da denominação da operação, apresentava intensa movimentação de usuários e traficantes de drogas.

Com base nas investigações, a Justiça autorizou o cumprimento de mandado de busca e apreensão no local. Durante a ação, policiais civis encontraram porções de drogas já fracionadas e prontas para a venda, além de materiais utilizados na atividade ilícita, o que confirmou a prática de tráfico de drogas.

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O delegado Mauro Apoitia destacou que a atuação da Polícia Civil é firme, técnica e contínua no enfrentamento ao crime organizado.

“Enquanto ocorrem crimes graves (especialmente homicídios) ligados a facções criminosas, todos aqueles que mantiverem qualquer tipo de vínculo com organizações criminosas serão identificados e presos”, afirmou o delegado.

A ação integra a Operação Interpartes, da Polícia Civil, e Tolerância Zero, do Governo do Estado de Mato Grosso, cujo foco é desarticular facções criminosas e atingir diretamente a estrutura operacional dos grupos criminosos.

Denuncie

A Polícia Civil reforça que a colaboração da sociedade é fundamental para o êxito das investigações. Denúncias anônimas têm sido decisivas para a identificação de pontos de tráfico, esquemas de lavagem de dinheiro e integrantes de facções criminosas.

“Denunciar é um ato de cidadania. O silêncio fortalece o crime, a informação salva vidas.

As denúncias podem ser feitas de forma sigilosa pelo Disque 197 ou diretamente nas unidades da Polícia Civil”, frisou o delegado Mauro Apoitia.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Defesa Civil estadual faz vistoria técnica após erosão e risco de deslizamento em Nova Poxoréu

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A Defesa Civil de Mato Grosso realizou, nesta sexta-feira (13.2), uma vistoria técnica no Distrito de Nova Poxoréu, em Poxoréu (a 260 km de Cuiabá), após a identificação de uma erosão causada pelas fortes chuvas registradas na região desde o início deste mês.

Em uma força-tarefa mobilizada pelas Prefeituras de Poxoréu e Primavera do Leste, a equipe estadual realizou o levantamento preliminar dos danos e avaliou o grau de risco para as residências próximas ao local. A vistoria envolveu imagens aéreas com drone, a identificação das casas na região e uma análise inicial das condições de drenagem e do escoamento da água da chuva.

Após a vistoria no Distrito, a equipe da Defesa Civil Estadual também se reuniu com representantes das prefeituras para alinhar medidas emergenciais e soluções estruturais para conter o avanço da erosão.

Os agentes estaduais prestaram apoio técnico aos municípios para decretação de situação de emergência e solicitação de homologação do Governo Federal. Os municípios também foram orientados a elaborar planos de trabalho para obras de contenção e recuperação da área.

A Defesa Civil do Estado segue monitorando a área, especialmente devido à previsão de continuidade das chuvas na região, e orientando os municípios.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Cemulher-MT explica protocolo “Não é Não” e alerta sobre selo Mulher Segura

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A imagem apresenta um cartaz digital da campanha “Protocolo Não é Não”, com fundo azul e letras grandes em branco e rosa destacando a mensagem principal. Há corações e traços desenhados ao redor, reforçando o respeito e o combate ao abuso. Na parte inferior aparecem os logos do PJMTOs blocos de carnaval já estão nas ruas e a campanha “Não é Não” ganha ainda mais visibilidade em Mato Grosso. A iniciativa é apoiada pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar no âmbito do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (Cemulher-MT), e tem como base a Lei nº 14.786/2023, que criou o Protocolo “Não é Não”, em vigor desde junho de 2024.

A coordenadora da Cemulher-MT, desembargadora Maria Erotides Kneip, explica que o Judiciário tem atuado para que os municípios estejam preparados para cumprir a legislação.

“O Tribunal de Justiça trabalhou para que os municípios tivessem suas redes municipais de enfrentamento à violência contra a mulher organizadas e pudessem estar a postos para cumprir o protocolo ‘Não é Não’, que decorre da Lei 14.786. Hoje em dia, eventos, casas noturnas e festas com venda de bebida alcoólica precisam ser ambientes seguros para as mulheres”, relata a magistrada.

A legislação determina que esses estabelecimentos devem adotar medidas de prevenção e acolhimento. Entre elas, a capacitação de funcionários para identificar situações de risco e agir rapidamente diante de possíveis casos de importunação ou violência.

“As mulheres precisam saber se o evento que vão frequentar possui o selo Mulher Segura. Nesses locais, os trabalhadores são treinados para proteger a mulher e agir de forma adequada em situações de violência”, reforça a desembargadora.

Onde termina a cantada e começa o assédio?

Durante o Carnaval, a linha entre paquera e importunação precisa estar muito clara. Segundo a magistrada, a fronteira está entre o consentimento e o constrangimento.

“O limite é o constrangimento. A partir do momento em que a mulher diz ‘não’, ou manifesta de alguma forma que não quer aproximação ou toque, não há mais espaço para insistência. Quando esse limite é ultrapassado, passa a ser crime”, destacou.

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Ela lembra que o artigo 215-A do Código Penal tipifica a importunação sexual, prevendo pena e possibilidade de prisão.

Mais do que uma campanha, o “Não é Não” é uma orientação prática: respeito é regra, consentimento é indispensável. E Carnaval seguro é aquele em que a diversão não fere os direitos de ninguém.

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Cemulher alerta que campanha “Não é não” é permanente e deve ser reforçada no Carnaval

Autor: Vitória Maria Sena

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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