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POLÍTICA NACIONAL

Senador do PT quer aumentar pena para homicídio motivado por política

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Humberto Costa apresentou projeto de lei nesta segunda-feira (11)
Reproducao: Facebook

Humberto Costa apresentou projeto de lei nesta segunda-feira (11)

O senador Humberto Costa (PT-PE) apresentou nesta segunda-feira (11) um projeto de lei que aumenta a pena para homicídios que tenham como motivo ideologia, intolerância ou inconformismo político. A proposta vem na esteira do assassinato do guarda municipal Marcelo Arruda , militante petista morto a tiros na madrugada de domingo, durante a comemoração de seu aniversário com temática do PT, em Foz do Iguaçu.

Arruda foi morto após o agente penal Jorge José Guaranho , simpatizante do presidente Jair Bolsonaro (PL), ter interrompido a festa de aniversário do petista e atirar contra ele. O guarda municipal reagiu ao ataque e atirou contra José, que, segundo a Polícia Civil do Paraná, está no hospital sob custódia.

De acordo com o projeto do senador petista, assassinatos que sejam cometidos por ideologia política ou com “objetivo de interferir no processo político eleitoral” passarão a ser considerados como homicídio qualificado.

Humberto Costa afirmou que vai conversar, ainda nesta segunda-feira, com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para pedir urgência na tramitação do projeto. No entanto, a proposta deve ser analisada só depois do recesso parlamentar, previsto para começar já no final desta semana.

“A presente matéria objetiva alcançar detestável casuística que vem se revelando cada vez mais frequente no Brasil, relacionada à prática de homicídios motivados por ideologia ou intolerância política, ou como meio de interferir no processo político eleitoral ou para impedir o livre desempenho de mandato eletivo”, justifica o senador no documento da proposta.

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Humberto completa:

“A prática de homicídio cometido por razões políticas, além de atentar contra o bem jurídico mais relevante tutelado pelo Estado, qual seja a vida, representa ainda uma grave ameaça à democracia, valor sobre o qual se fundamenta a nossa república e interessa indistintamente a todos”.

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Fonte: IG Política

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POLÍTICA NACIONAL

Aprovação do governo é maior entre quem recebe auxílio, diz PoderData

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Jair Bolsonaro
Isac Nóbrega/PR – 07.06.2022

Jair Bolsonaro

A primeira rodada da pesquisa PoderData, após início do pagamento do Auxílio Brasil com reajuste para R$ 600, mostra que o governo de Jair Bolsonaro (PL) está mais bem avaliado entre quem recebe o benefício do que entre a população em geral. Segundo o levantamento, que foi realizado entre 14 e 16 de agosto de 2022, a taxa de aprovação da atual gestão atual é de 45% entre as pessoas que receberam algum pagamento do programa substituto do Bolsa Família no último mês.

Já a taxa de desaprovação do governo nesse grupo é de 51%. No entanto, a pesquisa aponta um movimento favorável à administração Bolsonaro nos últimos 15 dias.

O levantamento aponta, ainda, um crescimento de Bolsonaro entre os beneficiários em termos de intenção de voto. Há duas semanas, o mandatário tinha 25% nesse grupo. Agora, são 39%.

Os dados da pesquisa foram coletados através de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.500 entrevistas em 331 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais parta mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-02548/2022

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Fonte: IG Política

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POLÍTICA NACIONAL

PoderData: 56% desaprovam governo de Jair Bolsonaro

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PoderData: 56% desaprovam governo de Jair Bolsonaro
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

PoderData: 56% desaprovam governo de Jair Bolsonaro

O governo de  Jair Bolsonaro (PL) é desaprovado por 56% do eleitorado brasileiro, de acordo pesquisa PoderData realizada de 14 a 16 de agosto. Além disso, 40% aprovam a gestão do atual presidente.

De acordo com a pesquisa, a aprovação do governo é ligeiramente mais favorável entre os beneficiários do Auxílio Brasil: 45% aprovam e 51% desaprovam.

Veja em quais grupos Bolsonaro tem mais dificuldade:

  • sexo – só 34% das mulheres aprovam o governo; entre homens, a taxa sobe para 46%
  • idade – aprovação é mais alta entre os adultos de 25 a 44 anos (47%)
  • região – moradores do Nordeste (61%) são os que mais desaprovam a gestão Bolsonaro
  • renda – desaprovação é de 61% entre os que têm renda familiar de até 2 salários mínimos

Os dados foram coletados de 14 a 16 de agosto de 2022, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3,5 mil entrevistas em 331 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O registro no TSE é BR-02548/2022.

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Fonte: IG Política

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