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POLÍTICA NACIONAL

Lula, Bolsonaro, Ciro e Tebet cumprem agenda no mesmo dia em Salvador

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Aceno ao eleitorado baiano — o quarto maior do país, com 11 milhões de eleitores — ocorre no dia 2 de julho, um feriado estadual
Montagem iG / Imagens: Lula Marques/Agência PT; Wilson Dias/Agência Brasil; e José Cruz/Agência Brasil;

Aceno ao eleitorado baiano — o quarto maior do país, com 11 milhões de eleitores — ocorre no dia 2 de julho, um feriado estadual

Pela primeira vez nesta corrida eleitoral, os  quatro principais pré-candidatos a presidente visitarão a mesma cidade no mesmo dia: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o presidente Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) cumprirão agenda neste sábado em Salvador, mas em locais e horários distintos.

O aceno ao eleitorado baiano — o quarto maior do país, com 11 milhões de eleitores — ocorre no dia 2 de julho, um feriado estadual. A data é conhecida como Independência da Bahia porque foi quando os portugueses foram expulsos do estado, dez meses após a independência formal do Brasil.

Os quatro presidenciáveis estarão em um raio de poucos quilômetros, mas não estarão juntos, com exceção de Ciro e Tebet. Os dois irão participar do tradicional cortejo cívico, que ocorre todos os anos. A previsão é que o desfile comece às 7h30, no Largo da Lapinha.

A cerca de oito quilômetros, no Farol da Barra, apoiadores de Bolsonaro começarão a se concentrar às 8h para uma motociata, que contará com a presença do presidente e do seu pré-candidato ao governo, o ex-ministro e deputado federal João Roma (PL).

Mais tarde, às 10h30, está marcado um ato com Lula na Arena Fonte Nova, a seis quilômetros de distância do Farol da Barra. Está prevista a participação do governador Rui Costa, do senador Jaques Wagner, ambos do PT, e do pré-candidato do partido ao governo estadual, o ex-secretário Jerônimo Rodrigues.

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Inicialmente, a concentração da motociata de Bolsonaro estava marcada para ocorrer nos arredores da Fonte Nova, mas o local foi alterado para evitar conflito com os apoiadores de Lula.

A Secretaria de Segurança Pública da Bahia informou que mil policiais vão participar da segurança do cortejo, mas não divulgou se haverá um esquema específico para os locais de concentração de Bolsonaro e Lula.

Com exceção de Lula, os outros três pré-candidatos já tiveram agendas públicas na Bahia na sexta-feira. Bolsonaro visitou obras em Feira de Santana e Maragogipe.

Ciro reuniu-se com o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), cuja vice, Ana Paula Matos, é do PDT. Enquanto isso, Tebet visitou as instalações das Obras Sociais Irmã Dulce.

Peça central no cenário local, o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo ACM Neto (União Brasil) tem se mantido equidistante dos principais pré-candidatos a presidente. Neste sábado, ele também irá participar do desfile cívico, mas sem marcar encontro com nenhum dos pré-candidatos.

Ciro já declarou a intenção de apoiar o ex-prefeito, e tentou conseguir apoio do União Brasil em troca, mas atualmente a legenda tem o seu presidente, o deputado federal Luciano Bivar (PE), como pré-candidato ao Palácio do Planalto.

Bolsonaro também já tentou uma aliança com o ACM Neto , mas o ex-prefeito rejeitou a hipótese.

Antes um opositor ferrenho aos governos petistas, ACM Neto agora adota um discurso mais leve em relação a Lula, de olho em um possível voto combinado entre ele e o ex-presidente, que tem força eleitoral no estado.

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Fonte: IG Política

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POLÍTICA NACIONAL

Dilma só aceitou ir à posse de Moraes porque ficou longe de Temer

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Alexandre de Moraes assumiu a presidência do TSE em evento na segunda-feira (16)
Antonio Augusto / Secom / TSE – 16.08.2022

Alexandre de Moraes assumiu a presidência do TSE em evento na segunda-feira (16)

Cercada de expectativas pela presença de desafetos políticos num mesmo ambiente, a posse de Alexandre de Moraes como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi cercada de cuidados para evitar constrangimentos maiores. Para garantir a presença da ex-presidente Dilma Rousseff, o cerimonial da Corte teve que atender a uma exigência da petista. Ela não se sentaria ao lado de Michel Temer, seu sucessor após o impeachment.

Segundo O GLOBO apurou, Dilma só aceitou ir à solenidade após receber a informação de que ficaria a duas cadeiras de distância de seu ex-vice-presidente. Na primeira fileira do plenário do TSE, os ex-presidentes sentaram na seguinte ordem, da esquerda para a direita: Dilma, José Sarney, Luiz Inácio Lula da Silva e Temer.

Depois da posse, durante confraternização dos convidados, deputados de partidos de esquerda conversaram sobre a posição irredutível de Dilma. Segundo um deles, o caso chegou até mesmo a ser monitorado por Moraes. A postura da ex-presidente, que condicionou sua presença à “distância regulamentar”, também foi considerada “um papelão” por aliado do PT.

Cassada pelo Congresso em 2016, Dilma nunca perdoou Temer pelos momentos que antecederam o impeachment. Até hoje, considera que o ex-vice foi um dos articuladores da deposição.

Durante a solenidade, Lula, por sua vez, conversou por um bom tempo com Temer. Ambos estavam de frente para Jair Bolsonaro, que ocupou uma cadeira na mesa das autoridades e chegou a sorrir ao lado de Moraes.

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Após o evento que reuniu as principais autoridades da República, Dilma quase foi atropelada por cinegrafistas quando Lula foi assediado pela imprensa, que tentava registrar alguma declaração do candidato do PT à Presidência. Em gesto de deferência e preocupação, o petista puxou Dilma para frente e impediu que a ex-presidente ficasse deslocada. Lula elogiou o discurso de Moraes, que defendeu o processo eleitoral e as urnas eletrônicas.

“O discurso do Alexandre foi a confirmação da democracia neste país. Hoje foi um ato muito forte para que não se elimine o processo eleitoral democrático”, disse o ex-presidente.

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Fonte: IG Política

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POLÍTICA NACIONAL

Tebet diz que comprará vagas em creches privadas para acabar com fila

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Simone Tebet prometeu zerar a fila das creches
Divulgação/MDB – 17.08.2022

Simone Tebet prometeu zerar a fila das creches

Nesta quarta-feira (17), a candidata à Presidência Simone Tebet (MDB) prometeu acabar com a fila de espera por vagas em creches e pré-escolas. Ela garantiu que comprará vagas em instituições privadas e terminará as obras ainda não concluídas.

A fala foi feita em visita a uma creche de Brasília, que atende mais de 80 crianças e sobrevive à custa de doações. De acordo com Tebet, hoje há mais de duas mil obras de creches e pré-escolas que estão inacabadas em todo o país.

Caso seja eleita, a emedebista prometeu investir R$ 2 bilhões para que as cidades prossigam com as obras. “Nós vamos concluir todas as escolas e creches que estão com obras inacabadas. Estamos falando algo em torno de R$ 1,5 bilhão, quase R$ 2 bilhões, não é muita coisa. E vamos fazer parcerias com os municípios, especialmente nas creches e na primeira infância”, comentou.

“E já estamos preparando um projeto para deixar claro, como lei, que onde não tiver espaços públicos vamos estar contratando, comprando vagas em creches privadas e fazendo parcerias com creches”, acrescentou.

Segundo dados da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, divulgados neste ano, mais de cinco milhões de crianças entre 0 e 3 anos não conseguem vaga em alguma creche do Brasil. Entre os mais pobres, 75,6% das crianças estão fora de algum ensino de educação.

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Fonte: IG Política

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