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POLÍTICA NACIONAL

Pacheco se reúne com Lula e senadores do PT em Brasília

Publicado

Os senadores David Alcolumbre e Rodrigo Pacheco: 13.07.2022
Reprodução: Senado – 12/07/2022

Os senadores David Alcolumbre e Rodrigo Pacheco: 13.07.2022

O pré-candidato do PT à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, foi recebido nesta quarta-feira pelo presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD), em um almoço na residência oficial do Senado. O encontro, articulado pela bancada do PT no Senado, ocorre em meio a série de agendas políticas do petista em Brasília, onde o ex-presidente trabalha para ampliar o arco de alianças.

Além de Lula, o ex-governador de São Paulo e vice na chapa petista, Geraldo Alcmikin (PSB), e senadores do PT, participaram do almoço. O PT de Lula e o PSD de Pacheco estarão juntos no palanque de Minas Gerais, onde Lula fechou acordo para apoiar Alexandre Kalil (PSD) ao governo do estado.

Esta não é a primeira vez que Pacheco recebeu um pré-candidato à Presidência em sua casa. Em abril, foi a vez de Ciro Gomes, do PDT, participar de um almoço. Na ocasião, o pedetista ainda nutria esperanças de fechar uma aliança com Kalil em Minas, aliado de Pacheco, o que acabou não ocorrendo. Ao falar sobre o encontro com Lula, na segunda-feira, Pacheco disse que a reunião teria caráter “institucional” e “importante para a demonstração que as instituições desse país conversam, dialogam.”

Pela manhã, Lula se reuniu com a bancada de senadores e deputados na área central de Brasília e pediu que a bancada não aceite provocações de bolsonaristas durante a campanha. O ex-presidente pediu o mesmo à militância na terça-feira à noite em ato em Brasília no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

Leia mais:  Lula diz que Bolsonaro mente aos evangélicos: "É um fariseu"

Geraldo Alckmin citou últimos três casos de violência durante a pré campanha: o material tóxico arremessado por drone em Uberlândia, a bomba caseira usada na Cinelândia, no Rio, e o assassinato de Marcelo Arruda no último sábado em Foz do Iguaçu por um policial bolsonarista. “Vamos fazer nossa campanha em paz. Não vamos abraçar uma violência que não é nossa. Ele falou da importância de eleger uma boa bancada, disse que não será a bancada do Lula, mas a bancada do Lula e do Alckmin e a bancada do Brasil. Externou a preocupação pra ter apoio na câmara suficiente pra fazer a travessia que o Brasil precisa”, disse AO GLOBO o senador Jaques Wagner (PT-BA).

Fonte: IG Política

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POLÍTICA NACIONAL

Tebet diz que comprará vagas em creches privadas para acabar com fila

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Simone Tebet prometeu zerar a fila das creches
Divulgação/MDB – 17.08.2022

Simone Tebet prometeu zerar a fila das creches

Nesta quarta-feira (17), a candidata à Presidência Simone Tebet (MDB) prometeu acabar com a fila de espera por vagas em creches e pré-escolas. Ela garantiu que comprará vagas em instituições privadas e terminará as obras ainda não concluídas.

A fala foi feita em visita a uma creche de Brasília, que atende mais de 80 crianças e sobrevive à custa de doações. De acordo com Tebet, hoje há mais de duas mil obras de creches e pré-escolas que estão inacabadas em todo o país.

Caso seja eleita, a emedebista prometeu investir R$ 2 bilhões para que as cidades prossigam com as obras. “Nós vamos concluir todas as escolas e creches que estão com obras inacabadas. Estamos falando algo em torno de R$ 1,5 bilhão, quase R$ 2 bilhões, não é muita coisa. E vamos fazer parcerias com os municípios, especialmente nas creches e na primeira infância”, comentou.

“E já estamos preparando um projeto para deixar claro, como lei, que onde não tiver espaços públicos vamos estar contratando, comprando vagas em creches privadas e fazendo parcerias com creches”, acrescentou.

Segundo dados da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, divulgados neste ano, mais de cinco milhões de crianças entre 0 e 3 anos não conseguem vaga em alguma creche do Brasil. Entre os mais pobres, 75,6% das crianças estão fora de algum ensino de educação.

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Leia mais:  Alckmin é alfinetado durante encontro de campanha de Lula

Fonte: IG Política

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POLÍTICA NACIONAL

Rio: Freixo diz não ser mais ‘a favor’ da legalização das drogas

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 O candidato do PSB ao governo do Rio, Marcelo Freixo
Reprodução

O candidato do PSB ao governo do Rio, Marcelo Freixo

Em mais uma modulação de seu discurso para atrair o eleitorado de centro, o candidato ao governo do Rio de Janeiro Marcelo Freixo (PSB) afirmou nesta quarta-feira, em entrevista à TV Record, ser contra a legalização das drogas no Brasil. A pauta é uma bandeira histórica de sua militância política. Questionado na entrevista sobre o tema, o pessebista disse ter revisto sua posição.

“Não. Não sou mais a favor (da legalização)”, declarou Freixo. “Não acho que isso vai nos ajudar nesse momento no Brasil.”

Em um primeiro momento ele havia se esquivado da pergunta, dizendo que era contra temas que “dividissem a sociedade brasileira” na atual conjuntura. Ao explicar sua nova posição, o candidato do PSB afirmou que nesse momento os esforços do governo devem ser na direção de investir em políticas sociais, de saúde e na polícia.

“O que a gente precisa fazer é avançar em dois braços. Um é o braço efetivo da polícia, pra botar bandido na cadeia. Estou falando de miliciano, traficante e político corrupto também. E, mais do que isso, quero o braço social. Tem quer ter lugar com esporte, psicólogo, assistente, para a mãe poder levar o filho e permitir prosperidade, uma chance pra essa juventude”, prosseguiu o postulante ao Palácio Guanabara.

A legalização de drogas é considerada um tema tabu por pessoas de perfil conservador, eleitorado que Freixo busca conquistar com sua nova roupagem de político moderado. O foco de sua campanha tem sido quebrar a rejeição entre setores como evangélicos, policiais e empresários. Além disso, ele vem intensificando sua agenda na Baixada Fluminense, região que historicamente elege políticos ligados à direita.

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Fonte: IG Política

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