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POLÍTICA NACIONAL

PSDB bate o martelo nesta quinta sobre chapa com Simone Tebet e Tasso

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Os senadores Simone Tebet (MDB) e Tasso Jereissati (PSDB)
Agência Senado – 09.05.2022

Os senadores Simone Tebet (MDB) e Tasso Jereissati (PSDB)

Após acordo com a cúpula do MDB, a executiva nacional do PSDB deve aprovar nesta quinta-feira a aliança em torno da pré-candidatura a presidente da senadora Simone Tebet (MS), com o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), como vice da o vice da chapa.

Ontem, os presidentes do PSDB, Bruno Araújo, do MDB, Baleia Rossi (SP), e do Cidadania, Roberto Freire, se reuniram em Brasília para fechar o acordo, que foi possível porque líderes históricos do MDB no Rio Grande do Sul deram sinal verde a uma aliança estadual com o PSDB. Diagnosticada com Covid-19, a pré-candidata participou da reunião por vídeo assim, como o ex-governador gaúcho Eduardo Leite, pré-candidato ao governo do estado.

O PSDB cobra que o MDB abra mão no Rio Grande do Sul da pré-candidatura do deputado estadual Gabriel Souza (MDB-RS), que já foi lançada. Souza pode se tornar vice na chapa de Leite. No entanto, a aliança no estado enfrenta ainda resistência no MDB gaúcho. Segundo interlocutores, o MDB ainda vai ouvir as bases, sem deixar que a decisão seja imposta pela nacional.

Segundo Roberto Freire, apesar das indefinições no Rio Grande do Sul, o clima entre os dirigentes é de confiança por unidade no estado.

“Acredito que amanhã damos largada à candidatura de Tebet. A questão do Rio Grande do Sul não foi resolvida. Mas, ao que tudo indica, será uma questão de tempo para caminhar. Todos entendem que politicamente é importante para o país buscar, onde for possível, essa unidade que estamos construindo a nível nacional”, afirmou Freire ao GLOBO.

O MDB do RS também é cauteloso em razão da indefinição do ex-governador Eduardo Leite, que até agora não decidiu se será ou não candidato ao Palácio do Piratini ou se concorrerá a uma vaga ao Senado ou até mesmo para a Câmara dos Deputados. Para os emedebistas, a definição de apoio aos tucanos passa pela candidatura de Leite ao governo estadual.

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Nos últimos dias, o ex-governador tem testado sua popularidade em viagens pelo estado, analisado pesquisas internas e feito cálculos políticos para ver se vale o risco de concorrer a uma nova eleição estadual. No Rio Grande do Sul, nunca um governador conseguiu um segundo mandato.

Leite foi cotado também para ser vice de Tebet. A preferência do ex-governador sempre foi o plano nacional, mas ele tem avaliado que não há mais ambiente no PSDB para uma candidatura própria após o desgaste na sigla que terminou com a retirada da pré-candidatura do ex-governador de São Paulo João Doria, que venceu as prévias da legenda.

Segundo interlocutores, a renovação de um mandato no governo estadual manteria Leite na vitrine da política nacional. Ele poderia assumir o controle do partido no ano que vem e tentar se cacifar para construir uma candidatura presidencial para 2026.

A tendência é que Leite oficialize também nesta quinta-feira a candidatura ao governo estadual, mas ele ainda não fez qualquer declaração oficial.

O PSDB também pediu reciprocidade aos emedebistas em Pernambuco, Minas Gerais e no Mato Grosso do Sul, estado natal de Tebet. Lá, o aliado da senadora e ex-governador André Puccineli não quer abrir mão da candidatura, já que está bem colocado nas pesquisas de opinião. Cientes de que os entraves regionais são difíceis de serem superados, os tucanos já se conformaram com a possibilidade de não receberem contrapartidas nesses estados.

Mesmo com o acordo em vias de sair no Rio Grande do Sul, Gabriel Souza manteve ontem, a pessoas próximas, o discurso de que segue candidato e inclusive lançou uma página na internet de manhã sobre sua campanha ao Palácio do Piratini. Ele tem o apoio da militância da sigla e de outros quadros da velha guarda. Caso Leite decida ser candidato, no entanto, Souza tende a apoiá-lo.

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POLÍTICA NACIONAL

Datafolha Rio: Lula lidera com 41% dos votos; Bolsonaro tem 34%

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Lula lidera com 41% no Rio de Janeiro
Ricardo Stuckert/Divulgação e Presidência da República

Lula lidera com 41% no Rio de Janeiro


Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como líder na disputa ao Palácio do Planalto entre os eleitores do estado do Rio de Janeiro, com 41% das intenções de voto. O presidente Jair Bolsonaro (PL) segue em segundo, com 34%.

Veja o desempenho dos pré-candidatos à Presidência no Rio:

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – 41% Jair Bolsonaro (PL) – 34% Ciro Gomes (PDT) – 8% Simone Tebet (MDB) – 2% André Janones (Avante) – 1% Vera Lúcia (PSTU) – 1% Sofia Manzano (PCB) – 1% Felipe d’Avila (Novo) – 1% Pablo Marçal (Pros), Leonardo Péricles (UP), Eymael (Democracia Cristã) e Luciano Bivar (União Brasil) foram citados, mas não alcançaram um ponto percentual. O General Santos Cruz (Podemos) não foi citado.

Votos nulos e brancos no estado representam 7%; e 3% não sabem ou não responderam. O Datafolha ouviu 1.218 eleitores em 32 municípios do Rio de Janeiro entre quarta e sexta-feira desta semana. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo RJ-00260/2022. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.


Se comparado com o cenário nacional, a distância entre Lula e Bolsonaro é menor entre os fluminenses. Segundo o último levantamento, o petista tem 47% das intenções de voto no país, enquanto o atual chefe do Planalto marca 28%.

Os nomes da chamada terceira via, por outro lado, seguem tentando se viabilizar na disputa. Considerando o cenário nacional, Ciro Gomes (8%) e Simone Tebet (1%), assim como o deputado federal André Janones (2%), mantiveram seu desempenho ou oscilaram dentro da margem de erro da pesquisa no estado do Rio, que é de 3 pontos percentuais.

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Fonte: IG Política

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POLÍTICA NACIONAL

Fachin afirma que o sistema eleitoral brasileiro é ‘rígido e seguro’

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Fachin enalteceu o trabalho do TSE em dar transparência ao processo eleitoral
Abdias Pinheiro/SECOM/TSE

Fachin enalteceu o trabalho do TSE em dar transparência ao processo eleitoral

Na última sessão antes do recesso de julho, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Edson Fachin , enalteceu o trabalho do tribunal em dar transparência ao processo eleitoral e afirmou que “as regras do jogo eleitoral são conhecidas por todos e devem ser respeitadas”. 

O sistema eleitoral brasileiro vem sendo alvo de constantes ataques por parte do presidente Jair Bolsonaro (PL).

“As diferenças de compreensão estão permeadas no tecido republicano que vivenciamos, contudo, é no reconhecimento mútuo das distintas dimensões e alcances do entendimento dos interlocutores que se pavimenta o caminho para a solução dessas distensões, sempre informadas pelo respeito absoluto pela Constituição Federal, pela forma Republicana de Governo adotada no Brasil, e pelo trato cordial, respeitoso e honesto entre os atores institucionais”, afirmou Fachin.

De acordo com o presidente do TSE, que deixa o cargo em agosto, quando passa a função para o ministro Alexandre de Moraes, a Corte tem se dedicado a demonstrar a transparência em todas as etapas de sua atuação, especialmente no papel de administrador das eleições e a confiabilidade de todo o aparato nacional para a realização do certame eleitoral.

“Reforçando que as urnas eletrônicas são seguras, são confiáveis, que foram aprovadas no recente Teste Público de Segurança e não há qualquer indicação segura de que não protegem o sigilo e a veracidade do voto de todos os brasileiros”, explicou.

“Nossa certeza de que o sistema eleitoral brasileiro é hígido, confiável e seguro transborda os limites da Instituição e nos permite transferir essa inabalável certeza a todos os nossos compatriotas, a todos os cidadãos brasileiros. O seu voto está protegido e será contabilizado nas eleições”, ressaltou.

Leia mais:  CPI do MEC: se instalada, líder do governo diz que vai recorrer ao STF

Ao longo do último ano, as urnas eletrônicas vêm sendo um cavalo de batalha travado entre o governo Jair Bolsonaro e o TSE. Nos últimos meses, o Ministério da Defesa tem protagonizado uma troca de ofícios com a Corte, em razão de uma série de propostas feitas pelas Forças Armadas no âmbito da Comissão de Transparência Eleitoral, boa parte delas acolhidas pelo tribunal.

Após o pronunciamento de Fachin, o subprocurador-geral da República Humberto Jacques de Medeiros, que participou da sessão como vice-procurador-geral Eleitoral substituto, reforçou a confiança do Ministério Público nas eleições.

“Dou o meu testemunho da absoluta lisura, da correção, da estrutural confiança que nosso processo eleitoral merece”, afirmou.

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Fonte: IG Política

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