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POLÍTICA NACIONAL

Jair Bolsonaro participa de motociata e fala a evangélicos em Orlando

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O presidente Jair Bolsonaro durante passeio de moto com apoiadores em Orlando, nos EUA
Reprodução/Redes Sociais – 11.06.2022

O presidente Jair Bolsonaro durante passeio de moto com apoiadores em Orlando, nos EUA

No último dia de sua viagem aos Estados Unidos, Jair Bolsonaro esteve em Orlando, na Flórida , para inaugurar um vice-consulado na cidade. Mas o que mais tomou seu tempo na fcidade foram eventos com apoiadores e atos em que a comunidade brasileira na região defendeu a reeleição do presidente.

Pela manhã, Bolsonaro inaugurou o vice -consulado de Orlando, uma extensão do Consulado Geral do Brasil em Miami que visa atender, não só residentes como, também, os cerca de um milhão de turistas que vêm para a região passear nos parques da Disney e Universal. Atualmente moram na Flórida quase 500 mil brasileiro e cerca de 180 mil só na região de Orlando.

Após passar cerca de 20 minutos no local, Bolsonaro deu um discurso na Lagoinha Church, liderada pelo pastor, cantor e empresário André Valadão. No local, representantes das cerca de 50 igrejas evangélicas brasileiras na região. Mas os organizadores do evento, porém, fazem questão de frisar que o encontro não será religioso, mas, sim, uma oportunidade do presidente poder estar mais próximo e se conectar com a comunidade brasileira. No local, Bolsonaro voltou a defender a liberdade como algo mais vital que o oxigênio.

Mais cedo, ao sair de seu hotel, Bolsonaro lembrou que, nas eleições de 2018, cerca de 90% dos votos dos brasileiros na região foram para ele:

“Esse pessoal que saiu do Brasil veio buscar melhores oportunidades. No fundo, acredito que todos queriam ficar no Brasil. E esse vice-consulado dá paz para registrar filhos, algum problema diplomático resolver aqui, interessa para o turista também. E aqui, se não me engano, pouco mais de 300 mil brasileiros vivem na região.. Então vai facilitar mais a vida deles, além de votar mais em paz aqui, que por coincidência deu 90% para mim em 2018”, disse.

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Na motociata, que durou cerca de 40 minutos, Bolsonaro afirmou que este modelo de manifestação política de seus apoiadores está crescendo. Em Doha, capital do Catar, em novembro do ano passado, ocorreu algo semelhante. Mas desta vez, ela ficou restrita a uma volta do quarteirão: segundo Bolsonaro, devido às leis de trânsito locais.

“Nós vamos participar da motociata que o Brasil está exportando para o mundo” disse o presidente.

Mais cedo, o blogueiro bolsonarista Allan dos Santos, que está foragido nos Estados Unidos, fez uma transmissão ao vivo nas redes sociais em Orlando. No vídeo, de aproximadamente sei minutos, ele se exibiu tirando fotos com apoiadores, que já estavam reunidos na região antes das 8 horas da manhã.

Em outubro do ano passado, o ministro Alexandre Moraes, do Supremo Tribunal Federal, mandou prender Allan. Determinou ainda ao Ministério da Justiça o início imediato do processo de extradição, o que não foi concluído. Na Corte, ele foi alvo de investigações que apuravam ataques ao próprio STF e participação em atos antidemocráticos.

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POLÍTICA NACIONAL

Tebet critica forma como foi aprovada PEC Eleitoral no Senado

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Simone Tebet critica forma como PEC Eleitoral foi aprovada no Senado
Jefferson Rudy/Agência Senado

Simone Tebet critica forma como PEC Eleitoral foi aprovada no Senado

Pré-candidata à Presidência, a  senadora Simone Tebet (MDB-MS) criticou nesta quinta-feira a forma com a PEC Eleitoral foi aprovada no Senado, mas votou a favor do texto com a justificativa de que é preciso combater a crise econômica e o aumento da fome no país.

A proposta viola restrições da lei eleitoral para criar e ampliar uma série de benefícios sociais, ao custo de R$ 41,2 bilhões, a apenas três meses do primeiro turno. A campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) vê na medida uma forma de conquistar votos no momento em que aparece atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas eleitorais.

Entre os pré-candidatos ao Planalto, além de Tebet, Bolsonaro e Luiz Felipe D’Avila (Novo) também reagiram à aprovação da PEC no Senado. Enquanto o atual titular do Palácio do Planalto comemorou o projeto, D’Avila criticou o caráter eleitoreiro da proposta. Lula e o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), por sua vez, não comentaram o assunto.

“O Auxílio Brasil vai de R$ 400 para R$ 600. O auxílio para o caminhoneiro é de R$ 1.000. Sei que é pouco, que os caminhoneiros gastam bastante combustível, mas é uma ajuda. Também vamos dobrar o valor do vale gás e vem mais coisa”, disse Bolsonaro em sua live semanal.

A PEC viabiliza “bondades” do governo com o objetivo liberar a ampliação de gastos e viabilizar a criação e a ampliação de uma série de benefícios sociais em período eleitoral.

Tebet votou a favor da proposta, alegando que a crise econômica e o aumento da fome no país tornavam necessária a ampliação dos auxílios sociais.

“Este é o caminho certo no que se refere esta questão dramática em que o Brasil está vivendo. A fome tem pressa, nós sabemos disso. Nós não estamos diante de uma escolha de Sofia. Não quando tantas Sofias e Marias estão sofrendo a dor da fome. Então não é uma escolha de Sofia, nós temos que efetivamente avançar e avançar rapidamente em uma solução para quem hoje não tem o que dar de comer a seus filhos.”

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No entanto, a senadora criticou que a PEC não respeitou os ritos habituais de projetos do tipo, que costumam passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A matéria foi analisada direto no plenário.

“Esse projeto começou errado e termina errado. O meu voto é favorável, mas eu quero fazer um apelo à vossa excelência”, disse Tebet, se dirigindo ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). 

“Que nenhuma PEC, nenhuma emenda constitucional deixe de passar pela Comissão de Constituição e Justiça, nem que façamos isso em 48 horas.”


A declaração da senadora foi feita durante a sessão que aprovou a PEC Eleitoral. Em um comentário duro, Tebet classificou a tramitação da proposta como algo feito “na coxa”.

“Não é possível nós entrarmos para os anais da história do Brasil, de votarmos uma PEC tão relevante, que fura teto, que viola lei de responsabilidade fiscal, que atinge a regra de ouro, fazendo alterações de vírgula ou de parágrafo na coxa. Porque é isso que estamos fazendo.”

O candidato do partido Novo, Luiz Felipe D’Avila, por sua vez, criticou o caráter eleitoreiro da proposta e disse que o projeto serve como um “cheque em branco” ao governo Boslonaro.

“Com caráter eleitoreiro, a PEC/16 é mais uma ameaça ao Brasil, disfarçada de bondade. São quase R$ 39 bi destinados para criar gastos em pleno ano de eleição. Reitero que não sou contrário ao subsídio às famílias, contudo, é inegável que tal projeto está sendo usado para contemplar objetivos eleitorais”, escreveu D’Avila.

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Fonte: IG Política

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POLÍTICA NACIONAL

Eleições: PT aprova teto de R$ 132 mi para campanha de Lula

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Ex-presidente Lula
Divulgação/PT

Ex-presidente Lula

O diretório nacional do PT aprovou nesta quinta-feira uma resolução que destina o máximo valor permitido pela legislação para a campanha de  Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República. O ex-presidente ficará com R$ 132 milhões do fundo eleitoral , o que equivale a 26,03% do total de recursos públicos reservados para o partido.

A mesma resolução estabelece que os candidatos a deputado federal homens receberão R$ 148 milhões, 29,41% da fatia do fundo do PT.

Por determinação da legislação, as candidatas mulheres a todos os cargos que estão em disputa este ano ficarão com 30% dos recursos, o que representa R$ 151 milhões.

O partido ainda decidiu que não repassará recursos para candidatos de outros partidos, mesmo que tenha fechada apoio no estado.

“O PT não destinará recursos diretamente às candidaturas de outros partidos e às candidaturas próprias a vice e a suplentes”, afirma um trecho da resolução.

Os candidatos a governador do partido ficarão com R$ 42 milhões, o equivalente a 8,34% do fundo eleitoral.

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Fonte: IG Política

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