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POLÍTICA NACIONAL

TSE fecha novo acordo com organismo internacional para eleição

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Os ministros Edson Fachin, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, e Alexandre de Moraes, vice-presidente
Abdias Pinheiro/Divulgação TSE – 09.05.2022

Os ministros Edson Fachin, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, e Alexandre de Moraes, vice-presidente

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin , e o vice-presidente da Corte, ministro Alexandre de Moraes, assinaram nesta terça-feira, o acordo para que a União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore) atue como observadora internacional nas eleições de outubro deste ano. O termo estabelece direitos e obrigações para ambas as partes.

Esta é o terceiro acordo assinado pelo TSE com organismos internacionais que realizarão missões de observação no Brasil. No início de julho, o tribunal firmou parcerias similares com o Parlasul, órgão que representa os interesses das cidadãs e dos cidadãos das nações que compõem o Mercosul, e com a Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington, nos Estados Unidos. “Com todos esses organismos, o propósito do TSE é o mesmo: cooperar com a comunidade internacional e dialogar para fins de aprimoramento do sistema eleitoral brasileiro e, portanto, de nossa democracia. O Tribunal, fiel à missão de preparar, organizar e realizar eleições limpas e seguras, abre suas portas à observação e análise internacional, com total transparência, para que sejam efetuadas observações e recomendações que colaborem para nosso esforço contínuo e incessante de modernização e de aprofundamento da integridade institucional”, disse Fachin na abertura do evento.

Nos próximos dias o TSE também deve assinar outros acordos, como como a Comunidade dos Países de Línguas Portuguesa (CPLP) e com a Fundação Internacional para Sistemas Eleitorais (IFES).

Segundo Fachin, os observadores da Uniore são “personalidades e técnicos que se dedicam há décadas aos temas eleitorais” e que, portanto, “muito podem aportar para o aperfeiçoamento das instituições brasileiras”.

Ainda de acordo com o presidente do TSE, o grupo já estabeleceu como temas mais relevantes para sua atividade de observação e análise: o funcionamento e auditabilidade do sistema eletrônico de votação; as campanhas de desinformação; a participação política de grupos socialmente excluídos; a violência eleitoral; e o financiamento de campanhas eleitorais.

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“No que se refere à urna eletrônica, em particular, nossa equipe de Tecnologia de Informação já está em contato com a UNIORE para fornecer todos os elementos e dados necessários para uma observação técnica e profunda, que permita à Missão avaliar os avanços e os limites do nosso sistema eletrônico. Estamos à disposição para receber engenheiros e técnicos de informática em nossas instalações, de forma a viabilizar esse trabalho fundamental”, afirmou.

Além de ser recebida pela direção do TSE, a Missão da UNIORE deve se reunir com outros setores dos poderes Judiciário, Legislativo e Executivo. Integram a missão os presidentes dos organismos eleitorais da Argentina, da Costa Rica, do México e da República Dominicana, além de representantes do Centro de Assessoria e Promoção Eleitoral do Instituto Interamericano de Direitos Humanos (IIDH/CAPEL).

“Na qualidade de Missão independente, a UNIORE reunir-se-á com membros do Poder Executivo, do Poder Legislativo, com os partidos políticos, com organizações da sociedade civil e com outros atores que lhe afigurem relevantes (e que tiverem disposição para o diálogo) para a elaboração de relatório técnico amplo, neutro e imparcial”, ressaltou Fachin.

As eleições presidenciais de outubro devem contar com um número recorde de observadores internacionais para acompanhar o processo eleitoral. Os convites são capitaneados pelo presidente do TSE, ministro Edson Fachin, que revelou em maio a meta de mais de cem visitantes estrangeiros, além das missões de observação eleitoral independentes.

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Fonte: IG Política

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POLÍTICA NACIONAL

Haddad assume compromisso com Boulos

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Haddad diz que apoiará Boulos em 2024
Reprodução/YouTube – 17.08.2022

Haddad diz que apoiará Boulos em 2024

Nesta quarta-feira (17), o candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) afirmou publicamente que apoiará a candidatura de Guilherme Boulos (PSOL) para a prefeitura de São Paulo, em 2024. A declaração foi dada em sabatina realizada pelo jornal O Globo, Valor Econômico e Rádio CBN.

Durante a entrevista, o ex-prefeito foi perguntado se o Partido dos Trabalhadores ficaria sem candidato na capital paulista para estar no mesmo palanque que o psolista, que abriu mão da candidatura ao Palácio dos Bandeirantes para apoiar o petista na corrida eleitoral deste ano.

Haddad garantiu que negociou com Boulos e se comprometeu a apoiá-lo em 2024, independentemente do resultado da eleição deste ano. O ex-ministro da Educação deixou claro que, além dele, o PT também avisou que não lançará nenhum nome para concorrer ao cargo de prefeito.

“Eu vou apoiar, vou estar no palanque dele [Boulos], qualquer que seja o resultado da eleição, porque eu assumi um compromisso pessoal, e o PT também”, resumiu o candidato.

No ano passado, o psolista se colocou como pré-candidato ao governo de São Paulo, mas se retirou da disputa para concorrer ao cargo de deputado federal, tendo como objetivo ser o nome mais votado.

Desta forma, o PSOL passou a fazer parte da coligação que apoia Haddad. Agora a expectativa é que o PT cumpra o combinado e esteja com Boulos na corrida eleitoral de 2024 para a prefeitura da capital paulista.

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Fonte: IG Política

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POLÍTICA NACIONAL

Lula diz que vai melhorar o país e chama Bolsonaro de “tralha”

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Lula detonou Bolsonaro
Reprodução/YouTube – 17.08.2022

Lula detonou Bolsonaro

Nesta quarta-feira (17), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que o Brasil tem totais condições para “deixar de ser pequeno” mundialmente e que o país não está conseguindo se desenvolver por “incapacidade” e pela “falta de gestão” do presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Este país está pronto [para voltar a crescer], é só tirar essa tralha que tem lá e colocar a gente no lugar que vocês vão ver como vamos melhorar este país”, disse o petista na fundação Perseu Abramo no encontro com empresários de micro, pequenos e médios empreendimentos.

Ele relatou que tem muita experiência porque governo o Brasil por oito anos e agora terá a “a experiência” de Geraldo Alckmin (PSB), que foi governador de São Paulo em quatro oportunidades. “A vantagem é que vai ter dois caras que gostam de conversar, então é o momento oportuno de fazer a pauta de reivindicações”, destacou.

O ex-presidente ressaltou que sua maior preocupação é a questão econômica. Na avaliação dele, seu plano é controlar a inflação, diminuir o desemprego e permitir com que as empresas se desenvolvam.

“Vamos voltar a fazer com que os bancos públicos atuem como bancos públicos. Não queremos que eles deem prejuízo, mas que prestem uma função social a este país. O BNDES, por exemplo, vai ter que deixar de fazer empréstimos para grandes empresas e vai ter que se dedicar a pequenos e médios negócios, porque o restante pode pegar empréstimo em dólar em qualquer banco”, completou.

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Fonte: IG Política

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