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POLÍTICA NACIONAL

PoderData: distância entre Lula e Bolsonaro cai de 8 para 6 pontos

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Ex-presidente Lula e o atual presidente, Jair Bolsonaro
Reprodução/Montagem iG

Ex-presidente Lula e o atual presidente, Jair Bolsonaro

Nova pesquisa PoderData divulgada nesta quarta-feira (20) mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue na liderança para o Planalto, mas oscilou de 44% para 43% em relação ao levantamento de duas semanas atrás . O presidente Jair Bolsonaro (PL), por outro lado, cresceu de 36% para 37% na pesquisa estimulada para o primeiro turno — quando os entrevistados recebem a lista com os nomes dos pré-candidatos.

A diferença entre os dois pré-candidatos que lideram a corrida pela vaga no Planalto foi de oito pontos percentuais para seis, segundo os dados. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou para menos.

O ex-ministro Ciro Gomes (PDT), que aparece na terceira colocação, oscilou de 5% para 6%. A senadora Simone Tebet (MDB), continuou estável, com 3%. Em seguida, aparecem André Janones (Avante), que flutuou para baixo, de 3% para 2%; e o empresário Pablo Marçal (Pros), que oscilou de 0% para 1%.

José Maria Eymael (DC), Leonardo Péricles (UP), Luciano Bivar (União Brasil), Luiz Felipe D’Avila (Novo), Sofia Manzano (PCB) e Vera Lucia (PSTU) não pontuaram.

Dentro da margem de erro, Ciro, Tebet e Janones estão empatados tecnicamente. A senadora e o deputado também empatam com Marçal, Eymael, Péricles, Bivar, D’Avila, Manzano e Vera. De acordo com o levantamento, brancos e nulos somam 4% e os entrevistados que disseram não saber em quem votar também foram 4%.

Confira os resultados para o 1º turno, na pesquisa estimulada:


  • Lula (PT): 43%
  • Jair Bolsonaro (PL): 37%
  • Ciro Gomes (PDT): 6%
  • Simone Tebet (MDB): 3%
  • André Janones (Avante): 2%
  • Pablo Marçal (Pros): 1%
  • José Maria Eymael (DC): 0%
  • Leonardo Péricles (UP): 0%
  • Luciano Bivar (União Brasil): 0%
  • Luiz Felipe D’Avila (Novo): 0%
  • Sofia Manzano (PCB): 0%
  • Vera Lucia (PSTU): 0%
  • Branco/nulo: 4%
  • Não sabem: 4%

Para realizar a pesquisa, o PoderData ouviu 3.000 entrevistados por telefone, entre os dias 17 e 19 de julho. O levantamento foi feito em 309 municípios das 27 unidades da federação e custou R$ 103.715,00. O nível de confiança é de 95%, segundo o instituto, e o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-07122/2022.

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Fonte: IG Política

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POLÍTICA NACIONAL

Dilma só aceitou ir à posse de Moraes porque ficou longe de Temer

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Alexandre de Moraes assumiu a presidência do TSE em evento na segunda-feira (16)
Antonio Augusto / Secom / TSE – 16.08.2022

Alexandre de Moraes assumiu a presidência do TSE em evento na segunda-feira (16)

Cercada de expectativas pela presença de desafetos políticos num mesmo ambiente, a posse de Alexandre de Moraes como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi cercada de cuidados para evitar constrangimentos maiores. Para garantir a presença da ex-presidente Dilma Rousseff, o cerimonial da Corte teve que atender a uma exigência da petista. Ela não se sentaria ao lado de Michel Temer, seu sucessor após o impeachment.

Segundo O GLOBO apurou, Dilma só aceitou ir à solenidade após receber a informação de que ficaria a duas cadeiras de distância de seu ex-vice-presidente. Na primeira fileira do plenário do TSE, os ex-presidentes sentaram na seguinte ordem, da esquerda para a direita: Dilma, José Sarney, Luiz Inácio Lula da Silva e Temer.

Depois da posse, durante confraternização dos convidados, deputados de partidos de esquerda conversaram sobre a posição irredutível de Dilma. Segundo um deles, o caso chegou até mesmo a ser monitorado por Moraes. A postura da ex-presidente, que condicionou sua presença à “distância regulamentar”, também foi considerada “um papelão” por aliado do PT.

Cassada pelo Congresso em 2016, Dilma nunca perdoou Temer pelos momentos que antecederam o impeachment. Até hoje, considera que o ex-vice foi um dos articuladores da deposição.

Durante a solenidade, Lula, por sua vez, conversou por um bom tempo com Temer. Ambos estavam de frente para Jair Bolsonaro, que ocupou uma cadeira na mesa das autoridades e chegou a sorrir ao lado de Moraes.

Leia mais:  Bolsonaro não responde se já fez 'rachadinha': 'É meio comum'

Após o evento que reuniu as principais autoridades da República, Dilma quase foi atropelada por cinegrafistas quando Lula foi assediado pela imprensa, que tentava registrar alguma declaração do candidato do PT à Presidência. Em gesto de deferência e preocupação, o petista puxou Dilma para frente e impediu que a ex-presidente ficasse deslocada. Lula elogiou o discurso de Moraes, que defendeu o processo eleitoral e as urnas eletrônicas.

“O discurso do Alexandre foi a confirmação da democracia neste país. Hoje foi um ato muito forte para que não se elimine o processo eleitoral democrático”, disse o ex-presidente.

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Fonte: IG Política

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POLÍTICA NACIONAL

Tebet diz que comprará vagas em creches privadas para acabar com fila

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Simone Tebet prometeu zerar a fila das creches
Divulgação/MDB – 17.08.2022

Simone Tebet prometeu zerar a fila das creches

Nesta quarta-feira (17), a candidata à Presidência Simone Tebet (MDB) prometeu acabar com a fila de espera por vagas em creches e pré-escolas. Ela garantiu que comprará vagas em instituições privadas e terminará as obras ainda não concluídas.

A fala foi feita em visita a uma creche de Brasília, que atende mais de 80 crianças e sobrevive à custa de doações. De acordo com Tebet, hoje há mais de duas mil obras de creches e pré-escolas que estão inacabadas em todo o país.

Caso seja eleita, a emedebista prometeu investir R$ 2 bilhões para que as cidades prossigam com as obras. “Nós vamos concluir todas as escolas e creches que estão com obras inacabadas. Estamos falando algo em torno de R$ 1,5 bilhão, quase R$ 2 bilhões, não é muita coisa. E vamos fazer parcerias com os municípios, especialmente nas creches e na primeira infância”, comentou.

“E já estamos preparando um projeto para deixar claro, como lei, que onde não tiver espaços públicos vamos estar contratando, comprando vagas em creches privadas e fazendo parcerias com creches”, acrescentou.

Segundo dados da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, divulgados neste ano, mais de cinco milhões de crianças entre 0 e 3 anos não conseguem vaga em alguma creche do Brasil. Entre os mais pobres, 75,6% das crianças estão fora de algum ensino de educação.

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Leia mais:  Pacheco critica ataques entre candidatos: "Precisamos discutir ideias"

Fonte: IG Política

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