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POLÍTICA NACIONAL

RJ: Vereador de Mangaratiba diz ter sofrido ataque a tiros

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Um dos tiros no carro do parlamentar
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Um dos tiros no carro do parlamentar

O vereador de Mangaratiba Mair Araujo Bichara, conhecido como Dr. Mair (Republicanos), disse que foi atacado por criminosos quando estava a caminho do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, no último domingo. Durante a tentativa de fuga da abordagem, o carro do político teria sido atingido por, no mínimo, três disparos. Ontem, o delegado da 60ª DP, onde foi registrada a ocorrência, disse que o veículo do político foi direcionado ao exame pericial, onde será analisada a quantidade exata de projéteis que atingiram o carro.

Sem ferimentos, o vereador relatou nas redes sociais detalhes da ocorrência, registrada na 60ª DP (Campos Elíseos). Segundo ele, três criminosos armados pararam seu carro e mandaram que o político desembarcasse. Dr. Mair conta, ainda, que os homens sabiam seu nome e o chamaram durante a abordagem.

“Estava chegando para dar meu plantão e fui surpreendido por três elementos armados que falaram meu nome e ordenaram que eu descesse do carro. Fugi deles e eles alvejaram meu carro”, conta o vereador.

Ainda segundo o relato, o vereador, que também é médico, seguia para uma noite de plantão na unidade hospitalar no momento da ocorrência. De acordo com a Polícia Civil, o caso pode ser enquadrado em tentativa de roubo ou tentativa de homicídio, e nenhuma possibilidade foi descartada.

A cidade tem um histórico de atentados a vereadores. Em outubro do ano passado, Alexsandro Silva Faria, o Sandro do Sindicato, vereador de Duque de Caxias pelo Solidariedade, foi morto a tiros de fuzil enquanto dirigia uma van. Na ocasião, Sandro foi o terceiro vereador assassinado na cidade em pouco mais de seis meses.

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POLÍTICA NACIONAL

Pacheco não deve avaliar pedidos de CPI’s em ‘ordem cronológica’

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Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado Federal
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado Federal

pedido de senadores governistas para que o presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG) aprecie outros pedidos “em ordem cronológica” antes de deliberar sobre a criação da CPI do MEC , cujo requerimento foi apresentado hoje, não deve surtir resultado.

Segundo a assessoria da presidência do Senado, Pacheco irá cumprir o regimento do Senado Federal e não há uma exigência para que ele decida em ordem cronológica. O texto exige apenas que o pedido contenha “o fato a ser apurado, o número de membros, o prazo de duração da comissão e o limite das despesas a serem realizadas”.

Atendidos esses critérios, o presidente deve deliberar sobre os pedidos. Não há necessidade de que faça isso atendendo à ordem cronológica dos requerimentos.

Nesta terça-feira, os senadores Carlos Portinho (PL-RJ), líder do governo, e Plínio Valério (PSDB-AM) protocolaram requerimentos solicitando que a ordem cronológica de pedidos de aberturas das Comissões Parlamentares (CPIs) seja respeitada.

Os pedidos foram feitos minutos após a oposição protocolar o pedido de abertura da CPI do MEC, para averiguar irregularidades no ministério e a suposta interferência de Jair Bolsonaro na Polícia Federal.

O objetivo dos senadores aliados ao governo é fazer com que outras comissões, mais “amistosas” ao governo, sejam abertas antes. No caso, eles pedem especificamente a abertura das CPIS das ONGs na Amazônia, que aguarda desde 2019, e da comissão para investigar obras inacabadas e o Fies, que aguarda instalação desde 12 de abril.

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Fonte: IG Política

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POLÍTICA NACIONAL

Queiroga pode prestar esclarecimentos na Câmara sobre atuação do filho

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 Queiroga é convidado a prestar esclarecimentos na Câmara sobre atuação de seu filho na pasta da Saúde
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Queiroga é convidado a prestar esclarecimentos na Câmara sobre atuação de seu filho na pasta da Saúde

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, foi convidado pela Comissão do Trabalho, Administração e Serviço Pública da Câmara dos Deputados para explicar a atuação de seu filho, Antônio Cristovão Neto, o Queiroguinha, na pasta. Reportagens do GLOBO revelaram que Queiroguinha tem atuado como intermediário para a liberação de recursos do ministério, segundo prefeitos. Como se trata de um convite, o ministro Marcelo Queiroga não é obrigado a comparecer.

Segundo prefeitos e vídeos de eventos do Ministério da Saúde, Queiroguinha tem atuado como representante do seu pai e trabalhado para conseguir a liberação de recursos públicos da pasta para atender a demandas de prefeituras da Paraíba. Queiroguinha é pré-candidato a deputado federal pelo PL, mesmo partido do presidente Jair Bolsonaro. Segundo prefeitos ouvidos pelo GLOBO. “Ao que se verifica, mesmo não investido em cargo público, o filho do Ministro da Saúde vem exercendo atribuições que legalmente são acometidas a servidores públicos, assumindo papel relevante no Ministério da Saúde, no que diz respeito às escolhas políticas para a destinação de recursos públicos, orientando decisões administrativas e interferindo diretamente na gestão do interesse públicos”, afirmou o deputado Bira do Pindaré (PSB-MA) no requerimento aprovado nesta terça-feira pela Comissão.

O caso também é investigado pelo Ministério Público Federal. Na semana passada, Queiroguinha esteve ao lado do presidente Jair Bolsonaro durante evento de entrega de residências populares em João Pessoa, na Paraíba. Ao final do seu discurso, Bolsonaro agradeceu Queiroguinha pela presença. “Agradecer a presença também do Queiroguinha”, disse Bolsonaro citando nominalmente diversas autoridades presentes.

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No palco, reservado para as autoridades, Queiroguinha sentou atrás de Bolsonaro e em determinado momento chegou a sussurrar em seu ouvido. Na abertura do evento, ele também foi citado pelo prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena. “Presidente Jair Bolsonaro, ministro da Defesa, Paulo Sergio Nogueira de Oliveira, ministro da Saúde, o conterrâneo, Marcelo Queiroga e aos demais, Queiroguinha, também aqui presente”, disse o prefeito.

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Fonte: IG Política

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