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STJ veta verba de R$ 700 mil para shows de pagode e de Bruno e Marrone

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Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) desta quinta-feira proibiu a realização dos shows da dupla sertaneja Bruno e Marrone e da banda de pagode Sorriso Maroto previstos na programação da 17ª Festa do Cacau, que acontece até o próximo sábado em Urucurituba, município de 24 mil habitantes localizado a 218 km de Manaus. As apresentações custariam, ao todo, R$ 700 mil aos cofres públicos.

O despacho é do presidente do STJ, Humberto Martins, para quem há uma desproporção entre a condição financeira da cidade amazonense e os valores a serem gastos com os shows. O ministro atendeu a um pedido feito pelo Ministério Público do Amazonas (MPAM), que recorreu de uma decisão dada pelo Tribunal de Justiça do estado liberando os eventos.

“Ainda que não se olvide da importância e relevância da cultura na vida da população local, a falta de serviços básicos em tamanha desproporção, como no caso dos autos, provoca um objetivo desequilíbrio que torna indevido o dispêndio e justificada a cautela buscada pelo MP”, disse o presidente do STJ na decisão.

No pedido ao STJ, o Ministério Público lembrou que, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 51,5% da população de Urucurituba recebem até meio salário mínimo por mês, e 97% das receitas municipais vêm de fontes externas, como repasses estaduais e federais. Ao analisar o pedido, o ministro Humberto Martins afirmou que, ao contrário do que sustentou a prefeitura em sua impugnação, o pedido de suspensão dos shows feito pelo MP tem adequação processual.

“O argumento do Ministério Público no pleito é justamente que a realização dos shows causará lesão à ordem pública administrativa local, dada a precariedade dos serviços prestados à população e o altíssimo custo dos shows. Portanto, em termos de interesse processual, a medida de suspensão tem total cabimento”, explicou o ministro.

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Fonte: IG GENTE

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Wanessa Camargo planeja filho com Dado Dolabella, diz fonte

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Wanessa Camargo e Dado Dolabella
Reprodução/ Instagram

Wanessa Camargo e Dado Dolabella


O relacionamento de Wanessa Camargo e Dado Dolabella está tão sério que eles já planejam ter um filho juntos. Sim, a família Camargo mal tinha se recuperado da surpresa ao saber que eles tinham reatado, depois de 20 anos separados, como agora estão cientes dessa outra novidade.

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“Zezé tem dado total apoio à filha. É uma forma de retribuir a atitude dela em relação à sua história com Graciele (Lacerda). Wanessa foi a primeira dos filhos a aceitá-la como família”, diz uma fonte próxima aos Camargo.


Wanessa já tem dois filhos do seu casamento com o empresário Marcus Buaiz, cujo término foi anunciado no início de maio. Dado Dolabella, por sua vez, é pai de três, mas quer um quarto filho. Em 2020, quando o ator namorava a prima, Nina Dolabella, os dois chegaram a se consultar com alguns médicos para saber se existiria algum risco caso ela engravidasse.

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O histórico de Dado Dolabella, que já foi acusado pela ex, Luana Piovani, de agressão, não assusta a família de Wanessa. “Ele nunca foi violento com ela quando namoraram”, afirma a mesma fonte. Entre os Camargo, um consenso existe: a cantora está novamente apaixonada.

Wanessa Camargo passou os últimos dias num resort de águas quentes na cidade Rio Quente, em Goiás, mesmo estado onde Dado vive hoje, na Chapada dos Veadeiros.

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Fonte: IG GENTE

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Fábio Porchat avalia humor: ‘O limite é a constituição brasileira’

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Fábio Porchat
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Fábio Porchat


Fábio Porchat voltou ao papel anterior. Mais visto ultimamente sentado para ouvir as histórias inusitadas dos outros, sobe ao palco para contar as suas. O novo stand-up do comediante, “Histórias do Porchat”, chega hoje ao Rio de Janeiro no Teatro Casa Grande, no Leblon. Todos os finais de semana até 28 de agosto, Porchat vai falar de situações inusitadas que viveu durante suas viagens pelo mundo — já foram 55 países. Os momentos vão de uma massagem na Índia a uma dor de barriga no Nepal.

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— Desde 2007 eu faço stand-up. Fiquei dez anos em cartaz direto. Veio a pandemia e pensei que as pessoas fossem querer dar risada quando passasse. E acho que pensei certo. As pessoas estavam sentindo falta de rir junto. É uma forma de a gente esquecer um pouco os problemas — diz o humorista, que destaca a importância do teatro.


O objetivo é ser leve, ele diz. Não tem piada sobre política, nem sobre qualquer assunto que venha a ser considerado polêmico. A experiência bem-sucedida do programa do GNT (com reprises na TV Globo) “Que história é essa, Porchat?” inspirou o novo espetáculo:

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— As pessoas podem assistir ao programa, deitar e dormir tranquilas. Não vai deitar com raiva, não tem lacração nenhuma, e a peça é por aí. Sinto que em qualquer mesa de bar a conversa acaba terminando em política, eleições, e, quando a gente puxa esse assunto, as pessoas já te olham com uma cara de “ai que chato, vai falar disso mesmo?”

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‘Piada não é improviso’

A peça não é a única novidade do aniversariante do dia. Na última semana, foi divulgado o trailer do novo filme estrelado e roteirizado por Porchat, “O palestrante”. Rodado em 2018, o longa está previsto para estrear nos cinemas no dia 4 de agosto. Na trama, Guilherme (Fábio Porchat) foi demitido e abandonado pela noiva. Durante uma viagem, assume a identidade de um palestrante motivacional.

— Sabe quando você sai do aeroporto e tem uma pessoa com uma plaquinha com o nome de alguém? Sempre tive vontade de dizer: “Oi, sou eu.” E é isso que ele faz. É uma comédia romântica muito bonitinha — detalha Porchat.

Teatro, TV, cinemas e, desde o mês passado, no streaming. À frente da série documental da National Geographic disponível no Star+ “O que você não sabia sobre o humor brasileiro”, Porchat e entrevistados fazem um “raio x da comédia”.

— É legal o público entrar na cabeça do humorista e entender que piada não é improviso, é uma ideia que é aprimorada, escrita — opina.

No segundo capítulo da série, o tema é o recorrente humor e limites. Quando questionado sobre o assunto, Fábio Porchat é categórico:

— A gente não faz essa pergunta para ficção científica, para poesia. O humor é uma forma de expressão assim como o cinema tem ali o drama, o romance, o terror… Então, não existe limite. O limite é a constituição brasileira. Cada um sabe até onde vai, dá pra rir de uma piada de política, de uma piada de pum ou de uma DR de casal. No fim das contas é sobre o que você quer assistir hoje.

Em março, influenciadores bolsonaristas criticaram cena do filme de comédia “Como se tornar o pior aluno da escola”, com Danilo Gentili e Porchat, e o Ministério da Justiça e Segurança Pública determinou que o título fosse removido dos catálogos das plataformas de streaming no Brasil, o que no fim das contas não aconteceu. Os ataques e comentários negativos que recebe nas redes sociais, Porchat releva e diz que ainda estamos nos adaptando à internet.

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— Eu leio tudo, vou investigar a pessoa, fico com peninha. Porque no fim das contas a vida das pessoas é muito dura, elas querem ser ouvidas, nem que seja através do grito, do xingamento. Claro que dá aflição ver a pessoa falando uma coisa que não tem pé nem cabeça, ou reproduzindo fake news, dá raiva, mas entendo isso — avalia.

O ator se dedica também a iniciativas como o “Divulga Porchat”, no qual se torna garoto-propaganda de pequenas empresas. Firmou uma parceria com o projeto Negro Muro, que pinta imagens de personalidades pretas pela cidade. Este ano, Porchat também pagou a inscrição do Enem para 200 alunos.

— A gente tem obrigação moral, o dever cívico de ajudar o outro da forma que for. Se não pode ajudar com dinheiro, doe seu tempo, divulgue as coisas, procure uma ONG no seu bairro. A gente precisa recuperar aquilo que o brasileiro tinha de ser gentil, de ser alegre, a gente precisa olhar pro lado — diz.

Onde: Teatro Casa Grande. Av. Afrânio de Melo Franco 290, Leblon (2511-0800). Quando: Sex e sáb, às 20h. Dom, às 19h. Até 28 de agosto. Quanto: R$ 120 (plateia) e R$ 100 (balcão), pelo site eventim. Classificação: 14 anos.

Fonte: IG GENTE

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