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POLÍTICA NACIONAL

PoderData: Lula tem 44% contra 36% de Bolsonaro no 1º turno

Publicado

O presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Reprodução 27.05.2022

O presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida presidencial, com 8 pontos percentuais de vantagem sobre o segundo colocado, Jair Bolsonaro (PL). Segundo a última pesquisa PoderData, divulgada nesta quarta-feira (6), Lula está com 44% das intenções de voto no 1° turno, enquanto Bolsonaro está com 36%. Há 15 dias, Lula tinha 44% e Bolsonaro 34%.

Os outros pré-candidatos somam 11% das intenções de voto. Confira:

  1. Lula (PT) – 44%
  2. Bolsonaro (PL) – 36%
  3. Ciro Gomes (PDT) – 5%
  4. André Janones (Avante) – 3%
  5. Simone Tebet (MDB) – 3%
  • Brancos ou nulos – 5%
  • Não sabem – 4%

Eventual 2° turno 

A distância entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) em um eventual 2º turno caiu para 12 pontos percentuais. Hoje, o ex-presidente teria 50% das intenções de voto, contra 38% do atual chefe do Executivo.

Da última pesquisa PoderData para cá, Lula oscilou 2 pontos para baixo, enquanto Bolsonaro subiu 3.

  1. Lula – 50% 
  2. Bolsonaro – 38%
  • Brancos ou nulos – 10% 
  • Não sabem – 2%

Metodologia

A pesquisa PoderData foi realizada de 3 a 5 de julho. Foram entrevistadas 3 mil pessoas com 16 anos ou mais em 317 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

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Fonte: IG Política

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POLÍTICA NACIONAL

‘Humilhação’, diz atriz pornô que ficou sem candidatura pelo PT, em MT

Publicado

Atriz pornô teve filiação ao Partido dos Trabalhadores do Mato Grosso suspensa
Reprodução/Redes Sociais – 25.05.2022

Atriz pornô teve filiação ao Partido dos Trabalhadores do Mato Grosso suspensa

Mesmo tendo conseguido a sua filiação ao PT por meio de uma liminar na Justiça, a atriz pornô e influencer Ester Caroline Pessato, de 24 anos, não foi incluída na lista de candidatos do partido. Conhecida como Tigresa Vip nas redes sociais, ela pretendia a disputar a uma vaga de deputada estadual em Mato Grosso e chegou a ter sua pré-candidatura anunciada em um evento do partido. Pelas redes sociais, Ester lamentou o episódio:

“Maior humilhação que eu já vivi na minha vida até hoje. Não foi humilhação passar fome, morar nos sem-terra. Não é humilhação ser atriz pornô, entendeu? A maior humilhação foi quando o PT me expulsou e excluiu a minha filiação”, disse Ester Pessato em vídeo compartilhado nas suas redes sociais na última sexta-feira.

Durante o vídeo, ela aponta o presidente do PT no MT, o deputado estadual Valdir Barranco, e a deputada federal Rosa Neide como os responsáveis por articularem a suspensão da sua filiação, bem como bloquearem sua candidatura.

Procurados, Valdir Barranco e Rosa Neide não se manifestaram sobre as declarações de Ester. O espaço segue aberto.

A controvérsia no entorno da pré-candidatura de Ester Pessatto se arrasta desde meados de abril. Uma das polêmicas envolveu um áudio atribuído à deputada federal Rosa Neide (PT-MT). Nele, Rosa Neide supostamente afirma ter visto um vídeo da atriz e alertado a presidenta do partido:

“Se é para fazer campanha política sendo chacota para o país, não estou disposta. Então já enviei para a presidenta (Gleise Hoffman) e espero que segunda-feira o deputado Valdir Barranco, nosso presidente, possa fazer uma reunião e discutir a questão antes que seja tarde demais”, diz o áudio.

Procurada pela imprensa de Mato Grosso na época do vazamento, Rosa Neide não negou a autoria do áudio. Em nota, ela afirmou que o PT é um partido dinâmico e plural.

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Fonte: IG Política

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POLÍTICA NACIONAL

Jovem é demitida pelo pai após criticar Bolsonaro e pede indenização

Publicado

Brunna Venâncio será indenizada pelo próprio pai após ser demitida por críticas a Bolsonaro
Reprodução – 10.08.2022

Brunna Venâncio será indenizada pelo próprio pai após ser demitida por críticas a Bolsonaro

Foi com um “misto de indignação, tristeza e decepção” que Brunna Letícia Venancio, de 29 anos, entrou com um processo judicial contra o próprio pai. A jovem moradora de Macapá foi demitida pelo genitor após fazer críticas ao presidente Jair Bolsonaro (PL) nas redes sociais, em setembro do ano passado. Uma decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, da última sexta-feira, estabeleceu que ela deverá ser indenizada em R$ 20 mil por danos morais.

A demissão de Brunna foi motivada por uma postagem nas redes sociais. Em 8 de setembro ela opinou sobre a manifestação feita na véspera por bolsonaristas em todo o país. “Sou completamente contra esse desgoverno e esse ser humano horroroso, corrupto, mal caráter, fascista, nazista, imbecil, incapaz e medíocre”, escreveu Brunna.

A publicação desagradou o pai da tatuadora, que era seu patrão, naquela altura.

“Bom dia, Brunna. Antes de ter as suas exposições de ira e deboche em suas posições políticas, lembre em respeitar quem está do outro lado, não se esqueça que eu tenho posições antagônicas”, enviou o pai para a filha, em áudio no WhatsApp, transcrito na sentença.

“Entrei na Justiça com um misto de indignação, tristeza e decepção. Eu não queria chegar a esse extremo. Não é fácil processar o próprio pai”, disse Brunna, ao GLOBO.

Antes desta postagem, pai e filha tinham se desentendido uma vez por motivação política: quando Brunna comentou que o Brasil voltou para o mapa da fome no governo Bolsonaro. Brunna relata ter recebido agressões verbais na ocasião.

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“Ele me chamou de esquerdopata e petralha. Desde então eu não tocava mais no assunto”, afirmou a tatuadora. “Eu sempre tive que me silenciar, ele sabia das minhas opiniões políticas e eu sabia as dele, mas a gente não entrava nesse assunto.”

Brunna explica que decidiu processar o pai por ter se sentido chantageada.

“Eu acho que [a indenização] repara o dano. Ele me mandou áudios absurdos, me humilhando, falando coisas pesadas. Eu não poderia aceitar. Ele queria me chantagear com o emprego que eu tinha: ‘Ou você apaga agora, ou você sabe que posso te punir”, disse Brunna.

A tatuadora atuava como supervisora de cadastro e vendas na empresa Grupo Popular, que tem seu pai como um dos sócios. Ela foi dispensada sem justa causa. No processo, a empresa negou que a demissão da mulher estivesse relacionada com suas opiniões políticas.

A juíza Camila Afonso de Novoa Cavalcanti, do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, entendeu que a conduta da empresa viola a legislação por promover discriminação por opinião política. A empresa ainda pode recorrer da decisão.

Na sentença, a magistrada mencionou o áudio enviado pelo pai de Brunna. Para a juíza, a mensagem exemplifica como as opiniões políticas da mulher suscitavam atritos entre os dois.

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Fonte: IG Política

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