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Ministro Renan Filho recebe honraria máxima da CNT

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Nesta quarta-feira (12), o  ministro dos transportes, Renan Filho, recebeu a Medalha JK – Ordem do Mérito do Transporte Brasileiro, na categoria Grã-Cruz, que representa o mais alto reconhecimento do setor e é concedida anualmente às pessoas de grande expressão pela Confederação Nacional dos Transportes. Renan foi agraciado com a mais alta honraria do setor de transportes. A medalha já foi entregue aos ex-presidentes da república Fernando Henrique Cardoso, Itamar  Franco e José Sarney, além do ministro Bruno Dantas, ex-presidente do TCU, e do ex-presidente do Senado, senador Rodrigo Pacheco. 

O presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Vander Costa, disse que é uma honra entregar a Medalha JK, em sua categoria máxima, ao ministro Renan Filho, cujo empenho tem sido decisivo para o avanço da infraestrutura do Brasil.  “Sua gestão prioriza investimentos, tem modernizado o setor com tecnologia e inovação e impulsionado  parcerias público-privadas, acelerando obras essenciais”, afirmou Vander Costa.

Ele ressaltou ainda  os avanços nas concessões rodoviárias e o aumento expressivo dos investimentos no setor. “Em 2022, o Governo Federal investiu mais de R$ 7 bilhões em rodovias. Em 2023, o valor subiu para quase R$ 27 bilhões. Nos últimos dois anos, também foram realizados nove leilões de rodovias, com potencial de R$ 111 bilhões em investimentos. Para 2025, a previsão é ainda maior, com 15 novas concessões rodoviárias. É o transporte que move o país”, destacou.

O ministro Renan Filho expressou a satisfação em receber a Medalha JK, e destacou o  espírito de colaboração e o reconhecimento de que o sucesso na gestão pública depende da união e do esforço conjunto.  “O trabalho de ministro dos Transportes é, sem dúvida, um trabalho coletivo. Se na vida pessoal algumas coisas podem ser feitas sozinho, na política e na gestão pública isso é muito mais difícil. Um trabalho bem-feito só é possível quando o time está organizado, disciplinado e com a capacidade de entregar os resultados na velocidade que as pessoas precisam. Por isso, gostaria de dividir esta comenda com todos os meus companheiros de jornada”, reconheceu.

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Renan agradeceu à CNT pela honraria, como uma grande impulsionadora do desenvolvimento do país. “Esta medalha me compromete a me dedicar mais, a me desdobrar, fazer a relação entre o setor produtivo e o governo, entre o governo e o Congresso Nacional, entre o governo e a sociedade civil organizada, para que a gente entregue uma melhor infraestrutura ao povo brasileiro e ao setor produtivo, que tanto carece dela”, concluiu. Neste ano, além do ministro, outras 12 autoridades receberam a medalha, em outras categorias. 

Medalha JK

A Ordem do Mérito do Transporte Brasileiro – Medalha JK é uma homenagem concedida pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) a personalidades que se destacam pela prestação de serviços relevantes ao setor de transporte e logística, que foi instituída em 1991. Ela é dividida em três graus: a Grã-Cruz, que ocorre uma vez por ano, a Grande Oficial e a Oficial, que são concedidas seis vezes por ano. 

O prêmio leva o nome do ex-presidente Juscelino Kubitschek, que teve papel fundamental na modernização da infraestrutura brasileira, sendo um marco para o avanço do setor de transportes no país.

Assessoria Especial de Comunicação

Ministério dos Transportes

 

Fonte: Ministério dos Transportes

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NOTA À IMPRENSA

Publicado

A determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é de rigor absoluto na fiscalização e na garantia da qualidade dos serviços de distribuição de energia elétrica. O Governo do Brasil não tolerará falhas reiteradas, interrupções prolongadas ou qualquer desrespeito à população, especialmente em um serviço essencial como o fornecimento de energia elétrica.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que a concessionária Enel será responsabilizada caso não cumpra integralmente os índices de qualidade e as obrigações contratuais previstas na regulação do setor. O descumprimento dessas exigências poderá acarretar na perda da concessão no estado de São Paulo, além da adoção de todas as medidas legais e regulatórias cabíveis.

Desde as primeiras ocorrências de interrupção no fornecimento de energia, o ministro Alexandre Silveira determinou a mobilização imediata de todo o setor elétrico, com atuação coordenada dos órgãos públicos e das empresas envolvidas para restabelecer o serviço no menor prazo possível. Também foi instituída uma força-tarefa nacional, com apoio de outras distribuidoras do país, para reforçar as equipes e acelerar os trabalhos nas áreas afetadas pelas fortes chuvas.

Além disso, desde 2023, o ministro Alexandre Silveira vem alertando formalmente a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) sobre problemas recorrentes na atuação da Enel e cobrando fiscalização rigorosa, aplicação imediata de sanções e avaliação da continuidade da concessão, sem qualquer complacência.

Para reforçar esse compromisso, o Governo do Brasil editou o Decreto nº 12.068/2024, que endureceu as regras de fiscalização das distribuidoras de energia elétrica em todo o país, com contratos mais severos e exigentes quanto à qualidade do serviço prestado aos consumidores.

Por fim, o ministro irá propor uma agenda com o governador do estado e o prefeito da capital de São Paulo para alinhamento de responsabilidades e atuação coordenada, garantindo que todos os órgãos públicos envolvidos cumpram seus papéis na gestão da crise.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Operação do MJSP contra o tráfico de drogas interestadual e transnacional causa prejuízo de R$ 78 milhões ao crime organizado

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Brasília, 14/12/2025 – Uma operação integrada do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) contra o tráfico de drogas interestadual e transnacional causou um prejuízo estimado de R$ 78,1 milhões ao crime organizado. A Operação FARO – Fronteiras e Divisas Alertas com Rastreio Olfativo, realizada entre 1º e 12 de dezembro de 2025, teve atuação em 13 estados e forte emprego de cães policiais treinados para detecção de ilícitos.

Coordenada pela Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (DIOPI), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), por meio da Coordenação-Geral de Fronteiras e Amazônia (CGFron), a operação ocorreu nos estados do Acre, Amazonas, Amapá, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins.

A ação teve como objetivo a repressão qualificada a crimes transnacionais e interestaduais, com foco especial no tráfico de drogas, além do enfrentamento ao contrabando e descaminho, aliando fiscalização, inteligência policial, emprego de cães e ações preventivas em comunidades escolares.

Uso de cães policiais

Ao todo, 400 policiais participaram da Operação FARO, com o apoio de 267 cães policiais, empregados de forma transversal em diversas frentes operacionais. Os binômios cão-policial atuaram principalmente em fiscalizações de veículos e cargas em rodovias e acessos estratégicos, além do apoio direto à detecção de drogas, armas, cigarros e outros ilícitos.

O uso estratégico dos cães potencializou a eficiência das abordagens, ampliou a capacidade de detecção e contribuiu de forma decisiva para os resultados obtidos nas regiões de fronteiras e divisas.

Resultados no combate ao tráfico de drogas

A Operação FARO registrou um prejuízo total ao crime estimado em R$ 78.181.592,76, dos quais cerca de R$ 59.988.096,76, aproximadamente 76,7% do total, estão diretamente relacionados ao tráfico de drogas.

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Durante os 12 dias de operação, foram apreendidos 6.808,09 quilos de entorpecentes, dos quais:
• 6.074,94 kg de maconha;
• 445,13 kg de skunk;
• 507 unidades de drogas sintéticas.

Fiscalizações, abordagens e prisões

Ao longo da operação, foram realizadas 10.386 ações, que resultaram em:
• 7.141 pessoas abordadas;
• 2.855 veículos abordados;
• 184 bloqueios, barreiras e blitz policiais;
• 124 fiscalizações;
• 64 embarcações abordadas.

No campo repressivo, os resultados incluem 63 pessoas presas ou apreendidas, sendo 50 prisões em flagrante, 11 prisões por ordem judicial e 2 menores apreendidos em flagrante.

Também foram apreendidas 21 armas de fogo, entre fuzis, pistolas, revólveres, espingardas e armas artesanais, além de 21 veículos e 4 embarcações, que representaram um prejuízo adicional estimado em R$ 3,88 milhões ao crime organizado. A operação ainda contabilizou 10 registros de porte ilegal de arma de fogo.

Ações socioeducativas e prevenção

Além das ações repressivas, a Operação FARO também se destacou pela atuação preventiva e educativa, reforçando a presença do Estado nas regiões de fronteiras e divisas. Foram realizadas 15 palestras socioeducativas em escolas, alcançando diretamente cerca de 1,5 mil alunos, além de visitas preventivas voltadas à conscientização de crianças e adolescentes sobre os riscos do envolvimento com o tráfico de drogas e outras práticas ilícitas.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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