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POLÍTICA NACIONAL

Eleições: ‘Caminha para dar certo’, diz Janones após ligação de Lula

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André Janones conversou com Lula nesta tarde de sexta-feira (29)
Divulgação: Câmara dos deputados – 22/03/2022

André Janones conversou com Lula nesta tarde de sexta-feira (29)

Após receber um telefonema do  ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na noite desta sexta-feira, o  deputado federal André Janones (Avante) disse ao GLOBO que a aliança com o petista “caminha para dar certo” e que ambos devem se reunir na próxima quinta-feira para selar o acordo. A tendência é que Janones retire sua pré-candidatura à presidência da República ainda no primeiro turno da disputa ao Palácio do Planalto.

De acordo com a última pesquisa do Instituto Datafolha , Janones tem 1% das intenções de voto. O deputado disse que exigiu que Lula incorpore pelo menos três propostas suas ao plano de governo, o que seria condição indispensável para a composição. Entre os pleitos, estão a manutenção do valor de R$ 600 para o benefício do Auxílio Brasil, o pagamento da quantia em dobro para mães solteiras e a inclusão no sistema dos beneficiários do CadÚnico.

“Não quero ministérios, nem cargos. Se o Lula aceitar as minhas propostas, não tenho o que conversar. É óbvio que caminha para dar certo”, disse o deputado.

Nas últimas semanas, o ex-presidente, que lidera as pesquisas de opinião, passou a trabalhar para ampliar ao máximo sua aliança para além da esquerda na tentativa de vencer as eleições no primeiro turno.

No levantamento do Datafolha desta semana, Lula tem 52% dos votos válidos e poderia vencer eleição no primeiro turno. No entanto, a vantagem do petista em relação à soma dos concorrentes está dentro da margem de erro do levantamento.

Janones se reuniu com Lula durante a passagem do petista por Brasília na primeira quinzena do mês. Ele foi levado ao encontro pela presidente do PT, Gleisi Hoffmann. A conversa foi mantida em sigilo.

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Na terça-feira, durante sabatina na GloboNews, o candidato do Avante revelou que se reuniu com Lula. Na conversa, segundo Janones, Lula teria elogiado a sua trajetória e a sua “teimosia”, mas não pediu para que ele retirasse a candidatura.

No dia seguinte, Gleisi ligou para Janones e o convidou para um novo encontro com Lula. Depois disso, ele e o candidato do PT passaram a dialogar pelas redes sociais.

Na quinta-feira, Janones fez uma postagem no Twitter e no Facebook em que explicava que decidiu se lançar ao cargo para combater a insegurança alimentar e instituir um benefício social permanente no Brasil, causa que Lula disse abraçar também. “Fico feliz. Essa também é a causa que me motiva na política, estamos juntos nisso. Vamos conversar”, comentou Lula na postagem.

Nesta sexta-feira, o deputado disse que aceitava conversar com Lula. “Bolsonaro me bloqueou, Ciro não aceitou encontrar comigo, Tebet ignorou por completo minha existência, enquanto aquele que lidera as pesquisas pediu publicamente pra conversar comigo. Humildade e democracia andam lado a lado. Convite aceito. Vamos conversar @lulaoficial”, postou.

Em resposta à publicação, Lula afirmou que “política se faz com diálogo e juntando pessoas pelo bem comum”. E avisou: “Vou te ligar. A ideia no PT é a de que sempre há tempo para fazer uma aliança antes do início do calendário eleitoral oficial.”

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Fonte: IG Política

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Prazo para pedir voto em trânsito termina nesta quinta-feira (18)

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Prazo para solicitar habilitação de voto em trânsito termina nesta quinta-feira (18)
Geraldo Magela/Agência Senado

Prazo para solicitar habilitação de voto em trânsito termina nesta quinta-feira (18)

Termina nesta quinta-feira (18) o prazo para os eleitores que não estiverem no seu domicílio eleitoral no dia da votação, no primeiro turno, em 2 de outubro; e, em caso de segundo turno, no dia 30 de outubro, solicitarem o voto em trânsito .

O requerimento para votar em trânsito precisa ser feito presencialmente, em qualquer cartório eleitoral, sem necessidade de agendamento. É possível solicitar o voto em trânsito para o primeiro, o segundo ou ambos os turnos.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o voto em trânsito vale apenas para o cargo de presidente da República, quando a eleitora ou eleitor indicar uma cidade localizada em outra unidade da Federação diferente da do município do seu domicílio eleitoral.

“Podem votar nos cargos de deputado federal, deputado estadual, senador, governador e presidente da República apenas eleitoras e eleitores que indicarem para o voto em trânsito um município que esteja localizado na mesma unidade da Federação do seu domicílio eleitoral”, diz ainda o TSE.

O pedido para votar em trânsito só pode ser feito para as capitais e cidades com eleitorado igual ou superior a 100 mil pessoas. É possível consultar os locais habilitados a receber o voto em trânsito no site do TSE. Não é possível indicar municípios em outros países para o voto em trânsito.

Eleitores com o título de eleitor cadastrado no exterior, poderão votar em trânsito se estiverem em viagem ao Brasil. Para isso, devem indicar o município onde estarão no dia da votação. Nesses casos, só poderão votar exclusivamente em candidatas e candidatos a presidente da República.

“O voto em trânsito funciona como uma transferência temporária de domicílio eleitoral. A habilitação para votar em trânsito não transfere ou altera quaisquer dados da inscrição eleitoral. Após as eleições, a vinculação do eleitor com a seção de origem é restabelecida automaticamente”, informa o TSE.

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Fonte: IG Política

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PoderData: 41% dos evangélicos desaprovam governo Bolsonaro

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PoderData: 41% dos evangélicos desaprovam governo Bolsonaro
Reprodução/YouTube Cara a Tapa 13.08.2022

PoderData: 41% dos evangélicos desaprovam governo Bolsonaro

O eleitorado evangélico mantém 55% de aprovação ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PL), segundo pesquisa realizada pelo PoderData e divulgada nesta quinta-feira (18). Ao mesmo tempo, 41% não o aprovam.

O percentual de apoio teve leve queda em relação a 15 dias antes, quando 61% dos identificados com esse grupo religioso avaliavam positivamente a gestão. Bolsonaro tem na base evangélica o principal ponto de apoio. Os números dele com esse segmento são maiores em comparação ao quadro de aprovação geral, onde marca 40%.

Entre os pessoas da Igreja Católica, 63% reprovam o mandato de Bolsonaro. Apenas 31% o aprovam. Essa diferença na avaliação positiva transitou para a dúvida nos últimos 15 dias – se antes 2% dos católicos não sabiam avaliar a gestão, agora são 6%.

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Fonte: IG Política

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