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POLÍTICA NACIONAL

Presidência: Felipe D’Ávila declara patrimônio de R$ 24 milhões

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Felipe D'Ávila é lançado como candidato à presidência pelo Novo
Reprodução/Instagram

Felipe D’Ávila é lançado como candidato à presidência pelo Novo

O candidato do Novo à Presidência, Felipe D’Ávila , declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter um patrimônio de R$ 24,6 milhões. É o maior patrimônio entre os candidatos que já registraram oficialmente suas candidaturas.

A maior parte dos recursos — R$ 21 milhões — foi registrada como “quotas ou quinhões de capital”. D’Ávila também declarou ter duas casas, uma no valor de R$ 2,3 milhões e outra de R$ 983 mil, além de R$238 mil em aplicações de renda fixa.

Essa será a primeira vez que D’Ávila, que é cientista político, vai disputar uma eleição. Sua candidatura foi aprovada no sábado, por aclamação . O Novo terá uma chapa pura, com o deputado federal Tiago Mitraud (MG) como vice.

Até o momento, três outros postulantes à Presidência já registraram sua candidatura. O segundo com maior patrimônio é Pablo Marçal (Pros), que declarou ter R$ 16,9 milhões . Entretanto, ele pode ter sua candidatura retirada devido a uma mudança na direção do seu partido.

Também já registraram suas candidaturas Sofia Manzano (PCB), com patrimônio de R$ 498 mil, e Léo Péricles (UP), que declarou ter R$197.


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Fonte: IG Política

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POLÍTICA NACIONAL

Haddad assume compromisso com Boulos

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Haddad diz que apoiará Boulos em 2024
Reprodução/YouTube – 17.08.2022

Haddad diz que apoiará Boulos em 2024

Nesta quarta-feira (17), o candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) afirmou publicamente que apoiará a candidatura de Guilherme Boulos (PSOL) para a prefeitura de São Paulo, em 2024. A declaração foi dada em sabatina realizada pelo jornal O Globo, Valor Econômico e Rádio CBN.

Durante a entrevista, o ex-prefeito foi perguntado se o Partido dos Trabalhadores ficaria sem candidato na capital paulista para estar no mesmo palanque que o psolista, que abriu mão da candidatura ao Palácio dos Bandeirantes para apoiar o petista na corrida eleitoral deste ano.

Haddad garantiu que negociou com Boulos e se comprometeu a apoiá-lo em 2024, independentemente do resultado da eleição deste ano. O ex-ministro da Educação deixou claro que, além dele, o PT também avisou que não lançará nenhum nome para concorrer ao cargo de prefeito.

“Eu vou apoiar, vou estar no palanque dele [Boulos], qualquer que seja o resultado da eleição, porque eu assumi um compromisso pessoal, e o PT também”, resumiu o candidato.

No ano passado, o psolista se colocou como pré-candidato ao governo de São Paulo, mas se retirou da disputa para concorrer ao cargo de deputado federal, tendo como objetivo ser o nome mais votado.

Desta forma, o PSOL passou a fazer parte da coligação que apoia Haddad. Agora a expectativa é que o PT cumpra o combinado e esteja com Boulos na corrida eleitoral de 2024 para a prefeitura da capital paulista.

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POLÍTICA NACIONAL

Lula diz que vai melhorar o país e chama Bolsonaro de “tralha”

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Lula detonou Bolsonaro
Reprodução/YouTube – 17.08.2022

Lula detonou Bolsonaro

Nesta quarta-feira (17), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que o Brasil tem totais condições para “deixar de ser pequeno” mundialmente e que o país não está conseguindo se desenvolver por “incapacidade” e pela “falta de gestão” do presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Este país está pronto [para voltar a crescer], é só tirar essa tralha que tem lá e colocar a gente no lugar que vocês vão ver como vamos melhorar este país”, disse o petista na fundação Perseu Abramo no encontro com empresários de micro, pequenos e médios empreendimentos.

Ele relatou que tem muita experiência porque governo o Brasil por oito anos e agora terá a “a experiência” de Geraldo Alckmin (PSB), que foi governador de São Paulo em quatro oportunidades. “A vantagem é que vai ter dois caras que gostam de conversar, então é o momento oportuno de fazer a pauta de reivindicações”, destacou.

O ex-presidente ressaltou que sua maior preocupação é a questão econômica. Na avaliação dele, seu plano é controlar a inflação, diminuir o desemprego e permitir com que as empresas se desenvolvam.

“Vamos voltar a fazer com que os bancos públicos atuem como bancos públicos. Não queremos que eles deem prejuízo, mas que prestem uma função social a este país. O BNDES, por exemplo, vai ter que deixar de fazer empréstimos para grandes empresas e vai ter que se dedicar a pequenos e médios negócios, porque o restante pode pegar empréstimo em dólar em qualquer banco”, completou.

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Fonte: IG Política

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