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POLÍTICA NACIONAL

Vice de Rodrigo Garcia pode rachar MDB e PSDB em SP

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Rodrigo Garcia deve anunciar Geninho como seu vice, gerando crise com o MDB
Montagem

Rodrigo Garcia deve anunciar Geninho como seu vice, gerando crise com o MDB

Rodrigo Garcia (PSDB) está muito próximo de anunciar oficialmente Geninho Zuliani (União Brasil) como vice da sua chapa para concorrer ao governo de São Paulo. A escolha não agradou nem um pouco o MDB, que trabalha internamente para que a decisão seja revertida e o ex-secretário de Saúde da capital paulista, Edson Aparecido, fique com a vaga, apesar de ser uma reviravolta quase impossível de acontecer.

Ricardo Nunes (MDB) é o principal articulador para emplacar o nome de Aparecido. Aliados alegam que a escolha de Geninho é um desprestígio ao prefeito.

O acordo firmado inicialmente era que sua sigla indicasse o vice e o União Brasil ficasse com a vaga ao Senado. Mas, com a desistência de Datena, o UB passou a pressionar Garcia para ficar com seu suplente na chapa .

A explicação do partido é muito simples: o MDB terá total apoio das duas agremiações em 2024 para se manter na prefeitura de São Paulo. Em 2026, todos se comprometem a apoiar Edson para disputar o governo paulista, já que Rodrigo não poderá concorrer ao cargo novamente.

Só que Nunes não tem acreditado muito nisso. Aliados do prefeito dizem que, assim como mudaram de ideia em relação ao vice, podem alterar o planejamento em 2026. Além disso, quatro anos são vistos como muito longe para qualquer tipo de acordo.

O emedebista ainda está muito preocupado com um rompimento em relação à prefeitura de São Paulo. Na visão do governante da capital, não será nenhuma surpresa se o PSDB resolver lançar um nome para concorrer à prefeitura.

Rifar Geninho da vice e ter Edson ao lado de Garcia serviria para Ricardo mostrar força. No entanto, aliados do atual governador dizem que dificilmente ele voltará atrás na sua palavra e o deputado federal do União Brasil estará na chapa.

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Qual o motivo da escolha de Geninho?

A campanha de Garcia identificou que Tarcisio (PL) está forte no Noroeste Paulista, região que os tucanos acreditam que definirá quem vai para o segundo turno, provavelmente contra Fernando Haddad (PT).

Geninho foi prefeito de Olímpia e, nos últimos quatro anos, trabalhou com seus assessores para formar um forte curral eleitoral em cidades como Andradina, Pereira Barreto, Ilha Solteira, Sud Mennucci, Auriflama, Votuporanga, entre outras. O deputado terá a missão de angariar votos na região e fazer Garcia vencer Tarcísio.

No entanto, lideranças do MDB não concordam com a visão da equipe de Garcia. Na avaliação do diretório emedebista no estado, a Grande São Paulo é o local que o governador deveria aparecer mais, já que poucos o conhecem.

Porém, os tucanos defendem a tese que o PSDB é muito forte por lá, principalmente na capital, e o trabalho de comunicação é mais fácil de ser feito entre os paulistanos do que com quem mora no interior.

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Fonte: IG Política

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POLÍTICA NACIONAL

Dilma só aceitou ir à posse de Moraes porque ficou longe de Temer

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Alexandre de Moraes assumiu a presidência do TSE em evento na segunda-feira (16)
Antonio Augusto / Secom / TSE – 16.08.2022

Alexandre de Moraes assumiu a presidência do TSE em evento na segunda-feira (16)

Cercada de expectativas pela presença de desafetos políticos num mesmo ambiente, a posse de Alexandre de Moraes como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi cercada de cuidados para evitar constrangimentos maiores. Para garantir a presença da ex-presidente Dilma Rousseff, o cerimonial da Corte teve que atender a uma exigência da petista. Ela não se sentaria ao lado de Michel Temer, seu sucessor após o impeachment.

Segundo O GLOBO apurou, Dilma só aceitou ir à solenidade após receber a informação de que ficaria a duas cadeiras de distância de seu ex-vice-presidente. Na primeira fileira do plenário do TSE, os ex-presidentes sentaram na seguinte ordem, da esquerda para a direita: Dilma, José Sarney, Luiz Inácio Lula da Silva e Temer.

Depois da posse, durante confraternização dos convidados, deputados de partidos de esquerda conversaram sobre a posição irredutível de Dilma. Segundo um deles, o caso chegou até mesmo a ser monitorado por Moraes. A postura da ex-presidente, que condicionou sua presença à “distância regulamentar”, também foi considerada “um papelão” por aliado do PT.

Cassada pelo Congresso em 2016, Dilma nunca perdoou Temer pelos momentos que antecederam o impeachment. Até hoje, considera que o ex-vice foi um dos articuladores da deposição.

Durante a solenidade, Lula, por sua vez, conversou por um bom tempo com Temer. Ambos estavam de frente para Jair Bolsonaro, que ocupou uma cadeira na mesa das autoridades e chegou a sorrir ao lado de Moraes.

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Após o evento que reuniu as principais autoridades da República, Dilma quase foi atropelada por cinegrafistas quando Lula foi assediado pela imprensa, que tentava registrar alguma declaração do candidato do PT à Presidência. Em gesto de deferência e preocupação, o petista puxou Dilma para frente e impediu que a ex-presidente ficasse deslocada. Lula elogiou o discurso de Moraes, que defendeu o processo eleitoral e as urnas eletrônicas.

“O discurso do Alexandre foi a confirmação da democracia neste país. Hoje foi um ato muito forte para que não se elimine o processo eleitoral democrático”, disse o ex-presidente.

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Fonte: IG Política

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POLÍTICA NACIONAL

Tebet diz que comprará vagas em creches privadas para acabar com fila

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Simone Tebet prometeu zerar a fila das creches
Divulgação/MDB – 17.08.2022

Simone Tebet prometeu zerar a fila das creches

Nesta quarta-feira (17), a candidata à Presidência Simone Tebet (MDB) prometeu acabar com a fila de espera por vagas em creches e pré-escolas. Ela garantiu que comprará vagas em instituições privadas e terminará as obras ainda não concluídas.

A fala foi feita em visita a uma creche de Brasília, que atende mais de 80 crianças e sobrevive à custa de doações. De acordo com Tebet, hoje há mais de duas mil obras de creches e pré-escolas que estão inacabadas em todo o país.

Caso seja eleita, a emedebista prometeu investir R$ 2 bilhões para que as cidades prossigam com as obras. “Nós vamos concluir todas as escolas e creches que estão com obras inacabadas. Estamos falando algo em torno de R$ 1,5 bilhão, quase R$ 2 bilhões, não é muita coisa. E vamos fazer parcerias com os municípios, especialmente nas creches e na primeira infância”, comentou.

“E já estamos preparando um projeto para deixar claro, como lei, que onde não tiver espaços públicos vamos estar contratando, comprando vagas em creches privadas e fazendo parcerias com creches”, acrescentou.

Segundo dados da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, divulgados neste ano, mais de cinco milhões de crianças entre 0 e 3 anos não conseguem vaga em alguma creche do Brasil. Entre os mais pobres, 75,6% das crianças estão fora de algum ensino de educação.

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Fonte: IG Política

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