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POLÍTICA NACIONAL

União Brasil busca aproximação com PSDB para candidatura de Bivar

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União Brasil busca aliança com PSDB em torno da candidatura de Bivar
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

União Brasil busca aliança com PSDB em torno da candidatura de Bivar

Em meio ao impasse nas negociações entre MDB e PSDB para destravar a aliança em torno da pré-candidatura à Presidência da senadora Simone Tebet (MDB-MS), o  União Brasil iniciou uma investida em direção aos tucanos.

Um encontro nesta tarde entre o presidente do PSDB, Bruno Araújo, e o postulante do União Brasil ao Planalto, deputado Luciano Bivar (PE), foi marcado com o objetivo de debater os cenários estaduais e um possível acordo nacional.

O União Brasil, dono da maior parcela dos fundos partidário e eleitoral, chegou a participar das conversas com PSDB, MDB e Cidadania em busca de um nome de consenso para liderar a terceira via na corrida presidencial. A sigla de Bivar, no entanto, deixou as negociações posteriormente e lançou o nome do deputado.

Agora, com a tentativa de acordo entre MDB e PSDB andando a passos lentos – os tucanos insistem que os emedebistas abram mão de lançar o deputado estadual Gabriel Souza no Rio Grande do Sul para apoiar um tucano –, o União Brasil busca retomar os laços. Uma conversa inicial já ocorreu na semana passada, em Belo Horizonte, em uma prévia do que será debatido nesta tarde.

“Analisamos a possibilidade de aliança em Minas Gerais e mapeamos os interesses em todas as unidades da Federação. Cabe, dentro do diálogo, de mapear convergências e identificar sinergias. O União Brasil é um dos maiores partidos brasileiros, tem um potencial grande, e cabe à direção do PSDB ouvir as propostas. É isso que nós faremos”, afirma o deputado federal Marcus Pestana (MG), pré-candidato do PSDB ao governo de Minas Gerais.

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Esta quarta-feira é também um dia decisivo para a pretensão do MDB de receber o apoio do PSDB nacionalmente. Os tucanos ainda aguardam um gesto para embarcarem na chapa de Tebet.

Na noite de terça-feira, o ex-governador Eduardo Leite se reuniu com a cúpula do MDB gaúcho, mas, depois do encontro, disse que a conversa acabou sem avanço.

A direção do PSDB condiciona a coligação ao apoio do MDB a uma candidatura tucana no Rio Grande do Sul. Para isso, o partido precisaria abrir mão da pré-candidatura de Gabriel Souza, já lançada. Ele sinaliza que só desistiria de concorrer se fosse enquadrado pelos líderes da sigla no estado — que até agora não esboçaram qualquer movimento.

Para viabilizar a chapa de centro, os tucanos também gostariam de reciprocidade do MDB no Mato Grosso do Sul e em Pernambuco, mas já admitem que os aliados não deram sinal verde para esses pedidos.

Aliados de Leite afirmam que a sua eventual candidatura ao governo do Rio Grande do Sul está mais próxima, por mais que contrarie uma promessa de campanha de não concorrer a um segundo mandato — naquele estado, aliás, um governador nunca conseguiu esse feito. 


Apesar disso, Leite estaria animado com pesquisas internas que mostram chances de ele quebrar essa tradição, avaliam pessoas próximas.

O combinado entre as siglas para resolver o impasse na disputa ao governo gaúcho é que as alianças regionais sejam resolvidas até hoje. 

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Na hipótese de o MDB ceder aos tucanos pelo menos no Rio Grande do Sul, a executiva do PSDB referenda o nome de Tebet como cabeça de chapa no dia seguinte. Essa é a tendência majoritária no PSDB, embora haja uma ala resistente que prefere uma candidatura própria.

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POLÍTICA NACIONAL

Datafolha Rio: Lula lidera com 41% dos votos; Bolsonaro tem 34%

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Lula lidera com 41% no Rio de Janeiro
Ricardo Stuckert/Divulgação e Presidência da República

Lula lidera com 41% no Rio de Janeiro


Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como líder na disputa ao Palácio do Planalto entre os eleitores do estado do Rio de Janeiro, com 41% das intenções de voto. O presidente Jair Bolsonaro (PL) segue em segundo, com 34%.

Veja o desempenho dos pré-candidatos à Presidência no Rio:

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – 41% Jair Bolsonaro (PL) – 34% Ciro Gomes (PDT) – 8% Simone Tebet (MDB) – 2% André Janones (Avante) – 1% Vera Lúcia (PSTU) – 1% Sofia Manzano (PCB) – 1% Felipe d’Avila (Novo) – 1% Pablo Marçal (Pros), Leonardo Péricles (UP), Eymael (Democracia Cristã) e Luciano Bivar (União Brasil) foram citados, mas não alcançaram um ponto percentual. O General Santos Cruz (Podemos) não foi citado.

Votos nulos e brancos no estado representam 7%; e 3% não sabem ou não responderam. O Datafolha ouviu 1.218 eleitores em 32 municípios do Rio de Janeiro entre quarta e sexta-feira desta semana. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo RJ-00260/2022. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.


Se comparado com o cenário nacional, a distância entre Lula e Bolsonaro é menor entre os fluminenses. Segundo o último levantamento, o petista tem 47% das intenções de voto no país, enquanto o atual chefe do Planalto marca 28%.

Os nomes da chamada terceira via, por outro lado, seguem tentando se viabilizar na disputa. Considerando o cenário nacional, Ciro Gomes (8%) e Simone Tebet (1%), assim como o deputado federal André Janones (2%), mantiveram seu desempenho ou oscilaram dentro da margem de erro da pesquisa no estado do Rio, que é de 3 pontos percentuais.

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Fonte: IG Política

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POLÍTICA NACIONAL

Fachin afirma que o sistema eleitoral brasileiro é ‘rígido e seguro’

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Fachin enalteceu o trabalho do TSE em dar transparência ao processo eleitoral
Abdias Pinheiro/SECOM/TSE

Fachin enalteceu o trabalho do TSE em dar transparência ao processo eleitoral

Na última sessão antes do recesso de julho, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Edson Fachin , enalteceu o trabalho do tribunal em dar transparência ao processo eleitoral e afirmou que “as regras do jogo eleitoral são conhecidas por todos e devem ser respeitadas”. 

O sistema eleitoral brasileiro vem sendo alvo de constantes ataques por parte do presidente Jair Bolsonaro (PL).

“As diferenças de compreensão estão permeadas no tecido republicano que vivenciamos, contudo, é no reconhecimento mútuo das distintas dimensões e alcances do entendimento dos interlocutores que se pavimenta o caminho para a solução dessas distensões, sempre informadas pelo respeito absoluto pela Constituição Federal, pela forma Republicana de Governo adotada no Brasil, e pelo trato cordial, respeitoso e honesto entre os atores institucionais”, afirmou Fachin.

De acordo com o presidente do TSE, que deixa o cargo em agosto, quando passa a função para o ministro Alexandre de Moraes, a Corte tem se dedicado a demonstrar a transparência em todas as etapas de sua atuação, especialmente no papel de administrador das eleições e a confiabilidade de todo o aparato nacional para a realização do certame eleitoral.

“Reforçando que as urnas eletrônicas são seguras, são confiáveis, que foram aprovadas no recente Teste Público de Segurança e não há qualquer indicação segura de que não protegem o sigilo e a veracidade do voto de todos os brasileiros”, explicou.

“Nossa certeza de que o sistema eleitoral brasileiro é hígido, confiável e seguro transborda os limites da Instituição e nos permite transferir essa inabalável certeza a todos os nossos compatriotas, a todos os cidadãos brasileiros. O seu voto está protegido e será contabilizado nas eleições”, ressaltou.

Leia mais:  Pacheco critica desconfiança 'sem justa causa' sobre sistema eleitoral

Ao longo do último ano, as urnas eletrônicas vêm sendo um cavalo de batalha travado entre o governo Jair Bolsonaro e o TSE. Nos últimos meses, o Ministério da Defesa tem protagonizado uma troca de ofícios com a Corte, em razão de uma série de propostas feitas pelas Forças Armadas no âmbito da Comissão de Transparência Eleitoral, boa parte delas acolhidas pelo tribunal.

Após o pronunciamento de Fachin, o subprocurador-geral da República Humberto Jacques de Medeiros, que participou da sessão como vice-procurador-geral Eleitoral substituto, reforçou a confiança do Ministério Público nas eleições.

“Dou o meu testemunho da absoluta lisura, da correção, da estrutural confiança que nosso processo eleitoral merece”, afirmou.

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Fonte: IG Política

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